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Pensamento Sistêmico e o NOSSO EREB 2010 – Uma Odisséia neste espaço: um encontro para pensar o encontro.

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Apresentação em tema: "Pensamento Sistêmico e o NOSSO EREB 2010 – Uma Odisséia neste espaço: um encontro para pensar o encontro."— Transcrição da apresentação:

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2 Pensamento Sistêmico e o NOSSO EREB

3 2010 – Uma Odisséia neste espaço: um encontro para pensar o encontro

4 Grandes temáticas: - Parque da Serra do Tabuleiro - Auto-gestão do nosso próprio espaço - Turismo(s) - Questões políticas do Mebio - Nós mesmos

5 OUTROSNOZES

6 OUTROSNOZES -VOTA ÇÃO - CONSENSO

7 OUTROSNOZES -VOTA ÇÃO - CONSENSO

8 OUTROSNOZES -VOTA ÇÃO - CONSENSO

9 OUTROSNOZES -VOTA ÇÃO - CONSENSO Tende a Uniformidade

10 OUTROSNOZES -VOTA ÇÃO - CONSENSO HETEROGENEIDADE

11 Art. 1° A ENEBio é a entidade representativa, a partir de suas instâncias horizontais democráticas, de todos/as os/as estudantes de Biologia do Brasil, sem sede fixa, desvinculada do Estado, de partidos políticos e religiões, sem fins lucrativos e de caráter permanente.

12 Estrutura e Lógica OUTROS Da Estrutura da ENEBio Art. 5° São instâncias de deliberações políticas e administrativas da ENEBio:

13 Estrutura e Lógica OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) (ENEB)

14 Estrutura e Lógica OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) UFSC?

15 Estrutura e Lógica OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) (ENEB) ? ? ? Art. 1° A ENEBio é a entidade representativa, a partir de suas instâncias horizontais Democráticas...

16 Estrutura e Lógica OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) (ENEB) ? ? ?

17 Art. 16. O CONEBio é uma instância deliberativa da ENEBio. § 1° Ao CONEBio compete: I- Construção coletiva do ENEB; II- Planejar as atividades da Articulação Nacional, de acordo com as deliberações da Assembléia Nacional do ENEB; III- Prestação política do ENEB (relatório final dos espaços de discussão realizados no encontro e relatório da Assembléia Nacional); IV- Prestação financeira do ENEB (apresentação de planilhas e pranchas dos gastos e arrecadações gerais e específicos, objetivando a transparência); V- Deliberar sobre o montante do Fundo Nacional; VI- Assuntos que a Assembléia Nacional encaminhar ao CONEBio.

18 Art. 16. O CONEBio é uma instância deliberativa da ENEBio. § 1° Ao CONEBio compete: I- Construção coletiva do ENEB; II- Planejar as atividades da Articulação Nacional, de acordo com as deliberações da Assembléia Nacional do ENEB; III- Prestação política do ENEB (relatório final dos espaços de discussão realizados no encontro e relatório da Assembléia Nacional); IV- Prestação financeira do ENEB (apresentação de planilhas e pranchas dos gastos e arrecadações gerais e específicos, objetivando a transparência); V- Deliberar sobre o montante do Fundo Nacional; VI- Assuntos que a Assembléia Nacional encaminhar ao CONEBio.

19 Estrutura e Lógica OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) (ENEB) ?

20 Estrutura e Lógica OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) (ENEB) ?

21 A Construção Coletiva:

22 A NOSSA Construção Coletiva? ???????

23 A NOSSA Construção Coletiva? ela é sistêmica?

24 Restauração sistêmicaRecuperação convencional área degradada

25 Restauração sistêmicaRecuperação convencional área degradada Controle se dá pelo controle

26 Restauração sistêmicaRecuperação convencional área degradada Controle se dá pelo controleControle se dá não controlando

27 Recuperação convencional Eu quero uma floresta…

28 Recuperação convencional Eu quero uma floresta, eu faço uma floresta!

29 CONCEPÇÕES DA NATUREZA COMO:...limpa, organizada e sem mato... Concepção de uma criança de 9 anos do Norte de SC Esemann, K.Q (1996)

30 RESTAURAR AMBIENTES???? OU RESTAURAR CONCEPÇÕES????

31 Recuperação convencional Eu quero uma floresta, eu faço uma floresta! -Planto Árvores ué! (visão dendrológica) -Utilização de exóticas -Atendo a Legalidade

32 FLORESTA VAZIA

33 NÚMERO REDUZIDO DE INTERAÇÕES

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37 O plantio de toda uma área degradada com mudas geralmente é oneroso e tende a fixar a composição no processo sucessional por um longo período, promovendo apenas o crescimento dos individuos das espécies plantadas.(Reis, 200?)

