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Marcelo Arantes Alvim Gestão Financeira. 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor.

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1 Marcelo Arantes Alvim Gestão Financeira

2 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor 2) Critérios para Escolha de Projetos (20/07/2013) VPL TIR TIR Modificada Escolha entre projetos Modelagem 3) Risco, Retorno e Custo de Capital (03/08/2013) Retorno Risco Não- Sistemático Risco Sistemático Carteira ótima Beta da ação CAPM Custo e estrutura de capital 4) Gestão do Capital de Giro 17/08/2013 Capital de Giro versus Necessidade de Capital de Giro Ciclo financeiro e fluxo de caixa 5) Exercícios de revisão e Prova 31/08/2013 MAPA DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA

3 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor 2) Critérios para Escolha de Projetos (20/07/2013) VPL TIR TIR Modificada Escolha entre projetos Modelagem 3) Risco, Retorno e Custo de Capital (03/08/2013) Retorno Risco Não- Sistemático Risco Sistemático Carteira ótima Beta da ação CAPM Custo e estrutura de capital 4) Gestão do Capital de Giro 17/08/2013 Capital de Giro versus Necessidade de Capital de Giro Ciclo financeiro e fluxo de caixa 5) Exercícios de revisão e Prova 31/08/2013 MAPA DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA

4 Princípio 1: Compreenda as demonstrações financeiras; Princípio 2: Compre e mantenha somente ativos que adicionam valor à riqueza do investidor (VPL positivo); Princípio 3: O Caixa é o rei; Princípio 4: O dinheiro muda de valor no tempo; Princípio 5: Saiba calcular o custo da alternativa financeira; Princípio 6: Minimize o custo dos financiamentos; Princípio 7: Retorno e Risco são dois lados da mesma moeda; Princípio 8: Os mercados de capitais são eficientes na maioria das vezes e precificam bem as informações (não há almoço grátis); Princípio 9: A diversificação é obrigatória para a gestão de riscos; Princípio 10: O investidor marginal é diversificado. Dez Princípios Essenciais em Finanças

5 Decisão deINVESTIMENTO Objetivo central: Maximizar o Valor da Empresa CAPITAL Decisão de CAPITALDEGIRO FINANCIAMENTO Decisão de FINANCIAMENTO Decisão deDIVIDENDOS Decisões em Finanças Redução dos custos de agência Redução da assimetria informacional Maximizar o preço das ações no mercado Gestão Baseada em Valor Governança Corporativa

6 Criação de Valor para o Acionista Capital Empregado NCG + AÑC operacional Debt Equity NOPAT = EBIT x (1-t) gera ROCE= NOPAT Capital Empregado gera Juros Benefício fiscal Custo de oportunidade do acionista (ROCE – WACC ) X CAPITAL EMPREGADO = ECONOMIC VALUE ADDED EBIT = Earning Before Interest and Tax NOPAT = Net Operating Profit After Tax ROCE = Return On Capital Employed WACC = Weigthed Average Cost of Capital NCG = Necessidade de Capital de Giro CAPITAL EMPREGADO = saldos de ATIVO PERMANENTE LÍQUIDO OPERACIONAL + NCG Risco Financeiro + Risco Operacional

7 CONTAS DO BALANÇO 31/12/X031/12/X1 NCG$1.000$1.200 ATIVOS NÃO CIRCULANTES OPERACIONAIS $10.000$ CAPITAL EMPREGADO $11.000$ DRE31/12/X131/12/X2 Receita$10.000$ EBIT$5.000$7.000 Alíquota IR+CS34% Calculando o EVA utilizando árvore Du Pont... X2 X1 12% Outras informações: Wacc = 12% aa X2 X1 38,5%30% X2 X X1 X X2 X1 26,5%18% X2 X EVA CE Spread econômico Roce Wacc Nopat CE ( ÷ ) ( - ) ( x ) X1 X |7|7 Exemplo de mensuração da criação de valor

8 Margem x Giro ROCE= NOPAT Capital Empregado Vendas x ROCE= NOPAT Capital Empregado Vendas x Giro do ativo operacional Margem Operacional Mede a eficiência do retorno Mede a qualidade do retorno Margem de lucro operacional Giro do Ativo Curva de isoretorno 20% 1x Roce = 20% 2x 10% Roce = 20%

9 Calculando o EVA utilizando Marge x Giro na árvore Du Pont... X2 X1 12% X2 X1 38,5%30% X2 X1 38,5%33% X2 X1 1,0 0,9091 X2 X1 26,5%18% X2 X EVA CE Spread econômico Roce Wacc Margem Giro X1 X X2 X X2 X X2 X X1 X Nopat Receita CE ( ÷ ) ( x ) ( - ) ( x )

10 Rascunho

11 2) Uma empresa apresenta a seguinte estrutura de capital: Capital Empregado = e deseja um ROCE de 14%aa Capital de Terceiros = ao custo de 12% aa Capital Próprio = ao custo de 15% aa IR = 34% Pede-se: a) Calcule o custo médio ponderado de capital b) Qual foi o Spread da empresa? c) Se o ROI desejado foi de fato alcançado, esta empresa gerou valor para o acionista? Por quê?

