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1 SISTEMA AVALIATIVO PARA O ENSINO DE COMPETÊNCIAS: ESTRATÉGIA DOCENTE PARA MELHORAR RELAÇÕES DE ENSINO/APRENDIZAGEM KRAEMER, A. ; FERREIRA, Eliene ; SOUZA,

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Apresentação em tema: "1 SISTEMA AVALIATIVO PARA O ENSINO DE COMPETÊNCIAS: ESTRATÉGIA DOCENTE PARA MELHORAR RELAÇÕES DE ENSINO/APRENDIZAGEM KRAEMER, A. ; FERREIRA, Eliene ; SOUZA,"— Transcrição da apresentação:

1 1 SISTEMA AVALIATIVO PARA O ENSINO DE COMPETÊNCIAS: ESTRATÉGIA DOCENTE PARA MELHORAR RELAÇÕES DE ENSINO/APRENDIZAGEM KRAEMER, A. ; FERREIRA, Eliene ; SOUZA, P. R. ; RITA, S. M. Estratégia Docente para Melhorar Relações de Ensino-Aprendizagem. In: XXII Congresso Internacional EDUTEC, 2009, Manaus. Anais do Edutec KRAEMER, A. ; FERREIRA, Eliene ; SOUZA, P. R. ; RITA, S. M. Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências. Saberes Revista Eletrônica, 01 jul

2 2 CRONOGRAMA Objetivo Geral Estado da Arte Instituição Explorada Levantamento de Dados sobre Insatisfação de Alunos Encontro Pedagógico para Tratar de Estratégias Docentes Proposta de Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências Comportamento Docente em Sala de Aula Metodologia de Avaliação Complemento para o Certificado de Conclusão Experiência Prática com o Método Avaliativo Considerações Finais Principais Referências

3 3 OBJETIVO GERAL Apresentar um conjunto de práticas e experiências educativas no paradigma de competências visando atender as necessidades do SENAI/RO.

4 4 ESTADO DA ARTE O modelo de ensino utilizado nas escolas busca satisfazer necessidades de cada época, de acordo com cada região. A educação desta época deve envolver aspectos muito mais racionais para que cada indivíduo use a memorização e a cognição para refletir sobre o mundo que o cerca. GENTILE & BENCINI apud PERRENOUD (2000) e FERNANDES (1999)

5 5 ESTADO DA ARTE Organizações procuram formandos com maior potencial cognitivo, conforme aponta SILVA (2004), que também sugere a vivência do paradigma de competências. O processo de avaliação neste novo paradigma procura não ponderar notas, mas sim, avaliar comportamentos e habilidades, que dão forma às competências, como saber resolver problemas.

6 6 ESTADO DA ARTE Até pouco tempo atrás se fazia a pergunta: Como se ensina? Hoje é preciso responder ao questionamento: Como o aluno aprende? Kant pode nos ajudar neste contexto?

7 7 ESTADO DA ARTE Segundo DOROCINSKI (2003), a avaliação também deve ser utilizada como estratégia de aprendizado. Por exemplo, para possibilitar análise do desempenho alcançado, ou ainda, identificar deficiências. Conforme aponta GENTILE & BENCINI apud PERRENOUD (2000), o ensino de competências não é memorização, mas também não é puramente racional. Contém um forte componente de subjetividade e está próximo ao conceito de atitude e autonomia. O problema é: como avaliar?

8 8 ESTADO DA ARTE SENAI (2003) propõe ações combinadas: simulação de situações reais de trabalho entrevistas ou gravação de áudio e vídeo provas escritas e de execução lista de verificação de aprendizado

9 9 ESTADO DA ARTE Alguns métodos do ensino tradicionais também podem contribuir com o ensino de competências. Por exemplo, as formas de avaliação propostas por VASCONCELLOS (1993) e DOROCINSKI (2003). São elas: diagnóstica ou inicial reguladora final auto-avaliação

10 10 ESTADO DA ARTE CORA apud LUCKESI (2003) aponta que o papel do educador influência no desempenho dos aprendizes, reprimindo ou acolhendo. O importante é priorizar o raciocínio e a autonomia. Certamente, a formação dos educadores tem influência no sucesso desejado.

