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Thiago Pinheiro de Araújo Arndt von Staa SDiff: Uma ferramenta para comparação de documentos com base nas suas estruturas sintáticas.

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1 Thiago Pinheiro de Araújo Arndt von Staa SDiff: Uma ferramenta para comparação de documentos com base nas suas estruturas sintáticas

2 Índice Introdução Motivação Estado da arte Objetivo Modelo conceitual A ferramenta SDiff Experimentos Conclusão e Trabalhos futuros

3 Introdução Ferramentas de comparação são utilizadas para identificar as diferenças existentes entre duas versões de um documento. Entende-se por documento qualquer artefato que possa ser comparado. Tais ferramentas costumam ser utilizadas acopladas a sistemas de controle de versão a fim de: –Permitir que o usuário visualize as diferenças que serão adicionadas ao próximo changeset do projeto. –Definir o incremento representado por cada changeset do projeto.

4 Motivação Toda ferramenta desta natureza possui uma unidade de comparação indivisível. –Na maioria das ferramentas comerciais esta unidade costuma ser o parágrafo (linha de texto seguida de terminador de linha). Essa abordagem permite tratar de todos os arquivos de texto da mesma forma independente do tipo de conteúdo específico de cada um. Porém esta abordagem produz resultados imprecisos e com poucas informações sobre a evolução. –A tarefa de identificar o trecho exato que foi modificado e a semântica associada a ele é delegada ao usuário.

5 Motivação Resultados pouco precisos dificultam a legibilidade das diferenças: Além disso, o versionamento de documentos não-textuais, como modelos, torna-se inviável.

6 Estado da arte Categorias de trabalhos encontrados na literatura: –Operation-based. Conhece a seqüência de passos com as operações de edição. Depende de um ambiente instrumentado. –Syntax-based. Baseia-se na estrutura sintática dos documentos. Depende de interpretadores para tratar cada tipo de sintaxe. –Refactor-oriented. Procura identificar operações de refatoração. É complementar aos anteriores. Abordagem oriented-based depende de um ambiente instrumentado. Abordagem syntax-based depende da AST e de todo o código-fonte disponível.

7 Estado da arte Categorias de trabalhos encontrados na literatura: –Model-oriented. Viabiliza o versionamento de documentos não-textuais. Contribui para a evolução de Model-driven development. –Controles de versão com granularidade variável. Capazes de persistir todo o conteúdo sob a forma de elementos com granularidade variável. Quando associados a ambientes de desenvolvimento é possível manter identificadores persistentes para cada elemento. Depende de interpretadores para tratar cada tipo de sintaxe. Pesquisas relacionadas: –Kim [2006] realizou um estudo comparativo sobre as técnicas existentes de comparação de código-fonte de software. Concluiu que um comparador hibrido produz melhores resultados.

8 Objetivo Criar um mecanismo de comparação de documentos textuais capaz de identificar com precisão as diferenças entre duas versões de um documento. Este mecanismo –Deve se basear nas estruturas sintáticas dos documentos. –Não deve depender de outros documentos que resolvam as dependências do documento comparado. Ex: Declarações em linguagens de programação. O mecanismo deve poder se aplicado a qualquer tipo de documento textual. –Ex: Linguagens de programação, arquivos XML, arquivos Tex, etc.

9 Modelo conceitual Conceitos gerais Visão geral Estrutura sintática canônica Mecanismo de comparação –Estrutura Diff –Algoritmo de comparação Algoritmo de comparação textual. Algoritmo de comparação sintática. Comparação com o estado da arte

10 Conceitos gerais Comparações de documentos geram uma lista de diferenças. Cada diferença é representada nos documentos a partir de uma seleção. Uma seleção define os limites textuais de um elemento sintático, a partir de um ponto inicial e um ponto final. Um ponto indica uma posição no documento a partir de linha e coluna.

11 Conceitos gerais Cada diferença representa um tipo de operação: –Inserção. –Remoção. –Modificação. –Movimentação. –União. –Separação. –Clone. Ferramentas comerciais costumam identificar inserções e remoções. Algumas mais elaboradas identificam também modificações. Porém, em ambos os casos, com precisão baixa.

12 Visão geral

13 Estrutura sintática canônica O algoritmo de comparação trabalha sobre uma estrutura sintática canônica, a fim de mantê-lo genérico para qualquer tipo de documento. Esta estrutura canônica: –representa os elementos sintáticos presentes no documento e seus relacionamentos hierárquicos. –é gerada por um conversor que recebe o conteúdo específico, interpreta-o, e retorna sua representação estrutural. Nesse processo são adicionadas propriedades sintáticas identificadas durante a interpretação do documento.

