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POLÍTICA NACIONAL DO LIVRO E O MOVIMENTO ASSOCIATIVO: disseminação da informação e propriedade intelectual Agradecimentos: UDESC, CENTRO ACADEMICO DE BIBLIOTECONOMIA.

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1 POLÍTICA NACIONAL DO LIVRO E O MOVIMENTO ASSOCIATIVO: disseminação da informação e propriedade intelectual Agradecimentos: UDESC, CENTRO ACADEMICO DE BIBLIOTECONOMIA – CAB , CURSO DE BIBLIOTECONOMIA - Gestão da Informação, CAB-UFSC. Prezados colegas profissionais conforme mencionado no inicio da abertura dos trabalhos, senhoras e senhores. EREBD-SUL Ursula Blattmann Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis, 13 de fevereiro de 2004

2 Sumário Políticas e o bibliotecário
Editoras, livrarias, distribuidoras e Bibliotecas Disseminação das informações: políticas internas e externas Direitos da propriedade intelectual: do papel ao eletrônico on-line Conviver e cooperar no ambiente da informação Idéia geral do conteúdo: foco nas políticas lei do livro, semana da biblioteca e política nacional do livro Provocar a reflexão, a discussão e o debate de idéias. “A liberdade de expressão permite o debate. E o debate é a alma do progresso cultural e científico”. A censura ao livro é a proibição do pensamento – Oswaldo Siciliano –

3 Políticas e o bibliotecário
Evolução e adaptação: Leis /12/1966 , Lei de 30/10/2003 DECRETO , DE 09/04/1980 – Perfil profissional: ética, trabalho com reflexão crítica, presteza, dedicação, colaboração, cooperação, solidariedade, prudência, paciência. Acesso ou uso? Do papel ao virtual: suportes da informação, técnicas, tecnologias e pessoas Contexto social: desemprego, violência, corrupção e fome (de comida e de leitura – barriga e cérebro). Perspectivas: educação, cultura, lazer e informação! Isto envolve bibliotecas! Ou qual seria o nome para este espaço de acesso e proporcionar leituras? Precisamos criar novos nomes ou melhor o que já existe? Como? Seriedade, imparcialidade e senso crítica de cada pessoa. Responsabilidade social e prudência: o que fazemos, por que fazemos, poderíamos melhorar? Como desempenhar nossas funções perante a sociedade e as organizações ? É possível criar a sustentabilidade ambiental e social, qual é o papel do profissional? Competências , habilidades, técnicas e tecnologias: entre a informação e o leitor – está o bibliotecário?

4 Dia Nacional do livro Lei 5.191 13/12/1966
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art 1º Fica instituído o Dia Nacional do Livro, que será comemorado, anualmente, no dia 29 do mês de outubro. Parágrafo único. É obrigatória a comemoração da data nas escolas públicas e particulares de ensino primário e médio sem interrupção dos trabalhos escolares. Art 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Art 3º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 13 de dezembro de 1966; 145º da Independência e 78º da República. H. CASTELLO BRANCO Raymundo Moniz de Aragão Lei da Política Nacional do Livro entra em vigorA Presidência da República sancionou no dia 30 de outubro de 2003, o projeto de lei do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que institui a Política Nacional do Livro. A matéria publicada no Diário Oficial da União dessa sexta-feira, dia 31, contou com ativa colaboração do Sindicato Nacional dos Editores de Livros. Foi com enorme satisfação que o SNEL dedicou, ao longo do último ano, total empenho à elaboração e à aprovação do projeto. Pelo menos um ponto da nova lei contribui de forma a impactar a indústria do livro no seu sentido mais amplo: a inserção de rubrica orçamentária pelo Poder Executivo para financiamento da modernização e expansão do sistema bibliotecário e de programas de incentivo à leitura. Segundo a matéria, o governo poderá ainda ser obrigado a abrir linhas de crédito específicas para editoras e distribuidoras de livros. A lei que tem por objetivo criar normas e incentivos destinados a ampliar o acesso à leitura no país, também atende a demandas específicas e pontuais da indústria editorial, tais como a permissão às editoras para formação de um fundo de provisão destinado à depreciação de estoques e de adiantamentos de direitos autorais. Infelizmente dois itens do projeto foram vetados pelo Executivo durante a sanção. O Artigo 10º que facultava às editoras a contratação de trabalho autônomo de revisores, redatores, capistas, tradutores, diagramadores, e outros similares, sem configuração de vínculo empregatício; e o Artigo 15º que criava condições para obtenção de incentivos fiscais para instalação de novas livrarias. Veja no site do SNEL ou no Portal Editorial a íntegra da nova lei.Fonte: SNEL Data de publicação: 4/11/2003