11 11 INSTITUIÇÃO EXPLORADA Objetivo Geral Estado da Arte Instituição Explorada Levantamento de Dados sobre Insatisfação de Alunos Encontro Pedagógico para Tratar de Estratégias Docentes Proposta de Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências Comportamento Docente em Sala de Aula Metodologia de Avaliação Complemento para o Certificado de Conclusão Experiência Prática com o Método Avaliativo Considerações Finais Principais Referências

12 12 INSTITUIÇÃO EXPLORADA Centro de Formação Profissional Bonifácio Almodóvar (SENAI de Vilhena/RO). Oferece cursos da área técnica e de aprendizagem industrial nas áreas de: Informática Eletricidade Mecânica Marcenaria Possui 5 educadores efetivos. O demais são temporários. Média de 300 alunos anuais.

13 13 INSTITUIÇÃO EXPLORADA Os educadores possuem formação técnica e apenas dois destes possuem nível superior, o que pode implicar em deficiências pedagógicas, como se observa quando eles não conseguem praticar o ensino de competências, previsto no projeto pedagógico (SENAI, 2003).

14 14 LEVANTAMENTO DE DADOS Objetivo Geral Estado da Arte Instituição Explorada Levantamento de Dados sobre Insatisfação de Alunos Encontro Pedagógico para Tratar de Estratégias Docentes Proposta de Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências Comportamento Docente em Sala de Aula Metodologia de Avaliação Complemento para o Certificado de Conclusão Experiência Prática com o Método Avaliativo Considerações Finais Principais Referências

15 15 LEVANTAMENTO DE DADOS Busca por um índice de insatisfação dos alunos, conforme MATTOS (2004). Questionário com respostas do tipo: Excelente Ótimo Bom Regular Equivalente a suficiente Insuficiente. Pode impactar na desistência.

16 16 LEVANTAMENTO DE DADOS Levantamento realizado com 9 turmas (145 alunos). O índice de insatisfação encontrado, que é 31,57%, também pode ser utilizado como princípio para o índice de desistência. O que é grave.

17 17 LEVANTAMENTO DE DADOS TurmasQtde Alunos ConteúdoAvaliaçãoAtuação docenteOrganização da escola Suf.Insuf.Suf.Insuf.Suf.Insuf.Suf.Insuf. 1ª ª ª ª ª ª ª ª ª Total Média100%69,60%30,40%67,60%32,40%69,60%30,40%66,90%33,10%

18 18 LEVANTAMENTO DE DADOS Também foi elaborada outra pesquisa a fim de observar se o conceito de satisfação desses alunos tem relação com conceitos que se exigem nesta época. Segundo URSULA apud TORO (2002) e GENTILE & BENCINI apud PERRENOUD (2000), nesta época é importante que indivíduos aprendam a serem críticos e autônomos. Caso o resultado desta pesquisa seja positivo, então o índice de insatisfação se torna mais confiável.

19 19 LEVANTAMENTO DE DADOS O quadro ao lado representa as respostas "sim". a)Quando se aprende a fazer algo, sempre se deve fazer do mesmo jeito? b) O papel do professor é ensinar tudo sobre a matéria, se faltar algo, o seu emprego depois de formado estará em risco? c) Cada pessoa aprende de um jeito diferente? d) Cada pessoa deve saber agir em grupo e se comunicar de forma clara, oral e escrita? e) Sempre se deve confiar no que é apresentado nos jornais e canais de televisão? f) Uma tarefa pode ser feita apenas de um jeito, do jeito do professor? g) É necessário que alunos aprendam a ser autônomos?

20 20 ENCONTRO PEDAGÓGICO Objetivo Geral Estado da Arte Instituição Explorada Levantamento de Dados sobre Insatisfação de Alunos Encontro Pedagógico para Tratar de Estratégias Docentes Proposta de Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências Comportamento Docente em Sala de Aula Metodologia de Avaliação Complemento para o Certificado de Conclusão Experiência Prática com o Método Avaliativo Considerações Finais Principais Referências

21 21 ENCONTRO PEDAGÓGICO As estratégias docentes apresentadas aqui procuram diminuir o índice de insatisfação dos alunos e são tratadas no formato de Encontro Pedagógico, denominado Saberes Docentes e Práticas Pedagógicas, com carga-horária de 17 horas. Participaram 26 educadores. Entre esses, 11 não possuem qualquer curso sobre docência e 14 se consideram aptos.

22 22 ENCONTRO PEDAGÓGICO O encontro tem como base explorar características do ensino de competências e características dos trabalhos de PALANGANA (2001), FREIRE (1996) e BAFFI (2002), oportunizando conhecimentos sobre: aulas dialéticas limite da afetividade planejamento de disciplina planejamento de aula métodos de avaliação resultados quando se ajuda demasiadamente o aluno, prejudicando sua autonomia.

