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Nova Influenza A (H1N1) Equipe de Crise. Conceitos Endemia: uma doença que ocorre normalmente em um lugar, em uma determinada época, que se transmite.

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1 Nova Influenza A (H1N1) Equipe de Crise

2 Conceitos Endemia: uma doença que ocorre normalmente em um lugar, em uma determinada época, que se transmite regularmente produzindo um número de casos provável de se estimar. Endemia: uma doença que ocorre normalmente em um lugar, em uma determinada época, que se transmite regularmente produzindo um número de casos provável de se estimar. Epidemia: uma doença se transmite mais intensamente, acima do nível normalmente esperado para um local e em um período de tempo. Pode ser do tipo explosiva ou progressiva. Epidemia: uma doença se transmite mais intensamente, acima do nível normalmente esperado para um local e em um período de tempo. Pode ser do tipo explosiva ou progressiva. Pandemia: uma epidemia ou doença que tenha ficado fora de controle e que se tenha propagada por mais de um continente. Pandemia: uma epidemia ou doença que tenha ficado fora de controle e que se tenha propagada por mais de um continente.

3 Influenza A – subtipos virais na natureza HemaglutininaNeuraminidase Reservatório natural Influenza A: Pássaros aquáticos migratórios Infectam múltiplas espécies animais Humanos Aves (selvagens, frangos) Outros: porcos, cavalos, cachorros, mamíferos aquáticos, outros mamiferos

4 VirusHumano Virus Reassociado Cepa Animal Mecanismos de "Shift" Antigênico do vírus dá influenza A 16 HAs 9 NAs DIRETO Source: CDC e OMS

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6 Como a influenza pandêmica se propaga? Ocorre da mesma maneira como a gripe sazonal, principalmente da transmissão de pessoa para pessoa através de tosse ou espirro de pessoas infectadas pelo vírus de influenza. Ocorre da mesma maneira como a gripe sazonal, principalmente da transmissão de pessoa para pessoa através de tosse ou espirro de pessoas infectadas pelo vírus de influenza. As pessoas podem contrair a infecção ao tocar alguma coisa com o vírus da influenza e logo depois tocar sua boca ou nariz. As pessoas podem contrair a infecção ao tocar alguma coisa com o vírus da influenza e logo depois tocar sua boca ou nariz.

7 Formas de transmissão

8 Sintomáticos Sintomáticos adultos – eliminação viral horas antes dos sintomas adultos – eliminação viral horas antes dos sintomas infecciosidade máxima horas da enfermidade – até dia 5 infecciosidade máxima horas da enfermidade – até dia 5 Crianças sintomáticos – eliminação viral mais precoce e por mais tempo Crianças sintomáticos – eliminação viral mais precoce e por mais tempo Assintomáticos - relato grupo de adultos de Nova Zelândia, 1991 Assintomáticos - relato grupo de adultos de Nova Zelândia, adultos que empacotaram fertilizante durante 8 horas 26 adultos que empacotaram fertilizante durante 8 horas 16 com enfermidade tipo influenza 16 com enfermidade tipo influenza caso inicial - sentia mal, sem sintomas respiratórios caso inicial - sentia mal, sem sintomas respiratórios enfermidade tipo influenza 6 horas depois de terminar seu trabalho enfermidade tipo influenza 6 horas depois de terminar seu trabalho Transmissão por pessoas infectadas em período de incubação Transmissão por pessoas infectadas em período de incubação Sheat K. An investigation into an explosive outbreak of influenza - New Plymouth. Communicable Disease New Zealand 1992; 92: Secreções e transmissão viral

9 Quais são os quadros da influenza nos seres humanos? Se espera que os quadros da influenza suína nas pessoas sejam semelhantes aos quadros da influenza sazonal humana: Se espera que os quadros da influenza suína nas pessoas sejam semelhantes aos quadros da influenza sazonal humana: Febre = ou > 39º C Febre = ou > 39º C dor de garganta dor de garganta tosse tosse dor nas articulações -juntas dor nas articulações -juntas Outros sintomas menos freqüentes Outros sintomas menos freqüentes Coriza Coriza desanimo desanimo falta de apetite falta de apetite Náusea Náusea vômitos e diarréia vômitos e diarréia

