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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Ninguém é melhor do que ninguém, todos.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Ninguém é melhor do que ninguém, todos nós estamos buscando a felicidade. Ninguém ensina ninguém, todos estamos aprendendo juntos. Ninguém é senhor de ninguém, todos devemos viver na liberdade. A melhor forma de caminhar é de mãos dadas. A melhor forma de aprender é ensinando. A melhor forma de viver é amando. Amando à todos, sem distinção. Sunstar (08/04/99)

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7 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Vantagens do concreto: - Permite a execução de grandes peças contínuas; - Pode ser moldado conforme as necessidades; - Tem grande durabilidade e resistência; - Apresenta boa impermeabilidade e custo relativamente baixo. Componentes no concreto: Agregados: Funções: - resistir às cargas solicitadas - diminuir as variações de volume que a pasta apresente - baratear o preço

8 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Granulometria

9 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Pasta (cimento + água): Funções da pasta no concreto: - colatividade; - encher os vazios entre os grãos de agregado; Estas funções dependem: - características do cimento; - do fator água-cimento; - do grau de hidratação * A maior resistência é proporcional a maior quantidade de cimento, mas também deve ser considerado: - fator água cimento; - granulometria; - vibração

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11 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Matriz de argamassa ampliada

12 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Microscopia eletrônica (1000x)

13 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Microscopia eletrônica (2000x)

14 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Funções da água: - dar plasticidade; - reagir com o cimento, permitindo o endurecimento. * Um balde de água a mais a cada 50 kg de cimento reduz a resistência à metade. Vazios no concreto são poros resultantes: - da evaporação do excesso de água; - da má vibração do concreto. Têm como conseqüências: - possíveis diferenças de tensões e de deformações inutilizam os cálculos e podem levar à ruptura; - diminuição da impermeabilidade; - aumento do perigo de fissuras.

15 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Dosagem: Do ponto de vista econômico: - mínimo de pasta; - máximo de agregado; - bastante água. A melhor dosagem: - água para trabalhabilidade estritamente necessária; - fator água-cimento mínimo; - máximo de agregado graúdo - proporção adequada de agregado miúdo.

16 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 3. Características do endurecimento do concreto: Calor de hidratação: O cimento ao hidratar-se eleva sua temperatura e transmite ao concreto, fazendo com que a massa de concreto se expanda. As camadas externas (contato com o ar) comprimem-se e as internas permanecem expandidas, aparecendo com isso microfissuras. Em grandes blocos de concreto, deve-se procurar manter a temperatura baixa para evitar grandes fissuramentos. Para abaixar a temperatura: - esfriar o concreto; - utilizar gelo em vez de água no amassamento do concreto; - reduzir a dosagem de cimento; - empregar cimento de baixo calor de hidratação; - reduzir a espessura das camadas concretadas; - usar aditivos retardadores de pega; - lavar o agregado graúdo antes da concretagem (também aumenta a aderência) - manter o agregado na sombra; - em lajes, colocar camada de aproximadamente 5cm de areia e molhar 3 vezes ao dia.

17 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Segregação: É o efeito de assentamento (abatimento) dos grãos maiores no fundo da betoneira fôrma, tornando a massa não homogênea.

18 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Segregação: É o efeito de assentamento (abatimento) dos grãos maiores no fundo da betoneira fôrma, tornando a massa não homogênea. Causas: - concreto muito plástico, quando a vibração é exagerada; - concreto lançado de grande distância ou altura (máximo 1,5 m); - voltas em demasia na betoneira; Exudação da água (ou da nata): É um fenômeno de segregação onde a água de amassamento tende a aflorar enquanto o concreto não faz a pega. Prejudica principalmente a superfície superior, numa espessura porosa que reduz a aderência de novas camadas.

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21 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Plasticidade, fluidez, e trabalhabilidade: Aparentemente semelhantes, mas com efeitos distintos: a)PLASTICIDADE: - refere-se às condições de adaptação às formas; - depende mais da granulometria do concreto. b) FLUIDEZ: - refere-se à facilidade de escoar em planos; - depende mais da quantidade de água. c) TRABALHABILIDADE: - se relaciona com a facilidade de trabalho do concreto. - é determinada pela plasticidade, fluidez e segregabilidade.

22 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO O concreto deve apresentar uma trabalhabilidade que assegure: - plasticidade máxima; - segregabilidade mínima; - consistência apropriada. A má trabalhabilidade causa: - concreto com grande porosidade (menos denso e de qualidade inferior); - aparecimento de cunhos (buracos) na estrutura; - dificulta mão-de-obra; - emprego exagerado de água. A trabalhabilidade depende: - da fluidez da pasta, dada pelo fator água-cimento; - da plasticidade da mistura, dada pela proporção entre pasta e agregados; - da proporção entre os agregados; - das características dos agregados. * Não existe uma trabalhabilidade ideal para todos os casos. A correção pode ser feita com granulometria.

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24 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO CAMINHANDO E assim, seguindo o caminho, Se traça o próprio caminho, O qual jamais poderá ser retornado, Pois uma vez o caminho, caminhado, Deixa, na vida, os passos marcados, Mesmo certos ou até errados, Na busca constante da felicidade. IppanS (18/05/99)

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27 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Consistência: - é a resistência momentânea do concreto fresco às forças que tendem a modificar sua forma; - semelhante à trabalhabilidade.

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29 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Incorporação de ar: - misturar pequenas quantidades de ar na forma de minúsculas bolhas; - as bolhas de 0,07 a 2 mm; - melhoram a trabalhabilidade; - melhoram a impermeabilidade; - reduzem a resistência.

