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Profº Charles de Sá Mestrando em Computação Profº Charles de Sá Mestrando em Computação.

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1 Profº Charles de Sá Mestrando em Computação Profº Charles de Sá Mestrando em Computação

2 Dúvidas: COMUNIDADE NO ORKUT: Prof. Charles – Informática fórum: Alunos VIA Slides das Aulas Exercícios Teclas de Atalho Vídeos utilizadas em sala Notícias relacionadas a Concursos Editais

3 Sistema Operacional É um software básico que tem a função de controlar os recursos do computador. Serve de INTERFACE entre o Peopleware (usuário) e o Hardware (parte física) gerenciando outros Softwares (parte lógica). INTERFACE= se refere ao circuito capaz de controlar um determinado dispositivo. Controla a execução dos programas na RAM Controla o CPU (Processador) Controla o acesso aos Dispositivos I/O Por Exemplo: Microsoft Windows e GNU/Linux.

4 Sistema Operacional PeopleWare (Usuário)AplicativosInterface GráficaShell (Comandos) – Modo TextoKernel (Núcleo do S.O.)CPURAMI/O

5 Windows X Linux Software Proprietário (Licenças) Criado pela Microsoft (Bill Gates) em substituição antigo MS-DOS (Modo Texto) É um AMBIENTE GRÁFICO. (Janelas, ícones, botões...) MultiTarefa Preemptiva MultiUsuário Plug and Play Software Livre Criado por Linus Torvalds e pela comunidade Linux. É um AMBIENTE GRÁFICO, apesar de trabalhar também em modo texto (comandos) MultiTarefa Preemptiva MultiUsuário Plug and Play

6 Windows X Linux Software Livre Open-Source (Código Aberto) GPL (Licença Pública Geral) 1. Usar 2. Copiado e distribuído (CopyLeft) 3. Alterado 4. Estudado (vê-lo) Obs.: Não quer dizer GRÁTIS.

7 Windows X Linux Software Proprietário Lock-Source (Código Fechado) Licença de Uso por cada computador. Não é permitida a cópia do CD ORIGINAL. Crime de PIRATARIA DE SOFTWARE, desrespeito as leis de CopyRight (direito autoral).

8 Surgimento do Linux Na década de 70, Na década de 70, os computadores de grande porte, encontrados nas Universidades e Empresas, possuíam um OS chamado UNIX (1969, nos EUA), proprietário. Entre 80 e 85 Entre 80 e 85, os microcomputadores (PC-XT) chegam ao mercado com o MS-DOS, proprietário. Nessa época, Richard Stallman, programador do MIT enfurecido com a comercialização do conhecimento, fundou a FSF (Fundação do Software Livre), cujo projeto (GNU) era: (open- source) UNIX Criar um sistema operacional totalmente livre (open- source) baseado no UNIX. (a idéia da mudança.) E espalhar essa idéia ao mundo por meio de um documento chamado GPL (Licença Pública Geral) que oferecia o direito de USAR um programa para qualquer fim. 2. COPIAR e DISTRIBUIR livremente. (copyleft) 3. ESTUDAR o programa (acesso ao código-fonte) 4. MODIFICAR o programa (acesso ao código-fonte)

9 PeopleWare (Usuário)AplicativosAmbiente GráficoShell (Comandos) – Modo TextoKernel (Núcleo do S.O.)CPURAMI/O Surgimento do Linux Entre 86 e 90, Entre 86 e 90, a FSF difunde a idéia entre universidades e programadores do mundo todo. O projeto GNU consegue algumas vitórias com isso: Vários aplicativos, utilitários e o SHELL (parte do SO). Mas e o Kernel??? Cadê ele?

