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REVOLUÇÃO FRANCESA. A França do século XVIII Luís XIV 1643-1715 Luís XV 1715-1774 Luís XVI 1774-1791.

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1 REVOLUÇÃO FRANCESA

2 A França do século XVIII Luís XIV Luís XV Luís XVI

3 As críticas ao Antigo Regime Alto Clero 1º ESTADO 0,5% da população Baixo Clero 2º ESTADO 1,5% da população 3º ESTADO Sans-culotteNobreza

4 A composição social A população francesa no século XVIII milhões de pessoas milhões de pessoas 1789População rural 5 milhões de pessoas População urbana 20 milhões de pessoas 1º Estado 200 mil pessoas 2º Estado 300 mil pessoas 3º Estado 20 milhões de pessoas 3º ESTADO Alta Burguesia Banqueiros Industriais Comerciantes Banqueiros Industriais Comerciantes Média Burguesia Profissionais liberais Funcionários públicos Profissionais liberais Funcionários públicos Baixa Burguesia Pequenos comerciantes Pequenos comerciantes Classes populares Artesãos Operários Camponeses Servos Sans-culottes Artesãos Operários Camponeses Servos Sans-culottes

5 Os condicionantes econômicos Agravamento das condições socioeconômicas na França Concorrência com a indústria inglesa Revoltas violentas Ruína do comércio Onda de falências Queda dos salários Desemprego Fenômenos climáticos Secas e inundações Comprometimento da agricultura Elevação dos preços dos produtos CRISE POLÍTICA

6 A crise política na França Michel Etienne Turgot Lomenie de Brienne Charles Alexandre de Calonne Jacques Necker Abertura da Assembléia dos Estados Gerais, em Versalhes (4 de maio de1789) 1º ESTADO2º ESTADO3º ESTADO Pela tradicional votação do Estado 1 VOTO 578 DEPUTADOS 300 DEPUTADOS 296 DEPUTADOS 47 BISPOS 249 PADRES

7 O início da Revolução A convocação dos Estados Gerais, maio de 1789 A invasão da sala do jogo de péla da corte ESQUERDADIREITACENTRO ALTA BURGUESIA BAIXA BURGUESIA BAIXA, MÉDIA, ALTA BURGUESIA e a ARISTOCRACIA RADICAL CONSERVADORA CONSILIADORA

8 A Assembléia Nacional Constituinte A 9 de julho de 1789, os deputados se declararam em Assembléia Nacional Constituinte O rei, Luís XVI, reuniu forças para enfrentar a Assembléia, colocando o Barão de Bretevil como ministro. Para resistir às tropas reais, criou-se a Guarda Nacional As milícias tomaram o arsenal de armas real à procura de munição O auge do conflito, aconteceu no dia 14 de julho de 1789, conhecido como a Tomada da Bastilha

9 A Assembléia Nacional Francesa ( ) Nessa fase se destacou a atuação da burguesia nas cidades destituindo a autoridade dos nobres nas repartições públicas e criando comitês No campo esse período os revolucionários mataram incendiaram propriedades e castelos da aristocracia rural ficando conhecido como O Grande Medo Em Paris foi aprovada a Assembléia dos Estados Gerais, abolindo os privilégios feudais na luta pelas conquistas sociais e políticas Inspirada na Declaração de Independência dos EUA, foi aprovada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão estabelecendo a igualdade Foram criados os Assignats, a partir do confisco de bens da Igreja e subordinando os padres ao Estado Em julho de 1790, era aprovada a Constituição Civil do Clero originando o clero juramentado e o refratário Em 1791, era aprovada a primeira Constituição Monárquica da França Em 1791, era aprovada a primeira Constituição Monárquica da França

10 O voto censitário O Voto Censitário proibidas associações de trabalhadores e as greves. A França se tornou um Estado burguês, eliminando os privilégios da aristocracia. Por outro lado, criou várias restrições e privilégios a seu favor. Separava-se, assim, a burguesia do Terceiro Estado. Na Assembléia Nacional, implantou-se uma disputa entre dois grupos políticos, os girondinos e os jacobinos Os girondinos eram parte da Alta burguesia, originários do sul a Gironda Os jacobinos eram a ala moderada, que se reunia no convento dominicano. Ainda existiam os feuillants que eram a burguesia financeira e os cordeliers, a camada mais baixa da população.