12 Rascunho

13 EVA (Economic Value Added) e Valor da Empresa Valor Econômico da Empresa Hoje Valor Econômico da Empresa Hoje Valor Contábil do Capital Empregado Hoje Valor Contábil do Capital Empregado Hoje MVA (Market Value Added) ou Goodwill MVA (Market Value Added) ou Goodwill Ano N NOPAT xxx xxx xxx xxx (-) Custo de Capital (xx) (xx ) (xx) (xx) (=) EVA x x x x Descontado a valor presente pelo custo médio de capital Quanto maior a base de capital empregado, maior o custo de capital, menor o EVA e MVA. Só deve aumentar a base se prever aumentos mais que compensadores no lucro operacional. PresenteFuturo

14 MVA n = EVA n+1 Wacc n - g n Onde Roce n+1 = Return on Capital Employed na data n Wacc n+1 = Weigthed Average Cost of Capital na data n Eva n+1 = Economic Value Added na data n+1 Mva n = Market value added CE n = Capital Empregado na data n g n = taxa de crescimento do EVA na data n Wacc n - g n (ROCE – Wacc) n+1 x CE n = EVA e MVA (Market Value Added) em regime de perpetuidade Esta fórmula é o valor presente de uma perpetuidade com crescimento constante Spread econômico

15 Empresa A ROCE esperado = 15% para sempre CMPC = 12% para sempre g = 6% Capital Empregado = $1.000 Valor da Empresa = CE + MVA $ $500 = $1.500 Empresa B ROCE esperado = 12% para sempre CMPC = 15% para sempre g = 6% Capital Empregado = $1.000 Valor da Empresa = CE+ MVA = $ (- $333) = $666 Exemplo

16 Exercício Suponha que a expectativa de crescimento do EVA de ambas as empresas seja de 7% em vez de 6%. Como ficam os valores das empresas A e B?

17 Presente das Oportunidades de Crescimento VPOC Ativos Operacionais: Projetos vaca leiteira Projetos grávidos de rentabilidade futura Ativos Operacionais: Projetos vaca leiteira Projetos grávidos de rentabilidade futura Financiamentos: Debt Equity Financiamentos: Debt Equity

18 Fórmula VPOC Valor Operacional Total da Empresa Valor devido aos projetos vaca leiteira (Perpetuidade constante) Valor devido aos projetos inovadores (Perpetuidade crescente) VOPC-Valor Presente das Oportunidades de Crescimento

19 Fórmula VPOC Valor Operacional Total da Empresa...

20 Exemplo (empresa A) Valor Operacional Total da Empresa Nopat = ROCE x CE = 15% x $1.000 Novo dado (Capital incremental)... Valor da Empresa = CE + MVA $ $500 = $1.500

21 Exemplo (empresa B) Novo dado... Valor da Empresa = CE+ MVA = $ (- $333) = $666 Nopat = ROCE x CE = 12% x $1.000 Valor Operacional Total da Empresa

22 Conclusão

23 Exercício sobre VPOC

24 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor 2) Critérios para Escolha de Projetos (20/07/2013) VPL TIR TIR Modificada Escolha entre projetos Modelagem 3) Risco, Retorno e Custo de Capital (03/08/2013) Retorno Risco Não- Sistemático Risco Sistemático Carteira ótima Beta da ação CAPM Custo e estrutura de capital 4) Gestão do Capital de Giro 17/08/2013 Capital de Giro versus Necessidade de Capital de Giro Ciclo financeiro e fluxo de caixa 5) Exercícios de revisão e Prova 31/08/2013 MAPA DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA

25 É a análise econômica e financeira dos potenciais acréscimos de ativos fixos e de giro na empresa. Decisão de longo prazo que envolve grandes somas de dinheiro. Muito importante para o futuro da empresa. Orçamento de Capital

26 Objetivo geral dos projetos Expansão de capacidade Aumento da demanda de produtos atuais Lançamento de novos produtos Melhoria de Produtos existentes Manter o Valor da Empresa Manter o Valor da Empresa Aumentar o Valor da Empresa Aumentar o Valor da Empresa Redução dos custos atuais Substituição de equipamentos ou instalações Atendimento de acordos ou leis (meio ambiente, por exemplo) Manutenção de capacidade

27 Mercado Escala Localização Administrativo Meio Ambiente Cronogramas de desembolso, projeções de custos e receitas e fluxo de caixa Cronogramas de desembolso, projeções de custos e receitas e fluxo de caixa Viável ? Sim Executar Não Adiar Etapas básicas de um estudo de viabilidade econômica

28 Passos para análise de projetos 1) Estimar os parâmetros e construir o modelo de Fluxo de Caixa. 2) Determinar a taxa mínima de atratividade (TMA) 3) Avaliar o risco dos fluxos de Caixa 4) Encontrar o VPL e/ou TIR. 5) Aceitar se VPL > 0 e/ou TIR > TMA.

