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Técnicas de Dinâmicas de Grupo no processo de ensino e aprendizagem

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Apresentação em tema: "Técnicas de Dinâmicas de Grupo no processo de ensino e aprendizagem"— Transcrição da apresentação:

1 Técnicas de Dinâmicas de Grupo no processo de ensino e aprendizagem
Prof. Maria de Lourdes Coelho

2 TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO
Objetivos: “promover a aprendizagem de determinados conteúdos, sejam eles de natureza cognitiva, afetiva e social.” (AMARAL, p. 49) Aumentar a auto-estima. Promover a humanização. Provocar a criatividade. Mudar atitudes. Aprimorar o caráter. Facilitar a socialização. Criar laços afetivos. Aumentar a disposição.

3 TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: A técnica pela técnica nada vale. A escolha da técnica deve-se atender ao objetivo previamente proposto por quem vai aplicar a técnica. As variáveis a serem consideradas no planejamento do trabalho são: conteúdo, tamanho e composição do grupo.

4 Como aprende e como processa as informações?
QUESTÕES BÁSICAS Por que se deve aplicar variadas técnicas no processo de ensino e de aprendizagem? Quem é o jovem atual? Como aprende e como processa as informações? Quais são as características que favorecem a aproximação ou o distanciamento entre pessoas de diferentes gerações?

5 DIFERENÇAS GERACIONAIS Imigrantes Digitais X Nativos Digitais
Veteranos, Baby Boomers, X, Y, Z… Gerações e suas características

6 IMIGRANTES DIGITAIS Mandam e ligam logo após para perguntar se a pessoa o recebeu; imprimem um texto digital quando querem alterá-lo, para depois digitar as modificações registradas no papel; a Internet é sempre a segunda fonte de informação; leem os manuais dos aparelhos eletrônicos ao invés de aprenderem com o seu uso; Imprimem os s recebidos (ou mandam alguém fazê-lo), para depois decidir que ação tomar; convidam as pessoas para ver no computador um site interessante que acabou de localizar, em vez de mandar-lhes o seu endereço.

7 NATIVOS DIGITAIS Recebem e passam informação rapidamente, por meio de várias mídias; usam vários aplicativos ao mesmo tempo, enquanto conversam nas redes sociais e veem vídeos do Youtube; preferem as imagens antes dos textos que, se não tiverem imagens, certamente serão desconhecidos; fazem acessos aleatórios, não sequenciais, nas páginas hipermídia da web; preferem jogos em vez de trabalho “sério”; interagem constantemente com os amigos nas redes sociais; colocam na rede seus próprios textos, fotos e vídeos.

8 Gerações e suas características
VETERANOS Nascidos de a 1945 Geração silenciosa; disciplinados; colocam o dever antes do prazer; têm a paciência como auto-gratificante; vêem o trabalho como uma obrigação. BABY BOOMERS Nascidos de a 1964 São competitivos, otimistas, focados nas realizações pessoais e viciados no trabalho. Surgiram na fase de explosão de nascimentos, em função do desenvolvimento econômico do pós-guerra. GERAÇÃO X Nascidos de a 1979 Resistentes, independentes e questionadores; assumem o emprego de forma séria; trabalham para viver e não vivem para trabalhar. GERAÇÃO Y Nascidos de a 1995 Geração NET; Geração D; Geração do Milênio; É a geração mais numerosa (30% da população); Nasceram e cresceram rodeados de mídias. GERAÇÃO Z Nascidos a partir de 1996 Jovens que iniciaram o contato com o computador antes de serem alfabetizados; muitos dos atuais calouros das universidades estão nessa classificação e entrarão para o trabalho daqui a aproximadamente cinco anos.

9 Como as pessoas aprendem?
Estudos que contribuíram para repensar o processor de aprender e de ensinar Como as pessoas aprendem?

10 Estudos que contribuíram para repensar o processor de aprender e de ensinar
Howard Gardner (1995), norte-americano, desenvolveu a teoria das Inteligências Múltiplas estabelecendo uma mediação entre os aspectos biológicos, psicológicos e culturais.

