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SOBRE O EVENTO O Fórum Permanente de Empreendedorismo aborda um assunto que há tanto tempo necessita de discussão. A legislação existente no Brasil sobre.

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2 SOBRE O EVENTO O Fórum Permanente de Empreendedorismo aborda um assunto que há tanto tempo necessita de discussão. A legislação existente no Brasil sobre incentivos à Inovação ainda é uma informação de difícil acesso e compreensão, e é exatamente isso que o evento busca mostrar: como as leis podem ajudar os empreendedores a inovarem e obterem sucesso.

3 Campinas, 10 de maio de 2007 INOVAÇÃO

4 INOVAÇÃO é a introdução, com êxito, no mercado, de produtos, serviços, processos, métodos e sistemas que não existiam anteriormente, ou contendo alguma característica nova e diferente da até então em vigor Fonte: Manual de Oslo

5 Inovações Tecnológicas em Produtos e Processos (TPP) compreendem as implantações de produtos e processos tecnologicamente novos e substanciais melhorias tecnológicas em produtos e processos. Uma inovação TPP é considerada implantada se tiver sido introduzida no mercado (inovação de produto) ou usada no processo de produção (inovação de processo). Uma inovação TPP envolve uma série de atividades científicas, tecnológicas, organizacionais, financeiras e comerciais. Uma empresa inovadora em TPP é uma empresa que tenha implantado produtos ou processos tecnologicamente novos ou com substancial melhoria tecnológica durante o período em análise. Fonte: Manual de Oslo

6 INOVAÇÃO definida à lá Clemente Nóbrega: habilidade de gerar dinheiro novo fora do molde usual. Fonte:

7 Entrevista do Presidente da Finep - Prof. Odilon Marcuzzo O país vem consolidando a área de Ciência e Tecnologia há mais de 50 anos, fazendo com que a produção da ciência do conhecimento e o nosso parque de pesquisa tenham alcançado níveis internacionais. Hoje, por exemplo, o Brasil produz 1,8% do conhecimento gerado no mundo. O grande desafio é fazer esse conhecimento se transformar em produtos, processos e serviços que aumentem a qualidade de vida do povo brasileiro e a riqueza nacional.

8 O que se vê nos últimos anos no Brasil é a consciência dessa realidade, levando com que empresas, comunidade acadêmica e governo, em todos os seus níveis, busquem a integração de esforços nesta direção. Tivemos avanços consideráveis, como a definição de uma política industrial, tecnológica e de comércio exterior, a Lei de Inovação, Lei do Bem e diversas outras medidas, modificando e melhorando o ambiente de inovação no país Fonte:

9 Crescimento e competição INOVAÇÃO - Crescentes exigências e os desafios mundiais, exigem que procuremos um jeito novo. INOVAÇÃO – é hoje um dos principais fatores que determina a competitividade de empresas, setores e países. INOVAÇÃO - não é privilégio só de países de primeiro mundo e em indústrias de alta tecnologia. INOVAÇÃO – é um processo que ocorre, principalmente, quando a empresa domina e implementa a produção de bens e/ou serviços que sejam novos para ela, não interessa se são novos ou não para seus concorrentes. INOVAÇÃO – grande número de empresas sabe que é fundamental para alcançar ou manter a competitividade em um mercado cada vez mais exigente. Fonte :

10 Ter uma boa idéia não é suficiente para ser inovador Brasileiro - falta audácia para ser inovador Muitas inovações não dão certo porque são incompatíveis com os processos da empresa. Não funcionam lá mas podem funcionar fora. O famosíssimo Palo Alto Research Center, da XEROX, criou dezenas de produtos que tornaram milionárias outras empresas. Nessas outras sim, viraram inovações. Na XEROX foram apenas novidades. Fonte: Nem tudo que é novo inova - Artigo do Prof. Clemente Nóbrega - físico e consultor de empresas

11 Há inúmeras histórias de gente que criou, mas não aproveitou. BIC OU BIRO? Bic é sinônimo de caneta esferográfica em grande parte do mundo – mas, se o nome tivesse relação com os inventores, o correto seria chamá-la Biro. A idéia de uma caneta com uma esfera na ponta foi de um húngaro refugiado na Argentina, Laszlo Biro. Apesar do sucesso inicial, o produto ainda tinha falhas de design e sofria com cópias generalizadas. 12 anos depois, quando o francês Marcel Bich comprou a patente de Biro e criou a caneta Bic, o produto se tornou um fenômeno de vendas.

