A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Trabalho realizado por: Cristiana Silva Para Disciplina : Área de Projecto Ano Lectivo: 2007\2008 Professoras: Ana Botequilha e Sandra Carmo.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Trabalho realizado por: Cristiana Silva Para Disciplina : Área de Projecto Ano Lectivo: 2007\2008 Professoras: Ana Botequilha e Sandra Carmo."— Transcrição da apresentação:

1

2 Trabalho realizado por: Cristiana Silva Para Disciplina : Área de Projecto Ano Lectivo: 2007\2008 Professoras: Ana Botequilha e Sandra Carmo

3 História do Cinema O início do cinema português tem lugar com a exibição das primeiras curtas-metragens amadoras de um empresário da cidade do Porto, Aurélio Paz dos Reis (Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança), em 1896, réplica do filme dos irmãos Lumière ( ) La Sortie de l'usine Lumière à Lyon, considerado o primeiro filme, depois das descobertas. O início do cinema português tem lugar com a exibição das primeiras curtas-metragens amadoras de um empresário da cidade do Porto, Aurélio Paz dos Reis (Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança), em 1896, réplica do filme dos irmãos Lumière ( ) La Sortie de l'usine Lumière à Lyon, considerado o primeiro filme, depois das descobertas.cinemaportuguêsPortoAurélio Paz dos Reis 1896irmãos Lumière La Sortie de l'usine Lumière à LyoncinemaportuguêsPortoAurélio Paz dos Reis 1896irmãos Lumière La Sortie de l'usine Lumière à Lyon Paz dos Reis organiza alguns espectáculos que não obtêm os resultados esperados e tenta o Brasil. No entanto regressa desiludido, depois de captar algumas cenas na Avenida Rio Branco, uma das primeiras imagens animadas filmadas no Brasil. Paz dos Reis organiza alguns espectáculos que não obtêm os resultados esperados e tenta o Brasil. No entanto regressa desiludido, depois de captar algumas cenas na Avenida Rio Branco, uma das primeiras imagens animadas filmadas no Brasil.

4 Cinema nos Anos vinte A indústria de cinema em Portugal terá início em 1918, após a reestruturação da produtora Invicta Film, que reactiva o Ciclo do Porto. Durante os anos vinte, a produção cinematográfica portuguesa dedica- se principalmente à transposição dos clássicos literários portugueses para a tela, entregando a direcção dos projectos a realizadores estrangeiros. Georges Pallu filma uma adptação de Eça de Queirós, O Primo Basílio (filme) (1920). Roger Lion tenta o drama (A Sereia de Pedra ), protagonizado por um jovem forcado, e filma uma história dramática vivida por pescadores da Nazaré. A indústria de cinema em Portugal terá início em 1918, após a reestruturação da produtora Invicta Film, que reactiva o Ciclo do Porto. Durante os anos vinte, a produção cinematográfica portuguesa dedica- se principalmente à transposição dos clássicos literários portugueses para a tela, entregando a direcção dos projectos a realizadores estrangeiros. Georges Pallu filma uma adptação de Eça de Queirós, O Primo Basílio (filme) (1920). Roger Lion tenta o drama (A Sereia de Pedra ), protagonizado por um jovem forcado, e filma uma história dramática vivida por pescadores da Nazaré.indústria1918Invicta FilmclássicosGeorges PalluEça de QueirósO Primo Basílio (filme)1920Roger Lion1922Nazaréindústria1918Invicta FilmclássicosGeorges PalluEça de QueirósO Primo Basílio (filme)1920Roger Lion1922Nazaré

5 Durante os anos vinte, a produção cinematográfica portuguesa dedica- se principalmente à transposição dos clássicos literários portugueses para a tela, entregando a direcção dos projectos a realizadores estrangeiros. Georges Pallu filma uma adptação de Eça de Queirós, O Primo Basílio (filme) (1920). Roger Lion tenta o drama (A Sereia de Pedra ), protagonizado por um jovem forcado, e filma uma história dramática vivida por pescadores da Nazaré. Durante os anos vinte, a produção cinematográfica portuguesa dedica- se principalmente à transposição dos clássicos literários portugueses para a tela, entregando a direcção dos projectos a realizadores estrangeiros. Georges Pallu filma uma adptação de Eça de Queirós, O Primo Basílio (filme) (1920). Roger Lion tenta o drama (A Sereia de Pedra ), protagonizado por um jovem forcado, e filma uma história dramática vivida por pescadores da Nazaré.clássicosGeorges PalluEça de QueirósO Primo Basílio (filme)1920Roger Lion1922NazaréclássicosGeorges PalluEça de QueirósO Primo Basílio (filme)1920Roger Lion1922Nazaré

6 Anos trinta Leitão de Barros, no primeiro ano da década de trinta, começa com humor numa obra de regime (Lisboa, Crónica Anedótica ) e explora o drama: (Maria do Mar ), a primeira docuficção do cinema português, também a prrimeira etnoficção. É ele ainda que, em Portugal, faz o primeiro filme sonoro: A Severa (1931) Leitão de Barros, no primeiro ano da década de trinta, começa com humor numa obra de regime (Lisboa, Crónica Anedótica ) e explora o drama: (Maria do Mar ), a primeira docuficção do cinema português, também a prrimeira etnoficção. É ele ainda que, em Portugal, faz o primeiro filme sonoro: A Severa (1931) Leitão de BarrosLisboa, Crónica Anedótica1930Maria do Mar1930docuficçãoetnoficção A Severa1931 Leitão de BarrosLisboa, Crónica Anedótica1930Maria do Mar1930docuficçãoetnoficção A Severa1931

