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Sociologia Aplicada às Organizações Prof. Ms. Rodrigo Tavarayama.

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Apresentação em tema: "Sociologia Aplicada às Organizações Prof. Ms. Rodrigo Tavarayama."— Transcrição da apresentação:

1 Sociologia Aplicada às Organizações Prof. Ms. Rodrigo Tavarayama

2 A sociologia é uma ciência que estuda as relações e interações entre os indivíduos e a sociedade; A Sociologia é uma das Ciências Humanas que tem como objetos de estudo a sociedade, a sua organização social e os processos que interligam os indivíduos em grupos, instituições e associações. Enquanto a Psicologia estuda o indivíduo na sua singularidade, a Sociologia estuda os fenômenos sociais, compreendendo as diferentes formas de constituição das sociedades e suas culturas. 2

3 A sociologia nasce no século XVIII como fruto da Revolução Industrial e Revolução Francesa, no contexto do fim das monarquias nacionais e constituição dos Estados Nacionais no ocidente; A Sociologia surge então para compreender as novas formas das sociedades, suas estruturas e organizações. 3

4 Como toda ciência, a Sociologia pretende explicar a totalidade do seu universo de pesquisa. O conhecimento sociológico, por meio dos seus conceitos, teorias e métodos, constituem um instrumento de compreensão da realidade social e de suas múltiplas redes ou relações sociais existentes. 4

5 Senso ComumCientífico O senso comum é visto como a compreensão de todas as coisas por meio do saber social, ou seja, é o saber que se adquire através de experiências vividas ou ouvidas do cotidiano. Engloba costumes, hábitos, tradições, normas, éticas e tudo aquilo que se necessita para viver bem. É o conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico: É racional e objetivo, atém-se aos fatos, transcende aos fatos, é analítico, requer exatidão e clareza, é comunicável, é verificável, busca e aplica leis, etc. 5

6 EtnocentrismoRelativismo Cultural O etnocentrismo é a atitude característica de quem só reconhece legitimidade e validade às normas e valores vigentes na sua cultura ou sociedade. Tem a sua origem na tendência de julgarmos as realizações culturais de outros povos a partir dos nossos próprios padrões culturais, pelo que não é de admirar que consideremos o nosso modo de vida como preferível e superior a todos os outros. O relativismo cultural é um conceito antropológico segundo o qual não é possível julgar a partir de um ponto de vista externo os padrões e valores culturais (moralidade, práticas, crenças) de uma determinada cultura, ou seja, não podemos julgar as coisas sem antes de conhecê-las, mas devemos nos colocar no lugar do outro antes de emitir algum pensamento (alteridade). 6

7 Alteridade A palavra alteridade possui o significado de se colocar no lugar do outro na relação interpessoal, com consideração, valorização, identificação e dialogar com o outro. A pratica da alteridade se conecta aos relacionamentos tanto entre indivíduos como entre grupos culturais religiosos, científicos, étnicos, etc. Exercer a alteridade é ter consciência da existência e das necessidades do outro, ser capaz de apreender o outro na plenitude de sua dignidade, dos seus direitos, sobretudo, da sua diferença. 7

8 Auguste Comte ( ) Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (Montpellier, 19 de Janeiro de 1798 Paris, 5 de Setembro de 1857). Filho de pais católicos e monarquistas. Um de seus empenhos era criar uma Filosofia Positivista. 8

9 A filosofia positiva de Comte nega que a explicação dos fenômenos naturais, assim como sociais, provenha de um só princípio. A visão positiva dos fatos abandona a consideração das causas dos fenômenos (Deus ou natureza) e torna-se pesquisa de suas leis, vistas como relações constantes entre fenômenos observáveis. Para Comte só a ciência pode satisfazer adequadamente a nossa necessidade de conhecimento, já que só a ciência é capaz de formular leis da natureza e de fazer previsões apoiadas em dados empíricos. 9

