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UNISEP Prof. Nilson Faria 30/5/20141www.nilson.pro.br.

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2 UNISEP Prof. Nilson Faria 30/5/20141www.nilson.pro.br

3 ISO PROCEDIMENTOS GESTÃO AMBIENTAL POLÍTICA IMPACTO AMBIENTAL O QUE É ISSO ? 30/5/20142www.nilson.pro.br

4 è órgãos regulamentadores è clientes ( corporativos e individuais ) è bancos è seguradoras è funcionários è comunidade local è grupos de interesses particulares è órgãos regulamentadores è clientes ( corporativos e individuais ) è bancos è seguradoras è funcionários è comunidade local è grupos de interesses particulares SISTEMAS DE GESTÃO INTERESSES E ORGANIZAÇÕES DE INFLUÊNCIA NO DESEMPENHO AMBIENTAL DA ORGANIZAÇÃO 30/5/20143www.nilson.pro.br

5 A QUESTÃO AMBIENTAL ACIDENTES OCORRIDOS SEVESO BHOPAL MÉXICO CHERNOBYL BASILÉIA EXXON-VALDEZ SHELL PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIASnúmero de vítimas degradação da flora e fauna valor das indenizações Efeito estufa Devastação das florestas Biodiversidade 30/5/20144www.nilson.pro.br

6 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL (SGA) ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Responsabilidades Autoridades PROCEDIMENTOSPROCESSOS Métodos Práticas RECURSOS Mão-de-Obra Material Máquina IMPLANTADO E MANTIDO PLANEJAMENTO 30/5/20145www.nilson.pro.br

7 OBJETIVOS DE UM SGA: – FORNECER AS FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA ALCANÇAR AS METAS AMBIENTAIS E MELHORIA CONTÍNUA DO DESEMPENHO DE UMA EMPRESA; – BUSCAR A QUALIDADE AMBIENTAL; – AVALIAR A ESTRATÉGIA DA EMPRESA (FATOR DE DIFERENCIAÇÃO NO MERCADO); – ADOTAR MEDIDAS DE – ADOTAR MEDIDAS DE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL 30/5/20146www.nilson.pro.br

8 MEIO AMBIENTE ÁGUA SOLO /SUB-SOLO RECURSOS NATURAIS FLORA FAUNA PESSOAS AR ORGANIZAÇÃO (L) 30/5/20147www.nilson.pro.br

9 SISTEMA ITEGRADOS DE GESTÃO ESTRUTURA ORGANIZACIONAL RESPONSABILIDADES AUTORIDADES DOCUMENTAÇÃO PROCEDIMENTOS INSTRUÇÕES RECURSOS MÃO DE OBRA MÁQUINA PROCESSOS MÉTODOS 30/5/20148www.nilson.pro.br

10 PERDAS POTENCIAIS INCÊNDIOS EXPLOSÕES LIBERAÇÃO TÓXICA ACIDENTE MAIOR PREOCUPAÇÃO DO PÚBLICO México, Bhopal, Cubatão, Basiléia, Exxon Valdez, Chernobyl, Petrobrás 30/5/2014www.nilson.pro.br

11 Funcionários Cliente Governo Imprensa Comunidade Fornecedores Meio ambiente Acionistas Empresa Sindicato Sociedade Tudo se liga a tudo 30/5/201410www.nilson.pro.br

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13 2. Ar: - Poluição - Efeito estufa - Efeito estufa - Redução da camada de ozônio - Redução da camada de ozônio 1. Água: - Suprimento de água para consumo humano - Qualidade - Qualidade - Contaminação dos oceanos - Contaminação dos oceanos 3. Biodiversidade: - Devastação dos recursos florestais - Aceleração do ritmo da extinção das espécies - Aceleração do ritmo da extinção das espécies 4. Energia: - Redução do uso de energia por fontes não renováveis - Redução do consumo de energia hidrelétrica - Redução do consumo de energia hidrelétrica - Desenvolvimento de fontes alternativas de geração - Desenvolvimento de fontes alternativas de geração 5. Resíduos: - Disposição inadequada - Geração Acelerada - Geração Acelerada - Esgotamento da capacidade dos aterros - Esgotamento da capacidade dos aterros 30/5/201412www.nilson.pro.br