29 Projetos Independentes x Projetos Mutuamente Excludentes Projetos Independentes: se o fluxo de caixa de um projeto não é afetado pela aceitação de outro projeto. Projetos mutuamente excludentes : a aceitação de um projeto exclui imediamente a aceitação de outro projeto. Há que se escolher um ou outro.

30 Projetos com Fluxo de Caixa Convencional Há somente uma mudança de sinal n (tempo) Entradas de caixa Saídas de caixa

31 Projetos com Fluxo de Caixa Não-Convencional Múltiplas mudanças de sinal n (tempo) Entradas de caixa Saídas de caixa

32 Valor Presente Líquido (VPL) Conceito: é a soma de todos os fluxos de entrada e de saída de caixa, descontados a valor presente por uma taxa que reflita o risco dos fluxos de caixa. FC = Fluxo de Caixa Esperado TMA = Taxa Mínima de Atratividade (determinada pelo investidor do projeto) VPL = Valor Presente Líquido

33 Formação da TMA de um projeto TMA = Taxa Mínima de Atratividade Formação de uma TMA de projeção sem alavancagem financeira CAPM => TMA = Rf + Beta x (Prêmio de risco de mercado) Prêmio pela espera (taxa livre de risco) Prêmio pela espera (taxa livre de risco) Prêmio pelo risco de mercado Prêmio pelo risco Prêmio pela espera (taxa livre de risco) Prêmio pela espera (taxa livre de risco) Prêmio pelo risco Prêmio pela espera (taxa livre de risco) Prêmio pela espera (taxa livre de risco) Ajuste do risco pelo Beta < 1 Ajuste do risco pelo Beta > 1 TMA de projetos de risco menor do que uma carteira de mercado TMA de projetos de risco igual a uma carteira de mercado TMA de projetos de risco maior do que uma carteira de mercado

34 Cálculo do VPL Ano FC t VP FC t $ , , ,11 VPL A = $18,79 FC t VP FC t $ , , ,57 VPL B = $17,74 Ambos descontados a 10%aa Projeto A Projeto B

35 Normalmente as séries usadas em análise de projetos são de pagamentos postecipados (fim de período). Na HP quando a série é postecipada no visor da calculadora não aparece qualquer mensagem. Caso a calculadora esteja programada para a série antecipada (BEGIN no visor) e se tenha uma série postecipada, basta digitar g e o BEGIN desaparecerá.

36 Operações básicas com a HP12C Ligar a calculadora(ON) Apagar o que tem no visor(CLX) Apagar conteúdo de todos os registros(f) (REG) Apagar conteúdo das memórias financeiras(f) (FIN) Introduzir um número(número) (ENTER) Fazer um cálculo simples(número) (ENTER) (número) (operação) Calcular uma percentagem(número) (ENTER) (percentual) (%) Calcular o exponencial (potenciação)(número) (ENTER) (potência) (1/X) (y x ) Calcular o exponencial invertido (radiciação)(número) (ENTER) (raiz) (1/X) (y x ) Armazenar na memória (número) (ENTER) (STO) (número qualquer de memória) Buscar um número na memória (RCL) (número de memória onde foi armazenado) Fixar quantidade de casas decimais(f) (número de casas decimais desejado)

37 Regra de Decisão pelo Método VPL VPL= VP FCs entrada – VP dos Investimentos. Se VPL > 0 => Aumento da riqueza do investidor. Se VPL Redução da riqueza do investidor. Se os projetos são independentes, aceitar projetos com VPL > 0. Se os projetos forem mutuamente excludentes, mas com a mesma vida útil, aceitar os projetos com maior VPL positivo. No nosso exemplo, deveríamos aceitar o projeto A se forem mutuamente excludentes (VPL A > VPL B ), e aceitar ambos se forem independentes, porque ambos apresentam VPL positivo.

38 Taxa Interna de Retorno (TIR ou IRR) Conceito: a TIR é a taxa de desconto que, quando aplicada à série de fluxos de caixa futuro, faz com que o VPL seja igual a zero: A TIR é a taxa de retorno implícita do projeto

39 Calculando TIR pela HP12C com fluxos de caixa irregulares: – > 100 -> CHS -> g -> CF 0 – > 10 -> g -> CF j – > 60 -> g-> CF j – > 80 -> g-> CF j – > f -> IRR = 18,13% – > 100 -> CHS -> g -> CF 0 – > 70 -> g -> CF j – > 20 -> g-> CF j – > 50 -> g-> CF j – > f -> IRR = 20,81% Projeto AProjetoB

40 Regra de decisão pelo Método TIR Se TIR > TMA, o projeto tem um retorno maior do que o custo de capital = Projeto viável -> Projeto cria valor para o acionista < Se TIR < TMA = Projeto Inviável TMA: Taxa Mínima de Atratividade (determinada pelo investidor)

41 Temos que escolher um dos dois projetos…..E agora? Escolher pela TIR ou pelo VPL? Ano FC t VP FC t $ , , ,11 VPL A = VPL A = $18,79 FC t VP FC t $ , , ,57 VPL B VPL B = $17,74 Descontados a 10%aa A TIR B TIR A = 18,13% TIR B = 20,81%

42 Situações de conflito Em casos de conflito entre dois projetos mutuamente excludentes com vidas iguais, escolher o projeto com maior VPL.