38 Concepção tradicional - Áreas desenvolvidas em altura e DAP - Controle do sub-bosque: gramíneas invasoras - Tempo determinado - Tecnologia cara - Indicadores baseados no plantio ESTÁTICO de árvores

39 Restauração sistêmicaRecuperação convencional área degradada Controle se dá pelo controleControle se dá não controlando

40 Recuperação Sistêmica Eu quero uma floresta…

41 Recuperação Sistêmica Eu quero uma floresta, eu a FACILITO!

42 Recuperação Sistêmica Eu quero uma floresta, eu a FACILITO! Aja sempre de modo a aumentar o número de possibilidades Heinz Von Förster

43 Recuperação Sistêmica Eu quero uma floresta, eu a FACILITO! Aja sempre de modo a aumentar o número de possibilidades Heinz Von Forster

44 O que fazer para Restaurar? Ampliar as possibilidades para que a successão NATURAL possa se expressar Ademir King

45 O que fazer para Restaurar? Ampliar as possibilidades para que a successão NATURAL possa se expressar Ademir King AONDE???

46 CONTEXTO, ORAS!

47 COMO???

48 Técnicas de Facilitação ou de Nucleação

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55 NÚMERO ELEVADO DE INTERAÇÕES

56 AS ÁRVERES SAMOS

57 NOZES!!! - CONSENSO HETEROGENEIDADE AS ÁRVERES SAMOS

58 NÚMERO ELEVADO DE INTERAÇÕES Na auto-organiza ç ão não h á um comando central, toda a informa ç ão é local. O padrão emerge como resultado das intera ç ões entre os constituintes do sistema.

59 Na auto-organiza ç ão não há um comando central, toda a informa ç ão é local. O padrão emerge como resultado das intera ç ões entre os constituintes do sistema.

60 Na auto-organiza ç ão não há um comando central, toda a informa ç ão é local. O padrão emerge como resultado das intera ç ões entre os constituintes do sistema. OUTROS (CAs e DAs) (COREBios) (EREBs) (CONEBio) (ENEB) ?

61 Na auto-organiza ç ão não há um comando central, toda a informa ç ão é local. O padrão emerge como resultado das interações entre os constituintes do sistema.

62 Na auto-organiza ç ão não há um comando central, toda a informa ç ão é local. O padrão emerge como resultado das interações entre os constituintes do sistema.

63 Na auto-organiza ç ão não há um comando central, toda a informa ç ão é local. O padrão emerge como resultado das interações entre os constituintes do sistema. Solução contextual !!!

64 Qual o pré-requisito para emergirem os padrões locais?

65 Expandir o número de possibilidades

66 Qual o pré-requisito para emergirem os padrões locais? Expandir o número de possibilidades E deixar ESPAÇOS VAZÍS !!!

67 Qual o pré-requisito para emergirem os padrões locais? Expandir o número de possibilidades E deixar ESPAÇOS VAZÍS !!!

68 RESPONSABILIDADE e de quem? Alguem manda chamar a organizacao!!!!!!!!!!!!!

69 Abertura para eventualidade

70 10 m 16 Grupos de Anderson 20 Transposições de solo 2 Transposições de galharia 2 Poleiros vivos 1 Poleiro de Pinus 25 m 50 m 25 m 50 m 5 m 1 Grupo de Araucárias

71 Semestre lotado – espaços vazís?

72 - CONGRESSO - EREB - ESTAGIO - PESSOAS QUE AMAMOS - FAZER ALGO QUE VC GOSTA – TOCAR BANDOLIM - C.A. - SIMBIOSIS - PET

73 Semestre lotado – espaços vazís? Evento lotado – espaços vazios? HORÁRIOS QUINTA 01/05 SEXTA 02/05 SÁBADO 03/05 DOMINGO 04/05 7:00-9:00 Recepção e Entrega do Material Café da Manhã 9:00-12:00Debates Vivências Assembléia Regional(AR, AN, ENEB - MEBIO) 12:00-14:00 Almoço 14:00-16:00Dinâmica de Apresentação Oficinas Avaliação do Encontro 16:00-19:00 Abertura: Mesa- Tema e MEBIO Dinâmica de Despedida 19:00-21:00Jantar Escambo 21:00-22:30Sarau BiológicoPré - VivênciasSocialização das Vivências 22:30-...Cultural de AberturaCultural

74 Semestre lotado – espaços vazís? Evento lotado – espaços vazios? Ao fazermos uma reflexão sobre EREBs anteriores, percebemos, como muitos já se deram conta, que a participação efetiva não depende de uma grade de atividades e nem de uma inscrição prévia e sim da disposição e entusiasmo dos encontristas. Será ORGÂNICO!

