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Saúde Digital Paulo Mazzoncini de Azevedo Bacharel e Mestre em Engenharia Elétrica – USP Doutor em Física Computacional – USP.

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1 Saúde Digital Paulo Mazzoncini de Azevedo Bacharel e Mestre em Engenharia Elétrica – USP Doutor em Física Computacional – USP Pós-Doutor em Processamento de Imagens Médicas - U of Chicago Professor Associado – FMRP/USP - Departamento de Clínica Médica Coordenador Acadêmico – Divisão de Informática HCFMRP Coordenador – Serviço de Física Médica HCFMRP

2 Saúde Digital? Saúde Digital pode ser entendida como a convergência da revolução digital com a revolução do entendimento de saúde (incluindo aspectos de genética) e de seus cuidados. Em tese, a Saúde Digital poderia melhorar o acompanhamento, o gerenciamento, e a qualidade da atenção à saúde do indivíduo e de sua família. Poderia também auxiliar a redução de ineficiências na atenção à saúde, ampliar o acesso, reduzir custos, aumentar a qualidade e propiciar uma medicina mais personalizada e precisa.

3 Saúde Digital? Os principais elementos da revolução digital na saúde incluem dispositivos sem fio, sensores (ambiente e corporais), microprocessadores, circuitos integrados, programas de computadores, Internet, redes sociais, dispositivos móveis, celulares, tecnologias da informação e comunicação, genômica e informação genética personalizada. O Vocabulário da Saúde Digital é amplo e inclui: mHealth, Wireless Health, Health 2.0, eHealth, e-Patient(s), Healthcare IT / Health IT (information technology), Big Data, Health Data, Cloud Computing, Quantified Self, Telehealth / Telemedicine, Precision and Personalized Medicine, Connected Health...

4 eSaúde (eHealth) Saúde (atenção à saúde) integral e integrada baseada em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) e dispositivos eletrônicos, incluindo: S-RES (PEP); Prescrição Eletrônica; Telemedicina/Telessaúde; Saúde do Consumidor (Consumer health informatics); Educação Continuada; Telecuidado, Telerreabilitação; Saúde Móvel; Pesquisas Colaborativas em Redes; Computação em Grade; Computação em Nuvem; etc...

5 Saúde Móvel (mHealth) Pode ser definida como a atenção à saúde suportada por dispositivos móveis, como telefones celulares, tablets, PDAs, etc... Funcionalidades básicas como SMS e comunicação de voz em tempo real formam a base para a tecnologia móvel mais utilizada. O grande apelo da tecnologia móvel é a capacidade de prover comunicação entre indivíduos independentemente de tempo e local, o que pode ser particularmente importante em localidades remotas.

6 Telemedicina De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS – Telemedicina compreende a oferta de serviços ligados aos cuidados com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico; tais serviços são prestados por profissionais da área da saúde, usando tecnologias de informação e de comunicação para o intercâmbio de informações válidas para diagnósticos, prevenção e tratamento de doenças e a contínua educação de prestadores de serviços em saúde, assim como para fins de pesquisas e avaliações. Resolução CFM n°.1.643/2002 Art. 1°: Definir a Telemedicina como o exercício da Medicina através da utilização de metodologias interativas de comunicação audiovisual e de dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em Saúde (estabelece a telemedicina somente entre dois profissionais)

7 Telerradiologia Telerradiologia se destaca como uma das especialidades da telemedicina e se define como a utilização das tecnologias de informação e meios de comunicação disponíveis com o objetivo de permitir o diagnóstico à distância (telediagnóstico) ou emitir uma segunda-opinião especializada (teleconsultoria), através da comunicação de imagens digitais. RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/ Define e normatiza a Telerradiologia RESOLUÇÃO CFM Nº 1890/ Define e normatiza a Telerradiologia

8 Telessaúde Telessaúde é a promoção de saúde através de tecnologias de telecomunicações. Podendo ser simples, como dois profissionais de saúde discutindo um caso por telefone, ou mais sofisticada com uso de redes de vídeo e web-conferências e até o uso da robótica. Em outubro de 2011, o Ministério da Saúde publica duas Portarias que regulamentam a expansão do Programa Telessaúde, que passa a se chamar Programa Telessaúde Brasil Redes.

9 Telessaúde PORTARIA No , DE 27 DE OUTUBRO DE Redefine e amplia o Programa Telessaúde Brasil, que passa a ser denominado Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes (Telessaúde Brasil Redes). PORTARIA Nº 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE Institui, no Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, o Componente de Informatização e Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica, integrado ao Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes. Com base nestas duas portarias, os municípios podem apresentar projetos ao DAB/SAS/MS e poderão contar com o apoio e cooperação técnica dos Núcleos de Telessaúde Técnicos- científicos já existentes no Telessaúde Brasil Redes.