11 Estudos que contribuíram para repensar o processor de aprender e de ensinar
Gardner afirma que a INTELIGÊNCIA não é uma propriedade única da mente humana, mas a interação entre as competências intelectuais – as inteligências. Cada competência é relativamente independente das outras. As competências não desenvolvidas ficam inertes ou cristalizadas. “Todos os indivíduos têm potencial para ser criativos, mas só serão se quiserem.”

12 Lingüística Musical Interpessoal Lógico-matemática Intrapessoal Corporal-Cinestésica Espacial Espiritual Naturalista

13 Inteligência Linguística  Vinícius de Moraes Inteligência Lógico- Matemática Inteligência Musical Einstein Mozart

14 Inteligência Espacial 
Picasso Inteligência Corporal-Cinestética Daiane dos Santos Inteligência Intra-pessoal  Freud

15 Daniel Goleman popularizou o conceito de Inteligência Emocional.
Estudos que contribuíram para repensar o processor de aprender e de ensinar Daniel Goleman popularizou o conceito de Inteligência Emocional. A Inteligência Emocional - maior responsável pelo sucesso ou insucesso das pessoas. 15

16 INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS X INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Howard Gardner Daniel Goleman Goleman popularizou o conceito de Inteligência Emocional: As emoções são um processo natural de controle. As reações acontecem no corpo. Gardner ampliou e formulou o conceito de inteligência: Resolver problemas encontrados na vida real. Realizar e oferecer um serviço valorizado.

17 Inteligências: Conceito tradicional X Inteligência Emocional
QI: Quociente Emocional Inteligências Logico-Matemática + Linguística (medida) QE: Quociente Emocional Inteligências Intrapessoal + interpessoal (Construída) Pode-se construir/adquirir determinada inteligência. Habilidade para perceber, entender e influenciar emoções. Nascia-se com determinada quantidade de inteligência. “-Tenho QI 130, nada posso fazer para mudar”

18 HABILIDADES COGNITIVAS X INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Preferências sensoriais: Visão Audição Sinestésico Enoções básicas: Medo Amor Raiva Tristeza Alegria Bloqueios da aprendizagem: Raiva Medo Complexo de inferioridade

19 ... TÉCNICAS DE DINÂMICAS DE GRUPO
PROMOVER A INTERAÇÃO Sujeito Mundo Piaget Objeto Vigotsky Linguagem Wallon Computador Freire Rede Saviani Internet Arroyo ... Promover a construção de ambientes Interativos de Aprendizado

20 Um desafio do mundo de hoje
Ambientes Interativos de Aprendizado Ambientes do aprender e ensinar, Sempre existiram e são cada vez mais necessários na atual sociedade Estão em extinção A sua recriação: Um desafio do mundo de hoje

21 Tempos atrás... tínhamos ambientes de aprendizado além da Escola
Todos se reuniam em volta da mesa para jantar e conversavam As crianças brincavam na rua e construíam os seus próprios brinquedos

22 Nos dias de hoje... Cada um tem seu horário, almoçam e jantam vendo televisão, sem poder conversar Brincar é somente no quarto, com brinquedos eletrônicos ou jogos, que exigem principalmente habilidades motoras

23 AMBIENTES INTERATIVOS DE APRENDIZAGEM
Ambientes cognitivos e afetivos para Ensinar e Aprender Permitiram a passagem de Sabedoria através das gerações Existem desde que o homem existe Em casa  No trabalho Na escola Na comunidade Ambiente mais antigo: Contadores de casos Narradores O que é ensinar e o que é aprender? Uma característica primordial dos seres humanos é ser narradores. Por milhares de anos, a narrativa foi um mecanismo para ensinar. Quando não era o único mecanismo, era e é o mais importante. Com narrativas, a sabedoria das pessoas idosas foi passada à geração seguinte. As boas histórias incorporam sempre uma mistura dos domínios cognitivos e afetivos - de fato, na história, não há nenhuma separação entre esses dois domínios. O pesquisador David Thornburg elaborou algumas metáforas sobre o que é aprender no século atual. Visão através de Metáforas (pelo autor David D. Thornburg)

