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Horácio D Mello - Msc Pedagogo – Supervisor escolar - UDESC Especialista em Educação de Jovens e adultos - UNIASSELVI Mestre em educação – UFSC e UNIVERSITTÁ.

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1 Horácio D Mello - Msc Pedagogo – Supervisor escolar - UDESC Especialista em Educação de Jovens e adultos - UNIASSELVI Mestre em educação – UFSC e UNIVERSITTÁ CATÓLLICA DE MILÃO Professor titular das disciplinas de Didática e currículo e conhecimento – UNISUL Professor substituto das disciplinas de Currículo e avaliação, Educação de jovens e adultos e estágio – Faculdade Municipal da Palhoça Consultor Ad Hoc Revista Nova Escola msn: Site:

2 O CURRÍCULO

3 Conceito de Currículo Conjunto de experiências de aprendizagem planejadas bem como de resultados de aprendizagem previamente definidos, formulando-se umas e outras mediante a reconstrução sistemática da experiência e conhecimento humanos, sob os auspícios da Escola e em ordem ao desenvolvimento permanente do educando nas suas competências pessoais e sociais. (Tanner e Tanner) Etimologicamente o termo currículo encontra a sua raiz na palavra latina curriculum, derivada do verbo currere, que significa caminho ou percurso a seguir.

4 4 O currículo é lugar, espaço, território. O currículo é relação de poder. O currículo é trajetória, viagem percurso. O currículo é autobiografia, nossa vida, currículum vitae: no currículo se forja a nossa identidade. O currículo é texto, discurso, documento. O currículo é documento de identidade (Tomaz Tadeu da Silva, 2004)

5 Conceito de Currículo Tendo em conta os níveis de decisão em matéria de organização, gestão e desenvolvimento curricular, o currículo pode ser compreendido de acordo com significados distintos.

6 Teoria Curricular (Kemmis) Numa perspectiva de sistematizar todos os pressupostos teóricos, de forma a otimizar a compreensão de uma área tão complexa como o currículo, Kemmis elaborou uma síntese das principais teorizações curriculares, propondo três grandes grupos de teorias fundamentais: teoria técnica; teoria crítica; teoria pós-crítica.

7 Currículo Mas, onde está o currículo?

8 Currículo PCN Programas de disciplinas Livros didáticos Orientações Curriculares/Currículo Planejamentos

9 Sistema Educativo Lei de Bases do Sistema Educativo Currículo Nacional do Ensino Básico (Competências) Orientações Curriculares Projeto político pedagógico Planejamento Curricular da Escola Planejamento do professor Currículo

10 10 (...) percurso efetuado até o término da execução do ato – há um todo complexo, que se compreende no ATO e TUDO o que ocorre durante a sua execução até o seu completar (TRALDI, Lady Lina. CURRÍCULO: conceituação e implicações. São Paulo:Atlas, p.22)

11 11 CURRÍCULO ESCOLAR ORIGEM QUANDO SE INICIAM AS PRESCRIÇÕES SOBRE O ENSINO COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA DA SOCIEDADE INDUSTRIAL (TERIGI, Flávia. Notas para uma genealogia do curriculum escolar. Educação & Realidade, Porto Alegre, v.21, n.1, 1996)

12 12 CONTEXTO SOCIAL – ECONÔMICO FORMA E ORGANIZAÇÃO SOCIAL BASEADA NA PROPRIEDADE PRIVADA E NOS MEIOS DE PRODUÇÃO. INDUSTRIALIZAÇÃO +URBANIZAÇÃO+ IMIGRAÇÃO= ABALAM O TIPO DE VIDA E HOMOGENEIDADE DA COMUNIDADE RURAL

13 13 NECESSIDADE MANUTENÇÃO DO STATUS QUO CONSOLIDAR UM PROJETO NACIONAL COMUM PARA RESTAURAR A HOMOGENEIDADE EM VIAS DE DESAPARECIMENTO

14 14 ENSINAR ÀS CRIANÇAS, FILHOS/FILHAS DOS IMIGRANTES, AS CRENÇAS E VALORES DIGNOS DE SEREM ADOTADOS ESCOLA= PROPORCIONAR E FACILITAR A ADAPTAÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES ÀS TRANSFORMAÇÕES ECONÔMICAS, SOCIAIS E CULTURAIS QUE OCORRIAM

