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ATIVIDADE 1 Retomada do 3º Encontro (17-5-2013) Histórico de colaboração ATIVIDADE 2 Momento do Feedback aos prof.Alba e Borja.

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1 ATIVIDADE 1 Retomada do 3º Encontro ( ) Histórico de colaboração ATIVIDADE 2 Momento do Feedback aos prof.Alba e Borja

2 ENCAMINHAMENTOS DO HISTÓRICO DE COLABORAÇÃO Gestores foram à sala de aula dos professores Alba e Borja. A partir de indicadores levantados e postos no Histórico de Colaboração, fizeram registros sobre o encaminhamento didático das aulas, visando, em especial, o trabalho de ambos sobre a leitura e a escrita nas aulas de História.

3 SEQUÊNCIA DIDÁTICA DA PROFª ALBA Série – 3ª Disciplina : História Tema da aula: Islã, sua evolução e influência o mundo atual 1º passo: Roda de leitura ( a professora propõe a partir da leitura de manchetes de vários textos jornalísticos atuais contextualizar o tema com situações relacionadas com o islamismo) Foco de discussão: situar acontecimentos no tempo e no espaço.

4 2º Passo: Trabalho em grupos fixos para leitura, análise e reflexão de dois artigos de jornais sobre o tema (textos opinativos) Focos do trabalho: 1.Identificação das ideias principais do texto e das intenções dos autores; 2.Levantamento dos argumentos organizadores do texto 3. Conclusões do grupo sobre o assunto/tema 4. Debate

5 OBSERVAÇÃO: a discussão nos grupos menores e no debate coletivo permitiu a professora constatar que, embora os alunos tivessem certos conhecimentos sobre os problemas levantados, em geral, ignoravam as razões profundas, as causas e a gênese da situação atual sobre o tema que estava sendo tratado. Ela decidiu, então, que aquele era o momento para sistematizar todas perguntas formuladas em torno da questão e organizar o 3º passo do trabalho

6 3º Passo: Em grupo: problematização – os alunos levantam as perguntas em torno do assunto (o que ainda desejam saber sobre o tema) Trabalho coletivo (na roda): - classificar as perguntas de acordo com as suas características; - elaborar um questionário básico; - debater sobre o tema, sobre a forma de poderem responder todas as perguntas e decidirem que o mais operacional seria fazer a pesquisa bibliográfica por equipes.

7 As equipes organizam o trabalho de coleta de dados Cada equipe organiza sua pesquisa e o roteiro para uma exposição oral dos resultados obtidos 4º Passo: Painel das equipes (exposição oral)

8 5º Passo: Sessão de debate para extrair conclusões definitivas sobre o tema (esquematizar as conclusões na lousa – trabalho coletivo) 6º Passo: Trabalho individual – cada aluno elabora um dossiê que lhe servirá de texto/instrumento de estudo 7º Passo: Prova para conhecer o grau de conhecimento alcançado pelo aluno

9 SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO PROF. BORJA Série – 3ª Disciplina : História Tema da aula: Islã, sua evolução e influência o mundo atual 1º passo: Exposição feita pelo professor, com tomada de nota pelos alunos, de vários acontecimentos que hoje em dia tem o Islamismo como denominador comum.

10 2º Passo: Enumeração dos aspectos-chave dos diversos conflitos (com registro na lousa) Observação: O professor considera que os alunos já possuem um conhecimento anterior que permite estabelecer relações com esses aspecto- chaves. Assim, expõe que para poder responder os problemas elaborados é preciso utilizar as dimensões históricas e geográficas. Recorre então ao conhecimento que os alunos já possuem para a evolução histórica e a situação geográfica dos acontecimentos que estão sendo tratados.

11 3º Passo: Exposição geral e global sobre a evolução do Islã desde seu início até hoje. 4º Passo: Análise dos aspectos-chave, expostos na primeira sessão, para que os alunos possam extrair conclusões sobre a evolução e a influência do Islamismo na sociedade atual. 5º Passo: Em casa, os alunos compararão o que foi exposto (apontamentos no caderno) com o que está exposto no livro didático 6º Passo: Prova escrita.

12 PLANEJAMENTO, ELABORAÇÃO E REALIZAÇÃO DO FEEDABACK Como observadores, definiriam algum encaminhamento à professora Alba? Qual(is)? Em relação à colaboração da professora com o desenvolvimento da competência leitora e escritora, fariam alguns encaminhamentos? Quais?