43 Exercício Considerando um projeto de plantação de Cana com um investimento inicial de $1.500 mil, cujos fluxos de caixa são de $200 mil, $350 mil, $450 mil, $550 e sabendo que não há valor residual no fim do projeto e que a TMA é de 10%, pede-se: Calcular TIR, VPL Resposta: a) -315,18; b) 1,15%; c )3,7%

44 Rascunho

45 Exercício Uma empresa fez um investimento de $ e espera que o Fluxo de Caixa Livre proporcionado pelo projeto no primeiro ano seja de 20% do valor do investimento inicial. Após esse ano, o FCL deverá crescer a 20%aa durante 10 anos. No final do último ano do projeto, o ativo será vendido e produzirá um fluxo de caixa líquido do imposto de renda no valor de $ Se a TMA é de 12% aa, verifique a viabilidade deste projeto pela TIR e VPL. Faça ainda a representação gráfica do fluxo de caixa no tempo. 45

46 Rascunho

47 AnoCaminhãoPolias 1R$51.000R$ R$51.000R$ R$51.000R$ R$51.000R$ R$51.000R$ Exercício Uma empresa está considerando a inclusão de dois equipamentos, um caminhão e um sistema polias aéreas no orçamento de capital desse ano. Os projetos são independentes. O desembolso para o caminhão é de R$ e para o sistema de polia é de R$ O custo de capital da empresa é de 14%. Os fluxos de caixa após impostos incluindo depreciação são os seguintes: Calcule o VPL e TIR para cada projeto, indicando a decisão correta de aceitar/rejeitar cada um deles.

48 Rascunho

49 Modelagem de um projeto Determinado projeto baseia-se na produção de uma linha de produtos pelos próximos 5 anos. Segundo suas expectativas, as vendas poderiam atingir ton por ano ao longo de 5 anos e o preço médio de vendas esperado é de R$ 180/ ton. Para criar essa nova linha de produtos da empresa são necessários investimentos da ordem de R$ em novas máquinas e equipamentos (vida útil de 10 anos). O processo produtivo implica na compra de ton de matéria-prima para ton de produtos acabados e o preço médio esperado da matéria-prima é de R$ 40 / ton. Admitindo-se que os custos e despesas operacionais desembolsáveis decorrentes desse acréscimo de faturamento seja distribuído da seguinte forma: impostos sobre vendas = 20% do faturamento bruto pessoal = R$ / ano manutenção = R$ / ano despesas com vendas = 5 % das vendas líquidas O investimento no giro (NCG) será feito no início de cada ano e corresponde a 30% do aumento da receita. Pede-se avaliar a viabilidade econômica do projeto (com base no VPL e TIR) num regime fiscal sujeito a incidência de uma alíquota de imposto de renda de 34% sobre o lucro tributável e uma taxa de depreciação de 10% a.a. No final dos cinco anos, a empresa espera vender os ativos por R$ Os investidores só comprarão o projeto se ele proporcionar um retorno mínimo de 18% aa.

50 ano 0 ano 1 ano 2 ano 3 ano 4 ano 5 Quantidade vendida (Unid.) Preço do produto (R$) 180 Quantidade mat-prima (unid.) Preço da mat-prima (R$) 40

51 R$ milAno Receita - Impostos s/ Vendas Vendas Líquidas - depreciação - pessoal - manutenção - matéria-prima =Lucro Bruto - desp. com vendas - desp. Administrativas =Lucro Operacional (EBIT) - imposto de renda + CSLL =Lucro Operacional Líquido do IR (NOPAT) + depreciação - Investimento no giro (N.C.G.) - Novas Imobilizações + Valor Residual (Venda de Ativos) =Fluxo de Caixa Livre do Projeto Projetando o fluxo de caixa do projeto

52 Calculando a TIR e VPL do projeto

53 Aspectos importantes na modelagem de projetos 1.Custos afundados (Sunk costs) 2.Custos fixos da empresa 3.Custos de internalização de insumos e equipamentos 4.Custo de financiamento com terceiros 5.Custos de oportunidade

54 TIR Modificada - MTIR

55 Calculando VPL, TIR e TIR Modificada no MS Excel

56 Exercícios do livro

57 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor 2) Critérios para Escolha de Projetos (20/07/2013) VPL TIR TIR Modificada Escolha entre projetos Modelagem 3) Risco, Retorno e Custo de Capital (03/08/2013) Retorno Risco Não- Sistemático Risco Sistemático Carteira ótima Beta da ação CAPM Custo e estrutura de capital 4) Gestão do Capital de Giro 17/08/2013 Capital de Giro versus Necessidade de Capital de Giro Ciclo financeiro e fluxo de caixa 5) Exercícios de revisão e Prova 31/08/2013 MAPA DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA

58 Risco x Retorno

59 Preferências em relação ao Risco

60 Definição de retorno ganho ou perda total sobre um investimento. k t = P t - P t-1 + C t P t-1 Onde: k t = retorno real, exigido ou esperado durante o período t P t = preço corrente P t-1 = preço durante o período de tempo anterior C t = qualquer fluxo de caixa que se acumule do investimento

61

62 Risco de uma ação O risco é medido pelo desvio-padrão dos retornos de um ativo. Risco histórico (amostra):

63 Risco de uma ação

64 Retorno e Risco Históricos (EUA)

65 Risco e Retorno de uma Carteira Suponha que você tenha colocado 50% de seu dinheiro na ação A e 50% na ação B. Qual é o risco e o retorno da sua carteira? Observe os resultados da carteira!

66 Se aplicarmos a fórmua abaixo chegaremos ao mesmo resultado para o risco da carteira:

67 Aplicando a fórmula

68 A correlação vai de -1 a + 1 Exemplo simulado

69 Correlação e Covariância entre duas variáveis A e B A covariância é definida como a medida da interdependência entre duas variáveis. Entretanto a correlação é a medida direta da relação entre duas variáveis Onde: r = coeficiente de correlação entre duas variáveis (A e B) Cov = covariância entre duas variáveis (A e B) σ A = desvio-padrão de A σ B = desvio-padrão de B => população Amostra (histórico)

70 Efeito da correlação da Carteira

71 Risco e Retorno esperados de um ativo isolado

72 Retorno esperado de um ativo isolado

73 Risco esperado de um ativo isolado

74 Mensurando o Retorno Esperado (média ponderada)

75 Mensurando o Risco esperado (Desvio-Padrão)

76 Exercícios do livro Exercício AA5-1 página 232 do livro-texto

77 Custo de Capital CAPITAL EMPREGADO DEBT EQUITY

78 Custo de Capital Próprio ou Retorno mínimo exigido pelos Acionistas A medida mais utilizada é o modelo CAPM (Capital Asset Price Model). Para compreender o CAPM vamos continuar com a noção de risco e retorno em um contexto de carteira de investimentos, respondendo às seguintes perguntas (próximo slide):

79 0 Número de ações Risco sistemático (não-diversificável) Risco não sistemático (diversificável) Risco da carteira ( ) σMσM O que acontece com o Risco de uma carteira quando adicionamos mais e mais ativos nela?

80 0 Número de ações Carteira formada por ativos domésticos e internacionais Carteira formada somente por ativos domésticos Risco da carteira ( ) σMσM O que acontece com o Risco da certeira se adicionarmos ativos internacionais?

81 Beta de um título ( β ) 81 AnoRetorno da Carteira de Mercado Retorno da ação GN 121,64%7,08% 2-2,5%12,12% 315,18%47,31% 419,47%26,62% 511,36%18,33% 60,10%-9,71% 711,02%-5,34% 810,43%8,85% 92,37%-2,64% 10-11,11%-0,41% Retornos históricos da carteira de mercado e a ação da empresa GN Obs.: retornos totais (dividendos mais ganho de capital) É a mensuração do risco sistemático de um título Dispersão entre os retornos da GN e da Carteira de Mercado

82 Beta mede o grau de sensibilidade dos retornos de uma ação vis a vis aos retornos do índice de mercado

83 No contexto de uma carteira, esqueça o risco isolado de um ativo (Desvio-Padrão). O que importa agora é somente o risco não diversificável (ou risco sistemático). O risco sistemático é medido pelo Beta. O beta de um ativo é calculado da seguinte maneira: Onde: Bi = beta do ativo i Sigma Ri = desvio padrão do ativo i Sigma RM = desvio padrão da carteira de mercado Ri,M= correlação do ativo i com a carteira de mercado Pergunta: pode existir beta negativo? Por quê?

84

85 Linha de Mercado de Capitais (CML) versus Linha de Mercado de Títulos (SML) Comparação da Linha de Mercado de Capitais (CML) e a Linha de Mercado de Títulos (SML) E(R P ) E(R M ) E(R A ) RFRF E(R M ) E(R j ) E(R A ) RFRF CML SML M A B CD X M (a) Linha de Mercado de Capitais (CML)(b) Linha de Mercado de Títulos (SML) Risco TotalRisco Sistemático

86 Chegando à equação do CAPM E(R M ) E(R j ) RFRF SML M Risco Sistemático Equação do CAPM Derivação da equação CAPM

87 Exercícios do livro Exercício AA5-2 página 233 do livro-texto

88 Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC ou WACC Custo médio ponderado dos capitais onerosos = média ponderada CAPITAL EMPREGADO DEBT: a valor de mercado EQUITY: a valor de mercado Ki = custo de capital de terceiros (dívidas onerosas) antes do IR Ke = custo de capital próprio WACC = Ke x (E/D+E) + Ki(1-t) x (D/D+E) Modelo CAPM: Ke = Rf + Beta da empresa x (RM – Rf) Se dívida bancária: custo do contrato Se título de dívida: YTM do título Alíquota do IR sobre o lucro

