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MODELAGEM DE DADOS E REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO Elvis Fusco.

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Apresentação em tema: "MODELAGEM DE DADOS E REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO Elvis Fusco."— Transcrição da apresentação:

1 MODELAGEM DE DADOS E REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO Elvis Fusco

2 M ODELAGEM DE D ADOS Ao analisar as atividades concernentes à Ciência da Informação como a geração, coleção, organização, interpretação, armazenamento, recuperação, disseminação, transformação e uso da informação, o processo de construção de representações de recursos informacionais tem um papel primordial no âmbito da catalogação. Neste sentido, ressalta-se a importância de novos estudos de modelos conceituais para repensar e projetar a percepção do domínio da representação da informação.

3 C AMADAS DO S ISTEMAS DE I NFORMAÇÃO

4 M ODELAGEM DE D ADOS A Modelagem de Dados é um processo de abstração que visa a definição das informações a serem persistidas de um cenário definido por um domínio de aplicação declarado por um escopo na especificação de requisitos. Essa atividade tem como objetivo identificar, modelar e implementar um modelo de dados consistente com as necessidades do domínio expressas na especificação de requisitos. O produto final desse processo é a estrutura ou esquema do banco de dados (metadados) que conterá as informações a serem persistidas no catálogo.

5 M ODELAGEM DE D ADOS O Modelo de Dados Conceitual fornece uma visão abstrata que representa as informações de persistência no domínio. Esse modelo de dado gerado reflete o conjunto de informações analisado e transcrito em níveis de abstração para um entendimento teórico do universo informacional associado a conceitos universais e não temporais, transformando-se em informações formais.

6 R EQUISITOS F UNCIONAIS DO CATÁLOGO Catálogo Descrição Documentária Gestão da Informação Interoperabilidade User Tasks

7 E VOLUÇÃO DA C ATALOGAÇÃO Evolução do conceito de catalogação bibliográfica que passa da descrição para a representação de recursos informacionais. Identifica-se a necessidade e a urgência da releitura do processo de catalogação adicionado de elementos da Computação com utilização de metodologias de Tratamento Descritivo da Informação no âmbito dos esquemas de representação de catálogos digitais. Necessidade da ampliação do papel do profissional da catalogação, participando de todos os processos envolvendo a construção do catálogo.

8 E XPANSÃO DA C ATALOGAÇÃO Neste contexto, sugere-se a adoção de uma metodologia que utilize a Modelagem de Dados que permita ao profissional da catalogação atuar no processo de construção de banco de dados que reflitam os conceitos da área de catalogação, e que por meio dos recursos da Modelagem Conceitual de Dados encontram-se funcionalidades suficientes para atender os requisitos da Ciência da Informação no Tratamento Descritivo de Recursos Informacionais em ambientes informacionais digitais.

9 M ODELAGEM DE D ADOS Processo de Modelagem de Dados

10 E XPANSÃO DA C ATALOGAÇÃO Normalmente o processo de catalogação não considera a representação conceitual dos elementos que farão parte dos metadados do catálogo, ficando a critério de um profissional da Ciência da Computação fazer o mapeamento dos elementos definidos pelo catalogador numa estrutura conceitual de entidade, atributos e relacionamentos entre os itens bibliográficos. É na Modelagem Conceitual que se desenvolvem modelos de representação das informações de um domínio como um acervo digital ou não, e esta idéia é compartilhada por vários autores dentro da área da Ciência da Informação.

11 C ATALOGAÇÃO Processo de Catalogação Catálogo Projeto Descrição Documentária

12 P ROCESSO DE C ATALOGAÇÃO Projeto do Catálogo Fase em que o catalogador baseado em requisitos funcionais informacionais define um modelo contendo os objetos e elementos de representação e seus relacionamentos:

13 P ROCESSO DE C ATALOGAÇÃO Descrição do Objeto Documentário Fase em que o catalogador realiza a entrada de dados em um registro baseado em um padrão de metadados com base em normas de catalogação.

