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O NEOCLASSICISMO NO BRASIL O excesso de curvas e de expressividade vai sendo atenuado para dar lugar a uma arte mais tranqüila e equilibrada. Quando D.

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1 O NEOCLASSICISMO NO BRASIL O excesso de curvas e de expressividade vai sendo atenuado para dar lugar a uma arte mais tranqüila e equilibrada. Quando D. João VI mudou-se para o Brasil (1808), predominava na Europa a volta aos valores clássicos do Renascimento, a busca do equilíbrio e da simplicidade. Esse novo estilo foi denominado de Neoclassicismo ou Academicismo.

2 As construções neoclássicas inspiravam-se nas construções gregas: colunas, frontões geométricos triangulares, superfícies brancas.

3 A Missão Artística Francesa chegou ao Brasil em Dela faziam parte, entre outros artistas, Nicolas Antoine Taunay, Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Esse grupo organizou, em agosto de 1816, a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios. Essa instituição teve seu nome alterado muitas vezes, até ser transferida, em 1826, na Imperial Academia e Escola de Belas-Artes. Taunay é considerado uma das figuras mais importantes da Missão Artística Francesa. Na Europa, participou de várias exposições e na corte de Napoleão foi muito requisitado para pintar cenas de batalha. No Brasil, as pinturas de paisagens foram criações mais famosas. Durante os cinco anos que permaneceu aqui, produziu cerca de trinta paisagens do Rio de Janeiro e regiões próximas. Entre elas está Morro de Santo Antônio em 1816.

4 Vista do alto do Morro de Santo Antônio, por Nicolas-Antoine Taunay (c. 1816)

5 Fachada da Academia Imperial de Belas- Artes. Projeto arquitetônico de Grandjean de Montigny

6 Debret é certamente o artista da Missão Artística Francesa mais conhecido pelos brasileiros, pois seus trabalhos, documentaram a vida no Brasil durante o século XIX, são muitos reproduzidos nos livros escolares. Seu trabalho mais conhecido dos brasileiros é uma obra em três volumes denominada de Viagem Pitoresca e Histórica pelo Brasil. No campo da arquitetura, a Missão Artística desenvolveu o estilo neoclássico, abandonando os princípios barroco. O seu principal arquiteto foi Grandjean de Montigny, autor do projeto do prédio da Academia de Belas-Artes.

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8 Jean-Baptiste Debret / Negros de Carro, 1834

9 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Un employé du gouvernement sortant de chez lui, 1834 e 1839 (reprodução) / Library of Congress / Public Domain.

10 Jean-Baptiste Debret / Negra tatuada vendendo cajus, aquarela, 1827

11 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Voyages au Brésil: Retour d um proprietaire / Public Domain.

12 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Sinal de Retirada de Índios Coroados, / New York Public Library, Digital Gallery / Public Domain.

13 As imagens revelam o cotidano do Brasil visitado pelos artistas franceses. Imagem: Jean-Baptiste Debret / Pelourinho / Public Domain.

14 Além dos artistas da Missão Artística Francesa, vieram para o Brasil, no século XIX, outros pintores europeus motivados pelas paisagens luminosas dos trópicos e pela existência de uma burguesia rica e desejosa de ser retratada. O francês Claude Joseph Barandier foi um dos retratistas mais ativos da nobreza e da sociedade carioca. Thomas Ender, era austríaco e chegou ao Brasil em 1817, junto com a comitiva da Princesa Leopoldina. Viajou pelo interior retratando paisagens e cenas da vida de nosso povo em São Paulo e no Rio de Janeiro. Sua obra compõem-se de oitocentos desenhos e aquarelas, técnica com a qual criou expressivas cenas brasileiras.

15 Retrato do Barão de Irapuá (1850). Claude Joseph Barandier

16 Aspecto da Rua Principal do Rio de Janeiro em 1818 pintada por Thomas Ender

17 Johann Moritz Rugendas, artista de origem alemã, esteve no Brasil entre 1821 e Além do nosso país, visitou vários outros da América Latina. Do tempo que esteve no Brasil, deixou um livro, Viagem Pitoresca Através do Brasil, contendo cem desenhos. Rugendas pintou ainda retratos a óleo, como Dom Pedro II e da Princesa Dona Januária, conservados no Museu Nacional de Belas-Artes. Mas foi no desenho que o artista encontrou a melhor maneira de expressar sua percepção do país, deixando uma preciosa documentação não só dos costumes brasileiros, mas também dos povos latino-americanos com os quais conviveu.

