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Microeconomia I ECN 061 Prof. Edson Domingues. Programa.

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1 Microeconomia I ECN 061 Prof. Edson Domingues

2 Programa

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5 Comportamento do Consumidor PINDYCK e RUBINFELD (2002) Capítulo 3: 3.1, 3.2, 3.3, 3.5 VARIAN (1994) Capítulos 2, 3, 4 e 5

6 Comportamento do Consumidor Introdução Preferências do Consumidor

7 Comportamento do Consumidor Duas aplicações que ilustram a importância da teoria econômica do comportamento do consumidor: Biscoitos Cheerios de Maçã e Canela Programa de Tíquetes de Alimentação

8 Comportamento do Consumidor A General Mills teve que determinar o preço dos Biscoitos Cheerios de Maçã e Canela antes de colocá-los no mercado.

9 Comportamento do Consumidor Quando o programa de tíquetes de alimentação foi instituído no início dos anos 60, nos EUA, os formuladores do programa tiveram que determinar se os tíquetes realmente proporcionariam mais alimentos aos beneficiários ou se simplesmente subsidiariam as compras de alimentos que teriam sido realizadas independentemente do programa. E no caso do Fome Zero com cartão alimentação?

10 Comportamento do Consumidor Esses dois problemas requerem um entendimento da teoria econômica do comportamento do consumidor.

11 Comportamento do Consumidor Há três etapas no estudo do comportamento do consumidor. 1) Estudaremos as preferências do consumidor. Para descrever como e por quê as pessoas preferem uma mercadoria a outra.

12 Comportamento do Consumidor Há três etapas no estudo do comportamento do consumidor. 2)Depois, abordaremos as restrições orçamentárias. As pessoas têm rendas limitadas.

13 Comportamento do Consumidor Há três etapas no estudo do comportamento do consumidor. 3) Finalmente, combinaremos as preferências do consumidor com as restrições orçamentárias para determinar as escolhas do consumidor. Que combinação de mercadorias os consumidores comprarão de modo a maximizar sua satisfação?

14 Preferências do Consumidor Uma Cesta de Mercado é um conjunto de uma ou mais mercadorias. Uma cesta de mercado pode ser preferida a outra que contenha uma combinação diferente de mercadorias. Cestas de Mercado

15 Preferências do Consumidor Três Premissas Básicas 1) As preferências são completas. 2) As preferências são transitivas. 3) Os consumidores sempre preferem quantidades maiores de uma mercadoria Cestas de Mercado

16 Preferências do Consumidor A2030 B1050 D4020 E3040 G1020 H1040 Cesta de Mercado Unidades de Alimento Unidades de Vestuário

17 Preferências do Consumidor Uma curva de indiferença representa todas as combinações de cestas de mercado que proporcionam o mesmo nível de satisfação a uma pessoa. Curva de Indiferença

18 O consumidor prefere a cesta A a todas as cestas da área azul, enquanto todas as cestas da área rosa são preferidas a A. Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) 50 G A EH B D

19 U1U1 As cestas B, A, & D proporcionam a mesma satisfação E é preferida a qualquer cesta em U 1 Cestas em U 1 são preferidas a H & G Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) 50 G D A E H B

20 Preferências do Consumidor Curva de Indiferença A curva de indiferença apresenta inclinação negativa, da esquerda para a direita. Uma inclinação positiva violaria a premissa de que uma quantidade maior de mercadoria é preferida a uma menor.

21 Preferências do Consumidor Curva de Indiferença Qualquer cesta de mercado localizada acima e à direita de uma curva de indiferença é preferida a qualquer cesta de mercado localizada sobre a curva de indiferença.

22 Preferências do Consumidor Um mapa de indiferença é um conjunto de curvas de indiferença que descrevem as preferências de uma pessoa com relação a todas as combinações de duas mercadorias. Cada curva de indiferença no mapa mostra as cestas de mercado entre as quais a pessoa é indiferente. Mapa de Indiferença

23 Preferências do Consumidor Curva de indiferença Finalmente, as curvas de indiferença não podem se interceptar. Isso violaria a premissa de que uma quantidade maior de mercadoria é preferida a uma menor.

24 U2U2 U3U3 Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) U1U1 A B D A cesta de mercado A é preferida a B. A cesta de mercado B é preferida a D.

25 U1U1 U2U2 Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) A D B O consumidor deveria ser indiferente a A, B e D. Entretanto, B contém mais de ambas as mercadorias do que D. Curvas de indiferença não podem se interceptar

26 A B D E G Observação: A quantidade de vestuário de que se abre mão para se obter uma unidade de alimento diminui de 6 para 1 Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) Pergunta: Essa relação também é válida ao abrir mão de alimento para obter vestuário?

27 Preferências do Consumidor A Taxa Marginal de Substituição (TMS) mede a quantidade de uma mercadoria de que o consumidor está disposto a desistir para obter mais de outra. É medida pela inclinação da curva de indiferença. Taxa Marginal de Substituição

28 Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) A B D E G TMS = 6 TMS = 2

29 Preferências do Consumidor Adicionaremos, agora, uma quarta premissa relativa às preferências do consumidor: A taxa marginal de substituição é decrescente ao longo da curva de indiferença. Observe que a TMS para AB era 6, enquanto para DE era 2. Taxa Marginal de Substituição

30 Preferências do Consumidor Pergunta Quais são as três primeiras premissas? Taxa Marginal de Substituição

31 Preferências do Consumidor As curvas de indiferença são convexas porque à medida que maiores quantidades de uma mercadoria são consumidas, espera- se que o consumidor esteja disposto a abrir mão de cada vez menos unidades de uma segunda mercadoria para obter unidades adicionais da primeira. Os consumidores preferem uma cesta de mercado balanceada. Taxa Marginal de Substituição

32 Preferências Convexas Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana) X Y B B: cesta balanceada, entre as cestas X e Y O consumidor prefere B a X e Y. Por quê?

