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Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/10 -1 Boa noite a todos José Carlos Basilio – contato via

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Apresentação em tema: "Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/10 -1 Boa noite a todos José Carlos Basilio – contato via"— Transcrição da apresentação:

1 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/10 -1 Boa noite a todos José Carlos Basilio – contato via Acesso ao conteúdo das aulas: 1.www.jcbasilio.wordpress.comwww.jcbasilio.wordpress.com Categorias –FSA »Acadêmico »Geral 2.Receber em PDF (preparar lista de s) Supervisão e Gerenciamento de Facilities

2 FSA – JCB Programação Roteiro –23/08/10 Abrangência do Ger. de Facilities. Equipamentos e construções. Novos requisitos empresariais. Definição de trabalhos. –30/08/10 Estratégias a empregar. Acessibilidade e Ergonomia. –13/09/10 Indicadores de desempenho. Indicadores de custo. Estudos de casos. –20/09/10 Logística. Políticas da qualidade. Ago/10 -2

3 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB –20/09/10 Projetos voltados para o Gerenciamento de Facilities. Planejamento, execução e monitoramento. As questões ambientais, riscos, prazos e recursos. –04/10/10 Apresentação de trabalhos (1/2 aula). Segurança patrimonial e pessoal. –18/10/10 Apresentação de trabalhos (1/2 aula). Segurança patrimonial e pessoal. –25/10/10 Gerenciamento Lay Out. Seis Sigma. –08/11/10 Competição no mercado de Gerenciamento de Facilities. Ago/10 -3

4 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Definição de trabalhos Avaliar as 8 estratégias propostas por Trickett (QUINELLO, Gestão de Facilidades, Novatec, 2006, pg. 48), eleger as 3 mais indicadas para a própria empresa e dissertar sobre o tema. 1.Medir as necessidades pela análise das expectativas das pessoas. 2.Analisar o reflexo do estilo de gerenciamento pela análise de como as pessoas trabalham juntas. 3.Reconhecer as necessidades sociais por meio da eliminação de barreiras na comunicação. Ago/10 -4

5 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Definição de trabalhos 4.Buscar a interação das pessoas e ajudá-las a trabalhar em grupo. 5.Melhorar a eficiência e conforto por meio da reengenharia das ferramentas das estações de trabalho. 6.Influenciar a atitude das pessoas pela definição das coisas físicas e não físicas que as cercam. 7.Aumentar a diversidade pela expressão das diferenças. 8.Contribuir para a auto estima e o bem estar das pessoas. Ago/10 -5

6 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/10 -6 Histórico A Gestão de Facilities foi utilizada, pela primeira vez, nos EUA no final dos anos 70 e início dos anos 80, na exploração de edificações. A primeira conferência sobre os efeitos da utilização de Facilities para o aumento de produtividade foi realizada nos EUA em Facility Management is the practice of coordinating the physical workplace with the people and work of the organization, integrating the principles of business administration, architecture, and the behavioral and engineering sciences. (IFMA – International Facilities Management Association)

7 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/10 -7 Abrangência Mercado para serviços de Gestão de Facilities Empresas Artesanais Serviços técnicos para imóveis Sinalização, comando e instalações básicas Empresas de sistemas energéticos Terceirizados que prestam serviços para outras empresas Construtoras Empresas de Limpeza e segurança Empresas imobiliárias

8 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/10 -8 Abrangência O Gerenciamento de Facilities é responsável pela –gestão de espaços, –conteúdos e –sistemas e equipamentos agregados às instalações das organizações. Visa –uma completa interação homem, –comunidade e –ambiente tecnológico. É elo de suporte da cadeia de valores das empresas e controla –atividades de manutenção predial e instalações, –gerenciamento de utilidades, –condicionamento de ar, –sistemas prediais, –gerenciamento de resíduos, –espaços ergonômicos, –segurança, –limpeza, –estacionamento, –conveniências, –jardinagem, –manutenção da imagem corporativa, –projetos específicos para atendimento legal e –todas as atividades indiretas que alavancam o posicionamento estratégico das empresas.