30 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 4. Características do concreto endurecido: Retração:

31 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Características do concreto endurecido: Retração:

32 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 4. Características do concreto endurecido: Retração:

33 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 4. Características do concreto endurecido: Retração: outros fatores que influenciam na retração: - tempo de cura; - proporção dos elementos; - a natureza dos materiais empregados; - variação térmica; - esforços a que está submetido; Acontece também a retração: - com a colocação do concreto, causada pela própria pressão do concreto; - com a evaporação da água nos primeiros dias (esforços internos); - como conseqüência da dilatação; - com o passar dos tempos ocorre uma deformação lenta, podendo apresentar fissuras (fluência).

34 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Museu Iberê Camargo

35 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Museu Iberê Camargo

36 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO fluência

37 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Dilatação térmica:

38 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Dilatação térmica: - coeficiente de dilatação do concreto: 0,01 mm/m/°C de -15 a 15 °C.; - A NB exige junta de dilatação a cada 30 m; A dilatação depende: - do traço adotado; - da natureza do agregado; - do processo de cura. Permeabilidade: - a água pode enferrujar a armadura, prejudicando o concreto; - definida pela dosagem do concreto, sua colocação, vibração e forma de despejo em camadas; - aditivos impermeabilizantes devem ser testados quanto aos efeitos sobre a resistência do concreto.

39 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Agentes destruidores: - água: destruição química: ataca a cal livre, criando porosidades. Se ácidas a destruição é maior, atacando aos demais cristais. destruição mecânica: concretagem em temperatura muito baixa pode congelar a água aumentando o volume e desagregando o concreto. - fogo: destruição física com variação de temperatura lenta: resiste até 300°C brusca: choque térmico causa fissuras e compromete a resistência. - ferrugem: ataca o ferro aumentando o seu volume, danificando o concreto. Resistência Mecânica: - varia com a idade; - depende da densidade; - depende da temperatura no momento e após a concretagem; - depende do tempo de secagem;

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43 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Resistência Mecânica:

44 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Resistência Mecânica:

45 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 5. Preparo do concreto: Dosagem: - é a proporcionalidade dos elementos; - melhor dosagem é feita pelo peso; - obras comuns usa-se padiolas de no máximo 45x35 cm; Amassamento: - Manual: brita + areia, depois cimento, por fim água (superfície impermeável); - Na prática: cimento + areia, depois brita (para facilitar o amassamento); - Mecânico: usa-se betoneiras.

46 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 5. Preparo do concreto: Amassamento:

47 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 5. Preparo do concreto: Amassamento

48 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO 5. Preparo do concreto: Transporte:

49 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Lançamento: - é a colocação do concreto nas fôrmas em camadas ( 30 cm de espessura); - altura 1,5 m, para evitar segregação e infiltração de ar; - pela NB-1, o concreto aparente deve cobrir a armadura no mínimo em 3 cm e 5 cm em obras marítimas. Cuidados a tomar: a) Não amassar a armadura e tubulações existentes; b) Agir rapidamente; c) Só interromper a concretagem nos pontos de solicitação nula.

50 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Lançamento:

51 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Adensamento:

52 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Adensamento: - é a expulsão do ar e da água através da vibração do concreto; - diminui os vazios e aumenta a compactação. Manual: - obras de menos responsabilidade; - com martelos de borracha (??????). Mecânico: - vibradores de 3 tipos:- externo; - superficial; - interno (mais utilizado). - de 5 a 30 segundos em cada ponto; - vibração exagerada é tão ruim quanto a pouca vibração.

53 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Cura:

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55 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Cura: - se dá no período de pega e endurecimento; - durante a pega: reações químicas; - durante o endurecimento: expulsão da água; - tempo varia conforme porosidade, fator água cimento e condições climáticas; - endurecimento da superfície para o interior, por isso deve-se manter o concreto molhado no período de 6 a 24 h após a concretagem, para não haver fissuras. - não se deve trabalhar sobre a estrutura com menos de 3 dias depois da concretagem.

56 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Produtos inertes: - não reagem diretamente com o gel do cimento Incorporadores de ar: - diminuem a tensão superficial da água de amassamento, tornando as gotículas de ar menores e aumentando a quantidade de ar incorporado (lubrificante); - reduz a quantidade de água de amassamento; - impede a ocorrência de fissuras; - impermeabiliza. Aditivos do concreto: - são substâncias que melhoram algumas características específicas do concreto;

57 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Produtos obturantes: - aditivos que se misturam na água de amassamento, mas não se dissolvem e depois de secos se depositam nos espaços vazios, vedando- os; Hidrófugos: - repele a água, impedindo a sua penetração. Produtos Ativos: - reagem diretamente com o gel do cimento Aditivos Plastificantes - são materiais que aumentam a plasticidade da camada de gel do cimento, dando maior trabalhabilidade com uma menor quantidade de água.

58 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO Modificadores do tempo de pega - são aditivos que servem para retardar ou acelerar as concretagens. Aditivos especiais - várias melhorias diminuir densidade aumentar densidade fungicidas

59 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento de Arquitetura e Urbanismo Tecnologia da Edificação II CONCRETO BUSCA DA FELICIDADE Para sentir-se, em profundidade, a beleza de uma rosa muitas vezes temos que tocar em seus espinhos. Mas, com certeza, existem rosas tão belas que por maiores que sejam estes espinhos, justificam as possíveis marcas que deixam em nossas vidas. IppanS (18/05/99) ACABOU


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