5 DECRETO , DE 09/04/ Institui a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca e o Dia do Bibliotecário O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, resolve: Art. 1° Fica instituída a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, com início a 23 de outubro e término a 29 do mesmo mês, data esta consagrada como o "Dia Nacional do Livro", pela Lei nº 5.191, de 13 de dezembro de 1966. Art. 2° Os festejos e comemorações, de caráter cultural e popular, deverão ser levados a efeito em todo o território nacional. Art. 3° Ao Ministério da Educação e Cultura, através do Instituto Nacional do Livro , caberá a coordenação dessas comemorações, com a colaboração da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e demais entidades e expressões da vida nacional, vinculadas ao livro e às bibliotecas. Art. 4° Fica instituído o Dia do Bibliotecário, a ser comemorado em todo o território nacional a 12 de março, data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. Art. 5° Ficam revogados os Decretos n°s 884, de 10 de abril de 1962 e , de 13 de outubro de 1967 e demais disposições em contrário. Art. 6° Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. JOÃO FIGUEIREDO E. Portella Semana Nacional do Livro e da Biblioteca Dia do Bibliotecário

6 Lei , 30/10/2003 Institui a Política Nacional do Livro CAPÍTULO I - A POLÍTICA NACIONAL DO LIVRO DIRETRIZES GERAIS Art. 1o Esta Lei institui a Política Nacional do Livro, mediante as seguintes diretrizes: I - assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro; II - o livro é o meio principal e insubstituível da difusão da cultura e transmissão do conhecimento, do fomento à pesquisa social e científica, da conservação do patrimônio nacional, da transformação e aperfeiçoamento social e da melhoria da qualidade de vida; III - fomentar e apoiar a produção, a edição, a difusão, a distribuição e a comercialização do livro; IV - estimular a produção intelectual dos escritores e autores brasileiros, tanto de obras científicas como culturais; V - promover e incentivar o hábito da leitura; VI - propiciar os meios para fazer do Brasil um grande centro editorial; VII - competir no mercado internacional de livros, ampliando a exportação de livros nacionais; VIII - apoiar a livre circulação do livro no País; Lei da Política Nacional do Livro entra em vigorA Presidência da República sancionou no dia 30 de outubro de 2003, o projeto de lei do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que institui a Política Nacional do Livro. A matéria publicada no Diário Oficial da União dessa sexta-feira, dia 31, contou com ativa colaboração do Sindicato Nacional dos Editores de Livros. Foi com enorme satisfação que o SNEL dedicou, ao longo do último ano, total empenho à elaboração e à aprovação do projeto.

7 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
IX - capacitar a população para o uso do livro como fator fundamental para seu progresso econômico, político, social e promover a justa distribuição do saber e da renda; X - instalar e ampliar no País livrarias, bibliotecas e pontos de venda de livro; XI - propiciar aos autores, editores, distribuidores e livreiros as condições necessárias ao cumprimento do disposto nesta Lei; XII - assegurar às pessoas com deficiência visual o acesso à leitura. Leitura critica de cada artigo

8 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
CAPÍTULO II - DO LIVRO Art. 2o Considera-se livro, para efeitos desta Lei, a publicação de textos escritos em fichas ou folhas, não periódica, grampeada, colada ou costurada, em volume cartonado, encadernado ou em brochura, em capas avulsas, em qualquer formato e acabamento. Parágrafo único. São equiparados a livro: I - fascículos, publicações de qualquer natureza que representem parte de livro; II - materiais avulsos relacionados com o livro, impressos em papel ou em material similar; III - roteiros de leitura para controle e estudo de literatura ou de obras didáticas; IV - álbuns para colorir, pintar, recortar ou armar; V - atlas geográficos, históricos, anatômicos, mapas e cartogramas; VI - textos derivados de livro ou originais, produzidos por editores, mediante contrato de edição celebrado com o autor, com a utilização de qualquer suporte; VII - livros em meio digital, magnético e ótico, para uso exclusivo de pessoas com deficiência visual; VIII - livros impressos no Sistema Braille. Pelo menos um ponto da nova lei contribui de forma a impactar a indústria do livro no seu sentido mais amplo: a inserção de rubrica orçamentária pelo Poder Executivo para financiamento da modernização e expansão do sistema bibliotecário e de programas de incentivo à leitura. Segundo a matéria, o governo poderá ainda ser obrigado a abrir linhas de crédito específicas para editoras e distribuidoras de livros. A lei que tem por objetivo criar normas e incentivos destinados a ampliar o acesso à leitura no país, também atende a demandas específicas e pontuais da indústria editorial, tais como a permissão às editoras para formação de um fundo de provisão destinado à depreciação de estoques e de adiantamentos de direitos autorais. Fonte: SNEL Data de publicação: 4/11/2003