14 Estrutura sintática canônica

15 Mecanismo de comparação O resultado dessa conversão é retornado em um formato XML. –Este é um formato flexível e genérico suficiente para representar a grande maioria dos documentos. Exemplo: 30. private: 31. int m_var;

16 Algoritmo de comparação Entrada: dois documentos na forma canônica. Saída: uma estrutura Diff contendo as diferenças identificadas. –Como o algoritmo atua sobre uma árvore composta por elementos sintáticos, a resposta também é representada como uma árvore de diferenças. –Esta estrutura também guarda o percentual de diferença calculado para o par de elementos comparados. Esta é a propriedade mais relevante para a tomada de decisão do algoritmo e possivelmente para se obter um bom resultado final. Este valor é calculado com base em três heurísticas apresentadas a seguir.

17 Algoritmo de comparação Result:

18 Algoritmo de comparação O algoritmo de comparação: 1.Só compara os elementos se forem do mesmo tipo. 2.Realiza a comparação de propriedades. 3.Realiza a comparação de sub-elementos, que pode ser: Textual – Baseado no algoritmo LCS, considerando o caractere como unidade indivisível de comparação. Sintática – Explicado a seguir. 4.Calcula o percentual de diferença entre os elementos segundo a fórmula:

19 Algoritmo de comparação O algoritmo de comparação sintática: 1.Executa o algoritmo LCS sobre as listas de sub-elementos. 2.Constrói uma matriz Elemento Inseridos X Elementos Removidos O peso de cada par é calculado a partir dos valores: 1.Percentual de igualdade. 2.Proximidade (heurística). 3.Igualdade de nomes (heurística). 3.Executa um algoritmo de emparelhamento sobre esta matriz. Hungarian [Kuhn, 1955]. 4.Define quais pares resultantes do emparelhamento são equivalentes, a partir de uma heurística. 5.Classifica os resultados em operações de modificação e movimentação.

20 Comparação com o estado da arte O modelo apresentado não é invasivo. –Evita que o usuário final se restrinja a ferramentas especiais. O mecanismo de comparação respeita a hierarquia e os tipos dos elementos sintáticos. A utilização de heurísticas combinadas ao algoritmo de emparelhamento é uma inovação proposta por este trabalho que evita resultados rígidos. A proposta de Dig [DIG, et al., 2006] relacionada à detecção de operações de refactor com base em padrões conhecidos é complementar ao nosso modelo. O algoritmo implementado é híbrido: cada tipo de elemento define se o seu conteúdo será comparado utilizando o mecanismo de comparação sintática ou textual.

21 A ferramenta SDiff A implementação deste algoritmo produziu a ferramenta SDiff: Inserção Remoção Modificação Movimentação Alteração no contexto Modificação no elemento

22 Comparação com a ferramenta KDiff3 Modificação

23 Comparação com a ferramenta KDiff3 Movimentação

24 Comparação com a ferramenta KDiff3 Reformatação

25 Comparação com a ferramenta KDiff3 Extração de código

26 Experimentos em aplicações reais Aplicamos a ferramenta SDiff em versões consecutivas de documentos extraídos de aplicações reais com as características: –Número de linhas alto (1 a 5 KLOC). –Dependências não resolvidas. A ferramenta foi capaz de identificar com precisão a maior parte das diferenças. Dificuldades encontradas: –Comparação de blocos de comentário formados por // consecutivos. –Comparação de macros.

27 Fizemos alguns testes para avaliar o desempenho da ferramenta quando submetida a diferentes tamanhos documentos. Estatísticas da execução

28 Conclusão O objetivo deste trabalho foi projetar um mecanismo de comparação de documentos capaz de respeitar suas propriedades estruturais e sintáticas. Os principais benefícios obtidos do ponto de vista do usuário foram: –Capacidade de identificar elementos movidos ou modificados. –Precisão sintática nas diferenças. –Ignorar diferenças irrelevantes para o usuário como identação ou formatação. A contribuição mais significativa deste trabalho é a aplicação de heurísticas para inferir operações mais específicas que uma simples inserção ou remoção de elementos.

29 Trabalhos futuros Melhorias no mecanismo de comparação: –Identificar movimentações entre níveis. –Criar heurísticas para detectar união, separação, clones e refactors. –Extensão para tratar de documentos não-textuais. Melhorias na ferramenta SDiff: –Implementar componentes que tratem outros tipos de documentos (Ex: Java, Lua, XML, HTML, Javascript, C#, etc). –Criar um modo de visualização, específico para linguagens de programação: Ex: Diagramas de classe, DFDs, etc.

30 Perguntas? Thiago Pinheiro de Araújo PUC-Rio – Departamento de Informática


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