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TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO. FREDERICK W. TAYLOR E A ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA.

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1 TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO

2 FREDERICK W. TAYLOR E A ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

3 Um pouquinho de história... A passagem do século XX marcou o início de um grande avanço para a administração. O crescimento das empresas industriais exigiu métodos totalmente novos de administração. Com a participação de muitos estudiosos, pensadores e engenheiros. Frederick W. Taylor e seus seguidores transformaram a administração da eficiência em um corpo de conhecimentos com vida própria. Ele foi o criador e participante mais destacado do movimento da administração científica. Nasceu na Pensilvânia EUA em 1856 filho de uma família abastada. Apesar disso, e de ter sido aprovado no exame de admissão da Escola de Direito de Harvard, Taylor se tornou trabalhador manual.

4 Um pouquinho de história... O movimento da Administração Científica propunha o estudo do redesenho do trabalho para aumentar a eficiência. O redesenho do trabalho era necessário porque não havia métodos. Os trabalhadores faziam as tarefas de acordo com palpites ou sua intuição e os administradores não sabiam avaliar seu desempenho. As idéias que Taylor deixou, para resolver estes problemas, são usadas até hoje e provavelmente continuarão a ser por muito tempo ainda.

5 Princípios da administração científica – os quatro princípios da filosofia da administração – Shop management – By Taylor. 1.O objetivo da boa administração era pagar salários altos e ter baixos custos de produção; 2.Com esse objetivo, a administração deveria aplicar métodos de pesquisa para determinar a melhor maneira de executar tarefas; 3.Os empregados deveriam ser cientificamente selecionados e treinados, de maneira que as pessoas e as tarefas fossem compatíveis; 4.Deveria haver uma atmosfera de íntima e cordial cooperação entre administração e os trabalhadores, para garantir um ambiente psicológico favorável à aplicação desses princípios.

6 As técnicas de Taylor – Organização Racional do Trabalho. Para colocar em prática o princípio dos métodos de pesquisa, Taylor fazia estudos de tempos e movimentos. Cronometrava movimentos dos trabalhadores, dividindo-os em tarefas que os compunham, chamando-as de unidades básicas de trabalho. Em seguida ele analisava as unidades básicas de trabalho, procurando encontrar a melhor maneira de executá-las e de combiná-las para a tarefa maior. As tarefas que passavam por este processo estavam taylorizadas.

7 As técnicas de Taylor Essa maneira mais eficiente de realizar a tarefa era combinada com um sistema de pagamento por peças produzidas (ou por quantidade). Isso fazia os rendimentos do trabalhador aumentar de acordo com seu esforço. Assim, Taylor conseguiu alargar expressivamente a eficiência.

8 As técnicas de Taylor Uma das idéias fundamentais da administração científica: a produtividade resulta da eficiência do trabalho e não da maximização do esforço. A questão não é trabalhar duro, nem bastante, mas trabalhar de forma inteligente.

9 Administração Científica O nome Administração Científica é derivado de tentativas de métodos científicos na resolução de problemas da Administração, sendo que os principais métodos foram a observação e a mensuração. Sua ênfase foi às tarefas executadas.A base do pensamento de Taylor foi de eliminar o desperdício e aumentar os níveis de produtividade através de técnicas e métodos da engenharia industrial, sua teoria revolucionou administrativo e o mundo industrial da época.

10 Segunda fase de Taylor Nesta fase Taylor acredita que a racionalização do trabalho deve ser acompanhada de uma estruturação geral da empresa. Nesta fase desenvolveu estudos sobre a Administração Geral a qual chamou de Administração Científica, não deixando de preocupar- se com a tarefa do operário. Na opinião de Taylor, as indústrias padeciam de três males: Vadiagem sistêmica dos operários com redução da produção Desconhecimento por parte da gerência quanto a rotina do trabalho e seus tempos para a racionalização Falta de uniformidade das técnicas e métodos de trabalho Para solucionar esses três males, Taylor criou a Administração Científica que tinha como base a Gerência Científica, Organização Científica do Trabalho e a Organização Racional do Trabalho tendo como ingredientes 75% de análise e 25% de bom senso, porém sua implantação deveria ser de forma gradual para que a empresa não tivesse prejuízo com isso.