9 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Hochtief Ago/10 -9 Clique na figura

10 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Entidades Ago/ USA membros UK membros Brasil membros

11 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Alguns associados ABRAFAC Ago/10 -11

12 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Definição Gestão de facilidades:... a profession that encompasses multiple disciplines to ensure functionality of the built environment by people, place, process and technology. (IFMA – International Facilities Management Association)... uma profissão que abarca múltiplas disciplinas para assegurar a funcionalidade do ambiente por meio da integração de pessoas, locais, processos e tecnologia. Ago/10 -12

13 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/ Limpeza Geração de energia Ar condicionado Segurança Estrutura de TI Fornecimento de água Empregados das lojas

14 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Stan-Mar Ago/10 -14

15 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Como vai a manutenção predial? Ago/10 -15

16 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Idéias sobre administração predial Executar as medidas necessárias à conservação do imóvel; Manter em condições normais de funcionamento, mediante aspectos de desempenho previsto e vida útil; Acompanhar a dinâmica dos usuários – suas necessidades e expectativas; Considerar aspectos de modernização e desenvolvimento tecnológico; Considerar aspectos financeiros e de valorização, bem como a viabilidades de investimentos; Acompanhar o valor da edificação ao longo de sua vida útil, evitando aspectos de depreciação por deterioração,obsoletismo, mutilação, decrepitude, etc. Ago/10 -16

17 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB ABNT NBR 5674 As edificações são o suporte físico para a realização direta ou indireta de todas atividades produtivas, e possuem, portanto, um valor social fundamental. Todavia, as edificações apresentam uma característica que as diferencia de outros produtos: elas são construídas para atender seus usuários durante muitos anos, e ao longo deste tempo de serviço devem apresentar condições adequadas ao uso que se destinam, resistindo aos agentes ambientais e de uso que alteram suas propriedades técnicas iniciais. Ago/ Sistema de manutenção de edificações Clique na figura

18 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB ABNT NBR O Manual de operação, uso e manutenção das edificações tem por finalidade - informar aos usuários as características técnicas da edificação construída; - descrever procedimentos recomendáveis para o melhor aproveitamento da edificação; - orientar os usuários para a realização das atividades de manutenção; - prevenir a ocorrência de falhas e acidentes decorrentes de uso inadequado; - contribuir para o aumento da durabilidade da edificação. Ago/ Manual de operação–manutenção das edificações Clique na figura

19 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB O que é manutenção? ABNT O conjunto de atividades e recursos que garanta o melhor desempenho da edificação para atender as necessidades dos usuários, com confiabilidade e disponibilidade, ao menor custo possível. (Técnicas de Inspeção e Manutenção Predial – Ed. PINI) Ago/10 -19

20 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Quem é o responsável? Ago/10 -20

21 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Qual é a responsabilidade? 1.Assessorar o proprietário na tomada de decisão sobre a manutenção e sua organização. 2.Providenciar e manter atualizados registros. 3.Realizar rondas de manutenção e contratar inspeções técnicas periódicas. 4.Preparar previsões orçamentárias. 5.Supervisionar as atividade. 6.Planejar as atividades e reavaliar a programação. 7.Orçar serviços. 8.Realizar ou assessorar o proprietário na contratação de serviços. 9.Definir e implementar sistema de gestão. 10.Orientar os usuários sobre uso adequado da edificação. 11.Assessorar o proprietário em situações de emergência. 12.Acompanhar o valor dos investimentos, bem como o valor do imóvel ao longo de sua vida útil, em função das atividades de manutenção executadas. Ago/10 -21

22 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Incidência de falhas Ago/ Dados de inspeções prediais realizadas 2002 ~ 2007