14 Industrialização acelerada. Aceitação da idéia de que os prejuízos ambientais devem ser assumidos pela sociedade, em favor do desenvolvimento econômico. Industrialização acelerada. Aceitação da idéia de que os prejuízos ambientais devem ser assumidos pela sociedade, em favor do desenvolvimento econômico. Preocupação com acidentes de trabalho; Preocupação com acidentes de trabalho; Legislação ambiental incipiente no Brasil; Legislação ambiental incipiente no Brasil; Publicação do romance silent Spring (Primavera Silenciosa), da bióloga americana Rachel Carson, que contribuiu decisivamente para a proibição do uso do DDT. Publicação do romance silent Spring (Primavera Silenciosa), da bióloga americana Rachel Carson, que contribuiu decisivamente para a proibição do uso do DDT /50 Bombas Atômicas em Hiroshima e Nagashaki. 30/5/201413www.nilson.pro.br

15 70 Marco Principal: Conferência de Estocolmo, promovida pela ONU em 1972; Marco Principal: Conferência de Estocolmo, promovida pela ONU em 1972; Crise do Petróleo e aceleração dos programas nucleares na Europa; Crise do Petróleo e aceleração dos programas nucleares na Europa; Surgimento das ONGs. Em 1971 nasce o Greenpeace, que apresenta uma das atuações mais radicais em favor do meio ambiente; Surgimento das ONGs. Em 1971 nasce o Greenpeace, que apresenta uma das atuações mais radicais em favor do meio ambiente; Inicia-se a implantação da tecnologia de fim de tubo (ponto de descarga); Inicia-se a implantação da tecnologia de fim de tubo (ponto de descarga); Em 1974, pela primeira vez, cientistas americanos chamam a atenção do mundo para os perigos da destruição da camada de ozônio pelo uso dos CFCs; Em 1974, pela primeira vez, cientistas americanos chamam a atenção do mundo para os perigos da destruição da camada de ozônio pelo uso dos CFCs; Criação da Agência Ambiental Americana (EPA), do Selo Verde na Alemanha e do Anjo Azul na França; Criação da Agência Ambiental Americana (EPA), do Selo Verde na Alemanha e do Anjo Azul na França; 30/5/201414www.nilson.pro.br

16 80 Instituição da Política Nacional do Meio ambiente, em 1981, e criação de diversos órgão de atuação ambiental; Instituição da Política Nacional do Meio ambiente, em 1981, e criação de diversos órgão de atuação ambiental; Legislação ambiental sobre zoneamento ambiental, licenciamento de atividades poluidoras e avaliação de impacto ambiental (Resolução CONAMA 1/86), dentre outras; Legislação ambiental sobre zoneamento ambiental, licenciamento de atividades poluidoras e avaliação de impacto ambiental (Resolução CONAMA 1/86), dentre outras; Preocupação das empresas em atender às exigências dos órgão ambientais; Preocupação das empresas em atender às exigências dos órgão ambientais; Inclusão do planejamento ambiental nas empresas, investimentos e sistemas de controle; Inclusão do planejamento ambiental nas empresas, investimentos e sistemas de controle; Pouca ou nenhuma visão das oportunidades de ganhos decorrentes de uma gestão ambiental eficaz; Pouca ou nenhuma visão das oportunidades de ganhos decorrentes de uma gestão ambiental eficaz; Mobilização das comunidades. Mobilização das comunidades. 30/5/201415www.nilson.pro.br