33 Preferências Convexas X2030 Y1050 B1540 Cesta de Mercado Unidades de Alimento Unidades de Vestuário B : combinação média de X e Y para cada bem. Se as preferências são convexas, então o consumidor prefere a cesta B às cestas X e Y.

34 Preferências do Consumidor Substitutos Perfeitos e Complementos Perfeitos Dois bens são substitutos perfeitos quando a taxa marginal de substituição de um bem pelo outro é constante. Taxa Marginal de Substituição

35 Preferências do Consumidor Substitutos Perfeitos e Complementos Perfeitos Dois bens são complementos perfeitos quando suas curvas de indiferença têm o formato de ângulos retos. Taxa Marginal de Substituição

36 Preferências do Consumidor Suco de laranja (copos) Suco de maçã (copos) Substitutos Perfeitos Substitutos Perfeitos

37 Preferências do Consumidor Sapatos direitos Sapatos esquerdos Complementos Perfeitos Complementos Perfeitos

38 Preferências do Consumidor Males Coisas que preferimos ter em menores quantidades, em vez de maiores. Exemplos Poluição atmosférica Amianto Títulos do Cruzeiro (para Atleticanos) Títulos do Atlético (para Cruzeirenses)

39 Preferências do Consumidor O que você acha? Como podemos levar em consideração os males na análise das preferências do consumidor?

40 Preferências do Consumidor Os executivos de empresas automobilísticas devem decidir regularmente quando introduzir novos modelos e quanto investir na reestilização. Projetos de novos automóveis (I)

41 Preferências do Consumidor A análise das preferências do consumidor ajudaria a determinar quando e se as empresas automobilísticas devem reestilizar seus automóveis. Projetos de novos automóveis(I)

42 Preferências do Consumidor Estes consumidores estão dispostos a abrir mão de boa dose de estilo para obter desempenho adicional Estilo Desempenho Preferência do consumidor (A): Alta TMS Preferência do consumidor (A): Alta TMS

43 Preferências do Consumidor Estes consumidores estão dispostos a abrir mão de boa dose de estilo para obter desempenho adicional Estilo Desempenho Preferência do consumidor (A): Alta TMS Preferência do consumidor (A): Alta TMS -6 1

44 Preferências do Consumidor Estes consumidores estão dispostos a abrir mão de boa dose de desempenho para obter estilo adicional Estilo Desempenho Preferência do consumidor (B): Baixa TMS Preferência do consumidor (B): Baixa TMS -6 3

45 Preferências do Consumidor O que você acha? Como podemos determinar a preferência dos consumidores? Projetos de novos automóveis(I)

46 Preferências do Consumidor Um estudo recente sobre a demanda automobilística nos Estados Unidos mostra que, durante as duas últimas décadas, a maioria dos consumidores tem preferido estilo a desempenho. Projetos de novos automóveis(I)

47 Preferências do Consumidor Crescimento das Importações de Automóveis do Japão Décadas de 1970 e % dos carros nacionais sofreram mudança no estilo, a cada ano No caso dos importados, esse percentual sobe para 23% Projetos de novos automóveis(I)

48 Preferências do Consumidor Utilidade Utilidade: Número que representa o nível de satisfação que uma pessoa obtém ao consumir uma determinada cesta de mercado.

49 Preferências do Consumidor Utilidade Se comprar três cópias do livro Microeconomia deixa o consumidor mais feliz do que comprar uma camisa, então, dizemos que os livros proporcionam mais utilidade a esse consumidor do que a camisa.

50 Preferências do Consumidor Funções de Utilidade Suponha: Função de utilidade para alimento (A) e vestuário (V) U(A,V) = A + 2V Cestas de mercado : unid.de A unid.de V U(A,V) = A + 2V A (3) = 14 B (4) = 14 C (4) = 12 O consumidor é indiferente entre A & B O consumidor prefere A & B a C

51 Preferências do Consumidor Alimento (unidades por semana) Vestuário (unidades por semana ) U 1 = 25 U 2 = 50 (Preferida a U 1 ) U 3 = 100 (Preferida a U 2 ) A B C Suponha: U = AV Cesta de mercado U = AV C 25 = 2,5(10) A 25 = 5(5) B 25 = 10(2,5) Funções de Utilidade & Curvas de Indiferença

52 Preferências do Consumidor Utilidade Ordinal versus Utilidade Cardinal Função de Utilidade Ordinal : Coloca as cestas de mercado em ordem decrescente de preferência mas não indica o quanto uma cesta é preferível a outra. Função de Utilidade Cardinal : Função de utilidade que descreve o quanto uma cesta de mercado é preferível a outra.

53 Preferências do Consumidor Ordenação Ordinal versus Ordenação Cardinal A unidade de medida da utilidade não é importante. Logo, a ordenação ordinal é suficiente para explicar como a maioria das decisões é tomada pelo consumidor.

54 Restrições Orçamentárias O comportamento do consumidor não é determinado, apenas, por suas preferências. As restrições orçamentárias também limitam a capacidade do indivíduo de consumir, tendo em vista os preços que ele deve pagar por diversas mercadorias e serviços.


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