23 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB INSPEÇÕES PREDIAIS/AVALIAÇÃO DA MANUTENÇÃO 1.A maioria das falhas constatadas, segundo enfoque de viabilidade técnica da Manutenção, são do tipo corrigíveis e, portanto viáveis. Podem ser evitadas ou minimizadas com atividades de manutenção; 2.Deficiência na confiabilidade dos diagnósticos executados pela Manutenção; 3.Falta de tratamento de prioridade ou análise de criticidade frente aos problemas encontrados; 4.Não-conformidades operacionais e gerenciais; 5.Falhas envolvendo aspectos de Sustentabilidade: 1.Reuso de água em sistemas de ar condicionado sem preocupações com as diversas restrições físico-químicas impostas a esta água, consoante as características da instalação, equipamentos, etc. 2.Abastecimento de água através de poços artesianos, sem preocupações com outorgas, licenças, bem como estudos geológicos que garantam a longevidade da instalação e a preservação do aqüífero. Ago/10 -23

24 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Custos crescentes em manutenções corretivas Estudos indicam a evolução dos custos das intervenções de manutenção x fases onde esses são aplicados e onde a manutenção é pensada como ferramenta estratégica na vida dos imóveis. A Lei de Sitter ou Lei dos Cinco interpreta a evolução progressiva de custos de manutenções. Observa-se que quando a manutenção é racionalizada desde o projeto os custos são menores. Quando a manutenção ocorre somente na fase de uso, os custos são maiores (t3 e t4). Importante destacar, também, que os custos com manutenções preventivas são menores que os das corretivas. Eis aqui um dos pontos de viabilidade no investimento na manutenção. Ago/ Período de tempo Custo relativo Lei de evolução de custos (SITTER. 1984) Fonte: CEB - Comité Euro- Internacional Du Béton. apud HELENE, pg. 24.

25 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB ASA Ago/10 -25

26 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Informações básicas de uma edificação Todo edifício para ser edificado, precisa de projetos. Todo projeto é formado de diversas plantas. PLANTA ESTRUTURAL: É a fundação que sustenta toda a estrutura que fica em baixo da terra. PLANTA ARQUITETÔNICA: É a parte estética da construção a que todos vêem. PLANTA ELÉTRICA: É a que distribui energia para todo o edifício e que produz e luz. PLANTA HIDRÁULICA: É a que comanda toda distribuição de água em todos os cômodos da casa. PROJETO TELEFÔNICO: É o que define todo o meio de comunicação. PROJETO CONTRA FOGO: É o meio que se evita todo e qualquer indício de fogo ou incêndio. Ago/10 -26

27 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ESTRUTURAL NORMA - DESENHOS ARQUITETÔNICOS NBR Representação de projetos de arquitetura; NBR – Princípios gerais de representação em desenho técnico. OBS: Admite-se algum nível de liberdade em relação as normas em alguns contextos. Durante o processo de elaboração e evolução do projeto, por exemplo, normalmente os arquitetos utilizam-se de métodos de desenho próprios apropriados às suas necessidades momentâneas, os quais eventualmente se afastam das determinações das normas. Esta liberdade se dá pela necessidade de elaborar desenhos, que exijam uma facilidade de leitura maior por parte de leigos ou para se adequarem a diferentes publicações, por exemplo. Ago/ Clique na figura

28 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ESTRUTURAL Ago/10 -28

29 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ESTRUTURAL Ago/10 -29

30 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais PLANTA BAIXA É um corte transversal a edificação, a uma altura de 1,50 metros. Através da planta baixa, podemos visualizar os ambientes que compõem o projeto. Feche os olhos e imagine uma casa, visualizando da rua, agora imagine se fosse possível tirar o telhado e visualizá-la de cima, esta é a visão de uma planta baixa. A planta baixa serve de base para a execução dos cortes, fachadas, planta de cobertura, planta de localização, tabela de esquadrias e planilha de estatísticas. Ago/10 -30