24 Quadro Negro e a voz do professor
A FOGUEIRA Contato com o mestre (especialista) Ambiente de Mistério Medo Local Sagrado Ponto focal Fogo e sons da noite Quadro Negro e a voz do professor Tela com o Powerpoint Domínio do mundo real O contador de histórias O expositor O apresentador O narrador Ao ensino por meio da narrativa é atribuída uma qualidade sagrada e esta atividade ocorreu em lugares sagrados, tipicamente em torno do fogo. O ponto focal da flama e os sons da noite, fornece o pano de fundo ao narrador que compartilha da sabedoria com os aprendizes que, por sua vez, se transformam em narradores à geração seguinte. A fogueira até hoje representa um aspecto importante de uma comunidade de aprendizagem. Ao redor da fogueira, depois de um dia de aventura e descoberta, o homem primitivo reunia os habitantes de sua tribo para ouvir as suas narrativas, disseminando assim as informações sobre o mundo. Para transmitir informações, compartilhar sabedoria, e engajar os ouvintes

25 Sobrevivência da Cultura
O POÇO D’ÁGUA Compartilhamento de informação entre pares, com a comunidade Aprendizagem informal, ao longo da vida Aprendizes e professores ao mesmo tempo Necessidade de se reaprender a conversar com os pares: problema atual das corporações e da sociedade em geral Discussão Conversação Diálogo A humanidade, em toda a sua existência histórica, necessitada de fontes de água para a sobrevivência. Em torno do poço d’água, os povos compartilharam as informações com seus vizinhos - aqueles de sua própria vila, e com os viajantes de vilas distantes. O poço d’água transformou-se em um lugar onde ocorre aprendizagem entre os pares - onde se compartilha a notícia do dia. Este lugar informal para aprender consiste em um tipo diferente da comunidade de aprendizagem daquele do especialista que transmite a verdade ao redor da fogueira. A aprendizagem no poço d’água é menos formal. Trata-se do ensino aos pares, ao compartilhar os boatos, as notícias cotidianas, as bisbilhotices, os sonhos e as descobertas, tudo o que nos guia para frente. Cada participante no poço d’água é aprendiz e professor ao mesmo tempo. Assim como a água é necessária para a sobrevivência, o aspecto informativo do poço d’água é essencial para a sobrevivência cultural. O poço d’água está bem vivo nas corporações atuais, onde os povos reúnem em torno do bebedouro da água para continuar uma tradição ancestral. Hoje é cada vez mais claro a necessidade de reaprendermos a conversar em torno de um poço d´água. Água Sobrevivência do corpo Informação Sobrevivência da Cultura

26 Conversar consigo mesmo
A CAVERNA O contato consigo mesmo, para a auto-reflexão Necessidade do homem de períodos de isolamento, ficar um tempo sozinho com seus pensamentos Rituais de passagem para meditação sobre próximos passos da vida O isolamento Auto- Reflexão Conversar consigo mesmo A comunidade de aprendizagem da fogueira trouxe o contato com especialistas, e aquela do poço d’água trouxe o contato com os pares. Outro ambiente de aprendizagem primordial e de grande importância é a caverna – onde cada um vai ao contato consigo mesmo., para fazer reflexões. Através das lendas, sabe-se que, durante toda a vida no planeta, os aprendizes necessitaram, em determinada ocasião, de se isolar dos outros a fim ganhar introspecções especiais. Estes períodos de isolação podem ocorrer na floresta, ou na caverna, ou em um grande ritual com introspecção pessoal. A importância de ter o tempo sozinho com os próprios pensamentos é conhecida há milênios. Rituais de passagem praticados por alguns povos indígenas representam uma das formas desta prática. Após um período longo da preparação, o aprendiz é conduzido a uma caverna com nada mais que um cobertor e deixado por dois dias sem alimento. Durante este tempo em meditação, o aprendiz pode ter uma visão que possa o guiar para a fase seguinte da vida. Além de ser um lugar de aprendizagem, a questão da visão transforma-se também em um ritual de passagem.