11 Apesar de considerar o operário irresponsável, vadio e negligente, Taylor preocupou-se em desenvolver um sistema educativo baseado na intensificação do ritmo de trabalho de maneira que isso pudesse alcançar a eficiência empresarial e, em um nível mais amplo, reduzir as perdas que as empresas vinham sofrendo com a vadiagem e ineficiência do trabalhador. A idéia de maximização da eficiência industrial com base na maximização da eficiência de cada tarefa elementar resulta na melhoria da eficiência de cada operário provocando a conseqüente melhoria em toda a empresa. Administração como Ciência Taylor diz que a Administração deve ser estudada de maneira científica e não de maneira empírica. Sendo assim, o improviso cede lugar ao planejamento e o empirismo a ciência. Como Taylor foi o primeiro a analisar de forma completa o trabalho, como estudo dos tempos e movimentos, estabelecer padrões de execução, treinar os operários, especializar pessoas, inclusive o pessoal da direção, instalar sala de planejamento, assumir uma atitude metódica ao analisar e organizar a unidade fundamental de trabalho, faz com que ele tenha uma posição de mérito na Administração.

12 A Administração Científica é uma combinação de ciência, harmonia, cooperação, maximização da produção, desenvolvimento de cada um a fim de alcançar maior eficiência e prosperidade. Os elementos da Administração são: estudo de tempos e padrões de produção supervisão funcional padronização de máquinas ferramentas, instrumentos e materiais planejamento do desenho das tarefas e cargos princípio da execução prêmios de produção pela execução eficiente das tarefas definição da rotina de trabalho. Apesar de preocupar-se com a essência da idéia, exige uma revolução mental tanto da direção como dos operários. O principal objetivo da Administração é assegurar o máximo de prosperidade tanto do patrão como de seus operários garantindo altos salários bem como redução dos custos de produção.

13 Organização Racional do Trabalho Taylor percebeu que os operários aprendiam suas tarefas de observar seus companheiros e isso fazia com que eles desenvolvessem a mesma tarefa com instrumentos diferentes e de maneiras diferentes. Os instrumentos e ferramentas devem ser aperfeiçoados através da análise científica e um detalhado estudo dos tempos e movimentos. A essa tentativa de substituir métodos empíricos e rudimentares por métodos científicos demos o nome de Organização Racional do Trabalho (ORT).

14 A ORT baseia-se em: análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos estudo da fadiga humana divisão do trabalho e especialização do operário desenho de cargos e tarefas incentivos salariais e prêmios de produção conceito de homo economicus condições ambientais de trabalho, como iluminação, conforto, etc. padronização de métodos e de máquinas supervisão funcional

15 Análise do trabalho e Estudo dos Tempos e Movimentos O trabalho é melhor executado e com maior economia através da divisão e subdivisão de todos os movimentos necessários para a execução de cada tarefa. Taylor percebeu que através de uma análise a possibilidade de decompor as tarefas em uma série ordenada de movimentos simples. Com isso os movimentos inúteis foram inutilizados e os necessários foram simplificados, racionalizando ou unindo a outros movimentos, visando a economia de tempo e de esforço do funcionário. O tempo médio que um operário levaria para a execução da tarefa adicionado ao tempo elementar e morto (esperas, tempo de saída do operário da linha para suas necessidades pessoais, etc) era dado o nome de tempo padrão.