11 A Constituição Monárquica Inspirados no modelo inglês, a Constituição de 14 de setembro de 1791 era de caráter moderado com divisão de poderes como sugeria Montesquieu. Pela lei, o rei passava a ter direitos limitados por uma Assembléia Legislativa, mas, em verdade, manteve a sua autoridade apoiado pela alta nobreza. O povo continuava excluído da vida política, sendo o voto para homens de 25 anos e com uma condição de contribuição no o valor de 3 dias de seu trabalho. Com o agravamento da situação política, Luís XVI, tentou fugir sendo preso em Verennes, na fronteira. A atitude do rei levou à sua prisão no Palácio de Tulherias e a radicalização do processo revolucionário. Por sua vez, a pressão absolutista se fez criar um exército formado pela Áustria e Prússia que marchou contra a França revolucionária. Os jacobinos então, proclamaram a Pátria em Perigo, fornecendo armas ao povo e criando a Comuna Insurrecional de Paris sob o comando de Danton, Marat e Robespierre. Os revolucionários franceses conseguiram conter o exército dos emigrados, nas porta de Paris, na Batalha de Valmy (20 de setembro e 1792),onde o rei foi acusado de alta traição e sentenciado à morte pela forca.

12 A reação aos revolucionários Em 21 de janeiro de 1793 Luis XVI foi guilhotinado, após cartas comprometedoras serem encontradas, provocando diversas reações. Externamente se formava 1ª coligação (Áustria, Prússia, Países Baixos, Espanha e Inglaterra), que se uniram contra os revolucionários. As dificuldades econômicas se somavam às questões políticas, levando à levantes como Revolta da Vendéia, (2 de junho de 1793). Já a rainha, Maria Antonieta foi guilhotinada meses depois, em 16 de Outubro de Os girondinos foram presos e alguns líderes executados dando início à uma nova fase da revolução francesa, a Convenção Montanhesa ( ). Homens como Marat, Hébert, Danton, Robespierre e Saint-Just passaram a comandar a fase mais radical de toda a Revolução Francesa. Criou-se um nova Constituição (Constituição do Ano I) e um Comitê de Salvação Nacional apoiado por um Tribunal Revolucionário. Uma das medidas do Governo Popular foi a criação de um novo calendário com início em 22 de setembro de Vindimário (do latim vindemia = vindima, colheita da uva), 22/9 a 22/10. Brumário (do francês brumas = nevoeiro), 22/10 a 20/11. Brumário (do francês brumas = nevoeiro), 22/10 a 20/11. Frimário (do latim frimas = geada), 21/11 a 20/12. Frimário (do latim frimas = geada), 21/11 a 20/12. Nivoso (do latim nivosus = neve), 21/12 a 19/01. Nivoso (do latim nivosus = neve), 21/12 a 19/01. Pluvioso (do latim pluviosus = chuva), 20/01 a 18/02. Pluvioso (do latim pluviosus = chuva), 20/01 a 18/02. Ventoso (do latim ventosus = vento), 19/02 a 20/03. Ventoso (do latim ventosus = vento), 19/02 a 20/03. Germinal (do latim germem = germinação), 21/03 a 19/04. Floreal (do latim florens = flores), 20/04 a 19/05. Prairial (do francês prairie = prado), 20/05 a 18/06. Messidor (do latim messis = colheita), 19/06 a 18/07. Termidor (do grego therme = calor), 19/07 a 17/08. Futidor (do latim fructus = fruto), 18/08 a 16/09.

13 O governo montanhês: o auge e a queda jacobina O período de setembro de 1793 a julho de 1794 caracterizou-se por violentas ações contra os opositores do governo revolucionário. Cerca de 17 mil pessoas foram julgadas nesses 11 meses e declaradas culpadas e, por fim, penalizadas à morte pela guilhotina. Se somarmos a esses os presos políticos que morreram nas prisões chegaremos a quase 40 mil pessoas mortas nesse período. A situação havia se agravado quando líder dos sans-culottes, Marat foi morto por uma girondina (Charlote Corday). Danton, considerado um moderado, foi substituído pelo radical Robespierre, dando início a fase do Terror Administrativamente, o governo montanhês criava a Lei do Preço Máximo, fim da escravidão nas colônias e a criação do ensino público gratuito. Com relação ao clero, o governo se buscou acabar com a supremacia da Igreja, transformando, por exemplo a Catedral de Notre Dame em Templo da Razão. Em meio a esse quadro houveram várias cisões dentro do governo jacobino. Pessoas eram mortas pelo simples fato de ser denunciado por desafetos. Haviam os radicais como Hébert que defendiam a intensificação da violência. Ou aqueles que eram os moderados, como Danton, que pregavam o fim desta. O líder do partido, Robespierre, ordenou a execução de ambos. Por outro lado, as constantes ameaças de invasão, somadas à insegurança da população levou Robespierre perder o apoio e sua condição de líder. Sem unidade dentre os líderes jacobinos, os opositores girondinos se organizaram politicamente contra os jacobinos. Em 27 de julho de 1794, 9 de Termidor no calendário revolucionário, os girondinos em Convenção derrubaram os líderes jacobinos. Presos, Robespierre e Saint-Just, foram guilhotinados, era o fim da Convenção Montanhesa e início da Reação Termidoriana.