27 A VIDA Contato com a realidade
Aplicação prática do conhecimento possuído Envolvendo exploração, exercitação, imitação, construção, experimentação Contextualização Justificativa do que está sendo aprendido, criação de motivação para o mesmo Vivenciamento Envolvimento direto com o mundo Práticas em Caçadas, Corridas, Teatros, Oficinas, Laboratórios A caverna, o poço d´água e a caverna não são suficientes para entendermos de forma plena a realidade existente. Esses tipos de ambientes nos dão visões sobre o conhecimento, que somente será completo quando temos oportunidade de aplicá-lo de forma prática na nossa vida. A nossa escola tende a nos mostrar o “à cerca de” das coisas (visão conceitual, descontextualizada), precisamos de vivenciar oficinas, caçadas, teatros e outros meios práticos que nos permitem justificar o aprendizado, nos motivar para o mesmo e mesmo torná-lo inesquecível.

28 Contato com o mestre (especialista)
METÁFORAS PARA O APRENDIZADO DO SÉCULO XXI ( DAVID D. THORNBURG ) Reunião em torno da  FOGUEIRA Contato com o mestre (especialista) Visita ao POÇO d`AGUA  Contato com os parceiros Recolhimento na  CAVERNA Contato consigo próprio Participar da  VIDA  Contato com a realidade prática As metáforas dos principais Ambientes Interativos de Aprendizado segundo Thornburg. Esses ambientes sempre existiram e estão cada vez mais necessários nos dias de hoje. https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=21g5-df2Sm0

29 Questões Básicas Que tipo de Ambiente Interativo de Aprendizado existe na nossa escola? Somente fogueira? Como promover na escola ambientes interativos de aprendizagem para o desenvolvimento social, intelectual e emocional dos sujeitos? Somente com a prática, a realização de experiências, levando a vida para nossas aulas, conseguiremos vencer as dificuldades existentes. Realizar mudanças na nossa realidade não é uma tarefa fácil. Isso exige uma pré-disposição por parte dos professores, a consciência da necessidade de investir cada vez mais na docência, a sua integração em redes de colaboração, além do apoio de todo o tipo por parte da alta direção de nossas intituições. Que técnicas de dinâmicas de grupo favorecem a conectividade dos estudantes com o ambiente, o conhecimento, seus professores e seus pares?

30 Técnicas de Dinâmica de Grupo
- Nome: Aquecimento Objetivo: Promover a interação dos estudantes com a sala de aula e o conteúdo a ser trabalho, desconectando dos “ruídos” externos e internos. Material: Folha de papel de rascunho e fita adesiva, por exemplo, para a primeira opção. Descrição: Primeira opção: Distribuir folhas de papel ofício, podendo reutilizar folhas a ser descartadas, com um dos versos em branco. Pedir que dobre a folha ao meio e dobrar cada uma das partes também ao meio, a fim de formar um triângulo tridimensional. Escrever o nome de forma criativa e afixar na carteira para que todos o vejam. De preferência, ordenar as carteiras em círculo e promover, em seguida, a discussão sobre determinado tema previamente estudado. Segunda opção: Ordenar que pensem em uma forma geométrica. Em seguida, escolher uma cor e pintar mentalmente a forma geométrica escolhida com a cor que escolheu. Convidar aos voluntários para socializar o que pensou, ou seja, a forma e a cor. Fechar com comentários sobre as coincidências e as divergências dos resultados obtidos, normalmente influenciados por elementos do senso comum, como círculo azul ou triângulo vermelho. Resultados esperados: Ao seguir uma ordem, os estudantes ficam mais propensos a “ourvir” o que se segue, como a exposição de determinado coneteúdo.