9 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
CAPÍTULO II - DO LIVRO Art. 3o É livro brasileiro o publicado por editora sediada no Brasil, em qualquer idioma, bem como o impresso ou fixado em qualquer suporte no exterior por editor sediado no Brasil. Art. 4o É livre a entrada no País de livros em língua estrangeira ou portuguesa, isentos de imposto de importação ou de qualquer taxa, independente de licença alfandegária prévia. Leitura critica dos artigos

10 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
CAPÍTULO III - DA EDITORAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO LIVRO Art. 5o Para efeitos desta Lei, é considerado: I - autor: a pessoa física criadora de livros; II - editor: a pessoa física ou jurídica que adquire o direito de reprodução de livros, dando a eles tratamento adequado à leitura; III - distribuidor: a pessoa jurídica que opera no ramo de compra e venda de livros por atacado; IV - livreiro: a pessoa jurídica ou representante comercial autônomo que se dedica à venda de livros. Leitura critica dos artigos

11 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
Art. 6o Na editoração do livro, é obrigatória a adoção do Número Internacional Padronizado, bem como a ficha de catalogação para publicação. Parágrafo único. O número referido no caput deste artigo constará da quarta capa do livro impresso. Art. 7o O Poder Executivo estabelecerá formas de financiamento para as editoras e para o sistema de distribuição de livro, por meio de criação de linhas de crédito específicas. Parágrafo único. Cabe, ainda, ao Poder Executivo implementar programas anuais para manutenção e atualização do acervo de bibliotecas públicas, universitárias e escolares, incluídas obras em Sistema Braille. Leitura critica dos artigos

12 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
Art. 8o É permitida a formação de um fundo de provisão para depreciação de estoques e de adiantamento de direitos autorais. § 1o Para a gestão do fundo levar-se-á em conta o saldo existente no último dia de cada exercício financeiro legal, na proporção do tempo de aquisição, observados os seguintes percentuais: I - mais de um ano e menos de dois anos: trinta por cento do custo direto de produção; II - mais de dois anos e menos de três anos: cinqüenta por cento do custo direto de produção; III - mais de três anos: cem por cento do custo direto de produção. § 2o Ao fim de cada exercício financeiro legal será feito o ajustamento da provisão dos respectivos estoques. Leitura critica dos artigos

13 Política Nacional do Livro Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003
Art. 9o O fundo e seus acréscimos serão levados a débito da conta própria de resultado, sendo seu valor dedutível, para apuração do lucro real. As reversões por excesso irão a crédito para tributação. Art. 10. (VETADO : O Artigo 10º que facultava às editoras a contratação de trabalho autônomo de revisores, redatores, capistas, tradutores, diagramadores, e outros similares, sem configuração de vínculo empregatício) Art. 11. Os contratos firmados entre autores e editores de livros para cessão de direitos autorais para publicação deverão ser cadastrados na Fundação Biblioteca Nacional, no Escritório de Direitos Autorais. Art. 12. É facultado ao Poder Executivo a fixação de normas para o atendimento ao disposto nos incisos VII e VIII do art. 2o desta Lei. Leitura critica dos artigos

14 Política Nacional do Livro - 10.753 CAPÍTULO IV - DA DIFUSÃO DO LIVRO
Art. 13. Cabe ao Poder Executivo criar e executar projetos de acesso ao livro e incentivo à leitura, ampliar os já existentes e implementar, isoladamente ou em parcerias públicas ou privadas, as seguintes ações em âmbito nacional: I - criar parcerias, públicas ou privadas, para o desenvolvimento de programas de incentivo à leitura, com a participação de entidades públicas e privadas; II - estimular a criação e execução de projetos voltados para o estímulo e a consolidação do hábito de leitura, mediante: a) revisão e ampliação do processo de alfabetização e leitura de textos de literatura nas escolas; b) introdução da hora de leitura diária nas escolas; c) exigência pelos sistemas de ensino, para efeito de autorização de escolas, de acervo mínimo de livros para as bibliotecas escolares; III - instituir programas, em bases regulares, para a exportação e venda de livros brasileiros em feiras e eventos internacionais; IV - estabelecer tarifa postal preferencial, reduzida, para o livro brasileiro; V - criar cursos de capacitação do trabalho editorial, gráfico e livreiro em todo o território nacional. Leitura critica dos artigos

