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AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS RESIDENTES NO MUNICÍPIO DE FERROS, MINAS GERAIS Introdução Objetivo Metodologia Trata-se de um estudo.

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1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DAS CRIANÇAS MENORES DE 10 ANOS RESIDENTES NO MUNICÍPIO DE FERROS, MINAS GERAIS Introdução Objetivo Metodologia Trata-se de um estudo transversal cuja amostra foi constituída de 1161 crianças, com idade entre 0 e 9 anos e 11 meses, de ambos os sexos, residentes nas zonas urbana e rural do Município de Ferros, MG. A coleta dos dados foi realizada pelas acadêmicas de enfermagem e enfermeiras dos 4 PSF, com a colaboração de auxiliares de enfermagem e Agentes Comunitários de Saúde (ACS), durante 3 meses. Utilizou-se o método antropométrico para obtenção da medidas peso e estatura, coletadas por profissionais previamente orientados. A partir dessas medidas, o estado nutricional da criança foi avaliado através das tabelas do NCHS (National Center of Health Statistics), adotadas internacionalmente pela OMS e preconizadas pelo SISVAN/MS, considerando o sexo e a idade (em meses) das crianças. A partir do percentil correspondente ao dado antropométrico a criança foi diagnosticada como Eutrófica, Em Risco Nutricional, Baixo Peso/Desnutrição e Em Risco para Sobrepeso. As crianças foram avaliadas nos 3 índices indicados pelo SISVAN/MS, como ideais para avaliação nutricional de crianças menores de 10 anos, sendo eles: 1. Peso por Idade (P/I); 2. Altura por Idade (A/I); 3. Peso por Altura (P/A). Os dados foram processados através do programa estatístico EPI-INFO 6.0, que foi utilizado para determinar as freqüências das alterações nutricionais e fatores associados. O risco relativo foi calculado com intervalo de confiança de 95% e valor p < 0,05. Este projeto teve por objetivo realizar o diagnóstico do estado nutricional de crianças menores de 10 anos residentes no Município de Ferros/MG, para quantificar e avaliar a Desnutrição e aquelas crianças que se encontram em Risco Nutricional ou Risco para Sobrepeso; bem como implementar medidas de intervenção diante das alterações nutricionais. Resultados Mariana Santos Felisbino Mendes*; Mirelle Dias Campos*; Francisco Carlos Félix Lana ** * Acadêmicas da Escola de Enfermagem da UFMG ** Prof. Dr. do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da EE/UFMG. Em relação ao Índice Altura/Idade, 6.8% da amostra apresentaram Baixa Estatura, e 57.8% das crianças desnutridas segundo o Índice Peso/Idade tiveram tal alteração, sugerindo tal prevalência de desnutrição crônica. O Índice Peso/Altura confirma esse dado ao revelar que 33.3% das crianças desnutridas, apresentam quadro agudo. Alguns fatores de risco para a desnutrição foram encontrados, conforme a Tabela 2. A prevalência da Desnutrição no Município de Ferros é inferior a média nacional que é de aproximadamente 8.3%, sendo contudo superior em algumas localidades. Uma continuidade de implementação das estratégias de tratamento e prevenção das Alterações Nutricionais fazem necessárias para a diminuição das prevalências encontradas. Conclusão A cobertura total da coleta de dados no Município de Ferros foi de 65,5% das crianças da faixa etária definida, sendo superior a 80% nas equipes de PSF II e III. Segundo o índice Peso/Idade, 21% da amostra apresentou algum tipo de alteração nutricional, representadas no gráfico abaixo. A necessidade de um diagnóstico do Estado Nutricional das crianças do Município de Ferros, surgiu a partir de um trabalho realizado por acadêmicos da Escola de Enfermagem da UFMG no 1º Semestre do ano de Este apontou elevada prevalência de Desnutrição Infantil, cerca de 12%, em 200 escolares portadores de pediculose. Outra demanda identificada, foi a atual necessidade do serviço em realizar o cadastramento das crianças no SISVAN (Sistema de Informação Alimentar e Nutricional), que até então estava sendo alimentado de forma indevida, oferecendo risco de perda do Bolsa Família aos beneficiários do Município. Na zona rural, as prevalências de Baixo Peso/Desnutrição (4.2%) e Risco Nutricional (12%) foram superiores às do Município; enquanto na zona urbana, além de apresentar menores prevalências desses agravos, destacou-se o Risco para Sobrepeso (9.5%) (Valor-p < 0,05). Em relação às equipes de Saúde da Família, as maiores prevalências de Desnutrição (5,5%) e Risco Nutricional (12,7%) foram encontradas no PSF III, destacando-se o Distrito de Cubas, que apresentou as maiores taxas de tais alterações (Valor-p < 0,05). 79.0% 6.8% 3.9% 10.3% Gráfico I – Prevalências das alterações Nutricionais segundo o Índice Peso/Idade – Ferros/MG, 2006 Distrito/Estado Nutricional 1 Eutrófico Em Risco Nutricional Desnutrido Risco Sobrepeso Total n (%) Borba Gato48 (88.9)03 (5.6)01 (1.9)02 (3.7)54 (100) Cubas139 (75.1)26 (14.1)14 (7.6)06 (3.2)185 (100) Esmeraldas118 (80.8)16 (11.0)06 (4.1) 146 (100) Santo Antônio80 (78.4)12 (11.8)02 (2.0)08 (7.8)102 (100) Santa Rita48 (75.0)03 (4.7) 10 (15.6)64 (100) Sete Cachoeiras33 (82.5)06 (15.0)00 (0.0)01 (2.5)40 (100) Sede451 (79.3)53 (9.3)19 (3.3)46 (8.1)569 (100) TOTAL917 (79.0)119 (10.3)45 (3.9)79 (6.8)1161 (100) Tabela 1 – Distribuição das alterações nutricionais em crianças menores de 10 anos de acordo com o Distrito – Ferros/MG – Novembro, 2006 Fatores de Risco Desnutrição RR (IC95%)Valor-p Baixo peso ao nascer4.52 ( )0.000 Pertencer ao PSF III1.92 ( )0.023 Receber até R$95,00 (Bolsa Família)2.41 ( )0.048 Aleitamento materno ausente0.88 ( )0.769 Escolaridade materna < 4 anos1.04 ( )0.898 Mais de 5 moradores0.65 ( )0.164 Ausência do pai na família0.80 ( )0.537 Tabela 2 – Risco de desenvolver desnutrição de acordo com alguns fatores de risco – Ferros/MG – Novembro, 2006 Referências Bibliográficas ALVES, C.R.L. & VIANA, M.R.A. Saúde da Família: cuidando de crianças e adolescentes. Belo Horizonte: COOPMED, FAGUNDES, A. A. et al. Vigilância alimentar e nutricional – SISVAN: orientações básicas para coleta, processamento, análise de dados e informações em serviços de saúde – Brasília: Ministério da Saúde, MONTE, C.M.G. Desnutrição: um desafio secular à desnutrição infantil. Jornal de Pediatria, 2000; 76: S285-S297 WORLD HEALTH ORGANIZATION – WHO. Physical Status: the use and interpretation of anthropometry. WHO. Technical Report Series n Geneva: WHO, 1995


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