15 15 URGENTE EXPANSÃO DA ESCOLA, MASSIFICAÇÃO DA ESCOLARIDADE,NORMALIZAÇÃ, UNIFORMIZAÇÃO DE COMPORTAMENTOS E ATITUDES

16 16 CABERIA À ESCOLA ( VIA CURRÍCULO) INCULCAR, FORJAR, NOVOS VALORES, CONDUTAS, HÁBITOS, CAPACIDADES ADEQUADOS ÀS NOVAS NECESSIDADES DA ECONOMIA

17 17 NECESSÁRIO ORGANIZAR UM CURRÍCULO QUE: BUSQUE A ORDEM RACIONALIDADE E EFICIÊNCIA. JUSTIFIQUE O SISTEMA CAPITALISTA ENFATIZE A DEFESA DA LIBERDADE E DOS DIREITOS E INTERESSES INDIVIDUALISTAS NA SOCIEDADE

18 18 O CURRÍCULO INTRUMENTO DE CONTROLE SOCIAL POR EXCELÊNCIA

19 19 FINAL DO SÉCULO XIX E INÍCIO DO SÉCULO XX- (EUA) CONTEXTO SÓCIO-HISTÓRICO= GUERRA CIVIL ( 1861 – 1865) ECONOMIA: CAPITAL INDUSTRIAL + PROCESSO DE PRODUÇÃO COMPLEXO

20 20 CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE VALORES E PRÁTICAS DERIVADAS DO MUNDO INDUSTRIAL: COOPERAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO; MERITOCRACIA NA TRAJETÓRIA ESCOLAR FOCO RACIONALIZAÇÃO, SISTEMATIZAÇÃO E CONTROLE DA EDUCAÇÃO ESCOLAR

21 21 FINALIDADE PLANEJAR CIENTIFICAMENTE AS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS E CONTROLÁ-LAS VISANDO METAS, PADRÕES PRÉ-DEFINIDOS

22 22 TEORIAS TRADICIONAIS DO CURRÍCULO

23 23 BOBBIT – 1918 THE CURRÍCULUM:ESCOLARIZAÇÃO DA MASSAS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA: TAYLORISMO APLICADO À ESCOLA PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO, DA RACIONALIDADE TÉCNICA. CIENTIFICISMO E PADRONIZAÇÃO NOS PROCESSOS PEDAGÓGICOS

24 24 TYLER (1949) PREOCUPAÇÃO COM ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO OBJETIVOS EDUCACIONAIS TECNOCRATISMO - ESCOLA COMO VIA DE ADAPTAÇÃO AOS PRECEITOS MERCADOLÓGICOS – BASE NO CONTROLE DE RESULTADOS E NA EXPLICITAÇÃO DE OBJETIVOS COM BASE NA FORMAÇÃO PARA A BASE MERCANTIL.

25 25 CARACTERÍSTICAS 1.ENSINO HUMANÍSTICO DE CULTURA GERAL 1.CONCEPÇÃO HUMANISTA TRADICIONAL, CENTRA-SE NA ESSÊNCIA DO INTELECTO, NO CONHECIMENTO; HOMEM CONSTITUÍDO POR UMA ESSÊNCIA IMUTÁVEL ( INATISMO) 1.ENSINO DE CARÁTER VERBALISTA, AUTORITÁRIO E INIBIDOR DA PARTICIPAÇÃO DO ALUNO

26 26 1.CONTEÚDOS ENCICLOPÉDICOS, DESCONTEXTUALIZADOS 1.VALORIZAÇÃO DO CONTEÚDO, DO ASPECTO INTELECTUAL, DA DISCIPLINA 1.EDUCAÇÃO CENTRADA NO PROFESSOR, QUE DEVE DOMINAR OS CONTEÚDOS 1.ENSINAR É REPASSAR CONHECIMENTOS

27 27 1.APRENDIZAGEM É MODIFICAÇÃO DE DESEMPENHO 1.ENSINO É PROCESSO DE CONDICIONAMENTO / REFORÇO DA RESPOSTA QUE SE QUER OBTER, ATRAVÉS DA MECANIZAÇÃO DO PROCESSO 1. BEHAVIORISMO,COMPORTAMENTALISMO, AMBIENTALISMO