12 ALTO LÁ - Muito antes do Macintosh e de a IBM criar o termo PC, o primeiro computador pessoal já existia no laboratório Parc, da Xerox. Idealizado por Butler Lampson, o Alto já embutia conceitos que até hoje rendem fortunas para empresas como Microsoft e Apple: a idéia de uma área de trabalho (desktop), o mouse com dois botões e a interface gráfica. O Alto nunca se tornou um bom negócio para a Xerox. Seu sucessor, batizado de 8010, serviu de inspiração para Steve Jobs e Steve Wozniak criarem o Macintosh, o primeiro computador pessoal a ter sucesso comercial.

13 BETAMAX O sistema de videocassetes criado pela Soxy tinha tudo para ser um sucesso: as fitas eram pequenas, a qualidade da imagem, melhor. Apesar disso, o formato Betamax nunca chegou a vingar no uso doméstico, e o concorrente VHS tornou-se padrão. Um dos motivos apontados para o fracasso do Betamax é que as fitas tinham menos tempo de gravação que a VHS. Mas uma explicação mais razoável é que a Sony se recusou a permitir que outros fabricantes licenciassem o formato, e acabou como única fornecedora de fitas e videocassetes Betamax. Fonte: Artigo - Revista EXAME – Edição 812 – 03/03/2004

14 Dificuldades para Inovação Tecnológica Pesquisa realizada pela FIESP - 74% dos empresários não conhecem a Finep e 90% deles não conhece o CNPq! Como fazer inovação tecnológica? Dentre as indústrias que conhecem as agências de fomento e realizaram projetos com elas, é relativamente baixo o grau de uso: Fapesp, 76,7%; Finep, 63,3%; BNDES, 55,8%; CNPq, 90,3%. Das indústrias que realizaram projetos com as agências, a avaliação de desempenho sobre os diversos aspectos em nota de bom e ótimo teve como média geral: Fapesp, bom/ótimo, 68,7%; Finep, péssimo/ruim, 51,9%; BNDES, péssimo/ruim, 63,0%; CNPq, péssimo/ruim, 71,4%. Estas informações mostram a urgência de ampla divulgação entre o empresariado brasileiro do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação, e reflexão, por parte das agências, da baixa avaliação que tiveram por parte das empresas usuárias do sistema de C&T. Os resultados da pesquisa da Fiesp estão disponíveis no site

15 Dificuldades para Inovação Tecnológica Outra pesquisa, realizada pela CNI e pelo SEBRAE com 743 empresas, levantou outros dados importantes. Fonte: 81% das empresas planejavam investir em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) este ano, mas aplicar no máximo 2% do seu faturamento. 76% das empresas planejam comprar máquinas e equipamentos e 65% pretendem se concentrar no aperfeiçoamento de processos produtivos e dos seus produtos. 20% planejam construir laboratórios de pesquisa e 21% prevêem no orçamento gastos com aquisição de tecnologias desenvolvidas fora da companhia. Mais detalhes nos números 563 e 564 do Jornal da Ciência, da SBPC.

16 CATEGORIAS O que fazer com o conhecimento gerado? Registrar, catalogar, indexar,... Divulgar, transmitir Aprofundar, estender Interligar, integrar Proteger, transferir (vender) Facilitar acesso e consulta Identificar e estimular novos usos Promover e apoiar novos usos Projetar soluções Avaliar viabilidade técno-econ. Pesquisar demanda e requisitos Desenvolver protótipos Validar protótipos Testar e validar produtos Comercializar produtos Prospectar novos mercados Difusão Proteção / Transferência Tecnologia Desenvolvimento de Projetos Acadêmicos Desenvolvimento de Produtos Desenvolvimento de Negócios INVENÇÃO INOVAÇÃO AÇÕES Fonte: Stratplan

17 Quem e onde são executadas as ações? Universidade / Pesquisadores / Instrutores Agências de Inovação Pesquisadores / Instrutores Empreendedores / Incubadoras Empresas / Parques Tecnológicos Difusão Proteção / Transferência Tecnologia Desenvolvimento de Projetos Acadêmicos Desenvolvimento de Produtos Desenvolvimento de Negócios CATEGORIAS AUTORES/LOCAIS

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19 A criatividade e o empreendedorismo são as principais características da era da inovação. Observação do Prof. Marcos Formiga – Assessor da CNI e Prof. da UnB Destaca que a educação continuada é imprescindível nesses novos tempos.