14 A Convenção Termidoriana A convenção foi, em verdade, bastante curta, de 1794 a 1795, mas permitiu a retomada do projeto político da alta burguesia. Foram anuladas várias decisões dos montanheses, como, por exemplo: a Lei do Preço Máximo e o fim do Comitê de Salvação Pública. Por outro lado, para controlar os sans-culottes, se deu início ao que ficou conhecido como Terror Branco, realizado pelos muscadins (direitistas). Em 1795, a Convenção elaborou uma nova Constituição – a Constituição do ano III. A nova constituição, elaborada pela alta burguesia girondina restabelecia o voto censitário. Quanto ao poder executivo, esse deveria ser exercido por um Diretório. Os membros do Diretório tiveram que sofrer a oposição dos jacobinos, à esquerda, e dos realistas, à direita, interessados na volta dos Bourbons. Com o Diretório, formado por cinco membros eleitos pelos deputados, se dava início à República do Diretório.

15 O Diretório ( ) O Diretório enfrentou levantes populares internos e a continuidade de ameaças externas de nações estrangeiras absolutistas. Em 1795, golpes realistas tentaram retomar o poder da nobreza e 1796 eclodia um movimento de esquerda pelos Sans-culottes. Liderados por Graco Babeuf, ocorria a Conspiração dos Iguais. Babeuf, exigia o fim das desigualdades atacando propriedades privadas e conclamando a instauração da Ditadura dos Humildes. Babeuf, foi um dos precursores do socialismo recebendo o apelido de Graco em alusão aos Irmãos Graco, da Roma Antiga. Babeuf acabou preso e executado, mas isso mostrava as instabilidades internas que vivia o Governo do Diretório. Externamente, os franceses acumulavam vitórias contra as forças absolutistas, onde se destacava a figura de um jovem oficial, Napoleão Bonaparte.

16 O fim da revolução (1799) Os burgueses mais lúcidos e influentes perceberam que com o Diretório não teriam condição de resistir aos inimigos externos e internos. O governo não era respeitado pelas outras camadas sociais, assim só uma ditadura militar funcionaria, para manter a ordem, a paz, o poder e os lucros. A figura que sobressai no fim do período era a do general francês mais popular e famoso da época, Napoleão Bonaparte. Quando estourou a revolução, era apenas um simples, tenente que fez uma rápida carreira militar, se tornando general de brigada com apenas 24 anos. Era amigo dos familiares de Robespierre mas, afastou- se deles quando estavam sendo depostos. Com apoio de dois diretores e de toda a grande burguesia, suprimiu o Diretório e instaurou o Consulado., baseado na política romana. O Consulado era representado por três elementos: Napoleão, o abade Emmanuel Joseph Sieyès e Roger Pierre-Roger Ducos. Políticos burgueses perceberam que o general Bonaparte era o homem certo para consolidar o novo regime, assim promoveram o Golpe de 18 de Brumário. 10 de novembro de 1799, chegava ao fim de dez anos a Revolução Francesa. Ao final desse período o sonho iluminista de uma sociedade igualitária não havia chegado a bons termos, como esperava a sociedade. Os princípios universais de (Liberté, Egalité, Fraternité), defendida por Rousseau, contudo deixou seus frutos para a posteridade. França, abriu-se em 1789 o longo período de convulsões políticas do século XIX, fazendo-a passar por várias repúblicas, uma ditadura, uma monarquia constitucional e dois impérios. A grande vencedora desse conflito foi a burguesia com desmoronamento do poder do Antigo Regime e a perda da autoridade do clero e da nobreza. Entretanto, se dava início a um novo período de ditadura, a Era Napoleônica. FINAL DO 3º CAPÍTULO


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