17 80 Convenção de Viena, de 1985, e o Protocolo de Montreal, em 1987, sobre o uso de substâncias nocivas à camada de ozônio; Convenção de Viena, de 1985, e o Protocolo de Montreal, em 1987, sobre o uso de substâncias nocivas à camada de ozônio; Aprovação e divulgação pela ONU, em 1987, do Relatório Nosso Futuro Comum, no qual foi defendido o conceito de Desenvolvimento Sustentável. Desenvolver sustentavelmente satisfazendo as necessidades do presente, sem comprometer as habilidades das futuras gerações em satisfazer as suas necessidades. Aprovação e divulgação pela ONU, em 1987, do Relatório Nosso Futuro Comum, no qual foi defendido o conceito de Desenvolvimento Sustentável. Desenvolver sustentavelmente satisfazendo as necessidades do presente, sem comprometer as habilidades das futuras gerações em satisfazer as suas necessidades. 90 Marco Principal: Conferência Rio-92, que consolidou o conceito de Desenvolvimento sustentável e aprovou a Agenda 21; Marco Principal: Conferência Rio-92, que consolidou o conceito de Desenvolvimento sustentável e aprovou a Agenda 21; Promulgada, em 1991, pela Câmara Internacional do Comércio (ICC), a Carta de Roterdã, conhecido também por Princípios do Desenv. Sustentável; Promulgada, em 1991, pela Câmara Internacional do Comércio (ICC), a Carta de Roterdã, conhecido também por Princípios do Desenv. Sustentável; 30/5/201416www.nilson.pro.br

18 90 Gestão Proativa (ações preventivas para evitar a poluição no ponto de geração); Gestão Proativa (ações preventivas para evitar a poluição no ponto de geração); Intensificação da mobilização das comunidades de forma organizada e reivindicativa; Intensificação da mobilização das comunidades de forma organizada e reivindicativa; Adesão das empresas a princípios estabelecidos por determinados grupos, com base no conceito de desenvolvimento sustentável. Exemplos: Responsible Care (Atuação Responsável), da Associação de Indústrias Químicas e Princípios do Desenvolvimento sustentável da ICC; Adesão das empresas a princípios estabelecidos por determinados grupos, com base no conceito de desenvolvimento sustentável. Exemplos: Responsible Care (Atuação Responsável), da Associação de Indústrias Químicas e Princípios do Desenvolvimento sustentável da ICC; Emissão da Norma ISO – Sistema de Gestão Ambiental, com adesões em escala crescente por parte das empresas internacionais e nacionais, antes mesmo de sua versão final em Outubro de 1996; Emissão da Norma ISO – Sistema de Gestão Ambiental, com adesões em escala crescente por parte das empresas internacionais e nacionais, antes mesmo de sua versão final em Outubro de 1996; 30/5/201417www.nilson.pro.br

19 90 Negociações internacionais sobre a redução das emissões de CO2 (Protocolo de Kyoto); Negociações internacionais sobre a redução das emissões de CO2 (Protocolo de Kyoto); Surgimento da legislação brasileira sobre crimes ambientais (1998); Surgimento da legislação brasileira sobre crimes ambientais (1998); Introdução do conceito do ciclo de vida do produto (análise ambiental de todas as etapas de produção, incluindo fornecedores e consumidores, conhecida também pela expressão do berço ao túmulo); Introdução do conceito do ciclo de vida do produto (análise ambiental de todas as etapas de produção, incluindo fornecedores e consumidores, conhecida também pela expressão do berço ao túmulo); Integração das questões ambientais à estratégia do negócio; gestão ambiental vista como um diferencial competitivo e um fator de melhoria organizacional; Integração das questões ambientais à estratégia do negócio; gestão ambiental vista como um diferencial competitivo e um fator de melhoria organizacional; Exploração do ecomarketing. A empresa cidadã. Preocupação da empresa frente a sociedade. Exploração do ecomarketing. A empresa cidadã. Preocupação da empresa frente a sociedade /5/201418www.nilson.pro.br