75 Semestre lotado – espaços vazís? Evento lotado – espaços vazios? Ao fazermos uma reflexão sobre EREBs anteriores, percebemos, como muitos já se deram conta, que a participação efetiva não depende de uma grade de atividades e nem de uma inscrição prévia e sim da disposição e entusiasmo dos encontristas. Será ORGÂNICO!

76 Recursividade - circularidade

77 ...é comum se ouvir que o pensamento sistêmico é somente teórico e nada prático. Entretanto, a separação entre teoria e prática quase sempre não passa de uma abstração, de um esforço em separar partes complementares de um mesmo processo. (Schlindwein 2009)

78 Recursividade - circularidade CAUSA EFEITO

79 Recursividade - circularidade CAUSA EFEITO

80 Aves e morcegos

81 ...uma intervenção em uma situação de complexidade requer uma interação contínua entre teoria e prática em um processo cíclico de investigação.(Checkland, 1985)

82 Espécie bagueira O termo bagueira, utilizado por caçadores, se refere àquelas plantas que, quando com frutos maduros, atraem grande número de animais.

83 Espécie bagueira O termo bagueira, utilizado por caçadores, se refere àquelas plantas que, quando com frutos maduros, atraem grande número de animais.

84 Espécie bagueira – palestras bagueiras O termo bagueira, utilizado por caçadores, se refere àquelas plantas que, quando com frutos maduros, atraem grande número de animais.

85 Espécie bagueira – palestras bagueiras O termo bagueira, utilizado por caçadores, se refere àquelas plantas que, quando com frutos maduros, atraem grande número de animais. GOSTOSO!!!

86 Espécie bagueira – palestras bagueiras O termo bagueira, utilizado por caçadores, se refere àquelas plantas que, quando com frutos maduros, atraem grande número de animais. GOSTOSO!!! Laboratorio Bagueiro!!!

87 PRAGAS???...são conhecidas as formigas saúvas, capazes de acumular grandes estoques de folhas que devem formar, em seus lixeiros, grandes acúmulos de matéria orgânica. Num processo inicial de restauração poderiam ser interpretadas como pragas, mas que, após estádios iniciais, devem fazer parte de comunidades em vias de restauração.

88 TURISMO...são conhecidas as formigas saúvas, capazes de acumular grandes estoques de folhas que devem formar, em seus lixeiros, grandes acúmulos de matéria orgânica. Num processo inicial de restauração poderiam ser interpretadas como pragas, mas que, após estádios iniciais, devem fazer parte de comunidades em vias de restauração.

89 TURISMO...são conhecidas as formigas saúvas, capazes de acumular grandes estoques de folhas que devem formar, em seus lixeiros, grandes acúmulos de matéria orgânica. Num processo inicial de restauração poderiam ser interpretadas como pragas, mas que, após estádios iniciais, devem fazer parte de comunidades em vias de restauração. Primeiro pensamento – Vamos coibi-lo!!!

90 TURISMO...são conhecidas as formigas saúvas, capazes de acumular grandes estoques de folhas que devem formar, em seus lixeiros, grandes acúmulos de matéria orgânica. Num processo inicial de restauração poderiam ser interpretadas como pragas, mas que, após estádios iniciais, devem fazer parte de comunidades em vias de restauração. Primeiro pensamento – Vamos coibi-lo!!! Segundo pensamento – Vamos trabalhar cima disso da melhor forma possível!

91 TURISMO...são conhecidas as formigas saúvas, capazes de acumular grandes estoques de folhas que devem formar, em seus lixeiros, grandes acúmulos de matéria orgânica. Num processo inicial de restauração poderiam ser interpretadas como pragas, mas que, após estádios iniciais, devem fazer parte de comunidades em vias de restauração. Primeiro pensamento – Vamos coibi-lo!!! Segundo pensamento – Vamos trabalhar cima disso da melhor forma possível! Vivência na UTOPIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

92 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais?

93 ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam

94 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam

95 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam Pensamento reducionista – De que partes compõem(representam) o todo

96 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam Pensamento reducionista – De que partes compõem(representam) o todo A operação de redução unifica o que é diverso(Vasconcellos 2008)

97 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam

98 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam Propriedade emergente

99 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam Propriedade emergente O todo é mais que a soma das partes

100 Kenny! mas porque a restauração sistêmica e o EREB são tão iguais? ORGANIZAÇÃO Como os elementos se relacionam Propriedade emergente O todo é mais que a soma das partes Ordem a partir do Caos!!!