10 Situação atual 29 May As of 06:00 GMT, 29 May 2009, 53 countries have officially reported 15,510 cases of influenza A(H1N1) infection, including 99 deaths. Mexico has reported 4910 laboratory confirmed human cases of infection, including 85 deaths. The United States has reported 7927 laboratory confirmed human cases, including 11 deaths. Canada has reported 1118 laboratory confirmed human cases, including two deaths. Costa Rica has reported 33 laboratory confirmed human cases, including one death. The following countries have reported laboratory confirmed cases with no deaths - Argentina (37), Australia (147), Austria (1), Bahrain (1), Belgium (7), Brazil (14), Chile (165), China (30), Colombia (17), Cuba (4), Czech Republic (1), Dominican Republic (2), Denmark (1), Ecuador (32), El Salvador (11), Finland (3), France (21), Germany (19), Greece (3), Guatemala (5), Honduras (1), Iceland (1), India (1), Ireland (1), Israel (11), Italy (26), Japan (364), Republic of Korea (33), Kuwait (18), Malaysia (2), Netherlands (3), New Zealand (9), Norway (4), Panama (104), Peru (31), Philippines (6), Poland (4), Portugal (1), Russia (2), Singapore (4), Slovakia (1), Spain (143), Sweden (4), Switzerland (4), Thailand (2), Turkey (2), United Kingdom (203) and Urguay (2).

11 Evolução dos Casos Dia 29 maio 2009 – 09:00h Brasília OMS IA(H1n1) - UPDATE 41

12 Fonte CDC

13 Sinais de alerta Evidência de circulação de uma nova cepa, não detectada previamente em suínos ou em humanos: A/H1N1 Evidência de circulação de uma nova cepa, não detectada previamente em suínos ou em humanos: A/H1N1 Transmissão de humano a humano Transmissão de humano a humano Casos confirmados, informados desde diferentes focos Casos confirmados, informados desde diferentes focos

14 Fases de Pandemia de Influenza (2009)

15 Fases Pandêmicas Período Interpandêmico Fase 1. Nenhum vírus de influenza animal que está circulando entre animais foi notificado como causador de doença em humanos. Fase 1. Nenhum vírus de influenza animal que está circulando entre animais foi notificado como causador de doença em humanos. Fase 2. Um vírus de influenza animal que está circulando em animais domésticos ou silvestres reconhecidamente causou infecção em humanos e, portanto, é considerada uma potencial ameaça pandêmica. Fase 2. Um vírus de influenza animal que está circulando em animais domésticos ou silvestres reconhecidamente causou infecção em humanos e, portanto, é considerada uma potencial ameaça pandêmica.

16 Fases Pandêmicas Período de Alerta Pandêmico Fase 3. Um vírus de influenza animal ou novo subtipo animal-humano gerou casos esporádicos ou pequenos aglomerados da doença em humanos, mas não resultou em transmissão inter-humana suficiente para manter surtos no nível comunitário. Fase 3. Um vírus de influenza animal ou novo subtipo animal-humano gerou casos esporádicos ou pequenos aglomerados da doença em humanos, mas não resultou em transmissão inter-humana suficiente para manter surtos no nível comunitário. Fase 4. Verificação de transmissão inter-humana de um de vírus de influenza animal ou novo subtipo animal-humano capaz de manter surtos no nível comunitário. Fase 4. Verificação de transmissão inter-humana de um de vírus de influenza animal ou novo subtipo animal-humano capaz de manter surtos no nível comunitário.

17 Fases Pandêmicas Período de Alerta Pandêmico Fase 5. O mesmo vírus identificado causou surtos persistentes no nível comunitário em pelo menos dois países em uma única Região da OMS. (Risco pandêmico considerável). Fase 5. O mesmo vírus identificado causou surtos persistentes no nível comunitário em pelo menos dois países em uma única Região da OMS. (Risco pandêmico considerável).

18 Fases Pandêmicas Período pandêmico Fase 6. Em acréscimo aos critérios definidos na fase 5, o mesmo vírus identificado causou surtos persistentes no nível comunitário em pelo menos um outro país em outra região da OMS. Fase 6. Em acréscimo aos critérios definidos na fase 5, o mesmo vírus identificado causou surtos persistentes no nível comunitário em pelo menos um outro país em outra região da OMS.