10 Telessaúde Tele-educação – conferências, aulas e cursos, ministrados por meio da utilização das tecnologias de informação e comunicação. Segunda Opinião Formativa – é uma resposta sistematizada, construída com base em revisão bibliográfica, nas melhores evidências científicas e clínicas e no papel ordenador da atenção básica à saúde, a perguntas originadas das teleconsultorias, e selecionadas a partir de critérios de relevância e pertinência em relação às diretrizes do SUS. Fortemente interligada à Rede Universitária de Telemedicina - RUTE

11 Sistemas de Informação em Saúde

12 DEFINIÇÕES

13 Sistemas de Informação de Âmbito Nacional SIA-SUS: Sistema de Informação Ambulatorial do SUS AIH-SUS: Autorização de Internação Hospitalar do SUS SIAB: Sistema de Informação da Atenção Básica Notificação Compulsória: SINAN: Sistema de Informações de Agravos de Notificação SIM: Sistema de Informação Sobre Mortalidade SINASC: Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos

14 No nível do cuidado do paciente: SIS = S-RES = PEP What is ISO? ISO (International Organization for Standardization) is the worlds largest developer of voluntary International Standards. International Standards give state of the art specifications for products, services and good practice, helping to make industry more efficient and effective. Developed through global consensus, they help to break down barriers to international trade.

15 REQUISITOS BÁSICOS ATRIBUTOS DO PEP - IOM/USA Oferecer uma lista que indique os problemas atuais e pregressos do paciente;Oferecer uma lista que indique os problemas atuais e pregressos do paciente; Ter capacidade de medir o estado funcional e de saúde do paciente;Ter capacidade de medir o estado funcional e de saúde do paciente; Poder documentar o raciocínio clínico em diagnósticos, conclusões e na seleção de intervenções terapêuticas;Poder documentar o raciocínio clínico em diagnósticos, conclusões e na seleção de intervenções terapêuticas; Ser um registro longitudinal abrangendo toda a vida do paciente;Ser um registro longitudinal abrangendo toda a vida do paciente; Garantir confidencialidade e privacidade e apoiar os processos de auditoria clínica e administrativa;Garantir confidencialidade e privacidade e apoiar os processos de auditoria clínica e administrativa; Oferecer acesso contínuo aos usuários autorizados;Oferecer acesso contínuo aos usuários autorizados;

16 REQUISITOS BÁSICOS ATRIBUTOS DO PEP - IOM/USA Permitir visualização simultânea e customizada dos dados do paciente pelos profissionais, departamentos e instituições;Permitir visualização simultânea e customizada dos dados do paciente pelos profissionais, departamentos e instituições; Apoiar o acesso a recursos de informação locais e remotos em diferentes formatos e dispositivos;Apoiar o acesso a recursos de informação locais e remotos em diferentes formatos e dispositivos; Facilitar a solução de problemas clínicos fornecendo instrumentos de análise e de decisão;Facilitar a solução de problemas clínicos fornecendo instrumentos de análise e de decisão; Apoiar a entrada de dados diretamente pelo médico;Apoiar a entrada de dados diretamente pelo médico; Apoiar o gerenciamento e controle de custos para melhoria da qualidade;Apoiar o gerenciamento e controle de custos para melhoria da qualidade; Ter flexibilidade para apoiar a incorporação de necessidades existentes e futuras das especialidades clínicas.Ter flexibilidade para apoiar a incorporação de necessidades existentes e futuras das especialidades clínicas.

17 FUNÇÕES DO PRONTUÁRIO DO PACIENTE Apoiar o processo de atenção à saúde, servindo de fonte de informação clínica e administrativa para tomada de decisão e meio de comunicação compartilhado entre todos os profissionais; Apoiar o processo de atenção à saúde, servindo de fonte de informação clínica e administrativa para tomada de decisão e meio de comunicação compartilhado entre todos os profissionais; É o registro legal das ações médicas; É o registro legal das ações médicas; Deve apoiar a pesquisa (estudos clínicos, epidemiológicos, avaliação da qualidade); Deve apoiar a pesquisa (estudos clínicos, epidemiológicos, avaliação da qualidade); Deve promover o ensino e gerenciamento dos serviços, fornecendo dados para cobranças e reembolso, autorização dos seguros, suporte para aspectos organizacionais e gerenciamento de custo. Deve promover o ensino e gerenciamento dos serviços, fornecendo dados para cobranças e reembolso, autorização dos seguros, suporte para aspectos organizacionais e gerenciamento de custo. Deve estar em conformidade com a Resolução CFM Nº 1638/2002 que define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. Deve estar em conformidade com a Resolução CFM Nº 1638/2002 que define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde.

18 ASPECTOS LEGAIS E CERTIFICAÇÃO PARA S-RES Resolução CFM nº 1.821/2007 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821, DE 11 DE JULHO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 23 nov Seção I, p. 252 Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informação identificada em saúde.