13 POSSÍVEIS REFLEXÕES DOS GESTORES, PARA A ELABORAÇÃO DO FEEDBACK Sabendo o que significa e o que importa um feedback: Tomemos uma definição lata de feedback: Todo o diálogo que apoia a aprendizagem tanto em situações formais como em informais (tradução nossa de Askew and Lodge, 2000:1). Num breve comentário a esta definição, destacamos: a) o caráter dialógico, interativo, relacional; b) a aprendizagem como o objetivo final; c) a natureza variada dos contextos. Neste enquadramento e como referido acima, o feedback pode assumir modalidades variadas consoante as perspectivas do formador sobre a sua função de formador e o papel do formando no seu processo de desenvolvimento. (Alarcão et al, 2009) ALARCÃO, I; LEITÃO.A; ROLDÃO, M.C. (2009) Prática pedagógica supervisionada e feedback formativo co-construtivo. Revista Brasileira de Formação de Professores – RBFP, 2009, Dezembro/2009, Vol. 1, n. 3, p Disponível em:

14 Sabendo que falar sobre uma prática ideal sem entrar nela, pôr vigilia e refletir sobre ela com embasamentos teóricos não se faz uma formação consistente do professor, e, que o exercício de observação das aulas, enquanto metodologia de formação pode se revelar como uma estratégia positiva.

15 Sabendo-se que há que se documentar essa prática de formação, pois para além de registrar a observação esse documento pode tornar-se a memória de trajetórias profissionais na escola, além de documentar o trabalho que está sendo feito pela equipe gestora

16 O QUE CABE CUIDAR OS GESTORES- OBSERVADORES NOS MOMENTOS DE ELABORAÇÃO DO FEEDBACK? Segundo Fela Moscovici (1997), o feedback é útil quando atende as seguintes características: Ser descritivo Sem julgamentos. Relato com exemplos dos eventos. Ser específico com foco em comportamentos e atitudes específicas. Ser compatível com as necessidades do observador e do observado Dar atenção às necessidades do observado. Quando são feitas somente solicitações, não levando em consideração as necessidades do observado, o feedback costuma ser destrutivo.

17 Ser dirigido a comportamentos que o observado pode modificar Apontar falhas que não se pode mudar gera situação frustrante e não construtiva. Ser solicitado em vez de imposto A execução da mudança é mais fácil quando existe acordo prévio entre observador e observado mais fácil a execução. Ser oportuno em relação ao tempo, pois se passar muito tempo entre a observação e o feedback perde-se o sentido dos elogios e das críticas. Ser esclarecedor, com comunicação precisa, por isso a utilidade de protocolo de observação combinado previamente com os observados.

18 Como observadores, definiriam algum encaminhamento à professora Alba? Qual(is)? E ao professor Borja? Quais? Em relação à colaboração da professora com o desenvolvimento da competência leitora e escritora, fariam alguns encaminhamentos? Quais? Em relação ao desenvolvimento dessa mesma competência, que encaminhamentos fariam ao professor Borja?

19 POSSÍVEIS ENCAMINHAMENTOS:

20 Perguntas esclarecedoras: ( São perguntas que ajudam a clarear alguma situação, ação ou ideia vista no trabalho do professor observado. As perguntas esclarecedoras estimulam o relato (e não a reflexão) para definição de encaminhamentos. As perguntas que fazem parte deste momento de feedback devem sempre começar com O que, Quanto(s), Quem, Quando, Qual(is) etc. Por exemplo à professora Alba: 2º Passo: Quem compunham os grupos fixos para leitura e análise dos artigos (textos opinativos) dados aos alunos? - O que aconteceu na atividade de leitura dos artigos, que você precisou sistematizar todas as pergunta formuladas em torno das questões ? 3º Passo: Você solicitou aos alunos que elaborassem as questões em torno do assunto. Quais os seus propósitos didáticos neste momento?

21 - O que buscava desenvolver quando deixou que os alunos decidissem a forma de responder às perguntas que resultou na pesquisa bibliográfica? 5º Passo: Quanto tempo os alunos levaram entre a realização do debate e a elaboração do esquema na lousa?

22 Perguntas esclarecedoras: Por exemplo ao prof. Borja: 1º Passo da aula: Ao expor o assunto/tema, como situou os vários acontecimentos aos alunos? 2º Passo da aula: O que lhe permitiu inferir sobre o conhecimento prévio dos alunos, em relação aos aspectos-chave dos diversos conflitos, a fim de categorizá-los na lousa?