10 Comte através da observação, da experimentação, da comparação, da classificação e da filiação histórica como método para a obtenção dos dados reais. Comte teve o mérito de firmar que os fenômenos sociais podem ser percebidos como os outros fenômenos da natureza, ou seja, como obedecendo a leis gerais. 10

11 Previsão Científica; Conhecer a realidade para saber o que acontecerá a partir de nossas ações, para que o ser humano possa melhorar sua realidade. Dessa forma, a previsão científica caracteriza o pensamento positivo. 11

12 o estado teológico ou fictício; o estado metafísico ou abstrato; o estado científico ou positivo. 12

13 No primeiro, os fatos observados são explicados pelo sobrenatural, ou seja, as idéias baseadas no sobrenatural são usadas como ciência. Ainda nesta fase, a sociedade se encontra em uma estrutura militar fundamentada na propriedade e na exploração do solo. 13

14 No segundo, já se encontram as idéias naturais, mas ainda há a presença do sobrenatural nas ciências. A indústria já se expandiu, mas não totalmente, a sociedade já não é francamente militar. Pode-se dizer que este estado serve apenas de intermediário entre o primeiro e o terceiro. 14

15 No terceiro, ocorre o apogeu do que os dois anteriores prepararam progressivamente. Neste, os fatos são explicados segundo leis gerais de ordem inteiramente positiva. A indústria torna-se preponderante, tendo como atividade única e permanente a produção. O pensamento positivista influenciou a independência e consolidação de muitos Estados Nações, um exemplo, são as palavras Ordem e Progresso presentes na bandeira do Brasil. 15

16 Émile Durkhéim ( ) Max Weber ( ) Karl Marx ( ) 16

17 Émile Durkheim ( ) Durkheim, nascido em 1858 na cidade francesa Épinal, fazia parte de uma família pobre de origem judia. É considerado como um dos fundadores da Sociologia. Emile Durkheim discípulo de Comte. Foi o primeiro a usar efetivamente a expressão Sociologia para referir-se ao estudo em pauta, que seu mestre ainda chamava de Física Social. Uma de suas preocupações era definir com precisão o objeto, o método e as aplicações dessa nova ciência. 17

18 O positivismo tinha como doutrina a substituição da manipulação mística e mágica do real pela visão científica e, dessa forma, estabeleceu uma nova fé, a fé na ciência. Acreditou que para alcançar o progresso era preciso ordem e tornou-se a ideologia da ordem. Para os pensadores positivistas, a libertação social e política passava pelo desenvolvimento da ciência e da tecnologia, sob o controle das elites. 18

19 O que é fato social? Tudo o que é coletivo, exterior ao indivíduo e coercitivo, em linhas gerais. O fato social encontra-se intrinsecamente relacionado aos processos culturais, hábitos e costumes coletivos de um determinado grupo de indivíduos ou sociedade. Tais elementos, além de conferir unidade e identidade ao grupo social, serve de controle e parâmetros às atividades individuais que, em princípio, não devem causar desarmonia no corpo social, ou melhor, na convivência oriunda das relações individuais. 19

20 Os interesses comuns devem dar espaço aos interesses coletivos. Coerção Social: é a força que os fatos exercem sobre o individuo. Educação: formal e informal. Leis e Regras de conduta da sociedade transformadas em hábitos, independentemente da sua vontade, são coisas exteriores ao homem. São impostas aos homens através da coerção. 20

21 Partindo da afirmação de que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas", forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade, em que o normal seria aquilo que é ao mesmo tempo obrigatório para o indivíduo e superior a ele, o que significa que a sociedade e a consciência coletiva são entidades morais, antes mesmo de terem uma existência tangível. Essa preponderância da sociedade sobre o indivíduo deve permitir a realização desse, desde que consiga integrar-se a essa estrutura. Para que reine certo consenso nessa sociedade, deve-se favorecer o aparecimento de uma solidariedade entre seus membros. 21

22 Generalidade: é social todo fato que é geral. Os fatos sociais manifestam sua natureza coletiva e o pesquisador deve deixar de lado os pré-conceitos a respeito do objeto de pesquisa. Eliminação dos traços de subjetividade. Procurou o rompimento com as idéias do senso comum; 22

