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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Disc.: Gerência de Manutenção Prof. Jorge Marques Aulas 20 Manutenção Autônoma Treinamento dos Operadores Fonte consultada: XENOS.

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1 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Disc.: Gerência de Manutenção Prof. Jorge Marques Aulas 20 Manutenção Autônoma Treinamento dos Operadores Fonte consultada: XENOS. Gerenciando a manutenção produtiva

2 Treinamento para a Manutenção Autônoma Maior exigência técnica dos operadores – Conhecer detalhadamente seus equipamentos; métodos corretos de operá-los – Conhecer sintomas de falhas e ações preventivas simples. – Padrões de limpeza – Padrões de lubrificação

3 Desenvolvimento de Habilidades dos Operadores Detecção de anomalias. Relato de anomalias e contribuição para a correção destas. Condições ótimas dos equipamentos. – Setups – Ritmo – Qualidade – Vida útil

4 Itens fundamentais do treinamento Nomenclatura das peças e componentes dos equipamentos. Funções das peças e componentes. Quais são as consequências das falhas destas peças e componentes. Como detectar e relatar anomalias. Quais as ações a serem tomadas diante de uma anomalia.

5 Como elaborar o treinamento Passo a passo: muita informação de uma só vez para quem esteve acostumado só a apertar botões e alimentar a máquina pode não ser produtivo. Uso de recursos visuais: desenhos, fotos, filme. Melhor seções diárias de 15 ou 20 minutos no local de trabalho do que horas numa sala de treinamento. Mas, para comunicar a implantação é melhor tirá-los do local de trabalho.

6 Exemplos de itens a ensinar

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9 Padronização da Manutenção Autônoma A medida em que os operadores vão aprendendo, é preciso estabelecer padrões. Padrões impostos versus padrões desenvolvidos de comum acordo. Prefira os de acordo comum: – Atividades a serem executadas. – Por que são necessárias. – Qual a extensão – Quem deve executá-las – Quando deverão ser executadas – Como, quais critérios de avaliação.

10 Exemplos de padrão de manutenção

11 Sinalização melhora a produtividade na manutenção autônoma Marcações e orientações adequadamente sinalizadas nos equipamentos e instalações aumentam a rapidez com que o operador identifica o que fazer. – Faixas limites de lubrificação. – Faixas limites de pressão. – Sentidos de fluxos. – Marcações de apertos. – Etc.

12 Exemplos de sinalização

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14 Exemplos de itens a ensinar

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17 Implantando a Manutenção Autônoma Comprometimento da alta administração. Staff e supervisores de produção e manutenção comprometidos com o projeto. Projeto detalhado da implantação: use 5W2H na elaboração do projeto. Equipamentos para treinamentos: Flip chart Quadros Projetores Etc.

18 Implantando a Manutenção Autônoma Na divulgação do projeto é preciso enfatizar a sua importância. A capacitação dos líderes e staff deve ocorrer antes. Rode o ciclo PDCA. Corrigidos os itens de melhoria, é hora de aplicar aos operadores.

19 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 1: Limpeza realizada pelos operadores. Um programa 5S é fundamental nesta etapa. Limpar até as áreas não visíveis, internas da máquina. Durante a limpeza ou depois dela deve-se fazer inspeções de anomalia. Estabelecimento de padrões de limpeza. Treinamento de detecção de anomalias simples.

20 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 2: Identificação de anomalias e correções: operadores e mantenedores. Vazamentos. Folgas. Ruídos. Etc. Estabelecimento de padrões normais de funcionamento. Determinação de ações corretivas em caso de anomalias.

21 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 2: Identificação de anomalias e correções (cont.) Noções de custo-benefício das correções. Desenvolvimento da visão de redução das falhas no futuro. Lista dos pontos de lubrificação. Noções de reparos e necessidades de recuperações de desgastes.

22 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 3: Padronização das atividades de manutenção autônoma: operadores, mantenedores Cronogramas de lubrificação e outras preventivas e preditivas. Padrões de operação: eficiência e qualidade. Padrões de desgastes e folgas aceitáveis. Manual de manutenção autônoma. Revisão periódica dos padrões.

23 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 4: Habilidade de inspeção geral do equipamento: Aperfeiçoamento das verificações e conhecimento da máquina. Identificação plena dos principais componentes. Análise visual que lubrificantes. Treinamento realizado pelos mantenedores.

24 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 5: O operador inspeciona os equipamentos: Operador inspeciona e relata. Técnicos de manutenção e supervisores avaliam. Novos treinamentos são continuamente necessários. Padrões podem ser revisados.

25 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 6: Gerenciar: Aperfeiçoar o sistema: PDCA. Manter a motivação de operadores e técnicos de manutenção. Cuidado com a limpeza e organização (5S).

26 Implantando a Manutenção Autônoma ETAPA 7: Consolidar a implantação: Empowermente. PDCA Cooperação manuteção-produção. Desenvolvimento profissional.


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