20 OPORTUNIDADES AMBIENTAIS Tecnológicas Organizacionais Consumidores Financeiras OPORTUNIDADES AMBIENTAIS Tecnológicas Organizacionais Consumidores Financeiras MERCADOS Produtos/serviços Recursos MERCADOS Produtos/serviços Recursos SOCIEDADE COMUNIDADE AMBIENTALISTAS SOCIEDADE COMUNIDADE AMBIENTALISTAS EMPRESA Poluição Prevenção e Controle de Poluição Inovações etc BRASIL/ EXTERIOR ÓRGÃOS DE CONTROLE Legislação, Normas, Políticas ÓRGÃOS DE CONTROLE Legislação, Normas, Políticas 30/5/201419www.nilson.pro.br

21 Visão Empresarial Visão Empresarial: Meio Ambiente como ativo Degradaçao ambiental como passivo Desenvolvimento social 30/5/201420www.nilson.pro.br

22 PARADIGMAS MEIO-AMBIENTE ECONOMIA SOCIEDADE AÇOES SUSTENTÁVEIS AMBIENTE SUSTENTÁVEL ECONOMIA SOCIEDADE OBSOLETO VIRTUOSO 30/5/201421www.nilson.pro.br

23 METABOLISMO INDUSTRIAL METABOLISMO INDUSTRIAL PROCESSOS Matérias-Primas Produtos Auxiliares ÁguaArEnergia PRODUTO Lucro EFLUENTES LIQUIDO SOLIDO (RSO) LODOS RESÍDUOS (Lixo) REJEITOS ENERGIA Foco principal da atividade Empresarial Linha verde Foco ambiental Foco racional Linha Verde + Foco Racional PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL 30/5/201422www.nilson.pro.br

24 METABOLISMO URBANO/CONSUMIDOR METABOLISMO URBANO/CONSUMIDOR CONSUMO PRODUTOS BENS DE CONSUMO DESCARTE Efluentes Esgotos Lodos Lixo Lixões Aterros Taxas geração 30/5/201423www.nilson.pro.br

25 Paradigma Referencial Modelo Virtuoso dos 3 R REDUZIR RECICLAR REUSO 30/5/201424www.nilson.pro.br

26 Produção e Geração de Resíduos Materiais & Energia Processo Manufatura 93% 7% 95% Lixo Dentro de 6 semanas após a venda 80% descarte Com uso simples Resíduo Produto 30/5/201425www.nilson.pro.br

27 Produção com Tecnologias Limpas Materia Prima & Energia Processo Manufactura Resíduo Mecanismos de reciclagem Repensar ? 30/5/201426www.nilson.pro.br

28 Conceito de Cadeia Produtiva ResíduoA Matéria-PrimaB Resíduo Residuo Resíduos A B C Exemplos: Papel-papelao-celulose Aluminio Ind. Alimentos (Lacticinios) 30/5/201427www.nilson.pro.br

29 ORGANIZAÇÃO Objeto de estudo da Administração FUNÇÃO ECONÔMICA FUNÇÃO SOCIAL PRODUTOS / SERVIÇOS (Lucros) BEM-ESTAR SOCIAL 30/5/201428www.nilson.pro.br

30 AS EMPRESAS E O MEIO-AMBIENTE 30/5/201429www.nilson.pro.br

31 COMO AS EMPRESAS AFETAM O MEIO-AMBIENTE? Pelo uso de matérias-primas e insumos de produção Pelo uso de matérias-primas e insumos de produção Pelo consumo de água, energia, combustível Pelo consumo de água, energia, combustível Com a movimentação de cargas e pessoas da empresa e para a empresa Com a movimentação de cargas e pessoas da empresa e para a empresa Através do uso dos seus produtos ou serviços Através do uso dos seus produtos ou serviços Na prestação de assistência técnica (óleos, graxas, peças velhas) Na prestação de assistência técnica (óleos, graxas, peças velhas) Pela geração de resíduos sólidos e despejos industriais Pela geração de resíduos sólidos e despejos industriais Pelo uso físico de áreas onde se instalam Pelo uso físico de áreas onde se instalam 30/5/201430www.nilson.pro.br