23 Normas e Conjunto de Valores para a sociedade. Normas Jurídicas. Patrões e Empregados. Da divisão do trabalho social é um livro escrito por Émile Durkhéim que analisa as funções sociais do trabalho na sociedade e procura mostrar como na modernidade tal divisão é a principal fonte de coesão ou solidariedade social. 23

24 Suicido é geral por acontecer em todas as sociedades. Sociologia: finalidade de não só explicar a sociedade, mas também encontrar soluções para a vida social. Os fatos sociais pode ser de ordem normal e patológica; Fato Normal: é aquele que reflete os valores e condutas aceitos pela maior parte da sociedade. Fato Patológico: é aquele que se encontra fora dos limites permitidos pela ordem social e moral. Consciência Coletiva: conjunto de regras estabelecidas que atribuem valor e delimitam as ações dos indivíduos. Imoral, reprovável e criminoso. 24

25 A escola Funcionalista, de forte influência Durkheimiana, entende que a sociedade se assemelha a um organismo humano/biológico, ou seja, se uma das partes deste corpo (órgãos) não está bem, o todo também não estará bem. Está implícito aí que todos os participantes de uma sociedade devem agir do mesmo modo, as normas devem ser compartilhadas por todos. Quem eventualmente não agir como o grupo age é desviante, sofre sanções. 25

26 Morfologia Social ou classificação das espécies sociais: teoria evolucionista – as sociedades variam de estágios – inferiores e superiores. Passagem da Solidariedade mecânica para a solidariedade orgânica, motor de transformação da sociedade. É preciso definir, numa sociedade moderna, regras de cooperação e troca de serviços entre os que participam do trabalho coletivo. 26

27 Para Durkheim o fundamental para uma sociedade alcançar uma evolução e/ou desenvolvimento é necessário que a nação ou país focalize seus investimentos na educação, como base do processo, sendo que de acordo com o nível de educação elevado certamente iria produzir um melhor desenvolvimento. 27

28 Max Weber ( ) Nasceu em Erfurt na Alemanha 1864 e faleceu em 1920, família de burgueses liberais e protestantes. Morre de pneumonia em Munique, Alemanha, a 14 de Junho de Sociologia weberiana é uma filosofia Existencialista. 28

29 Interpretar a Diversidade Social. Objeto de investigação é a ação social, ou seja, a conduta humana. Ação Social: Desencadeamento de Ações. Individuo: influência, tradição, interesses e emoções. Weber: A Ciência é um processo que nunca chega ao seu fim. Cada um de nós deve escolher seu deus ou seu demônio. 29

30 Weber crítica o Positivismo. Os Fatos Sociais para Weber não são coisas exteriores, mas acontecimentos que cabe ao cientista analisar. Para Weber não existe oposição entre indivíduo e sociedade, como afirmava Durkhéim. Sociologia Weberiana: os acontecimentos que integram o social tem origem nos indivíduos. História para Weber é imprescindível para a compreensão das sociedades e da diversidade social; 30

31 Weber: a pesquisa histórica é essencial para a compreensão das sociedades, pois permite o entendimento das diferenças sociais e não de estágios de evolução. Tipo Ideal: Perspectiva. Categorização; Classificação; Estereótipos. Classes, Estamentos e Partidos. Estratificação: existência de diferenças. a) Ordem: políticas, econômicas e profissionais. 31

32 O método compreensivo, defendido por Weber, consiste em entender o sentido que as ações de um indivíduo contêm e não apenas o aspecto exterior dessas mesmas ações. Se, por exemplo, uma pessoa dá a outra um pedaço de papel, esse fato, em si mesmo, é irrelevante para o cientista social. Somente quando se sabe que a primeira pessoa deu o papel para a outra como forma de saldar uma dívida (o pedaço de papel é um cheque) é que se está diante de um fato propriamente humano, ou seja, de uma ação carregada de sentido. 32