10 Surgimento do Linux Mas e o Kernel??? Cadê ele? Entre 90 e 92, Entre 90 e 92, muitos universitários treinavam UNIX com um sistema UNIX-LIKE (parecido com o UNIX) criado por Andrew Tanenbaum, chamado MINIX. Em 1991, Em 1991, é criado um sistema também UNIX-LIKE por Linus Torvalds, que só funcionava na máquina dele. enviou o código-fonte do seus sistema (kernel) então, Linus, por meio de uma lista de discussão da Internet, enviou o código-fonte do seus sistema (kernel), entender e modificar o seu projeto para que outros programadores (co-desenvolvedores) pudessem entender e modificar o seu projeto para que funcionasse em micros domésticos em qualquer máquina. A idéia deu certo e seu nome foi dado depois. LINUX (Linus+UNIX) Por que chamar GNU/Linux??? PeopleWare (Usuário)AplicativosAmbiente GráficoShell (Comandos) – Modo TextoKernel (Núcleo do S.O.)CPURAMI/OPeopleWare (Usuário)AplicativosAmbiente GráficoShell (Comandos) – Modo TextoKernel (Núcleo do S.O.)CPURAMI/O

11 A comunidade Linux Pois é, esses poucos programadores que entraram em contato com Linus Torvalds para ajudar a alimentar o Linux de conteúdo e funcionalidade a fim de fazê-lo crescer, também cresceram em número. Atualmente mais de pessoas em todo mundo contribuem para a evolução do Linux, seja criando novos aplicativos e drivers (programas que controlam dispositivos), seja melhorando o funcionamento do próprio sistema, ou até mesmo traduzindo-o para os mais variados idiomas. objetivo da comunidade O objetivo da comunidade não é somente criar coisas novas, mas modificar constantemente o centro do sistema Linux, o seu KERNEL. Depois de alterado, o KERNEL é analisado pelos seus Mantenedores, que aceitam ou rejeitam as alterações.

12 Versões do Kernel Como são batizadas: Com 3 ou 4 níveis de números Antigamente tínhamos a versão 2.4, e todas as mini- versões dentro dela como 2.4.1, , Atualmente, a versão mais difundida é a versão 2.6 e toda a sua família (2.6.3, , etc). A mudança da versão 2.4 para a 2.6 trouxe muitas novidades (tecnologias que o novo Kernel é capaz de suportar): Redes sem fio, bluetooth, novos dispositivos, etc.

13 Distribuições GNU/Linux FERRAMENTAS DE INSTALAÇÃOKERNEL (LINUX)SHELLAMBIENTE GRÁFICODEVICE DRIVERSAPLICATIVOS E UTILITÁRIOS É um sistema operacional Unix-like incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto. Existem distros mantidas por organizações comerciais: Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva; como a Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva; projetos comunitários: Debian e Gentoo, como Debian e Gentoo, que montam e testam seus conjuntos de software antes de disponibilizá-los ao público.

14 Distribuições GNU/Linux Segue uma lista parcial de distribuições de Linux para facilitar sua escolha: ConectivaConectiva (braço brasileiro da Mandriva) KuruminKurumin (brasileira) Debian BR CDDDebian BR CDD (brasileira) Debian Fedora Gentoo Knoppix Mandriva Red Hat Slackware SUSE Ubuntu Yellow Dog LinuxYellow Dog Linux (para Mac)

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16 DISTRIBUIÇÕES: DEBIAN criado em 93 com um pequeno grupo de desenvolvedores; hoje conta com mais de pacotes para vários tipos de computadores. criador, Ian Murdock, com o de sua esposa, Debra. grande estabilidade, segurança e por uma base sólida de gerenciamento de pacotes, conseguida por uma política de desenvolvimento rigorosa. o Debian possui sua própria definição de Software Livre, assim é garantido que 100% dos programas contidos no Debian são realmente livres (open-source). o Debian é desenvolvido voluntariamente. Há aproximadamente mil desenvolvedores espalhados pelo mundo.