23 23 ENCONTRO PEDAGÓGICO A primeira etapa consiste em realizar uma pesquisa sobre quais saberes docentes causam maior dúvida. O quadro ao lado representa as respostas "tenho dúvida". a)Planejamento de disciplina b) Planejamento de aula c) Limite da afetividade d) Métodos de avaliação e) Didática em sala de aula f) Uso de aulas dialéticas g) Resolução de exercícios para os alunos

24 24 ENCONTRO PEDAGÓGICO Com base no resultado foram realizadas trocas de experiências, discussões e atividades práticas. (veja slides Saberes Docentes e Práticas Pedagógicas) O resultado do encontro pode ser considerado satisfatório e está representado em um documento chamado de A Carta dos Professores. Os alunos também elaboraram A Carta dos Alunos.

25 25 ENCONTRO PEDAGÓGICO Comparação entre as dúvidas iniciais e o resultado do encontro.

26 26 ENCONTRO PEDAGÓGICO Para satisfazer as necessidades do encontro também foi elaborada uma metodologia sobre como avaliar no ensino de competências. Esta metodologia será apresentada a seguir. Acredita-se que a avaliação é um dos objetivos fim, portanto, é através do consentimento dela que se estabelece boa relação de ensino/aprendizagem. Para COSTA (2000), o educando deve estar ciente das estratégias de ensino para corresponder às estratégias de avaliação.

27 27 ENCONTRO PEDAGÓGICO Também houve intervenção (reunião) com os seguintes departamentos: Equipe de Gestão - Direção - Apoio Administrativo * Secretaria Escolar * Serviços Gerais e do Material - Apoio Técnico-Pedagógico * Supervisão Escolar * Orientação Educacional

28 28 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO Objetivo Geral Estado da Arte Instituição Explorada Levantamento de Dados sobre Insatisfação de Alunos Encontro Pedagógico para Tratar de Estratégias Docentes Proposta de Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências Comportamento Docente em Sala de Aula Metodologia de Avaliação Complemento para o Certificado de Conclusão Experiência Prática com o Método Avaliativo Considerações Finais Principais Referências

29 29 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO O projeto pedagógico também tem influência nos sistemas avaliativos, pois considera metas, eficácias do ensino e impactos na organização e na sociedade. Mas ele é seguido? Observa-se que a eficácia de um sistema avaliativo depende dos planos da instituição e do potencial dos docentes, como também aponta CORA apud LUCKESI (2003).

30 30 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO Não é tarefa fácil criar juízo de valor sobre pessoas. Muitas vezes, uma nota de prova não revela o real aprendizado. De outro lado, no ensino de competências, a subjetividade das aprovações pode comprometer a interpretação do currículo do formando. Como estruturar isso?

31 31 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO A proposta desenvolvida está dividida em três contextos: (1) comportamento docente em sala de aula; (2) metodologia de avaliação; e (3) complemento para o certificado de conclusão.

32 32 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (1)Comportamento docente em sala de aula Papel de colaborador, receptivo e respeitador de individualidades. É preciso que haja prestígio, o que pode despertar sensos de motivação nos alunos, e conseqüentemente um aprendizado mais significativo.

33 33 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (1)Comportamento docente em sala de aula Também é importante estabelecer uma comunicação sincera e esclarecedora com os alunos, sobre todos os aspectos, desde os planos de aula até o sistema de avaliação. COSTA (2000) também considera o acompanhamento psicológico como forma de quebrar barreiras de aprendizagem.

34 34 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (1)Comportamento docente em sala de aula O ideal é que haja equilíbrio na seguinte relação: se o professor ajudar muito o aluno, ele sempre esperará uma atitude do professor, em vez de ser estimulado à autonomia; por outro lado, se o professor não o ajudar, ele não saberá dar o primeiro passo. Portanto, é importante diferenciar uma dica (estímulo) de uma resolução de tarefa.

35 35 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (1)Comportamento docente em sala de aula Estimular alunos que já possuem um conhecimento prévio, oferecendo um desafio mais avançado. Ressalta-se que cada indivíduo pode concluir o curso conquistando um perfil diferente e o educador é quem deve incentivar a busca de um perfil de conclusão mais avançado que o de inicio.

36 36 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação É importante existir relação de afetividade entre professor e aluno, permitindo conhecer características, que apesar de subjetivas, podem influenciar na formação do perfil. A relação com alunos acontece nesta proposta em pelo menos em três momentos: (1) pré-disciplina; (2) em disciplina; e (3) pós-disciplina.

37 37 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação Pré-disciplina identificação de conhecimentos, clareza de que é necessário empenho e explicações sobre a disciplina.