33 A pesquisa histórica é essencial para a compreensão das Sociedades, pois ela permite o entendimento das diferenças sociais, que seriam, para Weber de gênese e de formação, e não de estágios de evolução, como no positivismo. Os fatores históricos são entendidos como indícios no Método Compreensivo, ou seja, baseiam-se na interpretação do passado e na sua repercussão nas características peculiares das sociedades contemporâneas. 33

34 Ética Protestante e o espírito do capitalismo: analisa os efeitos da doutrina e pregação no comportamento dos indivíduos e sobre o desenvolvimento do capitalismo; Weber: a ética protestante proporciona uma explicação e uma justificativa deste comportamento estranho em várias sociedades há uma explicação que não só a satisfação de produzir cada vez mais. Valores do Protestantismo: Disciplina, poupança, austeridade, vocação, dever, propensão ao trabalho; 34

35 Os Protestantes afirmavam ainda que não precisavam de uma organização imensa, corrupta e decadente para lhes dizer como pensar. Segundo eles, a independência de pensamento ajudava a que as pessoas começassem os seus próprios negócios e contribuíssem para o crescimento da classe detentora de capital. 35

36 Poder: potencial para exercer influência Autoridade: probabilidade de uma ordem ser obedecida. Ter autoridade é ter poder; mas ter poder não significa ter autoridade. Líderes Motivacionais; 36

37 Segundo Weber devemos nos dedicar somente a uma profissão/trabalho, se você quer ser um bom cientista deve se dedicar somente a ciência e se decidir pela política viver para a política; Racionalização Cientifica Weber defende a BUROCRACIA, para ele a burocracia se baseia na racionalidade, na adequação dos meios aos objetivos (fins), para que se obtenha o máximo de eficiência. Weber identificou cinco elementos das burocracias que lhes conferiam força: hierarquia da autoridade; divisão do trabalho; regras escritas; comunicações escritas e a impessoalidade. 37

38 Dominação: a) Racional (legal). b) Tradicional (tradições) c) Carismática (caráter sagrado ou força heróica). O regime capitalista, o modo de produção, baseado na propriedade individual dos meios de produção e a concorrência do mercado esta associada ao processo de racionalização. E este é o destino do homem. 38

39 Divisão do Trabalho: cada um possui uma função especifica (tentativa de evitar conflitos). Hierarquia: ela não deve ser ríspida, autoritária, etc, mas deve ser exercida de forma que não cause constrangimentos para o trabalhador para que esse não se sinta desmotivado e humilhado. Classe: para Weber a idéia de classe não é a de um grupo que luta por um objetivo que busca o bem comum, mas uma classe seria composta por um grupo de pessoas que trabalham por amor a ele. Meritocracia: conceito baseado na doutrina protestante, as pessoas através do trabalho duro podem um dia conseguir ser independentes e almejar cargos importantes e promoções, pelo seu mérito. Previsibilidade: prever as ações; através das normas. 39

40 considera as pessoas como ocupantes de cargos e de funções; o poder de cada pessoa é impessoal e deriva do cargo que ocupa; obedece ao superior não em consideração a pessoa, mas ao cargo que ele ocupa; as pessoas vêm e vão, mas os cargos permanecem; cada cargo abrange uma área ou setor de competência e de responsabilidade. 40

41 Karl HeinrichMarx ( ) Karl Heinrich Marx ( ) Trier, 5 de maio de Londres, 14 de março de Fundador da Associação Internacional dos Operários; Intelectual Alemão. Considerado um dos grandes teóricos da Sociologia. Influência da filosofia de Hegel (Método Dialético). Materialismo Histórico: idéia de movimento. 41

42 Manuscritos econômico-filosóficos (Ökonomisch- philosophische Manuskripte), 1844 (publicados apenas em 1930); A Sagrada Família (Die heilige Familie), 1845; A Ideologia Alemã (Die deutsche Ideologie), 1846; Miséria da Filosofia (Das Elend der Philosophie), 1847; Manifesto do Partido Comunista (Manifest der Lommunistischen Partei), 1848; Trabalho assalariado e Capital, 1849; O 18 Brumário de Luís Bonaparte (Der 18 Brumaire des Louis Bonaparte); O Capital (Das Kapital) - Livro I, publicado em 1867; Livros II e III, publicação póstuma por Engels). 42