28 28 1.NÃO HÁ PREOCUPAÇÃO COM OS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM, MAS COM O RESULTADO E PRODUTO DESEJADO 1.CRIANÇA / ALUNO; CAPACIDADE DE ASSIMILAÇÃO IGUAL A DE ADULTO, PORÉM MENOS DESENVOLVIDA 1.A APRENDIZAGEM É RECEPTIVA, MECÂNICA, SEM CONSIDERAR AS CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS DE CADA IDADE

29 29 1.O ALUNO/A É EDUCADO/A ATINGIR PELO PRÓPRIO ESFORÇO SUA PLENA REALIZAÇÃO PESSOAL (COMPETITIVIDADE) 1.BUSCA-SE A EFICIÊNCIA, EFICÁCIA, QUALIDADE, RACIONALIDADE, PRODUTIVIDADE NA ESCOLA, QUE DEVE FUNCIONAR COMO UMA EMPRESA

30 30 PAPEL DA ESCOLA TRANSMITIR CONHECIMENTOS ACUMULADOS PELA HUMANIDADE REALIZAR A PREPARAÇÃO MORAL E INTELECTUAL DOS INDIVÍDUOS PARA ASSUMIREM SEU LUGAR NA SOCIEDADE OFERTAR A TODOS OS MESMOS CAMINHOS, PRIVILEGIANDO ASSIM, AS CAMADAS MAIS FAVORECIDAS

31 31 ARTICULA-SE COM O SISTEMA PRODUTIVO PARA O APERFEIÇOAMENTO DO SISTEMA CAPITALISTA: PROVÊ A FORMAÇÃO DE INDIVÍDUOS PARA O MERCADO DE TRABALHO, DE ACORDO COM AS EXIGÊNCIAS DA SOCIEDADE INDUSTRIAL E TÉCNOLÓGICA PREOCUPA-SE COM OS ASPECTOS MENSURÁVEIS E OBSERVÁVEIS DA APRENDIZAGEM ( NOTAS, GRÁFICOS, TABELAS...)

32 32 ESCOLA FUNCIONA COMO MODELADORA DO COMPORTAMENTO HUMANO

33 33 CONTEÚDOS SÃO OS CONHECIMENTOS E VALORES SOCIAIS ACUMULADOS ATRAVÉS DOS TEMPOS E REPASSADOS AOS ALUNOS COMO VERDADES ABSOLUTAS E INDISCUTÍVEIS SÃO INFORMAÇÕES ORDENADAS NUMA SEQUÊNCIA LÓGICA E PSICOLÓGICA

34 34 AVALIAÇÃO VALORIZAÇÃO DOS ASPECTOS COGNITIVOS, QUANTITATIVOS COM ÊNFASE NA MEMORIZAÇÃO ÊNFASE NA PRODUTIVIDADE DO/DA ALUNO/A VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS ATRAVÉS DE TESTES ORAIS E ESCRITOS, PROVAS, TRABALHOS DE CASA, TESTES OBJETIVOS

35 35 O ALUNO DEVE REPRODUZIR NA ÍNTEGRA O QUE FOI ENSINADO DIRETAMENTE LIGADA AOS OBJETIVOS ESTABELECIDOS OCORRE NO FINAL DO PROCESSO COM O OBJETIVO DE CONSTATAR SE AO/AS ALUNOS/AS ATINGIRAM OS COMPORTAMENTOS DESEJADOS PRÁTICA POUCO FUNDAMENTADA, APEGO EXAGERADO AOS LIVROS DIDÁTICOS

36 36 PROFESSOR E ALUNO/A PROFESSOR É O CENTRO DO PROCESSO PROFESSOR É O TÉCNICO RESPONSÁVEL PELA EFICIÊNCIA NO ENSINO E QUM ADMINISTRA AS CONDIÇÕES DE TRANSMISSÃO DAS MATÉRIAS RELAÇÃO BASEADA EM REGRAS E DISCIPLINA RÍGIDA

37 37 ALUNO É UM SER PASSIVO, SUBMISSO, RECEPTIVO E SUJEITO AOS CASTIGOS O/A ALUNO/A É UM SER FRAGMENTADO, ESPECTADOR QUE ESTÁ SENDO PREPARADO PARA O MERCADO DE TRABALHO, PARA APRENDER A FAZER

