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Como Conduzir Uma Criança à Cristo.

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Apresentação em tema: "Como Conduzir Uma Criança à Cristo."— Transcrição da apresentação:

1 Como Conduzir Uma Criança à Cristo.

2 O Mestre disse: : “Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele” (Marcos 10:14,15).

3 Frases: D. L. Moody disse: “Eu creio que, se as crianças têm idade suficiente para vir à Escola Dominical, elas têm idade suficiente para vir ao Calvário. Vamos abrir nossas mentes e que Deus nos ajude a ganhar as crianças para Cristo.”

4 Frases: C. H. Spurgeon afirmou: “Geralmente tenho encontrado um conhecimento mais claro do Evangelho e um amor mais fervoroso a Cristo na criança convertida do que no adulto convertido. Elas não precisam abandonar a incredulidade e as noções erradas que impedem tantos de aceitar o Evangelho”. E ainda acrescentou: “Uma criança de cinco anos, devidamente instruída, pode verdadeiramente crer e ser regenerada tanto quanto um adulto.”

5 Frases: Pr. Samuel Libert, “As crianças são as mensagens viventes que mandaremos para uma época futura, na qual não estaremos.”

6 Pesquisa publicada pela Moody Press, de Lionel Hunt.
1%   = Antes dos 4 anos 85% = Dos 4 aos 14 anos 10% = Dos 14 aos 30 anos 4%   = Após 30 anos

7 Duas Teologias. Alguns trabalhos com crianças se resumem em contar historias, musicas e programas sem a preocupação de mostrar às crianças a realidade do pecado. E como elas podem aceitar a Cristo como Salvador de suas almas. Não existem duas teologias, uma para os adultos, e outra para seus filhos.

8 Mesma teologia; outra linguagem
            Preparar crianças para o futuro é conduzir estas crianças ao novo nascimento, contando-lhes a preciosa mensagem do Evangelho.             Que todas as crianças conheçam: 1)  Que Deus as ama com tão imenso amor –  João 3:16. 2)  Que têm um problema (doença, necessidade) – Romanos  3:23; 6:23. 3)  Que só há uma solução (remédio, provisão) – Atos 4:12; 1 Coríntios 15:3,4; 1 Timóteo 2:5. 4)  Que precisam apropriar-se de Cristo (recebê-lO) – João 1:12,13

9 APEC – Aliança Pró Evangelização da Criança
Três princípios a serem considerados: O princípio do poder do Evangelho. O princípio do valor de uma alma. O princípio da identificação.

10 O princípio do poder do Evangelho.
O evangelho é “o poder de Deus para, salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1: 16). "Nunca pense que é mais difícil alcançar uma criança do que outra". 

11 O princípio do valor de uma alma.
Jesus Cristo afirmou: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?" (Marcos 8:36,37). Se uma criança tiver todos os recursos necessários para o seu bom desenvolvimento e, ainda assim, não confiar em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, de que lhe adiantará todo o luxo e todo o conforto?

12 O princípio do valor de uma alma.
Jesus Cristo afirmou: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?" (Marcos 8:36,37). ? Por outro lado, a criança que vive na miséria e na pobreza que assola tantas famílias, convivendo com a marginalidade, a violência, o abandono e a prostituição, tão alarmantes, teria, na solução destes problemas, maior possibilidade de crer na mensagem da salvação? Sem nenhuma sombra de dúvida, as almas eternas das crianças são de suprema importância e não a sua condição de miséria ou abundância ou qualquer outra condição exterior. A criança, seja rica, seja pobre, precisa ouvir, entender e crer no evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo

13 O princípio da identificação.
Poderiam as circunstâncias limitar a graça de Deus? De maneira nenhuma! Por mais difícil que seja a circunstância em que a criança vive, é um erro supor que ela precisa ser retirada da sua situação, às vezes tão negativa, para que possa ouvir favoravelmente ao evangelho, pois é exatamente ali onde ela se encontra que a graça do Senhor pode alcançá-la. O amor, a alegria, a paz, o poder e o consolo prometidos pelo Senhor podem ser experimentados mesmo nas situações mais desfavoráveis e adversas e podemos aprender com o apóstolo Paulo, a dizer confiadamente: "Tanto sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura, como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:12,13).

14 O princípio da identificação.
Será que eu precisarei ser um milionário para evangelizar a criança privilegiada? Será que as crianças me aceitarão, embora eu não seja de seu próprio contexto? A compreensão da cultura e dos problemas específicos da criança a quem vamos ministrar, a identificação com ela, a contextualização da mensagem, a disposição de amá-la, conhecendo ao máximo como ela vive e falando a linguagem que ela possa entender, sem a preocupação exagerada com a questão de que somos diferentes dela, são elementos que cooperarão para que ela seja sensível ao Senhor e ao evangelho. Vale a pena meditar nas palavras do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9.22: "Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos salvar alguns". Sim, é necessário levar a sério este princípio da identificação: "Alcance a criança em seu próprio contexto!" 


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