38 38 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. Em disciplina: Esclarecimento sobre o plano da disciplina; Esclarecimento sobre os perfis de formação, as formas de avaliação e recuperação paralela e geral; Inicio das aulas a partir do básico, onde o conteúdo será definido através dos resultados dos perfis e priorizando as falhas identificadas;

39 39 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. Pós-disciplina: Após a recuperação geral e a conclusão da disciplina também é importante que o aluno seja entrevistado, provocando consentimento de seu avanço e perfil de egresso. Acredita-se que isto pode favorecer ou estimular seu comportamento nas próximas disciplinas.

40 40 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. A escola, a sociedade e as corporações devem se reunir para comporem as competências. Detalhes de cada perfil diferem entre as disciplinas. Porém, existem nomes que representam um conjunto de competências comuns, sendo utilizados para identificar o avanço do aprendizado. São eles: Perfil Iniciante Perfil Mínimo Perfil Intermediário Perfil Avançado

41 41 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. Para avançar de perfil é necessário conquistar o atual, mas o perfil de ingresso não necessariamente será o primeiro. Geralmente, para quem já possui algum conhecimento sobre a disciplina, o perfil de ingresso é o Mínimo. O perfil Iniciante representa pouco ou nenhum conhecimento sobre a área.

42 42 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. Quando o aprendiz esta avançando, mas ainda não faz parte do perfil superior, então assume a característica de Transição. Portanto, existem sete categorias de competências, sendo três de Transição e outras quatro de perfil efetivo.

43 43 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. A técnica utilizada para representar esse avanço de perfil é a A Ficha de Acompanhamento. Perfil de ingresso: [ ] iniciante [ ] mínimo [ ] intermediário [ ] extraordinário CompetênciasTécnicaComportamentalRecuperaçãoConclusão 1º TesteNº Teste Nome da competência,... Observações: Perfil de egresso: [ ] iniciante [ ] mínimo [ ] intermediário [ ] extraordinário

44 44 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (2) Metodologia de Avaliação. Os resultados não são apresentados como nota ponderada, recebem a nomenclatura de Apto ou Em Transição. Para que o componente Conclusão seja Apto é necessário que os testes de verificação sejam positivos, ou apenas o componente Recuperação e Aprovação Comportamental juntos. De acordo com as categorias, o conjunto de Conclusões Aptas forma um perfil.

45 45 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (3) Complemento para o certificado de conclusão. Para comprovação de competência pouco adianta utilizar o esquema de avanço de perfil se este não puder ser explicitado em algum documento de certificação. Entretanto, pode ser inviável explicitar tantos perfis de disciplinas em apenas um certificado de conclusão de curso. Uma solução para este problema consiste em emitir um certificado para cada disciplina.

46 46 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (3) Complemento para o certificado de conclusão. Outra solução consiste em anexar um documento ao certificado de conclusão, explicitando todas as competências adquiridas – uma espécie de histórico. A vantagem da primeira solução (certificado para cada disciplina) é que o aprendiz não precisa esperar concluir o curso para se apresentar com competência ao mercado de trabalho.

47 47 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (3) Complemento para o certificado de conclusão. A proposta deste trabalho considera o certificado de disciplina, acrescentando um esquema de evolução de perfil. Perfil Avançado Perfil Intermediário... Perfil Mínimo... Perfil Iniciante: pouco conhecimento sobre esta área. Tipos de perfis oportunizados pela disciplina:

48 48 PROPOSTA DE SISTEMA AVALIATIVO (3) Complemento para o certificado de conclusão.

49 49 Objetivo Geral Estado da Arte Instituição Explorada Levantamento de Dados sobre Insatisfação de Alunos Encontro Pedagógico para Tratar de Estratégias Docentes Proposta de Sistema Avaliativo para o Ensino de Competências Comportamento Docente em Sala de Aula Metodologia de Avaliação Complemento para o Certificado de Conclusão Experiência Prática com o Método Avaliativo Considerações Finais Principais Referências EXPERIÊNCIA PRÁTICA COM O MÉTODO AVALIATIVO

50 50 EXPERIÊNCIA PRÁTICA COM O MÉTODO AVALIATIVO A experiência prática abordada aqui tem o formato de curso de curta duração (20 horas). O objetivo de identificar deficiências da proposta e corrigi-las, podendo ser utilizada para outros estudos acadêmicos e futuramente se tornar efetiva.

51 51 EXPERIÊNCIA PRÁTICA COM O MÉTODO AVALIATIVO O curso ministrado tem foco no entendimento sobre Software-Livre. Embora seja formado por apenas uma disciplina, comporta um conjunto de perfis de competências e pode se utilizado como uma experiência piloto.