20 SPIN-OFF ACADÊMICO: CRIANDO RIQUEZAS A PARTIR DE CONHECIMENTO E PESQUISA Empreendedorismo é o motor e o combustível da inovação. Não existem dúvidas, atualmente, que o empreendedorismo, a inovação tecnológica e a comercialização de pesquisa são fenômenos intrinsecamente ligados e vitais para criação e manutenção da riqueza de um país. Pesquisadores de Universidades, sejam professores ou alunos de pós-graduação, são atores únicos no processo de inovação pelo conhecimento tácito tecnológico (know how) acumulado que possuem. Por isso, têm grande potencial para criarem produtos ou processos inovadores que são de grande importância para os desenvolvimentos tecnológico, econômico e social de um país. Fonte:

21 Empreendedorismo Global Entrepreneurship Monitor - GEM GEM - pesquisa organizada pela Babson College (EUA) e pela London Business School (Inglaterra) - realizada anualmente. No Brasil, a GEM tem como parceiros o IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Paraná), o SEBRAE, o Sistema FIEP e a PUC-PR.

22 Empreendedorismo A pesquisa GEM mede o empreendedorismo em 34 países de todos os continentes, e tem mostrado que o Brasil se destaca entre os países empreendedores do mundo. Em 2000 primeira colocação Em 2001 caiu para 5ª posição Em 2002 caiu para 7ª colocação Em 2003 subiu para 6º lugar Em 2004 caiu para 11º lugar Em 2005 caiu para 15º lugar – pesquisa em 37 paises Em 2006 caiu para 20º lugar - pesquisa em 42 países

23 Empreendedorismo 2002, o país ficou em primeiro lugar em empreendedorismo por necessidade entre os países pesquisados – novidade – aumento do percentual de abertura de negócios pela percepção de novas oportunidades (e não por necessidade) terceira maior população empreendedora por oportunidade registrada pela pesquisa.

24 Empreendedorismo 2004 o país ficou em quarto lugar em empreendedorismo por necessidade entre os países pesquisados. Fica atr á s apenas de Uganda, Peru e Equador Ranking desalentador - a coloca ç ão dos pa í ses é determinada pela falta de oportunidades.

25 Empreendedorismo 2005 nova fase no GEM - 37 países - passou-se a analisar com detalhes um período mais abrangente da vida dos empreendedores. Assim, quanto ao estágio de seus negócios, os empreendedores classificam-se em: Empreendedores iniciais: aqueles cujos empreendimentos têm até 42 meses de vida, período que a literatura considera capital para a sobrevivência de um empreendimento. subdividem-se em dois tipos:

26 Empreendedorismo nascentes: aqueles à frente de negócios em implantação – busca de espaço, escolha de setor, estudo de mercado etc. que, se chegaram a gerar remuneração, o fizeram por menos de três meses; novos: seus negócios já estão em funcionamento e geraram remuneração por pelo menos três meses.

27 Empreendedorismo países pesquisados: 21 países da Europa, 10 das Américas (5 da América do Sul), 9 da Ásia, 1 da África e 1 da Oceania. Oito países participaram pela primeira vez neste ciclo da pesquisa GEM: República Tcheca, Turquia, Uruguai, Colômbia, Emirados Árabes, Filipinas, Indonésia e Malásia.