32 Com a emissão de poluentes (partículas, gases, odores, barulho) Com a emissão de poluentes (partículas, gases, odores, barulho) Através de testes e pesquisas de processos industriais e produtos Através de testes e pesquisas de processos industriais e produtos Com o descarte dos produtos colocados à disposição dos consumidores Com o descarte dos produtos colocados à disposição dos consumidores COMO AS EMPRESAS AFETAM O MEIO-AMBIENTE? 30/5/201431www.nilson.pro.br

33 Através de pressões de vizinhanças Através de pressões de vizinhanças Com exigências de usuários e consumidores Com exigências de usuários e consumidores Por meio das legislações ambientais Por meio das legislações ambientais Por exigências de órgãos ambientais Por exigências de órgãos ambientais Pela escassez de matérias-primas e insumos Pela escassez de matérias-primas e insumos Pelo custo dos investimentos em controles de proteção ambiental Pelo custo dos investimentos em controles de proteção ambiental COMO AS EMPRESAS SÃO AFETADAS PELO MEIO-AMBIENTE? Por emissões da própria indústria ou de terceiros (partículas, gases, odores, barulho) Por emissões da própria indústria ou de terceiros (partículas, gases, odores, barulho) 30/5/201432www.nilson.pro.br

34 Por movimentos e ações de organizações não- governamentais Por movimentos e ações de organizações não- governamentais Por imposições e exigências (políticas e diretrizes) da holding e/ou matriz Por imposições e exigências (políticas e diretrizes) da holding e/ou matriz Por exigências do fornecedores Por exigências do fornecedores Por restrições de uso do solo Por restrições de uso do solo Por diretrizes e normas de acordo de instituições nacionais e/ou internacionais (ISO, ABNT, UNIÃO EUROPÉIA, CÂMARA DE COMÉRCIO INTERNACIONAL) Por diretrizes e normas de acordo de instituições nacionais e/ou internacionais (ISO, ABNT, UNIÃO EUROPÉIA, CÂMARA DE COMÉRCIO INTERNACIONAL) COMO AS EMPRESAS SÃO AFETADAS PELO MEIO-AMBIENTE? 30/5/201433www.nilson.pro.br

35 Por que uma empresa deve melhorar seu desempenho ambiental ? 30/5/201434www.nilson.pro.br

36 Por que uma empresa deve melhorar seu desempenho ambiental ? Aspectos básicos tradicionais:SATISFAÇÃOXPREÇOX CONDIÇÕES DE ENTREGA X ASPECTOS AMBIENTAIS 30/5/201435www.nilson.pro.br

37 n Maior satisfação dos clientes –preferência pelos produtos da empresa n Melhoria da imagem –junto aos clientes, colaboradores, governo, ONG, etc n Conquista de novos mercados –fator de competitividade / cliente passa a aceitar pagar um pouco mais pela qualidade de vida n Redução de custos –eliminação de desperdícios / análise do processo de produção / uso racioanal dos recursos e energia Por que uma empresa deve melhorar seu desempenho ambiental ? 30/5/201436www.nilson.pro.br

38 nMelhoria do desempenho - maior produtividade - ações gerenciais e treinamento - gestão ambiental X gestão da qualidade nRedução dos riscos – menor possibilidade de acidentes/multas/abalo da imagem/melhor renegociação com seguradoras nMaior permanência do produto no mercado – sem ocorrências de reações adversas dos consumidores / melhor imagem frente aos consumidores e financiadores Por que uma empresa deve melhorar seu desempenho ambiental ? 30/5/201437www.nilson.pro.br

39 n Maior facilidade na obtenção de financiamentos n Maior facilidade na obtenção de certificação n Garantir um ambiente saudável para as gerações futuras DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL n Maior facilidade na obtenção de financiamentos n Maior facilidade na obtenção de certificação n Garantir um ambiente saudável para as gerações futuras DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Por que uma empresa deve melhorar seu desempenho ambiental ? 30/5/201438www.nilson.pro.br