17 DISTRIBUIÇÕES: UBUNTU Palavra africana = significa humanidade para todos. Propósito = trazer esse espírito para o mundo do software. Manifesto Ubuntu Manifesto Ubuntu = o software deve ser gratuito, utilizável por qualquer um em sua própria língua (universalização) e dando a liberdade de alterar e adequar às próprias necessidades (GPL). Possui um Sistema de Gerenciamento de Pacotes baseado no do Debian e pode utilizar seus pacotes, mas tem uma vantagem considerada importante: Lançamento de versões em períodos regulares (6 meses). está pronta Já o Debian, só lança uma versão quando ela está pronta. Atualmente oferece mais de mil pacotes de software.

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19 DISTRIBUIÇÕES: KURUMIN LiveCD = distribuição que roda direto do CD, sem precisar ser instalado no HD Nacional, baseado no Knoppix que é baseado no Debian. Amigável (gerenciador de janelas KDE). Ótimo para iniciantes Aplicativos para o uso doméstico: gravador de CDs, álbum de fotos digital, suporte a câmeras fotográficas digitais e web-cams, suporte a diversas impressoras, fácil conexão com a internet, aplicativos de escritório, jogos, etc Alguns deles não são livres Grande instabilidade se instalado no HD.

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21 DISTRIBUIÇÕES: Mandriva A Conectiva empresa brasileira pioneira na distribuição Linux no Brasil, e código aberto em português, espanhol e inglês para toda a América Latina. A MandrakeSoft empresa francesa, uma das principais distribuições Linus da Europa. Caracterísiticas: Fácil de usar e de instalar Fusão CONECTIVA + MANDRAKESOFT = fevereiro/2005 RESULTADO = Mandriva.

22 DISTRIBUIÇÕES: Mandriva Conectiva Requesitos: Processor: Intel®, AMD or VIA. RAM: 512MB mínimo, 1GB recomendado Hard disk: 2GB mínimo, 6GB recomendado. Vídeo: NVIDIA®, ATITM, Intel®, SiS, Matrox,VIA. Para a funcionalidade 3D desktop ele requer uma placa de vídeo aceleradora gráfica como NVIDIA GeForce (up to 8800), ATI Radeon 7000, dentre outras. Requer drive de DVD Suporta HDs SATA, IDE.

23 Informática: Charles de Sá

24 DISTRIBUIÇÕES: SLACKWARE Criado por Patrick Volkerding em 1993 Uma das primeiras distribuições GNU\Linux. Visa a estabilidade e segurança. Slackware é a distribuição mais parecida com o UNIX. Uma das mais difíceis de instalar e de configurar Trás poucos programas consigo, logo, é mais recomendado para SERVIDORES. Essa é para os EXPERTS. não possui ferramentas automáticas de configuração como as outras distribuições (ou seja, é tudo em modo TEXTO - comandos);

25 Informática: Charles de Sá

26 DISTRIBUIÇÕES: RED HAT É uma das distribuições comercial mais populares. A RED HAT deixou de ser fornecida para usuários domésticos (desktops), para fornecer apenas para SERVIDORES DE REDE (servers), é cobrado. Projeto Fedora Core, mantido pela Comunidade de Software Livre, é o projeto de distro gratuita da Red Hat (para não saírem mal na foto). É muito completa, cheia de recursos. Serve tanto para servidores como para desktops. É baseado na antiga distribuição da Red Hat para uso doméstico.

27 Gerenciador de Janelas Também chamado de AMBIENTE GRÁFICO Um Ambiente Gráfico é um programa que permite que o Linux se apresente de forma amigável, como o Windows, através de janelas, ícones, menus, e botões. Uma distribuição do Linux pode conter diversos Ambientes Gráficos diferentes, mas os dois mais famosos são, sem dúvida: KDE (K Desktop Environment) Gnome.

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30 Gerenciador de Janelas A ESCOLHA do AMBIENTE GRÁFICO que será utilizado pode ser feita na TELA DE LOGON, por meio do botão SESSÃO que permitirá ao usuário escolher se deseja utilizar o KDE ou o Gnome (ou qualquer outro que esteja instalado no Linux).

31 Questões a Considerar O custo da implantação e da manutenção do Linux é mais baixo; O Windows ainda é o mais conhecido e o mais usado; O plug and pray do Linux O Windows é mais amigável. Será? O linux é mais complicado. (gráfico e texto) O linux é mais seguro e estável do que o Windows.