28 Brasil - 6ª posição no ranking mundial de empreendedorismo entre as mulheres. A taxa nacional de 10,8% da população feminina com mais de 18 anos dedicada a tocar o próprio negócio é inferior apenas -Venezuela 23,9% -Tailândia 19,3% -Jamaica 15,7% -Nova Zelândia 13,7% -China 11,6% Em números absolutos - terceira posição - EUA e China - 6,3 milhões de mulheres empreendedoras Homens empreendedores - 13º lugar na seleção mundial

29 Empreendedorismo por oportunidade manteve taxa de 6% - Caiu da 15ª posição para a 20ª. Empreendedorismo por necessidade houve uma pequena variação – ,3% e ,6% - Brasil passou de 4º colocado para 6º.

30 Empreendedorismo Empreendedores por oportunidade: são motivados pela percepção de um nicho de mercado em potencial. Empreendedores por necessidade: são motivados pela falta de alternativa satisfatória de ocupação e renda.

31 Empreendedorismo A pesquisa da GEM no Brasil: aponta barreiras para o desenvolvimento da atividade empreendedora, aponta fatores favoráveis à abertura de pequenos negócios, e sugere uma série de propostas para dinamizar o empreendedorismo nacional.

32 Empreendedorismo Do elenco de propostas constam: reduções da burocracia, acesso ao crédito, diminuição dos custos tributários e trabalhistas, melhoria do sistema de informações relativas a abertura e condução dos negócios, e educação voltada ao empreendedorismo.

33 Empreendedorismo

34 Mais Empreendedorismo = Menos Desigualdade

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36 Trabalhava na colheita de cana de açúcar em Campos (RJ) e resolveu transferir para capital do Rio, em busca de um sonho! Trabalhou de motorista na Polygram. Não foi uma boa experiência, foi mandado embora. Problemas: aluguel de um pequeno barraco - não tinha dinheiro foi despejado - foi morar na rua - ele e a mulher grávida. Situação lamentável - fundo do poço. Conseguiu R$ 12,00 para comprar remédio para a mulher, mas acabou comprando meia dúzia de doces. Começou a vender os doces na calçada onde hoje é a banca mais famosa do Brasil!

37 Trajetória de sucesso Eu não sabia que tinha o dom de encantar e de fidelizar os meus clientes. Então, comecei como ambulante há exatamente 18 anos, com apenas R$ 12,00. Foi com esse dinheiro que eu comecei minha trajetória de sucesso! Hoje sou considerado um dos melhores palestrantes e consultores de marketing e vendas do Brasil. Chego a fazer 15 palestras por mês e já fui citado pelo Philip Kotler, nos EUA. Também já concedi inúmeras entrevistas na mídia nacional e internacional.

38 Globalização Hoje sei que a concorrência entre as empresas é muito grande. Afinal, a globalização deixou os produtos iguais. Portanto, o diferencial deve estar nas táticas de venda. A empresa deve sempre fugir do igual!

39 O segredo da Banca do David é sempre estar se destacando dos concorrentes. Tive que inventar muitas coisas. O sucesso de um produto ou da própria empresa está em saber lidar com o público. O cliente é mesmo um Rei e não tem conversa. É preciso ter transparência, então não mostre aquilo que não pode oferecer! Os clientes gostam sempre de boas novidades, por isso devemos surpreendê-los a toda hora!

40 Brasil precisa de mais doutores Presidente da Capes - Jorge Almeida Guimarães O profissional que domina a metodologia científica a ser utilizada pela indústria em seus projetos de inovação deve ser formado pela universidade. O Brasil não inova por um problema cultural. Mas acredita que a situação está mudando. O meio acadêmico no Brasil, é muito novo se comparado aos similares europeus e norte- americano. Esse tempo não foi suficiente para formar uma cultura de inovação, principalmente porque o segmento industrial não aprendeu a aproveitar melhor o conhecimento gerado nas universidades.

41 A produção acadêmica brasileira é destacada em todo o mundo, ultrapassando países mais tradicionais na formação de recursos humanos. Em termos de qualidade estamos muito bem. O que nos falta é quantidade Formamos cerca de 2 mil doutores por ano. Mas precisamos chegar à casa dos 5 mil até Desses, apenas 40% são da área de exatas, que é o que pode fomentar a inovação industrial.