38 38 MANIFESTAÇÕES HERBART SKINNER GAGNÉ COSETE RAMOS LDB 5.540/68 LDB 5.692/71

39 39 MODELO DE CONHECIMENTO OBJETIVISTA S O

40 40 TEORIAS CRÍTICAS DO CURRÍCULO

41 41 CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE A SOCIEDADE É DIVIDIDA EM CLASSES ANTAGÔNICAS QUE SOB A FORMA DE LUTA DE CLASSES OPÕE BURGUESIA AO PROLETARIADO É UMA LUTA QUE SE TRAVA NAS RELAÇÕES DE PRODUÇÃO, QUE SÃO RELAÇÕES DE EXPLORAÇÃO

42 42 FOCO DISCUTE QUE A EDUCAÇÃO É UM INTRUMENTO DE DISCRIMINAÇÃO SOCIAL, NA MEDIDA QUE REFORÇA E LEGITIMA A MARGINALIZAÇÃO CULTURAL ESCOLAR ESCOLA CUMPRE SEU PAPEL NO PROCESSO DE REPRODUÇÃO DO CAPITALISMO

43 43 CONCEITOS 1)VIOLÊNCIA SIMBÓLICA OS GRUPOS E CLASSES DOMINANTES CONTROLAM OS SIGNIFICADOS CULTURALMENTE LEGÍTIMOS E SOCIALMENTE MAIS VALORIZADOS AQUELES QUE TÊM MAIS CAPITAL CULTURAL SÃO MAIS BEM SUCEDIDOS NA ESCOLA

44 44 2) APARELHOS REPRESSIVOS DO ESTADO (POLÍCIA, TRIBUNAIS, PRISÕES..) 3)APARELHOS IDEOLÓGICOS DO ESTADO ( IGREJA, ESCOLA, MÍDIA...)

45 45 4) A ESCOLA É DIVIDIDA EM DUAS GRANDES REDES REDE PP= PRIMÁRIO =PROFISSIONAL, DESTINADA AOS TRABALHADORES; REDE SS = SECUNDÁRIO SUPERIOR, DESTINADA À BURGUESIA CORRESPONDE À DIVISÃO NA SOCIEDADE CAPITALISTA

46 46 FINALIDADE EXPLICITA OS MECANISMOS DE FUNCIONAMENTO DA ESCOLA CAPITALISTA E COMO ESTA SE CONSTITUI PÕE EM EVIDÊNCIA O COMPROMETIMENTO DA EDUCAÇÃO COM OS INTERESSES DA CLASSE DOMINANTE

47 47 DEFENDE QUE QUANTO MAIS OS PROFESSORES IGNORAM QUE ESTÃO REPRODUZINDO A SOCIEDADE CAPITALISTA, MAIS EFICAZMENTE A REPRODUZEM A ESCOLA É CONDICIONADA PELOS ASPECTOS SOCIAIS, POLÍTICOS E CULTURAIS, MAS CONTRADITORIAMENTE EXISTE NELA UM ESPAÇO QUE APONTA A POSSIBILIDADE DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

48 48 A EDUCAÇÃO POSSIBILITA A COMPREENSÃO DA REALIDADE HISTÓRICO-CULTURAL- SOCIAL E EXPLICITA O PAPEL DO SUJEITO CONSTRUTOR / TRANSFORMADOR ESSA MESMA REALIDADE SUSTENTA A FINALIDADE SÓCIO-POLÍTICA DA EDUCAÇÃO SE COLOCA COMO INSTRUMENTO DE LUTA DOS PROFESSORES AO LADO DE OUTRAS PRÁTICAS SOCIAIS

49 49 CARACTERÍSTICAS CRÍTICA AOS PROCESSOS DE CONVENCIMENTO, ADAPTAÇÃO E REPRESSÃO DA HEGEMONIA DOMINANTE CONTRAPOSIÇÃO AO EMPIRICISMO E AO PRAGMATISMO DAS TEORIAS TRADICIONAIS CRÍTICA À RAZÃO ILUMINISTA E RACIONALIDADE TÉCNICA