7 Anos Quarenta O Pai Tirano (1941) de António Lopes Ribeiro e O Pátio das Cantigas (1942) do seu irmão Francisco Ribeiro, o «Ribeirinho», são os primeiros da década de quarenta embarcados no mesmo rumo. O Pai Tirano (1941) de António Lopes Ribeiro e O Pátio das Cantigas (1942) do seu irmão Francisco Ribeiro, o «Ribeirinho», são os primeiros da década de quarenta embarcados no mesmo rumo. O Pai Tirano1941António Lopes RibeiroO Pátio das Cantigas1942Francisco Ribeiro O Pai Tirano1941António Lopes RibeiroO Pátio das Cantigas1942Francisco Ribeiro

8 Cinema dos anos cinquenta A década de cinquenta foi um período de estagnação. António Lopes Ribeiro prossegue o seu trabalho, moralizando (Frei Luís de Sousa – 1950), e Queiroga continua o seu, tentando excitar o imaginário pequeno-burguês (Sonhar é Fácil ). Perdigão Queiroga passará a investir como produtor de documentários de actualidades e de filmes de propaganda que antecedem as projecções nas salas de cinema e que circulam por todo o país (Imagens de Portugal) A década de cinquenta foi um período de estagnação. António Lopes Ribeiro prossegue o seu trabalho, moralizando (Frei Luís de Sousa – 1950), e Queiroga continua o seu, tentando excitar o imaginário pequeno-burguês (Sonhar é Fácil ). Perdigão Queiroga passará a investir como produtor de documentários de actualidades e de filmes de propaganda que antecedem as projecções nas salas de cinema e que circulam por todo o país (Imagens de Portugal)António Lopes RibeiroFrei Luís de Sousa 1950Sonhar é Fácil1951Perdigão QueirogaAntónio Lopes RibeiroFrei Luís de Sousa 1950Sonhar é Fácil1951Perdigão Queiroga

9 Cinema nos anos sessenta Dessa geração, já nos anos setenta, seguem o movimento do Novo Cinema António de Macedo (Nojo aos Cães – 1969, estreado em 1970 – proibido pela censura), Fernando Lopes (Uma Abelha na Chuva – 1971): com O Cerco, são estes os «três filmes do desespero», produzidos com fundos pessoais, material emprestado, ajuda de amigos. Dessa geração, já nos anos setenta, seguem o movimento do Novo Cinema António de Macedo (Nojo aos Cães – 1969, estreado em 1970 – proibido pela censura), Fernando Lopes (Uma Abelha na Chuva – 1971): com O Cerco, são estes os «três filmes do desespero», produzidos com fundos pessoais, material emprestado, ajuda de amigos.Novo CinemaAntónio de MacedoNojo aos Cães Fernando LopesUma Abelha na ChuvaO CercoNovo CinemaAntónio de MacedoNojo aos Cães Fernando LopesUma Abelha na ChuvaO Cerco

10 Cinema nos anos setenta Nojo aos Cães – 1969, estreado em 1970 – proibido pela censura), Fernando Lopes (Uma Abelha na Chuva – 1971): com O Cerco, são estes os «três filmes do desespero», produzidos com fundos pessoais Dessa geração, já nos anos setenta, seguem o movimento do Novo Cinema António de Macedo, material emprestado, ajuda de amigos. Nojo aos Cães – 1969, estreado em 1970 – proibido pela censura), Fernando Lopes (Uma Abelha na Chuva – 1971): com O Cerco, são estes os «três filmes do desespero», produzidos com fundos pessoais Dessa geração, já nos anos setenta, seguem o movimento do Novo Cinema António de Macedo, material emprestado, ajuda de amigos. Nojo aos Cães Fernando LopesUma Abelha na ChuvaO CercoNovo CinemaAntónio de Macedo Nojo aos Cães Fernando LopesUma Abelha na ChuvaO CercoNovo CinemaAntónio de Macedo

11 Cinema nos anos oitenta A partir da década de noventa, com o aparecimento de uma nova geração de cineastas, em grande parte antigos alunos do Conservatório Nacional (Escola Superior de Teatro e Cinema) – que teve como Oliveira (Vale Abraão ) ou João César Monteiro, (A Comédia de Deus ) filmam com regularidade. cineastasEscola Superior de Teatro e CinemaOliveiraVale Abraão1993João César MonteiroA Comédia de Deus 1995cineastasEscola Superior de Teatro e CinemaOliveiraVale Abraão1993João César MonteiroA Comédia de Deus 1995

12 Cinema nos anos noventa Cinema nos anos noventa Os anos oitenta são na história do cinema português uma década reveladora. Anos de ouro, pelo volume de produções, pela novidade e diversidade nas formas e nos conteúdos, mas também por essas produções prefigurarem consequências das transformações ocorridas e do trabalho desenvolvido na década anterior, como resultado da Revolução dos Cravos. Revolução dos CravosRevolução dos Cravos

13


Carregar ppt "Trabalho realizado por: Cristiana Silva Para Disciplina : Área de Projecto Ano Lectivo: 2007\2008 Professoras: Ana Botequilha e Sandra Carmo."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google