89 Calcule o custo médio ponderado de capital da empresa ABC com os seguintes dados: Custo de capital de terceiros (ki) antes do IR = 8% Alíquota do Imposto de Renda = 34% Retorno médio histórico de mercado: 12% Taxa livre de risco: 5% Beta: 0,95 Debt: 40% Exercício

90 Rascunho

91

92 Efeitos da Alavancagem Financeira no retorno

93 Variáveis para análise: Lucro Por Ação (LPA); (Lucro Líquido dividido pelo número de ações) IR (Alíquota do Imposto de Renda); ROE (Return On Equity); (Lucro Líquido dividido pelo Patrimônio Líquido) Estudo de uma Reestruturação financeira AMPLIA Repare como a Alavancagem Financeira (uso de dívida) AMPLIA os ganhos e perdas para os acionistas

94 -2.00 LAJIR e LPA de equilíbrio:

95 Considere que A PAPEL SA seja atualmente financiada inteiramente com capital próprio (patrimônio líquido) no valor de $5 milhões, divididos em ações ordinárias em circulação. A diretoria deseja levantar mais $2 milhões para aquisição de uma máquina moderna para produção de papel. A empresa tem 3 opções de financiamento para este objetivo: (1) Emissão de novas ações ordinárias no mercado primário a $50 cada; (2) Emissão de título de dívida (debêntures) a juros de 10% aa; ou (3) Emissão de ações preferenciais com dividendos obrigatórios de 8%aa. Considere ainda que o LAJIR atual da PAPEL SA seja de $8 milhões por ano e que a alíquota do imposto de renda corporativo seja de 50%. Calcule os pontos de indiferença dos planos propostos e aprese-os em um gráfico cartesiano acompanhado de uma análise para a diretoria. Exercício

96 Exercícios do livro

97 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor 2) Critérios para Escolha de Projetos (20/07/2013) VPL TIR TIR Modificada Escolha entre projetos Modelagem 3) Risco, Retorno e Custo de Capital (03/08/2013) Retorno Risco Não- Sistemático Risco Sistemático Carteira ótima Beta da ação CAPM Custo e estrutura de capital 4) Gestão do Capital de Giro 17/08/2013 Capital de Giro versus Necessidade de Capital de Giro Ciclo financeiro e fluxo de caixa 5) Exercícios de revisão e Prova 31/08/2013 MAPA DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA

98 Gestão do Capital de Giro

99 Produto Vendável Suprimentos e materiais Luz, energia etc. Salário e honorários Fabrica e equipamentos FinanciadoresCAIXA da empresa Investimento dos proprietários Fornecedores de materiais e serviços Amortização de dívidas Juros para financiadores Impostos recebimento total (em dinheiro) Outras receitas Perdas créditos não recebidos recebimento total (dinheiro de vendas) Vendas a Crédito Vendas à Vista Dividendos Fluxo circular do dinheiro na empresa

100

101 MODELO FLEURIET PARA ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO

102 Modelo Fleuriet de Análise Financeira TÓPICOS Definição e análise do Capital de Giro (CDG) Definição e análise da Necessidade de Capital de Giro (NCG) Definição e análise do Saldo de Tesouraria e sua integração com à DFC Estudo do ciclo operacional e financeiro da empresa Estruturas ideais de CDG-NCG-ST e seus impactos na DFC Administração do Capital de Giro como instrumento de geração de valor

103 ATIVO NÃO CIRCULANTE (Realizável a Longo Prazo + Ativo Permanente) PASSIVO NÃO CIRCULANTE (Exigível a Longo Prazo + Patrimônio Líquido ATIVO CIRCULANTE Caixa e Aplicações Duplicatas a Receber Estoques Outros AC PASSIVO CIRCULANTE Empréstimos e Financ. de curto prazo Duplicatas a Pagar Obrigações Fiscais Outros PC Capital de Giro x Necessidade de Capital de Giro

104 CDG = AC (–) PC (–) (–) (–) NCG = ACO (–) PCO = = = ST = ACE (–) PCE

105 Efeito Tesoura O Capital de Giro deve sempre ser igual ou maior do que a NCG para produzir liquidez satisfatória para a empresa. Nunca deixe o CDG cair abaixo da NCG ou a NCG subir acima do nível de CDG O efeito tesoura ocorre quando a empresa deseja crescer além de sua capacidade de financiamento deste crescimento Situação também chamada de Overtrading

106 Vendas ST + NCG Tempo $ CDG ST - Início do caminho para a bancarrota Fase de só alegria! Fase da ressaca. Desespero total! Presa fácil dos empréstimos para capital de giro. Efeito Tesoura

