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A valorização de algas marinhas no tratamento de efluentes contaminados com metais pesados permitirá à indústria petroquímica dispor de uma tecnologia.

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Apresentação em tema: "A valorização de algas marinhas no tratamento de efluentes contaminados com metais pesados permitirá à indústria petroquímica dispor de uma tecnologia."— Transcrição da apresentação:

1 A valorização de algas marinhas no tratamento de efluentes contaminados com metais pesados permitirá à indústria petroquímica dispor de uma tecnologia eficiente e amiga do ambiente capaz de obter um efluente final de acordo com os limites de descarga, permitindo uma gestão sustentável dos recursos hídricos. MOTIVAÇÃO OBJETIVO APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO RESULTADOS OBTIDOS Aluna: Fabíola Vignola Hackbarth Orientadora: Selene Maria de Arruda Guelli Ulson de Souza, Coorientadores: Antônio Augusto Ulson de Souza e Vítor Jorge Pais Vilar PRH nº: 09 Valorização da macro-alga marinha Pelvetia canaliculata na remoção de íons chumbo e cádmio em soluções aquosas, como um processo alternativo de remoção de metais pesados presente em efluentes petroquímicos. Tecnologias de menor impacto ambiental ADSORÇÃO A biossorção é um exemplo específico de adsorção, que vem se destacando nos últimos anos Utilização de biomassas que são abundantes Algas ou resíduos de outras operações industriais Setor preponderante na economia brasileira Grande consumidora de água e energia Efluente tóxico Metais Algas Marinhas VALORIZAÇÃO DA MACRO-ALGA MARINHA PELVETIA CANALICULATA NA REMOÇÃO DE CHUMBO E CÁDMIO EM SOLUÇÕES AQUOSAS Biomassa macroscópica Potencial em adsorver íons metálicos Biomassa natural renovável Abundância nas praias Problemas para o turismo O uso em pesquisas pode ser benéfico para as economias locais Cinéticas de biossorção em batelada com alga bruta Figura 1. Resultados experimentais para troca iônica de íons Cd 2+, Pb 2+ e metais leves. Quantidade de Cd 2+ e Pb 2+ Proporcional a soma dos metais (Na, K, Ca, Mg) Na + liberado em maior quantidade Mecanismo envolvido seria troca iônica AmostraElemento Alga Bruta 0,28 mmol Ca/g 0,36 mmol Mg/g 0,65 mmol Na/g 0,54 mmol K/g Alga-Na2,45 mmol Na/g Tabela 1. Digestão da alga Pelvetia canaliculata. Figura 3. Biossorção de íons Cd 2+ (a) e Pb 2+ (b) pela alga Pelvetia canaliculata saturada com Na + para diferentes valores de pH. (a) (b) Cinéticas de biossorção em batelada com alga tratada com NaCl Importante avaliar o pH Pode afetar a capacidade de biossorção Alga-Na estabilidade do pH Figura 4. Resultados experimentais para troca iônica de íons Cd 2+ (a) e Pb 2+ (b) com sódio durante a cinética. Troca iônica Proporção estequiométrica 2:1 entre íons sódio e Cd 2+ ou Pb 2+ Estudo do equilíbrio de biossorção Figura 5. Dados experimentais do equilíbrio de biossorção para íons Cd 2 + (a) e Pb 2 + (b). pH número de sítios desprotonados disponíveis Capacidade de biossorção Cd 2+ Pb 2+ pHq (mg/g)q (mmol/g)q (mg/g)q (mmol/g) 4,0/4,51401,252591, ,912401, ,371490,72 Metal Grupos CarboxílicosGrupos Sulfônicos R2R2 q T (mEq/g) Cd 2+ 1, ,938 Pb 2+ 1, ,936 Tabela 3. Parâmetros do modelo de equilíbrio. Tabela 2. Capacidade máxima de biossorção. FTIR, titulação potenciométrica e esterificação Grupos carboxílicos e sulfônicos responsáveis pela ligação dos metais, representando no total 2,5 mmol/g Figura 2. Biossorção de íons Cd 2+ (a) e Pb 2+ (b) em alga tratada com NaCl e alga bloqueada tanto os grupos carboxílicos quanto os sulfônicos a pH 2 e 4. PRH09-ANP/MCT & PFRH09


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