23 2º Passo: - Quais recursos didáticos utilizou para expor e discutir com os alunos as dimensões históricas e geográficas dos acontecimentos em torno do Islamismo? 3º Passo: - Como se deu essa exposição? Usou de algum gênero textual ou recurso visual específico?

24 4º Passo: Os aspectos-chaves foram selecionados pelo senhor, quais conclusões dos alunos eram esperadas? Como deveriam demonstrar essa compreensão? 5º Passo: Quanto tempo previu para essa tarefa dos alunos, em casa? Que comanda levaram para essa tarefa?

25 Como pretende levantar indícios se os apontamentos deram elementos para a comparação com o texto do livro-didático? Como foi utilizado o livro didático nessa sequência didática? Quais os aspectos presentes no livro didático que servirão para comparação com as anotações dos alunos? O que servirá de estudo dos alunos para a prova escrita?

26 Paráfrases Consiste no observador repetir com as suas palavras o que o observado disse para verificar se ficou claro. Algumas construções de frases que podem ajudar: Professora Alba, Deixa eu ver se ficou claro: pelo que você relata, você organizou a classe em grupos fixos para a leitura dos artigos e depois em grupos menores que lhe permitiu constatar que os alunos ignoravam razões mais profundas dos conflitos do islamismo, foi isso? ; Pelo que você me diz, os objetivos do debate foi extrair conclusões definitivas sobre o tema, correto? você me relatou que o dossiê servirá de texto/instrumento de estudo para a prova? Isso mesmo?

27 Pelo que o senhor me relatou, os alunos fizeram anotações da sua fala ao expor sobre os acontecimentos em torno do Islamismo, isso mesmo? e que isso acontecia simultaneamente a sua exposição, é isso professor? O senhor disse que os alunos deveriam extrair conclusões sobre a evolução e influências do Islamismo na sociedade atual a partir da análise dos aspecto-chaves elencados e registrados pelo senhor na lousa, é isso mesmo?

28 Este exercício faz com que o observado reflita sobre o que falou e confirme o entendimento tanto para ele como para o observador. Este já é um primeiro momento de avaliação. Muitas vezes, ao repetir, ele percebe que a explicação não ficou clara e acaba descrevendo o fato novamente. Caso isso ocorra, faça novo uso de paráfrases para confirmar os novos entendimentos. Quando isso ocorre, uma frase clássica, usada pelo observado é: Não foi bem isto que eu quis dizer. Na realidade, o que aconteceu foi isso, isso e isso.

29 Perguntas de sondagem (reflexão sobre os fatos) O objetivo das perguntas de sondagem é fazer com que o professor pense sobre sua prática e proponha encaminhamentos. Nessa estratégia, o observador faz o professor pensar em novas situações para o desafio criado. Por exemplo para o Prof. Borja: Já que avaliamos que a exposição realizada para apresentação do conteúdo tem importância sim na composição da aula, mas que, segundo a leitura que fizemos de alguns excertos de Délia Lerner sobre o trabalho colaborativo, a possibilidade dos alunos interagirem entre si, para a circulação de informações e troca de saberes, e que alguns alunos não estavam conseguindo estabelecer as relações esperadas, que encaminhamentos podemos fazer?

30 Que outros encaminhamentos podem ser criados para o uso adequado do material do aluno (caderno) e o livro didático, após verificarmos que os alunos não conseguiram levantar informações comuns e da mesma natureza entre os dois? Tampouco estabelecer uma comparação? Em torno do mesmo assunto, há possibilidade de outros instrumentos de avaliação, além da prova escrita, após ao reflexão realizada em torno das habilidades de leitura em que os alunos da classe demonstraram? Como promover questões ou procedimentos para que avancem no nível de proficiência nesta disciplina?

31 E depois? Depois desse momento, o observador deve fazer uma síntese da discussão, emitir sua opinião e contribuir com novas ideias. Alarcão et al (2009) sugerem tipos de comunicação para promover o feedback. Indicamos três que complementam as habilidades descritas anteriormente:

32 Apoio e encorajamento Apoio/encorajamento Consiste em encorajar o professor, confirmando que faz um bom trabalho e que a equipe gestora está à disposição para contribuir para que continue assim. O professor coordenador deve enfatizar que o professor pode procurá-lo mesmo fora de momentos formais de feedback. No caso de Alba o que podemos dizer? No caso de Borja o que podemos dizer?