50 50 1.BUSCA DA RUPTURA DO STATUS QUO 1.MATERIALISMO HISTÓRICO DIALÉTICO - ( MOVIMENTO E TRANSFORMAÇÃO) 1. CRÍTICA DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL PAUTADA NA PROPRIEDADE PRIVADA DOS MEIOS DE PRODUÇÃO. (FUNDAMENTOS EM MARX E GRAMSCI) 1.CRÍTICA À ESCOLA COMO REPRODUTORA DA HEGEMONIA DOMINANTE E DAS DESIGUALDADES SOCIAIS. (MICHAEL APPLE)

51 51 ESCOLA FRANCESA: TEORIA DA REPRODUÇÃO CULTURAL - CAPITAL CULTURAL. O CURRÍCULO DA ESCOLA ESTÁ BASEADO NA CULTURA E NA LINGUAGEM DOMINANTE, TRANSMITIDO ATRAVÉS DO CÓDIGO CULTURAL (BOURDIEU E PASSERON) ESCOLA DE FRANKFURT : CRÍTICA À RACIONALIDADE TÉCNICA DA ESCOLA PEDAGOGIA DA POSSIBILIDADE- DA RESISTÊNCIA: CURRÍCULO COMO EMANCIPAÇÃO E LIBERTAÇÃO (GIROUX E FREIRE)

52 52 CURRÍCULO OCULTO = CRÍTICA À REPRODUÇÃO NÃO EXPRESSA NO CURRÍCULO OFICIAL, MAS MANIFESTADA PELAS RELAÇÕES SOCIAIS NA E DA ESCOLA BOWLES E GINTIS : AS RELAÇÕES SOCIAIS NA ESCOLA MAIS QUE O CONTEÚDO ERAM RESPONSÁVEIS PELA SOCIALIZAÇÃO NECESSÁRIAS PARA BOA ADAPTAÇÃO ÀS EXIGÊNCIAS DO TRABAHO CAPITALISTA

53 53 TEORIAS CRÍTICAS NA FORMULAÇÃO DAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS CONCEPÇÃO DIALÉTICA DE EDUCAÇÃO SISTEMATIZADA NA PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA EM EDUCAÇÃO COMO VIA DE EMANCIPAÇÃO HUMANA E TRANSFORMAÇÃO DAS BASES SOCIAIS.

54 54 CURRÍCULO COMO CONJUNTO DAS ATIVIDADES NUCLEARES DA ESCOLA – RECUPERAÇÃO DA ESPECIFICIDADE DA FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA E DO PAPEL DO CONTEÚDO HISTORICAMENTE SISTEMATIZADO E CONSTRUÍDO PELO CONJUNTO DA HUMANIDADE. SUPERAÇÃO DAS VISÕES NÃO-CRÍTICAS E CRÍTICO – REPRODUTIVISTAS DA EDUCAÇÃO

55 55 A PRÁTICA PEDAGÓGICA PROPÕE UMA INTERAÇÃO ENTRE CONTEÚDO E REALIDADE CONCRETA, VISANDO A TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE = AÇÃO – COMPREENSÃO – AÇÃO

56 56 PAPEL DA ESCOLA o VALORIZAÇÃO DA ESCOLA COMO ESPAÇO SOCIALIZADOR DOS CONHECIMENTOS E SABERES UNIVERSAIS o A AÇÃO EDUCATIVA PRESSUPÕE UMA ARTICULAÇÃO ENTRE O ATO POLÍTICO E O ATO PEDAGÓGICO

57 57 CONTEÚDOS ENFOQUE NO CONTEÚDO COMO PRODUÇÃO HISTORICO-SOCIAL DE TODOS OS HOMENS CONTEÚDOS CULTURAIS UNIVERSAIS QUE SÃO INCORPORADOS PELA HUMANIDADE FRENTE À REALIDADE SOCIAL

58 58 AVALIAÇÃO PRÁTICA EMANCIPADORA FUNÇÃO DIAGNÓSTICA, PERMANENTE E CONTÍNUA MEIO DE OBTER INFORMAÇÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA, PARA A REFORMULAÇÃO /INTERVENÇÃO DESSA PRÁTICA E DOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM

59 59 PRESSUPÕE TOMADA DE DECISÃO O ALUNO TOMA CONHECIMENTO DOS RESULTADOS DE SUA APRENDIZAGEM E ORGANIZA-SE PARA AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS

60 60 PROFESSOR E ALUNO RELAÇÃO INTERATIVA, AMBOS SÃO SUJEITOS ATIVOS NA CAMINHADA DA APRENDIZAGEM PROFESSOR E ALUNO SÃO SERES CONCRETOS – SÓCIO-HISTÓRICOS- SITUADOS NUMA CLASSE SOCIAL

61 61 PROFESSOR É AUTORIDADE COMPETENTE QUE DIRECIONA O PROCESSO PEDAGÓGICO; INTERFERE E CRIA CONDIÇÕES DE CONHECIMNETO NECESSÁRIOS À APROPRIAÇÃO DO CONHECIMENTO ALUNO É PARTICIPANTE ATIVO DA APRENDIZAGEM, PROFESSOR É MEDIADOR ENTRE O SABER E O ALUNO

62 62 MANIFESTAÇÕES BOURDIEU / PASSERON ALTHUSSER BAUDELOT / ESTABLET MARX/ GRAMSCI / SUCHODOLSKI MANACORDA / MAKARENKO SAVIANI / JAMIL CURY/FRIGOTTO LIBÂNEO / ACÁCIA KUENZER PAULO FREIRE/GADOTTI

63 63 MODELO DE CONHECIMENTO RELAÇÃO DIALÉTICA S O ÊNFASE NAS RELAÇÕES HISTÓRICO- SOCIAIS QUE CONSTITUEM O OBJETO E O SUJEITO

64 64 TEORIAS PÓS-CRÍTICAS DO CURRÍCULO

65 65 PÓS - MODERNISMO PÓS – ESTRUTURALISMO PÓS - COLONIALISMO

66 66 CONTEXTO DAS TEORIAS PÓS- CRÍTICAS MOVIMENTO INTELECTUAL QUE PROCLAMA QUE ESTAMOS VIVENDO UMA NOVA ÉPOCA HISTÓRICA=A PÓS-MODERNIDADE NÃO REPRESENTA UMA TEORIA COERENTE, UNIFICADA, MAS UM CONJUNTO VARIADO DE PERSPECTIVAS, ABRANGENDO UMA DIVERSIDADE DE CAMPOS POLÍTICOS, ESTÉTICOS, EPISTEMOLÓGICOS

67 67 EM TERMOS SOCIAIS TEM COMO REFERÊNCIA UMA OPOSIÇÃO OU TRANSIÇÃO ENTRE A MODERNIDADE ( INICIADA COM A RENASCENÇA E CONSOLIDADA COM O ILUMINISMO) E A PÓS-MODERNIDADE ( INICIADA EM ALGUM PONTO DA METADE DO SÉCULO XX)

68 68 EM TERMOS ESTÉTICOS MOVIMENTO MODERNISTA INICIADO EM MEADOS DO SÉCULO XIX, DE REAÇÃO ÀS REGRAS DO CLASSICISMO NA LITERATURA E NAS ARTES ATACA AS NOÇÕES DE PUREZA, ABSTRAÇÃO E FUNCIONALIDADE.

69 69 NA SUA VERTENTE SOCIAL/POLÍTICA/FILOSÓFICA/ EPISTEMOLÓGICA QUESTIONA OS PRINCÍPIOS, PRESSUPOSTOS DO PENSAMENTO SOCIAL E POLÍTICO ESTABELECIDOS E DESENVOLVIDOS A PARTIR DO ILUMINISMO

70 70 IDÉIAS DE RAZÃO, CIÊNCIA, RACIONALIDADE, PROGRESSO CONSTANTE, ESTÃO INTIMAMENTE LIGADAS AO TIPO DE SOCIEDADE QUE SE DESENVOLVEU NOS SÉCULOS SEGUINTES NÃO ESTABELECEREM UM SOCIEDADE PERFEITA DO SONHO ILUMINISTA PESADELO DE UM SOCIEDADE TOTALITÁRIA, BUROCRATICAMENTE ORGANIZADA

71 71 SÃO AS RAÍZES DOS PROBLEMAS QUE INQUIETAM E ASSOLAM OS TEMPOS ATUAIS O PROGRESO NÃO É ALGO NECESSARIAMENTE DESEJÁVEL OU BENIGNO ( DOMÍNIO DA NATUREZA, AVANÇOS DA CIÊNCIA..)