31 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais Ago/ Representação das informações 1.Nomes das dependências; 2.Áreas úteis das peças; 3.Níveis; 4.Posições dos planos de cortes; 5.Cotas das aberturas; 6.Cotas gerais 7.Outras informações; Desenho dos elementos 1. Paredes; 2.Janelas; 3.Portas; 4.Cotas; 5.Cotas de Nível; 6.Projeções; 7.Indicações de Cortes; 8.Indicações de Norte; 9.Escadas; 10.Rampas; 11.Indicações dos Cômodos; 12.Indicação da Área dos Cômodos; 13.Indicação da Pavimentação. Elementos que compõe uma planta baixa:

32 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais Ago/10 -32

33 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais Ago/10 -33

34 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais Ago/10 -34

35 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais FACHADA OU ELEVAÇÃO Fachada: designação de cada face de um edifício. Frontaria ou frontispício é geralmente o nome que se dá à fachada da frente, a que dá para a rua. Na linguagem mais comum, constitui apenas, esse caso, a fachada principal. As outras serão denominadas de fachada posterior, ou fachada lateral. O conjunto de fachadas e sua composição plástica darão, em volume, a caráter, a fisionomia do edifício. Essa composição das fachadas é feita através do tratamento do plano, das superfícies, dos cheios e vazios, dos materiais e sua textura e da cor. Com esses elementos o arquiteto trabalha e compõe uma fachada, dando expressão final à criação arquitetônica. Ago/10 -35

36 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Conceitos sobre plantas estruturais Ago/10 -36

37 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB A planta baixa possui uma derivação muito utilizada em projetos de interiores e projetos de edificações comerciais e industriais que possuam equipamentos/móveis com dimensões já definidos, a essa planta baixa damos o nome de planta mobiliada ou layout. A planta mobiliada ou layout, também pode ser utilizada em edificações residenciais, se o projetista achar necessário. Na planta mobiliada ou layout representa-se as paredes, janelas, portas, escadas, rampas, indicação dos cômodos, mas principalmente se indica a posição dos equipamentos e móveis que estarão no interior da edificação. PLANTA ARQUITETÔNICA Ago/10 -37

38 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ARQUITETÔNICA Ago/10 -38

39 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ARQUITETÔNICA Ago/10 -39

40 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Softwares PLANTA ARQUITETÔNICA Ago/ Virtual Design Max Modula 3D AutoCAD

41 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ELÉTRICA Ago/ Quando vamos executar uma instalação elétrica qualquer, necessitamos de vários dados como: localização dos elementos, percursos de uma instalação, condutores, distribuição da carga, proteções, etc... Para que possamos representar estes dados, somos obrigados a utilizar a planta baixa do prédio em questão. Nesta planta baixa, devemos representar, de acordo com a norma geral de desenhos NBR 5984 – NORMA GERAL DE DESENHO TÉCNICO (antiga NB 8) da ABNT, o seguinte: a localização dos pontos de consumo de energia elétrica, seus comandos e indicações dos circuitos a que estão ligados; a localização dos quadros e centros de distribuição; o trajeto dos condutores e sua projeção mecânica (inclusive dimensões dos condutos e caixas); um diagrama unifilar discriminando os circuitos, seção dos condutores, dispositivos de manobra e proteção; as características do material a empregar, suficientes para indicar a adequabilidade de seu emprego tanto nos casos comuns, como em condições especiais.

42 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ELÉTRICA Ago/ Como a planta baixa se encontra reduzida numa proporção 50 ou 100 vezes menor, seria impossível representarmos os componentes de uma instalação tais como eles se apresentam abaixo. Seria trabalhoso e desnecessário desenhá-lo em tamanho menor, por isso, utilizamos uma forma de diagrama reduzido, denominado esquema unifilar, onde os dispositivos de comando, proteção, fontes de consumo, condutores etc., são representados como nos exemplos abaixo.