16 Método e a maneira de se realizar algo para obter um determinado resultado. Assim, a padronização do método de trabalho e o tempo destinado a sua execução, levou a racionalização do trabalho do operário e a fixação de tempos padrões na a execução das tarefas. O objetivo do estudo de tempos e movimentos era: eliminação de todo o desperdício de esforço humano adaptação dos operários às tarefas treinamento dos operários especialização do operário Estabelecimento de normas de execução do trabalho.

17 O objetivo do estudo de tempos e movimentos era: eliminação de todo o desperdício de esforço humano adaptação dos operários às tarefas treinamento dos operários especialização do operário Estabelecimento de normas de execução do trabalho.

18 Estudo da fadiga humana Foi realizado estudos estatísticos sobre os efeitos da fadiga na produtividade do operário, com isso observou-se que a fadiga acarreta na diminuição da produtividade e da qualidade do trabalho, perda de tempo, aumento da rotatividade de pessoal, doenças e acidentes e diminuição da capacidade de esforço. O estudo dos movimentos baseia-se na anatomia e fisiologia humana e suas finalidades são: eliminar movimentos inúteis na execução de uma tarefa executar os movimentos úteis com maior economia de esforço e tempo dar aos movimentos uma coordenação apropriada e economia de movimentos. A fadiga é considerada um redutor da eficiência e para reduzi-la foi proposto princípios de economia de movimentos relativos ao uso do corpo humano, disposição do material, ferramentas e equipamentos no local de trabalho.

19 Divisão do trabalho e Especialização do operário Através da análise do trabalho e o estudo dos tempos e movimentos, foi reestruturada as operações industriais eliminando desta forma os movimentos desnecessários economizando energia e tempo. Um dos fatores que contribuíram neste estudo foi a divisão do trabalho e a especialização do operário a fim de elevar a produtividade. Assim cada operário se especializou na execução de uma única tarefa ou em tarefas simples e elementares. A base de aplicação foi a linha de montagem e foi rapidamente aplicado nas industrias americanas disseminando em outros países e a todos os campos de atividades. Com isso, o operário perdeu a liberdade e a iniciativa de estabelecer maneiras de trabalhar passando a ser treinado à execução automática e repetitiva durante sua jornada de trabalho. A idéia básica era quanto mais especializado for o operário maior será sua eficiência.

20 Desenho de cargos e Tarefas Tarefa é toda e qualquer atividade executada por um pessoa em seu trabalho dentro de uma organização. A tarefa constitui a menor unidade possível dentro da divisão do trabalho em uma organização. Cargo é o conjunto de tarefas executadas. Desenhar um cargo é especificar suas tarefas, os métodos de executá-las e as relações com os demais cargos existentes. O desenho do cargo é a maneira pela qual um cargo é criado, projetado e combinado com outros para a execução das tarefas. Na Administração Científica, a preocupação básica é a racionalização do trabalho e conseqüentemente o desenho dos cargos.

21 Incentivos Salariais e Prêmios de Produção Com a análise do trabalho, racionalização das tarefas, padronização do tempo e do método, selecionado cientificamente o operário e treinado de acordo com as necessidades, era preciso um operário que colaborasse com a empresa adequando-se aos padrões definidos. Com isso foi desenvolvido um plano de incentivos salariais e de prêmios de produção. A idéia era que a remuneração baseada no tempo não estimulava ninguém a trabalhar mais e deveria ser substituída pela remuneração baseada na produção de cada operário, sendo assim, quem produzisse pouco receberia pouco por seu trabalho e quem produzisse mais ganharia mais (salário por peça). O tempo padrão correspondia a 100% de eficiência, quem ultrapassasse os 100% de eficiência teria a remuneração por peça acrescida do prêmio de produção ou incentivo salarial que aumentava a medida que sua produção aumentasse. Com isso o custo de produção era reduzido dia-a-dia e tínhamos maior produtividade e maior rendimento.