15 Política Nacional do Livro - 10.753
CAPÍTULO IV - DA DIFUSÃO DO LIVRO Art. 14. É o Poder Executivo autorizado a promover o desenvolvimento de programas de ampliação do número de livrarias e pontos de venda no País, podendo ser ouvidas as Administrações Estaduais e Municipais competentes. Art. 15. (VETADO: criava condições para obtenção de incentivos fiscais para instalação de novas livrarias. ) CAPÍTULO V - DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 16. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios consignarão, em seus respectivos orçamentos, verbas às bibliotecas para sua manutenção e aquisição de livros. Art. 17. A inserção de rubrica orçamentária pelo Poder Executivo para financiamento da modernização e expansão do sistema bibliotecário e de programas de incentivo à leitura será feita por meio do Fundo Nacional de Cultura. Leitura critica dos artigos

16 Política Nacional do Livro - 10.753 CAPÍTULO V - DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 18. Com a finalidade de controlar os bens patrimoniais das bibliotecas públicas, o livro não é considerado material permanente. Art. 19. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 30 de outubro de 2003; 182o da Independência e 115o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Márcio Thomaz Bastos Antonio Palocci Filho Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque Jaques Wagner Márcio Fortes de Almeida Guido Mantega Miro Teixeira Ricardo José Ribeiro Berzoini Gilberto Gil Leitura critica dos artigos

17 Política Nacional do livro
Evolução e adaptação: Lei de 30/10/2003 DECRETO , DE 09/04/1980 LEI N° 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998  - Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. DECRETO N° 520, DE 13 DE MAIO DE 1992 - Institui o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, e dá outras providências. Leitura critica da legislação

18 DECRETO Nº 520 – 13/05/1992 Institui o Sistemas Nacional de Bibliotecas Públicas e dá outras providências Art. 1º Fica instituído, junto à Fundação Biblioteca Nacional, o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, com vistas a proporcionar à população bibliotecas públicas racionalmente estruturadas, de modo a favorecer a formação do hábito de leitura, estimulando a comunidade ao acompanhamento do desenvolvimento sócio-cultural do País. Art. 2º O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas tem os seguintes objetivos: I - incentivar a implantação de serviços bibliotecários em todo o território nacional; II - promover a melhoria do funcionamento da atual rede de bibliotecas, para que atuem como centros de ação cultural e educacional permanentes; III - desenvolver atividades de treinamento e qualificação de recursos humanos, para o funcionamento adequado das bibliotecas brasileiras; IV - manter atualizado o cadastramento de todas as bibliotecas brasileiras; V - incentivar a criação de bibliotecas em municípios desprovidos de bibliotecas públicas; Leitura critica dos artigos

19 DECRETO Nº 520 – 13/05/1992 VI - proporcionar, obedecida a legislação vigente, a criação e atualização de acervos, mediante repasse de recursos financeiros aos sistemas estaduais e municipais; VII - favorecer a ação dos coordenadores dos sistemas estaduais e municipais, para que atuem como agentes culturais, em favor do livro e de uma política de leitura no País; VIII - assessorar tecnicamente as bibliotecas e coordenadorias dos sistemas estaduais e municipais, bem assim fornecer material informativo e orientador de suas atividades; IX - firmar convênios com entidades culturais, visando à promoção de livros e de bibliotecas. Art. 3º Respeitado o princípio federativo, o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas atuará no sentido de fortalecer os respectivos sistemas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Leitura critica dos artigos

20 DECRETO Nº 520 – 13/05/1992 Art. 4º Para consecução dos objetivos do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, poderão ser celebrados convênios e contratos de prestação de serviços que visem: I - à especialização do quadro de recursos humanos; II - à orientação técnica, dentro dos padrões biblioteconômicos e normas comuns ou para casos localizados; III - ao incremento da circulação de bens culturais; IV- ao apoio a programas de atualização profissional, com a colaboração das universidades, especialmente mediante seus cursos de biblioteconomia e de ação cultural; V- à colaboração em projetos que envolvam entidades nacionais e internacionais. Art. 5º Constituem receitas da Fundação Biblioteca Nacional, destinadas ao Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas: I-recursos do orçamento da União; II - doações e contribuições nacionais e internacionais; III - participação financeira dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Leitura critica dos artigos