42 Para se ter uma idéia desse déficit, os países que concorrem diretamente com o Brasil, como Espanha, Índia, China, Taiwan, Cingapura e Coréia do Sul, formam 60% de seus doutores nas áreas de engenharia, física e química. O plano da Capes é até 2015, 70% de doutores formados sejam de ciências exatas e biológicas. Fonte:

43 Estudo do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada com grupos empresariais - 90% do PIB industrial - empresas inovadoras chegam a faturar 30% acima das concorrentes, têm maior lucratividade, exportam mais e pagam melhores salários. Estudo - apenas 1,7% das 72 mil empresas pesquisadas investe 3% do faturamento anual para inovar e diferenciar seus produtos. Essa 'nata' do setor industrial - anualmente R$ 1,9 bilhão somente em pesquisa e desenvolvimento interno. Fonte:

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46 Inovação: o segredo está na motivação Editado por Comunidade da Inovação Uma das características mais marcantes da criatividade e da inovação é o fato de que dificilmente pode se prever exatamente qual será o resultado desta nova empreitada. Edward de Bono, o conhecido autor, palestrante e inventor do pensamento lateral, em artigo para o site Management Issues, compara a inovação com a idéia de criar um novo prato: por mais que você conheça os ingredientes que está manipulando, o sabor que este prato vai ter talvez não seja aquele previsto inicialmente. Fonte:

47 Inovação: o segredo está na motivação Editado por Comunidade da Inovação Cabe ao inovador prever riscos e utilizar idéias criativas para minimizá-los. Um dos perigos da criatividade é ignorar esse fato. Não basta ter uma boa idéia se não há um plano bem elaborado para implementá-la. De Bono ressalva, porém, que não se pode associar sempre a criatividade a alto risco, caso contrário se criará na empresa uma cultura de se evitar o risco e, em conseqüência, a criatividade. Agindo assim, a empresa certamente funcionará muito abaixo de seu potencial. E, como diz De Bono, quanto maior a eficiência de uma empresa, maior será sua necessidade de criatividade. Fonte:

48 INOVAÇÃO - Hoje é a bola da vez – As empresas percebem que é necessário para ganhar competitividade. Cada empresa tem seu time – se todas se tornarem inovadoras, acaba a graça – diferencial. Vocês se lembram da QUALIDADE!! – era um diferencial era a competitividade – Hoje é corriqueiro. Inovação – relação direta com P&D – A grande maioria das empresas brasileiras não tem condições de fazer P&D

49 Para cada empresa, a inovação é um diferencial no seu mercado e pode ser alcançada pela criatividade. Criatividade que pode ser cópia do que já foi implantada em outros mercados, mas ainda não chegou ao seu. II Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria A indústria percebe a necessidade de inovação como fator de competitividade, mas ainda não encontrou o caminho. Fonte: Jorge Hori -

50 As competências de qualquer empresa migram à medida que ela cresce e amadurece; antes de sairmos tentando imitar práticas de outras organizações, é bom nos fazermos a pergunta-chave: Quais as circunstâncias em que a minha empresa está agora? Elas têm a ver com as que definiram o sucesso daquela que eu estou querendo imitar? Se os especialistas não ignorassem que gestão é a ciência das circunstâncias, haveria muito mais luz (e menos abafamento) no mundo empresarial. O que uma empresa é competente para fazer depende de três coisas: a- de seus recursos; b- de seus processos e c- de seus critérios para definir prioridades (vamos chamar esses critérios de valores). É analisando esses três elementos que você, como gestor, decide qualquer coisa em uma empresa. Decide como e em que inovar, inclusive Artigo Quer inovar? Cultura é tudo – Clemente Nóbrega

51 Empresas - criar uma unidade própria de P&D (MUITO CARO) Parceria com a Universidade – Depende de Convênios/Contratos – time do pesquisador e o do empresário. Terceirização do P&D - Incubadoras.