32 A inicialização do Linux O sistema é ligado passando a receber alimentação elétrica. A mémória RAM está vazia nesse momento. O(s) sistema(s) operacional(s) está armazenados nos discos ( memórias secundárias HD, CD) 1. BIOS (que está armazenado na memória ROM). 2. POST (testa os componentes e realiza o BOOT) BOOT inicialização do sistema operacional 3. NESSE PONTO, o KERNEL do LINUX é jogado na MEMÓRIA RAM. 4. TELA DE LOGON 1. Escolha do Usuário (LOGIN) – ROOT??? Ou Usuário Comum Lembrando que aqui podemos escolher o AMBIENTE TEXTO ou GRÁFICO. 5. Por fim o Gerenciador de Janelas entra em ação e o usuário agora tem o controle da máquina

33 DUALL BOOT DUAL = 2 BOOT = Inicialização 2 formas de inicialização Quem vai permitir a escolha de um ou outro? GRUB LILO

34 Como o Linux Entende as Unidades

35 Konqueror

36 Usando o Linux Os Arquivos no Linux, são divididos em alguns tipos: Arquivos Comuns: podem ser subdivididos em: Arquivos de Dados: contém dados de diversos tipos, os maiores exemplos são os arquivos que manipulamos: textos, documentos, planilhas, figuras, fotos, MP3, etc. Arquivo de texto ASCII: é um tipo específico de Arquivo de Dados, escritos por programas editores de texto. São arquivos muito simples e só contém texto (caracteres). Arquivos de Shell Script: são arquivos escritos como textos ASCII, ou seja, em programas editores de texto. Seu conteúdo é formado por comandos que o Linux consegue interpretar. Arquivos binários (executáveis): são arquivos escritos em linguagem de máquina (zeros e uns) que podem ser executados pela CPU do computador. Esses arquivos são, na verdade, chamados de programas ou arquivos executáveis. Diretórios: Sim, os diretórios (pastas) são considerados arquivos no Linux. O sistema entende que um diretório é um arquivo especial. Links (Vínculos): uma idéia similar à dos atalhos no Windows. Um link é um arquivo que aponta para um outro arquivo qualquer (de qualquer tipo, inclusive diretório). Um link pode apontar, inclusive, para outro link.

37 Nomenclatura dos Arquivos Diferenças entre Window Podem ter 255 caracteres nos nomes. O Linux aceita alguns caracteres proibidos no Windows (*, ?,...). Não pode existir dois nomes iguais na mesma pasta. O linux é Case Sensitive (Diferencia maiúsculas de minúsculas) O linux também usa extensões, mas não abre um arquivo pela sua extensão e sim pelo seu conteúdo. É comum encontrar arquivos com esse tipo de nome: Ethereal i486-2jim.tar.gz ARQUIVOS OCULTOS tem seus nomes iniciados por PONTO..monografia.doc

38 Grupos dos Usuários Um Grupo de Usuários, ou somente grupo, é, como o nome já diz, um conjunto de usuários. Um grupo é interessante para reunir vários usuários e atribuir a ele (o grupo) certos privilégios de acesso. Quem estiver dentro do grupo vai ter acesso aos recursos que o forem fornecidos ao grupo todo.

39 Pastas Pessoais do Usuário Cada usuário cadastrado no sistema Linux tem uma pasta própria, onde recomenda-se que este guarde seus arquivos pessoais (como Meus Documentos no Windows). Para todos os usuários do sistema (com exceção do usuário root), a pasta pessoal fica localizada em/home/xxxx, onde xxxx é o login do referido usuário. Exemplo: o usuário pedro vai ter, quando cadastrado, sua pasta pessoal criada como /home/pedro. Para o super usuário, a pasta pessoal dele é /root, fora da estrutura de /home. (é...quem pode, pode!).