40 TRIPÉ DAS RESPONSABILIDADES EMPRESARIAIS LUCRO E RESPONSABILIDADES EMPRESARIAIS LUCRO RESPONSABILIDADEECONÔMICA RESPONSABILIDADESOCIAL RESPONSABILIDADEAMBIENTAL LUCRO ($$$): não é a finalidade da empresa, mas sim um resultado de seu trabalho, sendo uma medida de seu desempenho (atendendo bem -> vende mais -> melhores preços -> lucro) COMPETITIVIDADE 30/5/201439www.nilson.pro.br

41 MANTER-SE NO MERCADO, OU SEJA, ASSEGURAR A COMPETITIVIDADE. CONTA DA SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL CUIDADOS COM O MEIO AMBIENTE DORES DE CABEÇA VENDAS 30/5/201440www.nilson.pro.br

42 OTIMIZAÇÃO ECONÔMICA E AMBIENTAL NAS EMPRESAS EVITAR REDUZIR RECICLAR REUTILIZAR MELHORAR AÇÕES/OBJETIVO ÁGUA E ENERGIA MATÉRIAS PRIMAS INSUMOS SOLO EMBALAGENSOTIMIZAÇÃOECONÔMICAEAMBIENTAL ELEMENTOSRESULTADO JUNCHEM, P. A., 30/5/201441www.nilson.pro.br

43 COMPONENTES E INFLUÊNCIAS DO AMBIENTE MACRO E MICRO EMPRESARIAL EMPRESA MEIO AMBIENTE NATURAL Sociedade Economia PolíticaeLegislação Ciência e Tecnologia Bancos e seguradoras Acionistas e proprietários ConsumidoresConcorrentes VizinhançaFornecedores JUNCHEM, P. A. AMBIENTE MACRO AMBIENTE MICRO 30/5/201442www.nilson.pro.br

44 LEGISLAÇÃO LUCRO MUDANÇAS NA EMPRESA ATRAVÉS DA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL DA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL Assegurar lucro transferindo insuficiências para o preço dos produtos Descartar os resíduos da maneira mais fácil e econômica Protelar investimentos em proteção ambiental Cumprir a lei no que seja essencial, evitando manchar a imagem da empresa Meio-ambiente é um problema! Assegurar lucro controlando custos e eliminando ou reduzindo perdas, fugas e ineficiências Valorizar os resíduos e maximizar a reciclagem; destinar corretamente os resíduos não recuperáveis Investir em melhorias do processo e qualidade total (ambiental) Adiantar-se e antecipar-se às leis, projetando uma imagem avançada da empresa Meio-ambiente é uma oportunidade! RESÍDUO INVESTIMENTO MEIO-AMBIENTE ABORDAGEM CONVENCIONAL ABORDAGEM CONSCIENTE 30/5/201443www.nilson.pro.br

45 AS ATIVIDADES EMPRESARIAIS E SEUS EFEITOS AMBIENTAIS 30/5/201444www.nilson.pro.br

46 MERCADOSProdutos/ServiçosRecursosMERCADOSProdutos/ServiçosRecursos ÓRGÃOS DE CONTROLE CONTROLE ÓRGÃOS DE CONTROLE CONTROLE EMPRESA Poluição, Controle de poluição, Inovações, etc. Maximização de lucros, curto prazo COMPORTAMENTO AMBIENTAL REATIVO 30/5/201445www.nilson.pro.br

47 MERCADOSPRODUTORESMERCADOSPRODUTORES ÓRGÃOS DE CONTROLE DE CONTROLEÓRGÃOS SOCIEDADECONSUMIDORESAMBIENTALISTASSOCIEDADECONSUMIDORESAMBIENTALISTAS OPORTUNIDADESAMBIENTAISTecnológicasOrganizacionaisConsumidoresOPORTUNIDADESAMBIENTAISTecnológicasOrganizacionaisConsumidores EMPRESA Poluição, Controle de Poluição, Inovações, etc. DesenvolvimentoSustentável, longo prazo COMPORTAMENTO ÉTICO AMBIENTAL DA EMPRESA 30/5/201446www.nilson.pro.br