52 Empresas Incubadas

53 Uma das linhas prioritárias da gestão do novo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, será estimular e ampliar os processos de inovação no meio empresarial. Coutinho, já tem em mãos pedido do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, para que prepare uma série de estudos setoriais de longo prazo que terão a inovação como um dos eixos centrais de reflexão. Fonte: Valor Online - BNDES, com Coutinho, terá ênfase na inovação

54 Como aprender a fazer inovação? Essa é a pergunta de um bilhão de dólares. Ela é equivalente a: como eu aprendo a praticar medicina, ou engenharia, ou direito? Resposta: estudando. Sim. Inovação, para ser útil, tem de ser algo que NÓS FAÇAMOS não algo que nos excite vendo OUTROS FAZEREM. Fonte:

55 Palestras e eventos, sempre deparamos com exemplos de inovadores bem sucedidos, Microsoft, Apple, Google, Yahoo e outras. Estes casos são a exceção, são fora da média. Nós os na média, não podemos ficar olhando e admirando esses exemplos. É como jogar e ganhar na Loteria. Uns ganham, outros não jogam, outros perdem.

56 É preciso inovar. Mas como? Anteriormente os empresários tinham algumas alternativas: inovar, comprando tecnologias ou desenvolvendo tecnologia própria, através de P&D. A inovação pela compra, vale para um mercado local ou regional, mas não para o global, uma vez que se trata de tecnologia - com seus correspondentes produtos - já lançados em outros mercados.

57 Porque o detentor de tecnologia iria vendê-la para terceiros? Só quando estivesse superada por outra por ele desenvolvida. O vendedor de tecnologia só vende a de penúltima geração, um "semi-novo", nunca a de última geração. Fonte:

58 Virando o senso comum de cabeça para baixo, um sócio sênior e uma especialista em inovação da McKinsey & Company, desbancam o mito de que as empresas feitas para durar podem continuar a superar as expectativas ano após ano - e revelam as estratégias dinâmicas da descontinuidade e destruição criativa que essas empresas precisam adotar para manter a excelência e permanecer competitivas.

59 Os autores revelam que esse preceito estratégico clássico - desenvolver poder do mercado sobre o core bem definido - ainda é a chave da vantagem e a plataforma mais viável para o sucesso da expansão.

60 O negócio que é brinquedo! O que acontece quando um médico pediatra transforma sua paixão por crianças em empreendimento? Nasce a maior rede de lojas de brinquedo da América Latina! Ricardo Sayon é formado em medicina pela USP, com residência e pós graduação em Pediatria, exercendo a atividade até Atualmente, é o Diretor Comercial da Ri Happy Brinquedos. O médico empreendedor que descobriu o segredo do sucesso: boas parcerias e atendimento diferenciado. Há 19 anos no mercado, a Ri Happy investe em treinamento de equipe, excelência na prestação de serviços e inovação. Com um pensamento moderno e ousado, lançou, em 1997, o 1º site brasileiro para venda de brinquedos. Além disso, foi pioneira no lançamento de revista própria, que hoje, além de ser entregue no domicilio dos clientes cadastrados e distribuídas nas lojas, pode ser comprada em bancas de jornal. Workshop Endeavor - 09/05/2007

61 Conclusões 1.A indústria percebe a necessidade de inovação como fator de competitividade, mas ainda não encontrou o caminho. 2.Instituições públicas não vão substituir as empresas 3.A indústria vê como uma possibilidade de repetir a bem sucedida reação, ocorrida com a abertura da economia nos anos noventa, dos programas de qualidade e entende como falta de mobilização a não percepção do risco. 4.Institutos de Pesquisas e Universidades não vão resolver os problemas das empresas e nem fazer a pesquisa que elas não fazem. 5.Não podemos esquecer que falta uma sinergia entre os players (governo, academia e empresa)

62 Tempo LançamentoCrescimentoMaturidadeDeclínio Vendas Totais Vendas Desenvolvimento $ Investimento Empreendimentos de base tecnológica, são complexos e dependem de investimentos intensos para seu desenvolvimento

63 Empresas Graduadas

64 Green Technologies Assinatura de Contrato com a Empresa ATI-GEL

65 Green Technologies Comercialização do produto pela BROTO LEGAL

66 Empresas Graduadas

67 Vacuoflex Assinatura de contrato com o Grupo RENTANK

68 Empresas Graduadas

69 Engº Iron Daher, recebendo troféu no Teatro SESI MINAS – Belo Horizonte - MG

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78 Muito Obrigado Engº Davi I. Sales Fone (19) – Fax


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