31 Técnicas de Dinâmica de Grupo
- Nome: Aquecimento – 1, 2 e 3 Objetivo: Provocar a melhoria do ânimo dos participantes da turma, da atenção no momento de ouvir e falar. Material: Não exige preparo de material; deve-se organizar a sala, deixando o centro livre. Descrição: Convidar a turma para formar duas filas, ao centro da sala, ficando cada um de frente para o colega. Perguntar que nota de 0 a 10 cada um atribui ao seu estado de ânimo, no momento de início das aulas do presente dia. Orientar e demonstrar a contagem de um até três alterando entre os participantes da mesma dupla e reiniciando até a nova ordem. Conferir o acerto das contagens entre as duplas e propor o acréscimo de outros elementos, como: cada vez que um pronunciar o número um, bater uma palma. Após o exercício com a contagem e as palmas, acrescentar novos elementos, cada um de uma vez, como: ao pronunciar o número dois, levantar o braço direito e o número três flexionar os joelhos. Após conferir os acertos da atividade com o acréscimo da última dificuldade, cada dupla, deverá dar um abraço sentar-se lado a lado. Perguntar que nota cada um atribuirá ao estado de ânimo, após o exercício, e propor a nova atividade, preferencialmente em dupla. Resultados esperados: Participação de todos e a atividade realizada de forma lúdica e descontraída, favorecendo o ambiente para a realização da avaliação de aquecimento e para a discussão sobre assuntos diversos, bem como resolução de problemas e estudo de casos em grupo.

32 Técnicas de Dinâmica de Grupo
-Andar confiante Objetivo: Fortalecer os vínculos de confiança entre os participantes da turma, provocando a reflexão sobre a postura de cada um diante do grupo e nos relacionamentos, de modo geral. Material: Aparelho de som e CD (Sugestão: música: “Sem lenço e sem documento”). Descrição: Organizar as carteiras, deixando o centro da sala livre. Formar duplas entre os participantes. Cada dupla deverá andar pelo espaço livre da sala, seguindo o ritmo da música, de braços dados ou abraçados, sendo que o que estiver do lado direito deverá manter os olhos fechados, para ser conduzido pelo(a) colega. Ao ouvir o som do apito ou o barulho da palma feito pela professora, mudar de par e repetir o exercício, por três ou quatro vezes, até o término da música; Abrir um círculo em que todos possam ficar ao redor e convidá-los a relatar o que sentiram ao conduzir e ao ser conduzido pelos colegas, e como isso ocorre em outros seguimentos da vida. Resultados esperados: Participação de todos os participantes da turma, de forma lúdica e alegre; depoimentos surpreendentes, relatos de dificuldade em ser conduzidos e em confiar ao ser guiado; aquecimento ou “quebra-gelo”, preparação de ambiente propício para a reflexão sobre as formas e posturas adotadas em nossas atitudes nas relações em sala de aula e nas atividades de ensino e de aprendizagem presentes em diversas situações de convivência social.

33 Técnicas de Dinâmica de Grupo
-Painel integrado Objetivo: É uma técnica muito usada para o estudo de um tema mais extenso e que possa ser dividido em subtemas ou tópicos, para que pequenos grupos possam estudar uma parte e transmiti-la, de forma organizada, a outro pequeno grupo. Material: Cópias dos textos a serem estudados, quadro com as divisões dos subtemas para anotação das síntese dos grupos. Descrição: Dividir a turma em números iguais de participantes, por exemplo 5 grupos de 5 participantes – adaptar conforme o número de participantes. Atribuir a cada grupo e cada participante um número ou um código de identificação (grupo A, B, C, D e E; participante 1, 2, 3, 4, e 5). No primeiro momento, dividir o tema a ser estudado, ficando para cada grupo uma parte ou tópico do assunto. Estabelece-se um tempo para o estudo e a preparação do grupo. No segundo momento, fazer um novo agrupamento, reunindo um representante de cada grupo com o mesmo número (por exemplo, grupo de participantes de número 1), ficando a cada um a responsabilidade de transmitir aos demais as informações do tópico estudado e as conclusões do seu grupo de origem ao novo grupo. Abrir o círculo para sanar possíveis dúvidas. Resultados esperados: Organização dos estudos, motivação e socialização de resultados; possibilita exercitar a responsabilidade pelos estudos e a prática da exposição oral, considerando que em uma classe, esta chance, às vezes, é reservada a poucos alunos; possibilita o exercício de ouvir e de aguardar sua vez para falar.

34 REFERÊNCIAS AMARAL, Ana Lúcia. O trabalho de grupo: como trabalhar com os diferentes. In VEIGA, Ilma Passos. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas: Papirus, p GARDNER, Harward. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Artmed, 2000. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1995. RIBEIRO, Antônio Mendes. Nativos versus imigrantes digitais. Disponível em Acesso em 12 de Jan. de 2013.


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