101 Alguém por favor manda chamar alguém da organização!!!

102

103 Horizontalidade

104 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem (Schlindwein, 2009)

105 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem Pesquisador permanece fora do sistema estudado (Schlindwein, 2009)

106 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem Pesquisador permanece fora do sistema estudado Papel e ação do pesquisador fazem parte das interações que estão sendo estudadas (Schlindwein, 2009)

107 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem Pesquisador permanece fora do sistema estudado Papel e ação do pesquisador fazem parte das interações que estão sendo estudadas Organizador permanece fora do evento a ser realizado (Schlindwein, 2009)

108 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem Pesquisador permanece fora do sistema estudado Papel e ação do pesquisador fazem parte das interações que estão sendo estudadas Organizador permanece fora do evento a ser realizado Papel e ação do facilitador fazem parte das interações que estão sendo realizadas (Schlindwein, 2009)

109 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem (Schlindwein, 2009)

110 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem Baseada no conhecimento disciplinar Responsabilidade substitui a objetividade (Schlindwein, 2009)

111 Restauração 1- ordemRestauração 2- ordem Baseada no conhecimento disciplinar Responsabilidade substitui a objetividade Baseado no conhecimento convencional de organização Responsabilidade substitui o dever (Schlindwein, 2009)

112 AUTONOMIA

113 COZINHAS COMUNITÁRIAS A cozinha do EREB será um bom exercício para trabalhar nossa autonomia alimentar, capacidade de autogestão coletiva, ou o lado oposto à pratica diária e convêcional da má alimentação.

114 AUTONOMIA COZINHAS COMUNITÁRIAS...uma das coisas que se percebe, a cada EREB, é que muita gente reclama da comida, ou da fila, ou do horário do café/almoço/janta. afinal de contas os participantes pagaram por uma inscrição que contempla três refeições, querem ter nescau com leite quente às 8 horas, servido na mesa; bife macio, arroz soltinho e feijão com caldo no ponto ao meio dia; e uma comidinha mais leve na janta, pra não pesar muito. e para tudo isso, pegamos nossos pratos e talheres, apenas nos damos ao trabalho de esperar alguns minutos na fila. Ainda assim nos sentimos no direito de reclamar da comida que nos é servida. Pois bem. ofereceremos cozinhas, e não refeições. Reclame de si próprio por não saber cozinhar. Reclame do seu núcleo, por não saber se organizar coletivamente para preparar as refeições. Reclame ao mécdonalds por ter te acostumado tão mal (e na lagoa não ter filial). OU, ao invés de reclamar, vá atrás da prática......assuma a responsabilidade de sua escolha.

115 LUCRO e Fundo Monetário

116 § 1° Os saldos provenientes de cada EREB serão destinados segundo os percentuais de: I- 20% para a escola sede do encontro (com o teto de três salários mínimos, cujo excedente seja encaminhado ao Fundo Nacional); II- 50% para a Articulação Regional; III- 30% para o Fundo Nacional.

117 LUCRO e Fundo Monetário Frutificando no local(contexto)

118 LUCRO e Fundo Monetário Frutificando no local(contexto) Sendo usado segundo o consenso por votação da galera!

119

120 Autonomia

121 Como uma pessoa adquire autonomia dos pais?

122 Capacidade de manter-se -> sem depender dos pais Capacidade de nós mantermos -> sem ajuda do fundo monetário

123 Como uma pessoa adquire autonomia dos pais? Capacidade de manter-se -> sem depender dos pais Capacidade de nós mantermos -> sem ajuda do fundo monetário Mostrando que tem uma cabeça autônoma Nós mostrando que somos capazes de ser o que somos -> ter claro o que somos.

124 Como uma pessoa adquire autonomia dos pais? Capacidade de manter-se -> sem depender dos pais Capacidade de nós mantermos -> sem ajuda do fundo monetário Mostrando que tem uma cabeça autônoma Nós mostrando que somos capazes de ser o que somos -> ter claro o que somos. NOZES!!!

125 Eles atuam politicamente, e nozes não!!!

126 Profissão política. Politica na profissão. Eles atuam politicamente, e nozes não!!!

127 Quais Comissões??? Rango

128 Quais Comissões??? Rango Culturais e oficinas

129 Quais Comissões??? Rango Patrocínio e Burocracias Culturais e oficinas

130 Quais Comissões??? Rango Patrocínio e Burocracias Culturais e oficinas Vivências e Chimas-consciência

131 Epistemologia da palestra: Pão, chá, incenso, formas didáticas. Esforço concentrado anterior Melhor forma de mostrar? Mostrando! Faço parte de tudo e tudo faz parte de mim. Com essa simples declaração, o professor Oswaldo Scaico resumiu o conceito de Pensamento Sistêmico

132 Se queres ver, aprenda a agir. Heinz Von Förster

133 EREBIS FOREVIS!!!


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