43 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA ELÉTRICA Ago/ Clique na figura

44 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Sistema predial de água: Conforme a NBR 5626/98, na maioria das vezes, a instalação predial de água fria é um subsistema de um sistema maior, composto também pelas instalações prediais de água quente (NBR 7198/99) e de combate a incêndio (NBR 13714/96 – Instalações hidráulicas contra incêndio, sob comando, por hidrantes e mangotinhos); Sistema predial de água fria: Sistema composto por tubos, reservatórios, peças de utilização, equipamentos e outros componentes, destinados a conduzir água fria da fonte de abastecimento aos pontos de utilização (NBR 5626/98, item 3.19); Água fria: água à temperatura dada pelas condições ambientais (NBR 5626, item 3.1) PLANTA HIDRÁULICA Ago/10 -44

45 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA HIDRÁULICA Ago/ Representação pictórica

46 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA HIDRÁULICA Ago/ Representação esquemática

47 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA HIDRÁULICA Ago/ Representação esquemática (água fria e quente)

48 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA HIDRÁULICA Ago/ Representação esquemática (isométrica)

49 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA HIDRÁULICA Ago/ Representação esquemática (edifício)

50 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PLANTA HIDRÁULICA Ago/ Representação esquemática (edifício)

51 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Medição individualizada de consumo de água PLANTA HIDRÁULICA Ago/10 -51

52 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Medição individualizada de consumo de água PLANTA HIDRÁULICA Ago/10 -52

53 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB A Wellspring International Inc., dos Estados Unidos, comercializa medidores Aqura Z-meter de tamanho reduzido. para serem utilizados diretamente em cada ponto de consumo. A leitura é feita por um sistema sem fio baseado na tecnologia de rádio e transmitida diariamente para uma central, para a emissão de contas individuais. Os medidores funcionam com baterias substituíveis, com duração de cinco anos. Possuem um sensor Sika Flow Sensor, com faixa de medição de 1,9 l/min a 30 l/min, podendo detectar vazamentos com vazões de até 0,76 l/min. O hidrômetro possui perda de carga máxima de 10,55 m.c.a. (metros de coluna dágua) operando com a vazão máxima. O sensor funciona com uma luva e um condutor, que suporta um componente giratório. PLANTA HIDRÁULICA Ago/10 -53

54 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Ago/ Normas: –ABNT NBR 13726ABNT NBR –ABNT NBR 13727ABNT NBR –ABNT NBR 13300ABNT NBR –ABNT NBR 13301ABNT NBR –ABNT NBR 14565ABNT NBR PROJETO TELEFÔNICO Clique nas normas

55 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Algumas definições Caixa de Entrada (CE) –Caixa subterrânea situada em frente ao edifício, próximo ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo ou fios de telecomunicações que interligam o imóvel às redes das Operadoras. Caixa de Passagem (CP) –Caixa destinada à passagem de cabos e fios de telecomunicações, bem como a limitar o comprimento da tubulação. Caixa Subterrânea –Caixa de alvenaria ou concreto, construída sob o solo, com dimensões específicas para permitir a instalação e emenda de cabos e fios de telecomunicações. Caixa para Tomada –É uma caixa metálica ou não, embutida ou aparente na parede, piso ou teto, usada para abrigar tomadas de telecomunicações ou componentes na área de trabalho. Ago/10 -55

56 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Distribuidor Individual do Usuário (DIU) –Distribuidor individualizado para cada usuário de sistemas públicos de telecomunicações, localizado no interior do imóvel e que tem as funções de interligar os cabos secundários da distribuição interna de cada usuário aos cabos primários das edificações coletivas e/ou ao cabo de entrada das Operadoras quando se tratar de unidade individualizada. Ago/ O dimensionamento do DIU para cada tipo de edificação é mostrado na tabela 1.

