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O QUE SERÁ QUE EU VOU APRENDER NO PMUR I? SERÁ QUE VAMOS FICAR APENAS NA TEORIA? MAS PARA UMA BOA ATUAÇÃO PRÁTICA, PRIMEIRO É PRECISO SABER UM POUCO DE.

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1 O QUE SERÁ QUE EU VOU APRENDER NO PMUR I? SERÁ QUE VAMOS FICAR APENAS NA TEORIA? MAS PARA UMA BOA ATUAÇÃO PRÁTICA, PRIMEIRO É PRECISO SABER UM POUCO DE COMO AS COISAS FUNCIONAM! ENTÃO VAMOS LÁ! ? ? ? ? ? ?

2 JÁ REVISAMOS ALGUNS CONCEITOS COMO: PLANEJAMENTO, DESENHO URBANO E URBANISMO. JÁ SABEMOS TAMBÉM QUE O ARQUITETO NÃO TRABALHA SOZINHO. NO PLANEJAMENTO DAS CIDADES, OUTROS PROFISSIONAIS SÃO INDISPENSÁVEIS PARA ELABORAR INSTRUMENTOS E POLÍTICAS EFICIENTES. ENTRE ELES ESTÃO OS GEÓGRAFOS, ECONOMISTAS, SOCIÓLOGOS, ADVOGADOS, ADMINISTRADORES, HISTORIADORES E PAISAGISTAS ENTRE OUTROS. MAS QUAL É O TRABALHO QUE CABE AO ARQUITETO? TRABALHAR NO PLANEJAMENTO TERRITORIAL DO MUNICÍPIO DE FORMA INTEGRADA AOS OUTROS PROFISSIONAIS VISANDO O ORDENAMENTO DE SEU CRESCIMENTO E O BOM DESENVOLVIMENTO DE TODOS OS OUTROS SETORES A ELE INTER- RELACIONADOS.

3 MAS EM QUE TERRITÓRIO GEOGRÁFICO O ARQUITETO ATUA? SOMENTE NA ÁREA URBANA? NÃO! NO MUNICÍPIO TODO? SIM! E EM REGIÕES CONSTITUÍDAS DE VÁRIOS MUNICÍPIOS AGLOMERADOS? TAMBÉM! E ONDE MAIS? O ARQUITETO TAMBÉM PODE ATUAR EM ÁREAS CONSTITUÍDAS POR BACIAS HIDROGRÁFICAS!

4 O QUE É UMA BACIA HIDROGRÁFICA? Uma bacia hidrográfica ou bacia de drenagem de um curso de água é o conjunto de terras que fazem a drenagem da água das precipitações para esse curso de água e seus afluentes. A formação da bacia hidrográfica dá-se através dos desníveis dos terrenos que orientam os cursos da água, sempre das áreas mais altas para as mais baixas.drenagemprecipitaçõesafluentesbaciaterrenoságua Essa área é limitada por um divisor de águas que a separa das bacias adjacentes e que pode ser determinado nas cartas topográficas. Assim, o conceito de bacia hidrográfica pode ser entendido através de dois aspectos: Rede Hidrográfica e Relevo. Em qualquer mapa geográfico as terras podem ser subdivididas nas bacias hidrográficas dos vários rios.cartas topográficasRede HidrográficaRelevo Fonte:

5 Fonte: É MAIS FÁCIL ENTENDER VENDO ESTE DESENHO!

6 A Área de Proteção Ambiental é uma categoria de unidade de conservação relativamente nova. Sua implementação se iniciou na década de 80, com base na Lei Federal nº 6.902, de 27 de abril de 1981, que estabelece no art. 8:Lei Federal nº "Havendo relevante interesse público, os poderes executivos Federal, Estadual ou Municipal poderão declarar determinadas áreas dos seus territórios de interesse para a proteção ambiental, a fim de assegurar o bem-estar das populações humanas, a proteção, a recuperação e a conservação dos recursos naturais". E QUANDO DELIMITAMOS UM TERRITÓRIO DE PLANEJAMENTO UTILIZANDO A DIVISÃO POR BACIAS HIDROGRÁFICAS? QUANDO, POR EXEMPLO, CRIAMOS UMA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL – APA!

7 Anápolis (28%) Campo Limpo (21%) Goialândia Terezópolis (15%) Goianápolis (16%) Futuro Reservatório: Área de Inundação: 14 Km 2 Cota Máxima: 751,5 m Futuro Reservatório: Área de Inundação: 14 Km 2 Cota Máxima: 751,5 m Parques Ecológicos: Ipês e Ulysses Guimarães Área: 41Km 2 Área a ser inundada: 5,5 Km 2 Parques Ecológicos: Ipês e Ulysses Guimarães Área: 41Km 2 Área a ser inundada: 5,5 Km 2 Ouro Verde (3%) Nerópolis (11%) Goiânia (6%) APA do Rio João Leite –721Km 2 Ouro Verde 1.139m Anápolis m Goianápolis 1.000m Goiânia 720m Hipsometria FONTE: ESTUDO PARA IMPLANTAÇÃO DA APA DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE – 2001 (ARCA)

8 MAS POR QUE VAMOS ESTUDAR ESTES MUNICÍPIOS -TEREZÓPOLIS - NERÓPOLIS - GOIANÁPOLIS E ESTA TAL APA DO JOÃO LEITE SE MORAMOS EM GOIÂNIA? O QUE NÓS TEMOS A VER COM O QUE ACONTECE LÁ, ONDE A POPULAÇÃO PRODUZ FRUTAS, VERDURAS E CRIA SUAS VAQUINHAS... POR QUE ELES PRECISARIAM DE UM ARQUITETO PARA PLANEJAR O SEU TERRITÓRIO? É MUITO SIMPLES! ALÉM DE PRODUZIR ALIMENTO, ESTES MUNICÍPIOS SÃO RESPONSÁVEIS PELO ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE GOIÂNIA E OUTROS MUNICÍPIOS QUE JUNTOS CONTÉM UMA POPULAÇÃO DE APROXIMADAMENTE DE HABITANTES.