14 P ROCESSO DE C ATALOGAÇÃO Requisitos Informacionais Elementos de descrição, acesso e localização Regras de catalogação Padrões de metadados Modelagem Conceitual de Dados Modelo Entidade Relacionamento Normalização Modelo Orientado a Objetos Modelo Conceitual de Representação Requisitos e estrutura de representação dos FRBR e FRAD Catálogo Digital Banco de Dados Relacional

15 P ROCESSO DE C ATALOGAÇÃO Levando em consideração o processo da Modelagem Conceitual de Dados, a utilização somente de regras de catalogação e/ou de um padrão de metadados para modelar a estrutura conceitual e de persistência de um banco de dados de um sistema informatizado de catalogação, pode levar a algumas anomalias de informação: Redundância de dados; Inconsistência de dados; Anomalia de exclusão; Anomalia de inclusão; Anomalia de modificação; Incapacidade de representação de relacionamentos complexos.

16 P ROCESSO DE C ATALOGAÇÃO Isso ocorre porque padrões de metadados como o formato MARC têm uma estrutura linear e monolítica em suas estruturas de registros, ou seja, um modelo bidimensional de atributo-valor e determinam o formato de entrada e de intercâmbio de dados, sem determinar o conceito de domínio dos objetos representados com seus relacionamentos.

17 P ROCESSO DE C ATALOGAÇÃO A estrutura de representação dos elementos de persistência de itens bibliográficos influencia a qualidade da informação nos processos de armazenamento, busca e recuperação dessas informações, e deve, portanto, fazer parte do processo de construção de catálogos digitais. A utilização de um padrão de metadados que tem como principal objetivo a entrada de dados e a interoperabilidade e que não considera questões de qualidade de persistência da informação pode, muitas vezes, em alguns ambientes digitais de informação que são baseados somente nesses padrões apresentarem problemas tanto nos processos de manipulação de dados quanto na recuperação das representações dos itens bibliográficos.

18 C AMADAS DE M ETADADOS Interoperabilidade Apresentação Transacional Persistência

19 CONCLUSÕES

20 É necessário que o profissional catalogador estenda a sua atuação ampliando também o conceito de catalogação agregando a esse processo a modelagem das estruturas bibliográficas no desenvolvimento de modelos conceituais que servirão de base para a construção de esquemas de banco de dados.

21 CONCLUSÕES Nesse contexto, regras e práticas de modelagem devem ser utilizadas pelo catalogador atuando como projetista do catálogo fazendo com que anomalias sejam retiradas do projeto e requisitos de qualidade da informação sejam homologadas no modelo.

22 CONCLUSÕES Modelos Conceituais podem ser absorvidos no processo do Representação da Informação pois: 1.Melhoram a comunicação do catalogador com os profissionais da área da Computação; 2.Possibilitam o aperfeiçoamento das estruturas dos esquemas dos registros bibliográficos; 3.Aumentam a riqueza das possibilidades de acesso aos documentos que satisfaçam as tarefas do usuário; 4.São compatíveis com os FRBR e FRAD.

23 CONCLUSÕES A modelagem de dados possibilita uma visão não linear dos elementos descritivos de um item bibliográfico e permite uma eficiente transmissão das mensagens contidas nas representações e a otimização do acesso e uso de ambientes catalográficos, por meio da intersecção entre os itens bibliográficos e as necessidades informacionais dos usuários.

24 CONCLUSÕES Os FRBR mostram aos catalogadores uma referência para o desenvolvimento de projetos de catálogos e comprova que o conhecimento prévio do profissional especialista da área de Tratamento Descritivo e Temático da Informação utilizando um conjunto de metodologias de representação, torna o desenvolvimento de modelos de dados de catálogos mais aderente às demandas informacionais dos usuários.

25 CONCLUSÕES O uso dos FRBR deve ser feito considerando a relação existente entre eles e as regras de catalogação, padrões de metadados e os modelos conceituais de dados, assim como, a interoperabilidade nesses ambientes.

26 CONCLUSÕES Propõe-se a reflexão da ampliação do processo de catalogação no que tange a etapa de projeto das representações, no qual o profissional da informação detém as competências necessárias para, com seus conhecimentos prévios da disciplina de representação tradicional, planejar e implementar modelos de dados, utilizando-se de métodos conceituais de modelagem.

27 MODELAGEM DE DADOS E REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO Elvis Fusco


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