21 DECRETO Nº 520 – 13/05/1992 Art. 6º O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas será dirigido pelo Presidente da Fundação Biblioteca Nacional, competindo-lhe: I - gerir os seus recursos financeiros na forma da lei; II - celebrar convênios com instituições públicas ou privadas, nacionais ou internacionais, para a execução dos seus programas; III - firmar contratos de prestação de serviços, visando ao desenvolvimento de projetos a ele vinculados. Art. 7º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 13 de maio de 1992; 171º da Independência e 104º da República. FERNANDO COLLOR Célio Borja Leitura critica dos artigos

22 Editoras, Livrarias, Distribuidoras e Bibliotecas
Sindicato Nacional dos Editores de Livros - Portal Editorial - integrar os diversos segmentos do livro através de um sistema aberto, unindo os catálogos das mais importantes editoras do país aos livreiros, distribuidores, bibliotecas, órgãos governamentais e estabelecimentos de ensino Câmara Brasileira do Livro - CERLALC – Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe - Ministério da Educação - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE e da Secretaria de Educação Fundamental – SEF - Leitura critica dos artigos

23 PRODUÇÃO (1º edição e reedição)
Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e Câmara Brasileira do Livro (CBL)    PRODUÇÃO (1º edição e reedição) VENDAS Ano Títulos Exemplares Faturamento (R$) 1990 22.479 1991 28.450 1992 27.561 1993 33.509 1994 38.253 1995 40.503 1996 43.315 1997 51.460 1998 49.746 1999 43.697 2000 45.111 2001 40.900 2002 39.800 2003* 16.180 * Dados referentes ao primeiro semestre do ano Dados da SNEL e CBL Sindicato Nacional dos Editores de Livros Avenida Rio Branco, 37 - Sala Telefone (21) Fax (21) CEP Centro - Rio de Janeiro - RJ

24 Políticas em outras esferas
RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 008, DE 08 DE ABRIL DE 2003  Dispõe sobre o Programa Nacional Biblioteca da Escola - PNBE/2003: CONSIDERANDO o direito do educando ao recebimento de material didático, conforme preconizado pelo art. 208, inciso VII, da Constituição Federal; os propósitos de universalização e melhoria do ensino fundamental, emanados da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; a necessidade de garantir aos alunos e aos professores do ensino fundamental o acesso à cultura e à informação; a necessidade de estimular a leitura entre alunos e professores da rede pública; o objetivo de incentivar a dinamização das bibliotecas de escolas públicas brasileiras... Portaria 03 (04/04/2003)da Secretaria Estadual de Educação e Inovação Enfocar a importância da organização da informação, a preservação o tratamento técnico e a disseminação. O mais importante é a informação ser acessada e utilizada pelo usuário – leitor Caracterizar a situação brasileira: 3% tem acesso a Internet - confrontar com 19% de analfabetos Quantidade de telefones em SC: 27% da população Leitura de jornais: conhecer o local num mundo global Assinaturas de tv a cabo: quantidade versus qualidade – o zapear pelo controle remoto Facilidades e dificuldades no mundo eletrônico: sobrecarga de informação e o espaço do bibliotecário Saber consultar fontes, utilizar bases de dados, manusear a informação, atividades de incentivo a leitura. Brasil em um pódio nada honroso 37. de 42. : “ figuramos entre os países nos quais os estudantes de 15 anos encontram dificuldades para compreenderem o que lêem, com nota pouco acima de zero em alfabetização.” [...] UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura e pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico – OCDE, 41 países, a Literacy Skills for the World of Tomorrow. (Um pódio nada honroso, OESP, 3/7/2003, A3) Leitura da palavra, funcional e tecnológico. Como fica o acesso a informação? Artigo da Ciência da Informação Como criar serviços e produtos de informação e qual será o papel do bibliotecário? Como implantar melhorias em serviços de informação? Quais? Onde? Quem?

25 Alguns questionamentos...
Como os bibliotecários estão participando da política brasileira de acesso e uso da informação e com quais propósitos? Quais os impactos da implantação das diretrizes da política nacional do livro no contexto social e educacional? Por que o bibliotecário precisa estar envolvido no movimento representativo da classe? Quais as relações de custo-benefício para a classe profissional? Leitura critica dos artigos

26 A união faz a força... O trabalho em equipes, a cooperação, e a liderança necessitam de ingredientes preciosos: respeito, comprometimento, responsabilidade, seriedade, prudência, entusiasmo, dedicação, cortesia... Tudo isso é ética: pessoal e profissional! Leitura critica dos artigos

27 Informações procure n@ sua biblioteca Ursula Blattmann
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Ciência da Informação Divulgar as bibliotecas e os serviços bibliotecários no Brasil.


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