48 A organização da atividade/função ecológica PCA uA inserção da variável ecológica na organização: Tres fases: PCA – Percepção: Cúpula administrativa entende importância, que deve ser considerada na política organizacional, que há necessidade de pessoal especializado para sua monitoração: discurso não encontra apoio esse discurso não encontra apoio nos níveis hierárquicos mais baixos, restringindo-se ao âmbito da Alta Administração. – Compromisso: Empresa contrata assessoria específica para lidar com a variável ambiental: ( ação da assessoria!) Disseminação do comprometimento organizacional, que começa a atingir os gerentes de linha ( ação da assessoria!) 30/5/201447www.nilson.pro.br

49 A organização da atividade/função ecológica PCA uA inserção da variável ecológica na organização: Tres fases: PCA – Ação: Perceptível apenas nas empresas que buscam a excelência ambiental Caracterizada pelo amadurecimento da variável ecológica dentro da organização: uIncorporação de sua avaliação nas atividades de linha da estrutura (função produtiva e administrativa principalmente) uModifica produtos e processos uExige aporte de recursos uInterfere na estrutura organizacional, e uTorna-se importante fator da cultura organizacional 30/5/201448www.nilson.pro.br

50 Deve ter uma atividade específica ou possuir uma função administrativa determinada? uEm função do ramo industrial: – Envolvimento intenso – Envolvimento intenso com a problemática ambiental: Setores de mineração, papel e celulose, químico, petroquímico – O nível de autoridade e influência da área de meio ambiente deve ampliar-se com: Intensificação das pressões e exigências (como já existem nos países desenvolvidos) – Potencial poluidor reduzido – Potencial poluidor reduzido e com baixo nível de visibilidade junto à comunidade: Nível de autoridade funcional reduzido 30/5/201449www.nilson.pro.br

51 Deve ter uma atividade específica ou possuir uma função administrativa determinada? uEm função do Tamanho: – Pequenas e médias – Pequenas e médias (maioria): Não existe uma atividade específica para meio ambiente Fica por conta do responsável pelo processo produtivo: uDeve ter responsabilidade pelos danos que seus efluentes podem causar ao meio ambiente – Empresas maiores – Empresas maiores (e já conscientizadas!): Atividade específica: agregada à função de Produção, Segurança, de Qualidade, etc. Função administrativa específica: concentra todas as atividades relativas às questões ambientais 30/5/201450www.nilson.pro.br

52 Posicionamento na Estrutura Orgnizacional Deve cobrir todas as atividades que envolvem seu relacionamento com a estratégia da organização, com as outras áreas funcionais, bem como com os aspectos ligados à poluição, segurança do processo e produto, higiene e segurança dos trabalhadores e com a prevenção de acidentes e danos ambientais. Variável Ecológica Função Produção Função Segurança Foco 1 Foco 2 atividade linha ou atividade de apoio 30/5/201451www.nilson.pro.br

53 30/5/201452www.nilson.pro.br

54 30/5/201453www.nilson.pro.br

55 30/5/201454www.nilson.pro.br

56 30/5/201455www.nilson.pro.br

57 30/5/201456www.nilson.pro.br

58 Vazamento de óleo no Golfo do México 30/5/201457www.nilson.pro.br

59 Grupo HERA 30/5/201458www.nilson.pro.br

60 Lava car Só a multa deu 5 anos do balanço patrimonial da empresa 30/5/201459www.nilson.pro.br

61 Solução: simples 30/5/201460www.nilson.pro.br

62 FOTO: mecânico depois de 10h de trabalho. Ele não trabalha nesta oficina 30/5/201461www.nilson.pro.br

63 AQUECEDOR SOLAR, EMPRESARIAL E RESIDENCIAL 30/5/201462www.nilson.pro.br

64 CAPTAR AGUA DA CHUVA CUSTO DE INTALAÇÃO R$500,00 Consumo de R$: 200,00 pode chegar a R$ 50,00 / mês. Residencial 30/5/201463www.nilson.pro.br

65 30/5/201464www.nilson.pro.br

66 30/5/201465www.nilson.pro.br

67 Prof. Nilson Rosa de Faria 30/5/201466www.nilson.pro.br


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