19 Orientações gerais para os planos de contingência 1.Intervenções Farmacológicas: vacinas e tratamento 1.Intervenções Não Farmacológicas: medidas internacionais, no nível nacional e no nível comunitário

20 Vacina sazonal anti - Influenza A vacina é a medida preventiva mais eficaz para reduzir a morbidade e a mortalidade nos grupos de risco cobertosA vacina é a medida preventiva mais eficaz para reduzir a morbidade e a mortalidade nos grupos de risco cobertos Não será eficaz contra este nova cepa do vírus A/H1N1Não será eficaz contra este nova cepa do vírus A/H1N1

21 Vacina por cepa pandêmica Com os recursos técnicos atuais a produção em grande escala de vacinas contra uma nova cepa do vírus de influenza tardará pelo menos cinco ou seis meses a partir da decodificação do novo sub tipo de vírus Com os recursos técnicos atuais a produção em grande escala de vacinas contra uma nova cepa do vírus de influenza tardará pelo menos cinco ou seis meses a partir da decodificação do novo sub tipo de vírus Inclusive, a maioria dos paises que não contem com meios de produção não terão acesso a vacina na primeira onda pandêmica dada a capacidade limitada de produção e de concentração dos meios dos paises desenvolvidos Inclusive, a maioria dos paises que não contem com meios de produção não terão acesso a vacina na primeira onda pandêmica dada a capacidade limitada de produção e de concentração dos meios dos paises desenvolvidos

22 Antivirais A /(H1N1) resistente a Amantadina, Rimantadina A /(H1N1) resistente a Amantadina, Rimantadina A /(H1N1) sensível a Oseltamivir A /(H1N1) sensível a Oseltamivir Os medicamentos antivirais se usam para tratamento cedo e profilaxia das pessoas em risco. A profilaxia pode fazer caso por caso, entre grupos de risco e os trabalhadores de serviços básicos. Os medicamentos antivirais se usam para tratamento cedo e profilaxia das pessoas em risco. A profilaxia pode fazer caso por caso, entre grupos de risco e os trabalhadores de serviços básicos. Os medicamentos antivirais reduzem a eliminação do vírus e por isto pode reduzir a propagação da enfermidade a partir de pessoas infectadas. Não existe prova que respalde o uso generalizado dos medicamentos antivirais pelas pessoas infectadas, com o único propósito de diminuir a eliminação viral. Os medicamentos antivirais reduzem a eliminação do vírus e por isto pode reduzir a propagação da enfermidade a partir de pessoas infectadas. Não existe prova que respalde o uso generalizado dos medicamentos antivirais pelas pessoas infectadas, com o único propósito de diminuir a eliminação viral.

23 Intervenções não-farmacológicas Conceitos fundamentais Medidas para limitar a propagação internacional Medidas para limitar a propagação internacional Quarentena Quarentena Triagem Triagem Restrições de viagens Restrições de viagens Medidas para limitar a propagação nacional e local Medidas para limitar a propagação nacional e local vigilância e quarentena dos expostos vigilância e quarentena dos expostos medidas de distanciamento social (cancelamento de reuniões, fechamento das escolas e outros) medidas de distanciamento social (cancelamento de reuniões, fechamento das escolas e outros)

24 Intervenções não-farmacológicas Conceitos fundamentais Medidas para limitar o risco individual em áreas afetadas lavagem das mãos uso de máscaras em público Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, descartável Evitar locais com aglomeração de pessoas Não compartinhas alimentos, copos, toalhas e objetos de usos pessoal Evitar tocar olhos, nariz ou boca Influenza A (H1N1) Fonte Governo UK

25 Intervenções não-farmacológicas Conceitos fundamentais Medidas voltadas para proteger os profissionais da saúde Educação médica contínua Lavagem das mãos Segurança do paciente Vacina sazonal Quimioprofilaxia com oseltamivir Comunicação pública de riscos Guía de la Organización Mundial de la Salud para planificar la comunicación en caso de brotes epidémicos Organización Mundial de la Salud

26 Que coisa você tem que fazer caso tenha sintomas da doença CONSULTAR SEU MÉDICOCONSULTAR SEU MÉDICO

27 PROTEÇÃO INDIVIDUAL Caso tenha sintomas de doença respiratória aguda: Caso tenha sintomas de doença respiratória aguda: Fique em casa Fique em casa Minimize seus contatos com familiares e outras pessoas que moram em sua casa Minimize seus contatos com familiares e outras pessoas que moram em sua casa Informe seus contatos para minimizar seu nível de interação fora do lar Informe seus contatos para minimizar seu nível de interação fora do lar Isole-se em sua casa Isole-se em sua casa Não envie a seus filhos à escola Não envie a seus filhos à escola Influenza A (H1N1) Fonte Governo UK


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