72 72 ATAQUES FULMINANTES AO SUJEITO RACIONAL, LIVRE, AUTONÔMO, CENTRADO E SOBERANO DA MODERNIDADE SUJEITO MODERNO É GUIADO UNICAMENTE POR SUA RAZÃO, ESTÁ NO CENTRO DA AÇÃO SOCIAL E SUA CONSCIÊNCIA É O CENTRO DE SUAS PRÓPRIAS AÇÕES ESTE SUJEITO NÃO ADMITE DIVISÕES OU CONTRADIÇÕES, É UNITÁRIO.

73 73 COM LACAN E FREUD, O SUJEITO É FUNDAMENTALMENTE FRAGMENTADO E NÃO É O CENTRO DAS AÇÕES SOCIAIS. ELE NÃO PENSA, NÃO PRODUZ, ELE É PENSADO, E PRODUZIDO ELE É DIRIGIDO A PARTIR DO EXTERIOR, PELAS ESTRUTURAS, PELAS INSTITUIÇÕES, PELO DISCURSO PRIVILEGIA A MESTIÇAGEM, O HIBRIDISMO, DE CULTURAS E ESTILOS DE VIDA

74 74 DÉIA DE MUDANÇA DE PARADIGMAS CRÍTICA AOS PADRÕES CONSIDERADOS RÍGIDOS DA MODERNIDADE ROMPIMENTO À LÓGICA, POSITIVISTA, TECNOCRÁTICA E RACIONALISTA. TENTATIVA DE DAR VOZ AOS SUBALTERNOS EXCLUÍDOS DE UMA SISTEMA TOTALIZANTE E PADRONIZADO SUPERAÇÃO DAS VERDADES ABSOLUTAS

75 75 PRIMAZIA DO DISCURSO SOBRE A REALIDADE EXPLICADA EM SUA CONCRETUDE. CURRÍCULO MULTICULTURALISTA. SUPERAÇÃO DE VERDADES TOTALIZANTES E ABSOLUTAS DEMOCRATIZAÇÃO CULTURAL VOLATILIDADE DE DISCURSOS DIVERSIDADES CULTURAIS

76 76 IMPORTANTES IMPLICAÇÕES CURRICULARES, POIS AS ATUAIS NOÇÕES DE EDUCAÇÃO, PEDAGOGIA, CURRÍCULO, TÊM SUAS BASES NA MODERNIDADE E NAS IDÉIAS MODERNAS.

77 77 A EDUCAÇÃO TAL COMO CONHECEMOS HOJE, É UM IDÉIA MODERNA, SEU OBJETIVO CONSISTE EM TRANSMITIR O CONHECIMENTO CIENTÍFICO, EM FORMAR UM SER HUMANO SUPOSTAMENTE RACIONAL E AUTÔNOMO, EM MOLDAR O CIDADÃO DA MODERNA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA INCOMPATIBILIDADE ENTRE O CURRÍCULO EXISTENTE E O PÓS-MODERNO

78 78 O CURRÍCULO EXISTENTE É LINEAR, SEQUENCIAL, ESTÁTICO; SUA EPISTEMOLOGIA É REALISTA E OBJETIVISTA; É DISCIPLINAR E FRAGMENTADO, RIGIDAMENTE SEPARADO ENTRE O CONHECIMENTO CIENTÍFICO E O CONHECIMENTO DO COTIDIANO, SEGUE FIELMENTE AS GRANDES NARRATIVAS DAS CIÊNCIAS, TOMADAS COMO VERDADES.

79 79 AS TEORIAS PÓS-CRÍTICAS DESCONFIAM PROFUNDAMENTE DOS IMPULSOS EMANCIPADORES E LIBERTADORES DA TEORIA CRÍTICA, QUE SE FUNDAMENTA NA VONTADE DE DOMÍNIO E CONTROLE DA EPISTEMOLOGIA MODERNA. SE CONSTITUEM UM ATAQUE À PRÓPRIA IDÉIA DE EDUCAÇÃO. FOUCAULT, DERRIDA, LYOTARD, DELEUZE, CHERYHOLMES, GUATTARI, LACAN GÊNESE = NIETZCHE, HEIDDEGER

