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AS ORIGENS DA TRANSFERÊNCIA. A TRANSFERÊNCIA NA OBRA FREUDIANA São novas edições dos impulsos ou fantasias que são despertados e tornados conscientes.

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1 AS ORIGENS DA TRANSFERÊNCIA

2 A TRANSFERÊNCIA NA OBRA FREUDIANA São novas edições dos impulsos ou fantasias que são despertados e tornados conscientes durante o andamento da análise; Diz de uma série de experiências psicológicas que são revividas, não como lago que pertence ao passado, mas que é vivido no presente com a figura do analista

3 MANIFESTAÇÕES DA TRANSFERÊNCIA EM PSICANÁLISE Transferência das primitivas experiências para a figura do analista; O paciente, ao lidar com os mesmos conflitos e ansiedades reativados, recorre também aos mesmos mecanismos e defesas anteriormente utilizados; Quanto mais acesso ao conteúdo inconsciente, maior é a compreensão da transferência;

4 O MUNDO INTERNO INFANTIL A primeira forma de ansiedade é de natureza persecutória: trabalho interno da pulsão de morte dá origem ao medo do aniquilamento + impulsos destrutivos dirigidos contra o objeto incitam o medo de retaliação Esses sentimentos internos persecutórios são intensificados por experiências externas dolorosas: sensação de estar sendo atacado por forças hostis Divisão do que seio bome do seio mau;

5 Segurança do bebê: transformação do objeto bom em objeto ideal para proteger-se do objeto persecutório. Para tal, se fazem presentes tais defesas: cisão negação, onipotência e idealização; A crescente capacidade do ego leva a sintetização do objeto: origina-se a ansiedade de natureza depressiva sensação de que o objeto amado, agora inteiro, está sendo alvo de impulsos destrutivos;

6 C OMPLEXO DE É DIPO Ligado à posição depressiva, se instaura o complexo de Édipo; A ansiedade e a culpa impulsionam o complexo: aumento da necessidade de externalizar (projetar) figuras más e de introjetar figuras boas necessidade de procurar novos objetos; Novos alvos: afasta-se do seio em direção ao pênis,substituição dos desejos orais pelos genitais;

7 IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES DE OBJETO Processos de projeção e introjeção iniciam as relações de objeto: O bebê, desde o início de sua vida pós-natal, tem com a mãe uma relação imbuída de elementos fundamentais de uma relação de objeto, ou seja, amor, ódio, fantasias, ansiedades e defesas; Posição kleiniana: as relações de objeto encontram-se operantes desde o início da vida do bebê; Auto-erotismo e narcisismo são contemporâneos a primeira relação de objeto; Posição kleiniana x posição freudiana;

8 A TRANSFERÊNCIA NA CLÍNICA KLEINIANA A transferência origina-se dos mesmos processos que determinam as primeiras relações de objeto; Na análise, há necessidade de voltar aos objetos amados e odiados internos e externos que dominam o início da infância, para compreender a interconexão entre as transferências positivas e negativas; A análise das transferências positiva e negativa e de suas interconexões é um princípio indispensável dentro do processo analítico;

9 Papéis atribuídos ao analista: Não basta saber se o analista representa o pai e a mãe. Precisamos saber qual aspecto destas figuras está sendo revivido; A imagem dos pais sofreu várias distorções e conserva bastante de sua natureza fantasiosa; A análise da situação de transferência nos permite entender os aspectos realísticos da situação e também os fantasiosos;

10 A transferência envolve situações totais transferidas do passado para o presente, bem como em termos de emoções, defesas e relações de objeto; Transferência na fala do paciente x atuações transferenciais; A transferência deve ser entendida amplamente e deduzida a partir da totalidade do material apresentado: o paciente utiliza os mesmos métodos defensivos que utilizou no passado;

11 O campo de investigação analítico cobre tudo o que se situa entre as situações presentes e as primeiras experiências; Efeitos curativosdo procedimento analítico referem-se a possibilidade de contrastar as diferenças e as semelhanças entre a transferência e as primeiras relações de objeto; Quando as ansiedades persecutórias diminuem, há menos premência a repetir continuamente experiências fundamentais, influenciando diretamente antigos padrões e modos de sentir.


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