52 52 EXPERIÊNCIA PRÁTICA COM O MÉTODO AVALIATIVO A = Amarildo C = Carlos W = Wesley S = Samuel T = Tássio D = Douglas SN = Sandro F = Francisca AD = Adriano Avançado Intermediário Mínimo Iniciante

53 53 CONSIDERAÇÕES FINAIS O projeto pedagógico da instituição explorada adota o ensino de competências. Entretanto, seus colaboradores não possuem conhecimento suficiente sobre este novo paradigma, afetando nas práticas pedagógicas e conseqüentemente no desempenho de seus alunos. Assim como acontece em muitas instituições. A instituição explorada apresentava problemas de educação, na ordem de 31,57% de insatisfação de seus alunos. O uso de estratégias pedagógicas, como encontros, discussões e elaboração de metodologia de avaliação mais adequada, possibilitou formação de formadores com uma visão mais humanista. Esta é justamente a visão que os alunos esperavam.

54 54 CONSIDERAÇÕES FINAIS O sucesso da execução da proposta depende de educadores competentes. Portanto, é necessário realizar treinamento pedagógico. No ensino de competências o educador assume mais tarefas, o que pode ser um fator de rejeição. Demanda-se muito tempo para analisar os perfis e propor novos estímulos aos alunos.

55 55 CONSIDERAÇÕES FINAIS Não se descarta também a possibilidade de rejeição do modelo pelo aluno. Muitos podem se sentir mais confortáveis com os métodos tradicionais de avaliação. A proposta não determina o tipo de teste avaliativo. Mas recomenda que esse possa estimular a autonomia e a criticidade através de atividades práticas, vivenciadas com situações-problema e elaboração/execução de projetos.

56 56 CONSIDERAÇÕES FINAIS Quanto maior o tempo da disciplina, mais fácil se torna a análise de perfil. A experiência de cada professor permite conhecer melhor seu aprendiz, que por sua vez, conhece melhor o sistema e consegue melhor desempenho. O uso da proposta acaba com um conflito entre os alunos: Ele participou de quase nada, mas também ganhou o certificado. Isto é injusto!!. Adotado o modelo de categoria de perfil e impresso no certificado o avanço durante a disciplina, se explicita a característica de maior empenho. Este é outro motivo para exigir discernimento durante as aulas.

57 57 CONSIDERAÇÕES FINAIS BAFFI, Maria Adélia Teixeira. Pedagogia em Foco. O Planejamento em Educação: Revisando Conceitos para Mudar Concepções e Práticas. Disponível na Internet como em desde CORA, Márcia. Avaliação da Aprendizagem no Curso de Letras da UEL. Relatório Final de Projeto Cientifico. Londrina: UEL, DOROCINSKI, Solange Inês. Avaliação Escolar: da Repressão ao Acolhimento, Trajetória Possível e Necessária. Dissertação de Mestrado. Florianópolis: UFSC, FERNANDES, Consuelo T. Repensando a relação educador/educando. Brasília, SENAI/DN, p. (Série SENAI Formador de Formadores).

58 58 CONSIDERAÇÕES FINAIS FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, GENTILE, Paola e BENCINI, Roberta. Construindo Competências – Entrevista com Philippe Perrenoud, Universidade de Genebra. Revista Nova Escola, setembro de MATTOS, Maria José Viana de. Tendências de Organização do Processo Escolar no Contexto das Políticas Educacionais. Tese de Doutorado. Campinas, SP: UNICAMP, PALANGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento e Aprendizagem em Piaget e Vygotsky a Relevância do Social. São Paulo: Summus, 2001.

59 59 CONSIDERAÇÕES FINAIS SENAI, RO. Projeto Pedagógico da Rede Educacional do SENAI – Departamento Regional de Rondônia. Porto Velho, RO: O Departamento, SILVA, Leandro Somma da. A Gestão por Competências como Instrumento de Avaliação de Desempenho – Um Estudo de Caso em Uma Empresa de Call Center. Dissertação de Mestrado. Campinas, SP: UNICAMP, SOCIEDADE KANT BRASILEIRO. Disponível na Internet como em Abril de 2005.http://www.cle.unicamp.br/kant_campinas/ URSAIA, Renata. X – Bernardo Toro, Código da Modernidade. Revista Nova Escola, agosto de VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Concepção Dialética-Libertadora do Processo de Avaliação Escolar. São Paulo: Libertad, 1993.


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