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19 Imperador Pedro II do Brasil, Rugendas.

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21 O ROMANTISMO O estilo acadêmico e rígido do Neoclassicismo começa a declinar e vem uma reação às regras e modelos clássicos greco-romanos. Há necessidade de expressão, de emoção, de paixão. O equilíbrio e a simplicidade deixam de ser os objetivos do artista. Ele quer buscar as raízes da nacionalidade, quer enaltecer a natureza tropical, quer viver o amor intensamente.

22 O romantismo introduz o indianismo (idealização da figura do índio), o nacionalismo nas cenas épicas e o subjetivismo na paisagem. VICTOR MEIRELLES – Batalha de Guararapes PEDRO AMÉRICO – Batalha do Avaí. RODOLFO AMOEDO – O último tamoio. BERMIRO BARBOSA DE ALMEIDA – Arrufos.

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24 Moema, Uma das mais conhecidas pinturas brasileiras de temática indianista. MASP.

25 A primeira missa no Brasil, 1861, sua obra mais celebrada. Museu Nacional de Belas Artes.

26 Batalha de Guararapes, Museu Nacional de Belas Artes.

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28 REALISMO – NATURALISMO As modificações políticas sempre trazem transformações estéticas e culturais. Com a abolição da escravatura (1888), o fim do Império e a Proclamação da República (1889), as novas ideias influenciaram a arte, que se torna mais realista e naturalista.

29 Rodolfo Bernardelli. D. Pedro I.

30 Bernardelli. Duque de Caxias

31 Este período foi influenciado pelo positivismo de Auguste Comte, e é conhecido como Belle Époque, pois a influência da cultura francesa era muito intensa. Muitos de nossos artistas foram estudar na França e trouxeram as novidades.

32 BENEDITO CALIXTO ( ), estudou na Europa, mas não assimilou novas influências e continuou o estilo acadêmico em suas marinhas, seus quadros religiosos e cenas históricas. Na arquitetura prevalece o ECLETISMO, ou seja, muitas vertentes se desenvolvem simultaneamente. Entretanto, algumas tendências neoclássicas antigas ainda permanecem.

33 Benedito Calixto. Anchieta escrevendo na praia

34 Benedito Calixto. Proclamação-da-República, 1893

35 Há influência do movimento ART NOUVEAU, que incentivava o uso de balaústres (colunas que formam um parapeito ou anteparo), grades, escadas em curva, murais decorativos, vidraçaria colorida, azulejos.

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37 Confeitaria Colombo, Rio de Janeiro.

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39 A confeitaria foi fundada em 1894 pelos imigrantes portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão, tendo um extenso rol de clientes célebres entre a sociedade brasileira. Sua arquitetura e ambiente permitem ter uma ideia de como teria sido a Belle Époque na capital da República. Entre 1912 e 1918 os salões do interior da confeitaria foram reformados, com um toque Art Nouveau, com enormes espelhos de cristal trazidos da Antuérpia, emoldurados por elegantes frisos talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi. Em 1922, as suas instalações foram ampliadas com a construção de um segundo andar, com um salão de chá. Uma abertura no teto do pavimento térreo permite ver a claraboia do salão de chá, decorada com belos vitrais. Entre os clientes famosos da confeitaria estão Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, entre muitos outros.

40 IMPRESSIONISMO Nas artes plásticas, a transição entre o Academicismo e o Modernismo é representada pelos trabalhos de Belmiro de Almeida ( ) e de Eliseu Visconti ( ), que começam a usar as técnicas impressionistas: Recusa aos modelos renascentistas Negação da linha Ênfase na luz e nas cores Incorporação do pontilhismo

41 Eliseu Visconti. Detalhe de pintura do teto do Teatro Municipal do Rio de Janeiro

42 Eliseu Visconti. Gioventú

43 Belmiro Barbosa de Almeida. Arrufos

44 O delineamento do desenho deixa de ser importante para que os efeitos cromáticos de luz deixem a pincelada mais solta.

45 Nesse período, em um ambiente dominado por homens, destacou-se uma mulher de grande talento: Georgina de Albuquerque ( ). Ao acompanhar seu marido, Lucílio Albuquerque, também pintor, a uma viagem à Europa, Georgina é aprovada em 4º lugar para a Escola de Belas-Artes de Paris. Voltando ao Brasil, expôs seus trabalhos e foi considerada uma das expressões mais representativas da pintura impressionista brasileira.

46 Georgina de Albuquerque. Dia de Verão

47 Eliseu Visconti. A caminho da escola

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