107 CDG = -100 (-) NCG = -400 (=) ST = +300 CDG = -200 (-) NCG = -100 (=) ST = -100 CDG = +200 (-) NCG = -100 (=) ST = +300 CDG = +800 (-) NCG = +100 (=) ST = +700 AÑC PÑC NCG ST AÑC PÑC NCG ST AÑC PÑC NCG ST AÑC PÑC NCG ST $ Vendas CDG NCG ST + $ Vendas CDG NCG ST + $ Vendas ST - CDG NCG Crescimento responsável Vendas ST + NCG CDG Fornecedores: trate- os com carinho. Caminhando para a insolvência (minando o caixa) Crescimento sustentável e com a amizade dos fornecedores. $ Configurações do ST

108 Calcule o Índice de Liquidez Corrente, a Necessidade de Capital de Giro, o Capital de Giro e o Saldo de Tesouraria para cada empresa a seguir. Em seguida faça uma conclusão sobre as diferenças e semelhanças entre elas, destacando utilidade informativa de cada indicador calculado. Indique também que pressuposto sustenta a utilidade do Índice de Liquidez Corrente.

109 CICLO FINANCEIRO EM DIAS Administrar a liquidez é conhecer bem o ciclo financeiro da empresa Fortalecer a liquidez é combinar margem de lucro com política de retenção de lucros

110 NCG>0 Compra da Matéria-Prima Início da Fabricação Fim da Fabricação Venda do Produto Ciclo Operacional Ciclo Financeiro ou de Caixa Pagamento a Fornecedores Prazo Médio de Pagamento Prazo Médio de Estocagem Prazo Médio Recebimento dos Clientes Ciclo Operacional = pmrv + pme Ciclo Financeiro = CO– pmpf

111 Prof. Marcelo Arantes Alvim | 111 Dinâmica da conta Duplicatas a Receber Vendas brutas diárias = $20 Prazo concedido ao cliente = 30 d Dias Vendas Diárias Recebimento Saldo de Dupl. a receber 1º 2º3º 4º 29º30º 32º31º $20... $20 $0... $20 $40$60$80$580 $600 => DR = f (prazo; vendas) (+) ou

112 | 112 Vale a mesma lógica: Demais contas da NCG

113 | 113 NCG em Função dos Prazos e do Nível de Atividade NCG = DR E F OF ATÍVO CÍCLICO – PASSIVO CÍCLICO OU NCG = f (pmrd; pme; pmpf; pmrof; vendas) (+) (-) (+)

114 Ciclo Financeiros em DIAS DE VENDAS | 114 O que obtemos se relacionamos cada equação de determinação do sado das contas operacionais do AC e PC com as vendas da empresa? CF em dias de vendas = (NCG ÷ VENDAS) x 360 Vendas + - X Vendas + - X ClientesEstoquesFornecedores Imp. a Pagar Obteremos o Ciclo Financeiro em Dias de Vendas, calculado pela equação abaixo:

115 O resultado nos informa os dias de faturamento no ano que estão comprometidos com a cobertura da necessidade de capital de giro (NCG). Portanto, quanto menor o CF em dias de vendas da empresa, melhor é a liquidez da empresa, pois menor é a parcela do capital de giro da empresa (fundos) destinada a cobrir a NCG. Interpretação do CF em dias de vendas

116 Fórmula direta para cálculo do CF em dias de Venas: CF = (NCG / Vendas) x 360

117 Gestão estratégica do Capital de Giro no contexto de Planejamento Financeiro de Longo Prazo

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120 Como projetar as Demonstrações Financeiras 1.Projetar o EBIT 2.Projetar as despesas financeiras líquidas 3.Projetar o IR+CS 4.Projetar Lucro Líquido e Lucro Retido 5.Projetar a NCG 6.Projetar as demais contas do Balanço Patrimonial 7.Finalmente, projetar o fluxo de caixa

121 Faça a projeção do fluxo de caixa para os próximos 2 anos, supondo um crescimento no prazo médio de recebimento das vendas de 30 dias a fim de elevar as vendas em 25% no ano 2. Considere que o crescimento das vendas para o ano 3 seja nulo. Suponha que compras = custo variável e considere que a empresa trabalha atualmente com o nível da atividade abaixo do normal, de modo que ela poderá aumentar a produção em 25% no ano 2 com um baixo investimento em imobilizado (50 no ano 2 e 50 no ano 3) e sem precisar elevar os custos fixos. Considere que o custo variável e as despesas operacionais acompanham a evolução das vendas. Para projetar a necessidade de capital de giro, suponha que os prazos de estocagem, pagamento a fornecedores e de recolhimento das obrigações fiscais permanecerão constantes. Para projetar o capital de giro, suponha que os financiamentos de longo prazo serão mantidos. A taxa de juros sobre os financiamentos de longo prazo é de 12% ao ano e a taxa de juros para os empréstimos de curto prazo é de 45% ao ano. A taxa de aplicações financeiras é de 10% ao ano e a alíquota do imposto de renda é de 34% sobre o LAIR (lucro antes do imposto de renda). Finalmente a taxa de depreciação sobre o ativo imobilizado é de 6% e todo o lucro do período será retido. Exemplo