9 MAS DE QUE FORMA PODEMOS TER A GARANTIA DE QUE ESTES MUNICÍPIOS VÃO PROTEGER A NOSSA ÁGUA? JÁ E SABIDO QUE: SUAS LAVOURAS UTILIZAM AGROTÓXICOS E ADUBOS SOLÚVEIS QUE INFILTRAM NO SOLO CONTAMINANDO O LENÇOL FREÁTICO E AS NASCENTES; SUAS ACUPAÇÕES URBANAS PRODUZEM ESGOTO QUE TAMBÉM CONTAMINA OS MANANCIAIS COM ALTA CARGA DE MATÉRIA ORGÂNICA; O DESMATAMENTO DOS FUNDO DE VALE CAUSA EROSÕES E PROMOVEM O ASSOREAMENTO DOS CÓRREGOS; A RETIRADA DA COBERTURA VEGETAL NATIVA DAS ÁREAS QUE CONTORNAM AS NASCENTES CAUSA A DIMINUIÇÃO PROGRASSIVADO VOLUME DEÁGUA DOS CÓRREGOS E RIBEIRÕES DE DESAGUAM NO JOÃO LEITE; DEVEMOS TRABALHAR PARA QUE ESTES MUNICÍPIOS ELABOREM E APROVEM URGENTEMENTE SEUS PLANOS DIRETORES.

10 O QUE É UM PLANO DIRETOR? NO ESTATUTO DA CIDADE(LEI N° /01) O PLANO DIRETOR ESTÁ DEFINIDO COMO INSTRUMENTO BÁSICO DE PLANEJAMENTO QUE ORIENTA A POLÍTICA URBANA DE DESENVOLVIMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL DO MUNICÍPIO. O PLANO DIRETOR É OBRIGATÓRIO NOS MUNICÍPIOS: - COM MAIS DE 20 MIL HABITANTES; - INTEGRANTES DE REGIÕES METROPOLITANAS E AGLOMERAÇÕES URBANAS - COM ÁREAS DE ESPECIAL INTERESSE TURÍSTICO; - SITUADOS EM ÁREAS DEINFLUÊNCIA DE EMPREENDIMENTOS OU ATIVIDADES COM SIGNIFICATIVO IMPACTO AMBIENTAL NA REGIÃO OU NO PAÍS

11 VAMOS REALIZAR O QUE O MINISTÉRIO DAS CIDADES CHAMA DE LEITURA TÉCNICA DOS MUNICÍPIOS! EM GRUPOS DE 3 ALUNOS COM APRESENTAÇÃO DIA: 4 E 8 DE SETEMBRO DISTRIBUIÇÃO DOS MUNICÍPIOS: GOIANÁPOLIS: TURMA A01 – PROF. EVERALDO NERÓPOLIS: TURMA A02 – PROF. ARNALDO TEREZÓPOLIS: TURMA A03 – PROF. ISABEL ENTÃO NÓS VAMOS FAZER UM PLANO DIRETOR? NÃO! ENTÃO COMO VAI FUNCIONAR ESTE TRABALHO ?

12 E QUAL O CONTEÚDO DE UM LEITURA TÉCNICA? PRIMEIRO DE TUDO, LEVANTAR OS DADOS GERAIS DO MUNICÍPIO: DADOS FÍSICO TERRITORIAIS: 1.NO ESTADO 2.NA MICROREGIÃO 3.MUNICÍPIOS LIMÍTROFES 4.EXTENSÃO 5.LONGITUDE, LATITUDE, ALTITUDE 6.INSERÇÃO NA REGIÃO METROPOLITANA 7. CLIMA 8. HIDROLOGIA 9. GEOLOGIA 10. PAISAGEM E VEGETAÇÃO 11. RELEVO 12. SOLO 13. APTIDÃO AGRÍCOLA DO SOLO 14. ASPECTOS AMBIENTAIS 15. INSERÇÃO NA ÁREA DE PROTEÇÃO DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE

13 DADOS DEMOGRÁFICOS: 1.POPULAÇÃO TOTAL 1.1. POPULAÇÃO URBANA 1.2. POPULAÇÃO RURAL 2.HISTÓRICO DO CRESCIMENTO 3.TAXA MÉDIA DE CRESCIMENTO 4.PROJEÇÃO PARA 2019

14 MAS ALÉM DE LEVANTAR ESSE MONTE DE DADOS, O QUE O MAIS VAMOS FAZER? CONSTRUIR, COMO EXERCÍCIO DE APRENDIZAGEM, UM ÍNDICE NUMÉRICO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PARA AVALIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS ESTUDADOS OBSERVANDO OS SEGUINTES ITENS: 1 – PAISAGEM E PATRIMÔNIO (1,0) 2 – MEIO AMBIENTE (2,0) 3 – ACESO A TERRA URBANIZADA (1,0) 4 – INFRAESTRUTURA URBANA (1,0) 5 – OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO (2,0) 6 – DADOS SÓCIO ECONÔMICOS (1,0) 7 – REGULAÇÃO E CONTROLE URBANÍSTICO (2,0) OS MUNICÍPIOS TERÃO UM VALOR NUMÉRICO ATRIBUÍDO AO DESENVOLVIMENTO URBANO QUE PODE VARIAR DE 0 A 10.


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