80 80 ENFATIZAM A INDETERMINAÇÃO, A INCERTEZA NO CONHECIMENTO OS SIGNIFICADOS SÃO CULTURAIS E SOCIALMENTE PRODUZIDOS, ENVOLTOS EM RELAÇÕES DE PODER QUESTIONAMENTO DE SIGNIFICADOS TRANSCEDENTAIS LIGADOS À RELIGIÃO, POLÍTICA, CIÊNCIA... BUSCANDO ONDE, QUANDO, POR QUEM FORAM INVENTADOS

81 81 DESCONTRUÇÃO DOS BINARISMOS QUE CONSTITUEM O CONHECIMENTO MACHO / FÊMEA; BRANCO / NEGRO; CIENTÍFICO / NÃO CIENTÍFICO DISCUSSÃO DAS ATUAIS E RÍGIDAS SEPARAÇÕES CURRICULARES ENTRE AS DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

82 82 CURRÍCULO COMO DISCURSO NÃO TOMA A REALIDADE TAL COMO ELA É E SIM COMO O QUE OS DISCURSOS SOBRE ELAS DIZEM COMO ELA DEVERIA SER: REPRESENTAÇÕES A REALIDADE NÃO PODE SER CONCEBIDA FORA DOS PROCESSOS LNGUISTICOS DE SIGNIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE PODER

83 83 ANÁLISE COMPARATIVA TEORIAS CRÍTICAS CONCEITOS E CONHECIMENTOS HISTÓRICOS E CIENTÍFICOS CONCEPÇÕES E TEORIA DE CURRÍCULO CONCEITOS COMO :TRABALHO MATERIALIDADE/ OBJETIVIDADE REALIDADE CLASSES SOCIAIS EMANCIPAÇÃO E LIBERTAÇÃO DESIGUALDADE SOCIAL CURRÍCULO COMO RESISTÊNCIA CURRÍCULO OCULTO DEFINIÇÃO DO O QUÊ E POR QUÊ SE ENSINA NOÇÃO DE SUJEITO TEORIAS PÓS CRÍTICAS FIM DAS METANARRATIVAS HIBRIDISMO CURRÍCULO COMO DISCURSO- REPRESENTAÇÕES CULTURA IDENTIDADE/ SUBJETIVIDADE DISCURSO GÊNERO, RAÇA, ETNIA, SEXUALIDADE REPRESENTAÇÃO E INCERTEZAS MULTICULTURALISMO CURRÍCULO COMO CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES RELATIVISMO COMPREENSÃO DO PARA QUEM SE CONSTRÓI O CURRÍCULO FORMAÇÃO DE IDENTIDADES

84 84 INSUFICIÊNCIAS DAS TEORIAS PÓS- CRITICAS FRAGMENTAÇÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS RELATIVIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS PRIMAZIA DA AMBIGUIDADE E DA INDETERMINAÇÃO – INSUFICIENTE PARA SE CAPTAR O REAL HIBRIDISMO DE CONCEPÇÕES RELATIVIZAM AS POSSIBILIDADES DE COMPREENDER O REAL EM SUA TOTALIDADE

85 85 NÃO HÁ O REAL PARA SE FAZER A CRITICA NÃO HÁ CONHECIMENTO PARA SER SISTEMATIZADO INSUFICIENTE PARA SER TRANSFORMADOR PODE CONTRADITORIAMENTE SER EMANCIPADOR E REACIONÁRIO.

86 86 TEORIAS TRADICIONAIS - CONCEITOS ENSINO APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO METODOLOGIA DIDÁTICA ORGANIZAÇÃO PLANEJAMENTO EFICIÊNCIA OBJETIVOS

87 87 TEORIAS CRÍTICAS- CONCEITOS IDEOLOGIA REPRODUÇÃO CULTURAL E SOCIAL PODER CLASSE SOCIAL CAPITALISMO RELAÇÕES SOCIAIS DE PRODUÇÃO CONSCIENTIZAÇÃO EMANCIPAÇÃO / LIBERTAÇÃO CURRÍCULO OCULTO RESISTÊNCIA

88 88 TEORIAS PÓS-CRÍTICAS- CATEGORIAS IDENTIDADE / ALTERIDADE / DIFERENÇA SUBJETIVIDADE SIGNIFICAÇÃO E DISCURSO SABER-PODER REPRESENTAÇÃO CULTURA / MULTICULTURALISMO GÊNERO / RAÇA / ETNIA / SEXUALIDADE


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