57 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Tubulação de Entrada –Parte da tubulação que permite a instalação do cabo de entrada (aquele que interliga a caixa de distribuição geral à rede de telecomunicações públicas) e que termina na caixa de distribuição geral. Quando subterrânea, abrange, também, a caixa de entrada do edifício. Tubulação Primária –Parte da tubulação que abrange a caixa de distribuição geral ou sala de distribuição geral, as caixas de distribuição, caixas de passagem e as tubulações que as interligam. Tubulação de Telecomunicações –Termo genérico utilizado para designar o conjunto de caixas e tubulações (entrada, primária e secundária) destinadas aos serviços de telecomunicações de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno. Ago/10 -57

58 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Ago/10 -58

59 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Simbologia Ago/10 -59

60 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Simbologia Ago/10 -60

61 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Ago/10 -61

62 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO TELEFÔNICO Cabeamento estruturado –Arquitetura aberta –Disposição física e meio de transmissão padronizados –Conformidade a padrões internacionais –Suporte a diversos padrões de aplicações, dados, voz, imagem, etc. –Suporte a diversos padrões de transmissão, cabo metálico, fibra óptica, radio, etc. –Assegurar expansão, sem prejuízo da instalação existente. –Permitir migração para tecnologias emergentes. Ago/10 -62

63 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO CONTRA FOGO NR 23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS Todos locais de trabalho deverão possuir: Ago/ –a) proteção contra incêndio; –b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; –c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início; –d) pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos. Clique na figura

64 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO CONTRA FOGO Saídas –Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas, de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência. –A largura mínima das aberturas de saída deverá ser de 1,20m (um metro e vinte centímetros). –O sentido de abertura da porta não poderá ser para o interior do local de trabalho. –Onde não for possível o acesso imediato às saídas, deverão existir, em caráter permanente e completamente desobstruídos, circulações internas ou corredores de acesso contínuos e seguros, com largura mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros). Ago/10 -64

65 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO CONTRA FOGO ESCADAS –Todas as escadas, plataformas e patamares deverão ser feitos com materiais incombustíveis e resistentes ao fogo. ASCENSORES –Os poços e monta-cargas respectivos, nas construções de mais de 2 (dois) pavimentos, devem ser inteiramente de material resistente ao fogo. PORTAS CORTA-FOGO –As caixas de escadas deverão ser providas de portas corta-fogo, fechando-se automaticamente e podendo ser abertas facilmente pelos 2 (dois) lados. Ago/10 -65

66 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB PROJETO CONTRA FOGO COMBATE AO FOGO –Tão cedo o fogo se manifeste, cabe: a) acionar o sistema de alarme; b) chamar imediatamente o Corpo de Bombeiros; c) desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais; d) atacá-lo o mais rapidamente possível, pelos meios adequados. EXERCÍCIO DE ALERTA. –Os exercícios de combate ao fogo deverão ser feitos periodicamente, objetivando: a) que o pessoal grave o significado do sinal de alarme; b) que a evacuação do local se faça em boa ordem; c) que seja evitado qualquer pânico; d) que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados; e) que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. Ago/10 -66

67 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB SISTEMA DE AR CONDICIONADO Condicionador de ar instalados em um ponto central do edifício com distribuição do ar refrigerado. Capacidade total Unidades Condensadoras 246 HPEvaporadoras 273 HP. Porto Alegre - RS Sistema VRV (Volume de refrigerante variável). Jun/10 -67

68 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Sistema central de exaustores/ insufladores Uma solução industrial é a exaustão ou insuflação de ar em ambiente industrial. Jun/10 -68

69 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Diversos sistemas de condicionadores de ar Jun/ Sistema de água gelada - RS

70 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Novotel e Hospital Mãe de Deus Porto Alegre – RS Sistema Água Gelada com Termoacumulação. Capacidade total Resfriadores de Líquido 460 TR Capacidade Tanques de Gêlo 1900 TR/h Jun/10 -70

71 Supervisão e Gerenciamento de Facilities FSA – JCB Como funciona o condicionador de ar Jun/10 -71


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