19 Resolução CFM nº 1.821/2007 Art. 1º Aprovar o Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, versão 3.0 e/ou outra versão aprovada pelo Conselho Federal de Medicina, anexo e também disponível nos sites do Conselho Federal de Medicina e Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), respectivamente, e ASPECTOS LEGAIS E CERTIFICAÇÃO PARA S-RES

20 Resolução CFM nº 1.821/2007 Art. 2º Autorizar a digitalização dos prontuários dos pacientes, desde que o modo de armazenamento dos documentos digitalizados obedeça a norma específica de digitalização contida nos parágrafos abaixo e, após análise obrigatória da Comissão de Revisão de Prontuários, as normas da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo. ASPECTOS LEGAIS E CERTIFICAÇÃO PARA S-RES

21 Resolução CFM nº 1.821/2007 Art. 3º Autorizar o uso de sistemas informatizados para a guarda e manuseio de prontuários de pacientes e para a troca de informação identificada em saúde, eliminando a obrigatoriedade do registro em papel, desde que esses sistemas atendam integralmente aos requisitos do "Nível de garantia de segurança 2 (NGS2)", estabelecidos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde. ASPECTOS LEGAIS E CERTIFICAÇÃO PARA S-RES

22 O Processo de Certificação SBIS/CFM destina-se, genericamente, a Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES). Podem ser considerados S-RES: sistemas de gestão hospitalar, prontuário eletrônico do paciente, sistemas para clínicas e consultórios, sistemas de resultado de exames laboratoriais, sistemas para laudos de exames de imagens e sistemas para saúde do trabalhador, dentre outros. De acordo com a definição das normas ISO, um Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES) é qualquer sistema que capture, armazene, apresente, transmita ou imprima informação identificada em saúde. (ISO - International Organization for Standardization) ASPECTOS LEGAIS E CERTIFICAÇÃO PARA S-RES

23 Padrões p/ Interoperabilidade de SIS Transmissão / comunicação e Conteúdo DICOM DICOM HL7 HL7 LOINC, ASTM E1238 LOINC, ASTM E1238 TISS, TUSS TISS, TUSSVocabulários CID, CIF, ICPC (OMS) CID, CIF, ICPC (OMS) SNOMED CT SNOMED CT NANDA, NIC, HHCC (Enfermagem) NANDA, NIC, HHCC (Enfermagem)Segurança HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) SBIS/CFM

24 MS PORTARIA No DE AGOSTO DE 2011 DEFINIÇÃO E ADOÇÃO DOS PADRÕES DE INTEROPERABILIDADE DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE CATÁLOGO DE SERVIÇOS: Para a interoperabilidade entre os sistemas dos SUS será utilizada a tecnologia Web Service, no padrão SOAP 1.1 (Simple Object Access Protocol) ou superior. Para a garantia de segurança e integridade de informações será adotado o padrão WS-Security para criptografia e assinatura digital das informações.

25 MS PORTARIA No DE AGOSTO DE 2011 CATÁLOGO DE PADRÕES DE INFORMAÇÃO: Sistemas legados - XML Schemas Registro Eletrônico em Saúde (RES) – OpenEHR Registro Eletrônico em Saúde (RES) – OpenEHR Resultados e solicitações de exames - HL7 Termos clínicos – SNOMED CT Saúde suplementar – TISS Saúde suplementar – TISS Arquitetura do documento clínico – HL7 CDA Exames de imagem – DICOM Exames de imagem – DICOM Exames laboratoriais - LOINC Exames laboratoriais - LOINC Outros : CID, CIAP-2, TUSS e CBHPM e tabela SUS. Outros : CID, CIAP-2, TUSS e CBHPM e tabela SUS.

26 Porque Informatizar? O que informatizar? Ganhos relativos aos Usuários Ganhos Relativos aos Profissionais Ganhos Relativos à Organização de Saúde (AIO) Como Informatizar? Equipe Local vs Consultoria Especializada Desenvolver vs Comprar vs Customizar vs eSUS Formação, Qualificação e Regulamentação Profissional? Graduação, Pós-Graduação, cpTICS, ProTICS Regulamentação de Serviços, Qualidade de Soluções, Governança em TI? Telemedicina, Telessaúde, Telecuidado, Telerreabilitação Certificação SBIS/CFM para S-RES PNIIS, Portarias MS, ANVISA Algumas Considerações

27 Saúde Digital Paulo Mazzoncini de Azevedo Bacharel e Mestre em Engenharia Elétrica – USP Doutor em Física Computacional – USP Pós-Doutor em Processamento de Imagens Médicas - U of Chicago Professor Associado – FMRP/USP - Departamento de Clínica Médica Coordenador Acadêmico – Divisão de Informática HCFMRP Coordenador – Serviço de Física Médica HCFMRP


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