43 Marx: critica a Sociedade Burguesa. Conceitos Marxistas: superação, transformação, alienação, luta de classes, valor, mercadoria, trabalho, modo de produção. Segundo Marx o estudo do modo de produção de uma sociedade é fundamental para se saber como ela se organiza e funciona. A economia é a chave da compreensão dos acontecimentos históricos. Transformação: 3 estágios a) eliminação do individualismo; b) competição; c) propriedade privada. 43

44 Opressores e Oprimidos: a sociedade está dividida em dois grupos. A transformação virá junto com a Luta Política. Luta de Classes: Motor da História. Alienação: Separação do homem dos meios de produção (força física e intelectual) – tudo se tornou propriedade privada do capitalista. Alienação do trabalhador do fruto do seu trabalho. Ou seja, com o capitalismo, o trabalhador é expropriado dos meios de produção e do produto de seu trabalho. O capitalista visa sempre a obtenção do lucro, ou seja, da mais valia. 44

45 A história de toda sociedade até nossos dias é a história da luta de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, mestre de oficio e companheiro, numa palavra, opressores e orpimidos se encontraram sempre em constante oposição, travaram uma luta sme trégua, era disfarçada, ora aberta, que terminava sempre por uma transformação revolucionária de toda a sociedade, ou então pela ruína das diversas classes em luta. Manifesto Comunista. p

46 Contrato Social. Marx analisa que o Estado representa apenas a classe dominante e age conforme interesses. Condição Humana: ação política e transformadora. Classes Sociais: Liberdade e Justiça (direitos inalienáveis) Critica ao Liberalismo: existência de tal igualdade natural entre os homens. Desigualdades Sociais eram provocadas pelas relações de produção do sistema capitalista. 46

47 Origem do Capitalismo: acumulação e competição. Força de Trabalho: ela pode ser dividida em física e intelectual. O trabalhador troca sua força de trabalho por um salário. Segundo Marx a quantia paga ao trabalhador nem sempre representava o real valor do seu trabalho. Salário: força de trabalho é transformada em mercadoria. Quanto vale o fruto do trabalho humano? Divisão Social do Trabalho: produção de valor – reprodução do sistema. Coisificação: transformação das coisas em mercadorias. Ou seja, segundo Marx o capitalismo transformou o trabalho em mercadoria. Uma mercadoria necessariamente precisa ter um valor de troca e um valor de uso 47

48 Fetichismo da mercadoria é o modo pelo qual Karl Marx denominou o fenômeno social e psicológico onde as mercadorias aparentam ter uma vontade independente de seus produtores. Segundo Marx, o fetichismo é uma relação social entre pessoas midiatizada por coisas. O resultado é a aparência de uma relação direta entre as coisas e não entre as pessoas. As pessoas agem como coisas e as coisas, como pessoas. ou seja o fetiche seria algo sobrenatural que a mercadoria possui, influenciando gostos, impondo padrões e criando necessidades que antes não tínhamos. 48

49 Sociedade é constituída de relações de conflitos e não da idéia positivista de normal e doente. Organização e relações políticas. Questão de identidade. Totalidade: a idéia de totalidade se baseia no fato que não é possível analisar ou observar algo fora do contexto em que se insere. A relação do Geral e o Particular, a idéia do TODO é composta por várias realidades que o formam, nesse sentido, não há como separar as várias realidades desse TODO, pois eles possuem uma relação, ou seja, fazem parte dele e sofrem influência dele também. Ideologia: é um conjunto de idéias que um grupo ou classe social acredita e luta por ele. 49

50 A Sociologia, através de seus métodos de investigação científica, procura compreender e explicar as estruturas da sociedade, analisando a relações históricas e culturais criando conceitos e teorias a fim de manter ou alterar as relações de poder nela existentes. 50


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