40 Entendendo o SHELL

41 ls (List - Listar): lista o conteúdo de um determinado diretório, apresentando arquivos e diretórios presentes no local especificado.

42 Entendendo o SHELL mkdir (Make Directory - Criar Diretório): usado para criar diretórios. Sua sintaxe de uso é assim:

43 Entendendo o SHELL cd (Change Directory – Mudar de Diretório): esse comando permitir que o usuário entre em outro diretório.

44 Entendendo o SHELL pwd: informa ao usuário em que diretório ele está. Veja o exemplo: rmdir (Remover Diretório): apaga diretórios vazios. Para remover diretórios com conteúdo, podemos usar outro comando; clear (Limpar a tela): esvazia todos os caracteres mostrados na tela.

45 Entendendo o SHELL rm (Remover arquivos e diretórios): usado para apagar arquivos e diretórios (incluindo os diretórios não-vazios). Sintaxe:

46 Entendendo o SHELL tree (Árvore): mostra a estrutura de diretórios e arquivos em forma de uma árvore simples. É possível ver diretórios, subdiretórios e arquivos. Usando a opção –F:

47 Entendendo o SHELL mv (Mover): esse comando tem duas funções distintas: mover e renomear arquivos e diretórios. Sintaxe: Origem: é o nome do arquivo a ser movido / renomeado. Destino: é o nome do diretório para onde o arquivo vai (caso esteja sendo movido) ou o nome que o arquivo irá ter (caso esteja sendo renomeado).

48 Entendendo o SHELL cp (Copiar): copia arquivos e diretórios

49 Entendendo o SHELL chmod (Change Mode - Mudar o Modo (?!?)): mudar as permissões de um arquivo ou diretório. Esse "mudar as permissões" significa que o arquivo poderá ser acessado, modificado e executado por outras pessoas além daquelas que poderiam ter esses direitos. Sintaxe:

50 Entendendo o SHELL Quando um arquivo é criado (um documento, como esse do exemplo, na primeira vez que é salvo), ele recebe imediatamente as permissões padrão do sistema (essas.. rw-rw-r-- ), mas essas permissões podem ser mudadas ao longo da utilização do sistema através do uso do comando chmod. IMPORTANTE: o comando chmod só pode ser usado em um arquivo pelo root ou pelo DONO do arquivo.

51 Entendendo o SHELL Exemplo de utilização do comando chmod.

52 Entendendo o SHELL comando chmod (modo numérico)

53 Entendendo o SHELL comando chmod (em DIRETÓRIOS) Atenção: para acessar o conteúdo de um diretório é necessário definir a permissão de x (execução) para ele.

54 Entendendo o SHELL comando chown (Change Owner - Mudar o DONO): executado pelo usuário ROOT, permite que um arquivo mude de proprietário. Pode-se definir o USUÁRIO DONO e o GRUPO DONO de um arquivo através deste comando.

55 Entendendo o SHELL useradd (adicionar usuário): permite criar uma nova conta de usuário no sistema. Cria um usuário chamado pedro, que fará parte do grupo diretoria, mas também fará parte dos grupos rh e informática, cuja senha inicial, (depois ele pode mudar) será casa123 e o diretório pessoal será /home/pedro.

56 Entendendo o SHELL groupadd (Adicionar Grupo): criar um novo grupo de usuários. Esse comando também só pode ser executado pelo usuário administrador (root).

57 Entendendo o SHELL passwd (password - senha): altera a senha de um usuário. Ele pode ser executado por qualquer usuário (mas só terá efeito em sua própria conta). especificar qual será o usuário cuja senha será alterada. Se o root executar o comando passwd, ele terá o direito de especificar qual será o usuário cuja senha será alterada.

58 Entendendo o SHELL su (Super User – Super Usuário): permite que um usuário qualquer se torne, momentaneamente, o root. serve para que o usuário possa realizar alterações no sistema sem ter que reiniciar o computador. Isso serve para que o usuário possa realizar alterações no sistema sem ter que reiniciar o computador.

59 Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. (Cora Coralina, poetisa brasileira)


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