22 Homo Economicus Com a Administração Cientifica implantou-se o conceito de homo economicus, isto é, do homem econômico. De acordo com esse conceito, toda pessoa é influenciada exclusivamente por recompensas salariais, econômicas e materiais. Assim, o homem procura o trabalho não porque gosta dele, mas como um meio de ganhar a vida. O homem é motivado a trabalhar pelo medo da fome e pela necessidade de dinheiro para viver. Essa visão da natureza humana - o homem econômico - não se limitava a ver o homem como um empregado por dinheiro. Pior ainda: via no operário da época, um indivíduo limitado e mesquinho, preguiçoso e culpado pela vadiagem e desperdício das empresas e que deveria ser controlado por meio do trabalho racionalizado e do tempo padrão.

23 Condições De Trabalho Taylor e seus seguidores verificaram que a eficiência depende não somente do método de trabalho e do incentivo salarial, mas também de um conjunto de condições de trabalho que garantam o bem-estar físico do trabalhador e diminuam a fadiga. As principais condições de trabalho são: adequação de instrumentos e ferramentas de trabalho e de equipamentos de produção para minimizar o esforço do operador e a perda de tempo na execução da tarefa; arranjo físico das máquinas e equipamentos para racionalizar o fluxo da produção; melhoria do ambiente físico de trabalho de maneira que o ruído, a ventilação, a iluminação e o conforto no trabalho não reduzam a eficiência do trabalhador;

24 projeto de instrumentos e equipamentos especiais, como transportadores, seguidores, contadores e utensílios para reduzir movimentos desnecessários. Com a Administração Cientifica, as condições de trabalho passam a constituir elementos importantes no aumento da eficiência. O conforto do operário e a melhoria do ambiente físico (iluminação, ventilação, ruído, aspectos visuais da fábrica etc.) passam a ser valorizados, não porque as pessoas o merecessem, mas porque eram essenciais para a obtenção da eficiência trabalhador.

25 Padronização Organização Racional do Trabalho se preocupou com os planos de incentivos salariais. Preocupou-se também com a padronização dos métodos e processos de trabalho, com a padronização das máquinas e equipamentos, ferramentas e instrumentos de trabalho, matérias-primas e componentes, a fim de reduzir a variabilidade e a diversidade no processo produtivo e assim, eliminar o desperdício e aumentar a eficiência. Padronização é a aplicação de normas e padrões em uma organização para obter uniformidade e redução de custos. A padronização passa a ser vital para a Administração Cientifica na melhoria da eficiência.

26 Supervisão Funcional A administração funcional tinha como característica a divisão do trabalho de maneira que cada empregado, desde o assistente até o superintendente, tenha que executar a menor variedade possível de funções. Sempre que possível, o trabalho de cada homem deverá limitar-se à execução de uma única função. Para Taylor, a característica mais marcante da administração funcional consiste no fato de que cada operário, em lugar de se colocar em contato direto com a administração num único ponto, isto é, por intermédio de seu chefe de turma, recebe orientação e ordens diárias de oito encarregados diferentes, cada um dos quais desempenhando sua própria função particular.

27 A especialização do operário deve ser acompanhada da especialização do supervisor e não de uma centralização da autoridade. A supervisão funcional representa a aplicação da divisão do trabalho e da especialização no nível dos supervisores e chefes. Essa concepção trouxe muitas críticas, pois se argumenta que um operário não pode subordinar-se a dois ou mais chefes.

28 Princípios da Administração Científica de Taylor Para Taylor, a gerência deve seguir quatro princípios a saber: Princípio de planejamento: Substituir a improvisação pela ciência, por meio do planejamento do método. Princípio de preparo: Selecionar cientificamente os trabalhadores de acordo com suas aptidões e prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor. Preparar também máquinas e equipamentos através do arranjo físico e disposição racional das ferramentas e materiais. Princípio do controle: Controlar o trabalho para se certificar de que está sendo executado conforme o previsto. Princípio da execução: Distribuir as atribuições e responsabilidades, para que a execução do trabalho seja feita pelos operários.

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