33 Recomendações São sugestões teóricas metodológicas que podem ser dadas ao professor. Por exemplo, Revisite o texto da Lerner para ver projetos para os alunos melhorarem na leitura. Diante de sua prática de sala de aula, convido-o a estudarmos alguns aspectos apontados por Perrenoud sobre forma de avaliação dos alunos. Destacaria a quarta competência:...nada substitui a observação dos alunos no trabalho, quando se quer conhecer suas competências. Para avaliar o trabalho do pedreiro é melhor julgá-lo ao lado da parede do que numa prova de construção. O que pensa sobre essa ideia, relacionando com a sua proposta de avaliação?

34 Esclarecimento conceitual É necessário sempre esclarecer algum conceito teórico que não ficou entendido ou que se deseja reafirmar. Por exemplo: Você está trazendo um gênero para o trabalho com textos, está se preocupando com o propósito didático da leitura e escrita, mas para os alunos se motivarem temos que buscar um propósito social, no caso um destinatário bem definido para a escrita. Para que eles estão escrevendo? Quem irá ler? Segundo Solé...

35 COMO FICA NOSSO HSTÓRICO DE COLABORAÇÃO? ENCAMINHAMENTO ACORDADO PARA ALBA E BORJA (O QUE SE PROPÕEM A: REVER –MELHORAR- SER MAIS CLARO(A) – ESTUDAR- TROCAR IDEIAS- APERFEIÇOAR – QUERER QUE ACOMPANHE – RETOMAR, COMPARTILHAR - SOCIALIZAR, ETC).

36 ATIVIDADE 3 O TRABALHO COM LEITURA E ESCRITA EM TODAS AS ÁREAS NA ESCOLA Leitura de excertos do Currículo de L.P. e Matemática – Ensino Fundamental foco de discussão: o que o currículo evidencia no trabalho das disciplinas L.P. e MAT., nos diferentes anos, em leitura e escrita? Quadro de Gêneros – uma proposta de trabalho e acompanhamento (amostragem – 1º bimestre) Quadro para levantamento de condições de espaço e de materiais – algumas contribuições dos gestores na dinamização do trabalho.

37 Análise Comparativa: Currículo/Caderno/Diário de Classe foco de discussão: existem discrepâncias entre o que os documentos institucionais trazem sobre o trabalho de leitura e escrita ? E quanto ao trabalho e registro do professor? proposta: como diminuir a distância entre o currículo prescrito e o currículo ensinado, visando alavancar a aprendizagem dos alunos em leitura e escrita e os resultados da escola?

38 ATIVIDADE 5 PLANO DE AÇÃO foco: proficiência dos alunos em leitura e escrita (à luz do currículo) O quê?Por quê?Como?Quando?Quem?Como avaliar?O que se espera? (Ação)(Contexto)(Etapas/Metodol.) (PerIodo com cronograma) (Responsável para cada ação) (processo e produto) (Resultados/Produt o) CURSO MGME – GESTORES - PLANO DE AÇÃO EE:_________________________________________INICIATIVA_____________________________

39 ATIVIDADE 6 PERCURSO DE FORMAÇÃO NO MGME - GESTORES PROPOSTA DO CURSO: - TRANSMITIR EXPOSIÇÃO DE EXCERTOS (IGUAIS DA PLATAFORMA AVA) - CONTEMPLAR EIXOS E CONTEÚDOS DADOS ATRAVÉS DE EXPOSIÇÃO -TRANSMITIR OS VÍDEOS - ALGUMAS VIVÊNCIAS -USAR TODO O MATERIAL DISPONIBILIZADO PROPOSTA DA EQUIPE (Edneia-Maristela- Silvia) - Articular teoria - conteúdo - estratégias formativas de dupla conceitualização, criação de situação fictícia – circulação de informações.

40 PROPOSTA DA EQUIPE (Edneia-Maristela- Silvia) Articular teoria - conteúdo - estratégias formativas de dupla conceitualização, criação de situação fictícia – circulação de informações. Intencionalidades formativas: evitar repetições com as atividades virtuais; disponibilizar vídeos para a escola para discussão a partir das vivências realizadas nos encontros; disponibilizar materiais e sequências didáticas para formação em ATPC; Atuar por homologia de processo; Explicitar os procedimentos e, visando garantir os movimentos da dupla conceitualização; Usar os conteúdos do curso como meio para atingir objetivo de formar o formador para atuar na escola.

41 Revisando módulos e conteúdos Como fizemos aqui? Como realizar na escola?

42 AVALIAÇÃO: momento de reflexão


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