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124 ANO TAXA DE CRESCIMENTO DO FATURAMENTO 0% 50% 0%-50% FATURAMENTO (R$) LUCRO (R$) (10% do Fat.) 0 CICLO FINANCEIRO EM DIAS VENDAS -90 ACRÉSCIMO NO IMOBILIZADO (R$) SALDO DO ATIVO IMOBILIZADO (R$) 1000 SALDO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (R$) 1000 SALDO DO CDG (R$) 0 SALDO DA NCG (R$) 0 SALDO DE TESOURARIA (R$) 0 Exercício Observe a tabela com os dados de uma empresa e faça o que se pede: a)Complete a tabela; b) Faça o gráfico do efeito tesoura; c) Tire suas conclusões sobre a gestão de capital de giro desta empresa; d) Indique o nome comumente dado a este tipo de crescimento/estrutura patrimonial. Obs.: todo o lucro gerado é retido na empresa.

125 Rascunho

126 Exercício Determinada empresa tem um prazo de estocagem de 75 dias, um prazo de cobrança de contas a receber de 38 dias e um prazo de pagamento das contas a pagar de 30 dias. a) Qual a extensão do clico financeiro da empresa? b) Se as vendas anuais da empresa são de R$3.375 mil e todas as vendas são a prazo, qual o investimento da empresa em contas a receber? c) Quantas vezes por ano a empresa gira seu estoque?

127 Rascunho

128 Exercício Considere os seguintes dados financeiros da empresa Comercial OCX Caixa e Bancos $1.000 Duplicatas a receber....$2.850 Vendas Anuais $ Estoques $2.200 (-) Custo Merc. Vendidas.... $12.500* Duplicatas a Pagar $6.200 * custo das vendas = compras Financiamentos de CP.....$300 Calcule: a)Índice de Liquidez Corrente; b)Capital de Giro; c) Necessidade de Capital de Giro; d) Saldo de Tesouraria (interprete este número comparando com o índice de liquidez corrente encontrado); e) Ciclo operacional e ciclo financeiro em dias contábeis; f) Ciclo financeiro em dias de vendas; g) Supondo que a média do CF de empresas do setor seja de 20 dias positivo, o resultado encontrado para esta empresa está bom ou ruim em relação à media ? Por quê?

129 Rascunho

130 Evento Capital de Giro Necessidade de Capital de Giro Ciclo Financeiro 1.Compra de estoques de mercadorias à vista 2.Aquisição de Máquinas e equipamentos financiada com recursos de longo prazo 3.Aquisição de participação acionária em outra empresa financiada com recursos dos proprietários 4.Pagamento de Fornecedores 5.Compra de estoques a prazo (90 dias) 6.Entrada de empréstimos de longo prazo 7.Pagamento de empréstimos de curto prazo 8.Aumento de capital pelos proprietários 9. Lançamento de Debêntures 10. Lançamento de novas ações ordinárias Indique se os eventos a seguir Aumentam (+), Diminuem (-) ou não afetam (0) as variáveis indicadas na administração do capital de giro:

131 1) Introdução (13/07/2013) O que é Finanças Corporativas Corporation Agente x Principal Gestão Baseada em Valor 2) Critérios para Escolha de Projetos (20/07/2013) VPL TIR TIR Modificada Escolha entre projetos Modelagem 3) Risco, Retorno e Custo de Capital (03/08/2013) Retorno Risco Não- Sistemático Risco Sistemático Carteira ótima Beta da ação CAPM Custo e estrutura de capital 4) Gestão do Capital de Giro 17/08/2013 Capital de Giro versus Necessidade de Capital de Giro Ciclo financeiro e fluxo de caixa 5) Exercícios de revisão e Prova 31/08/2013 MAPA DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA

132 Eficiência econômica, a condição de investimentos serem mais rentáveis que o custo de capital, é sinônimo de geração de valor, ou enriquecimento. Empresas aumentam de valor e crescem porque descortinam os investimentos eficientes. O fenômeno do enriquecimento, contudo, é efêmero e raro. Os economistas neoclássicos disseram que o lucro seria raro num ambiente competitivo porque, onde existisse, seria extinto, tanto que toda a atividade econômica se estabilizaria num resultado igual ao custo de capital. O raciocínio é o mesmo na arbitragem dos mercados financeiros. Nestes mercados, virtualmente não existem financiamentos de valor presente líquido positivo para o aplicador. A economia financeira não gera riqueza, apenas a distribui, fazendo o jogo de soma zero com os participantes. Pelo fato de o jogo ter soma zero, o poder da competição torna a oportunidade de ganhos anormais de aplicações financeiras (maiores que o custo de capital) ser virtualmente inexistente. Entretanto, onde os ativos forem reais, isto é, onde as trocas de perfis de cashflow ocorrerem por causa de alguma transformação econômica, sempre existirão oportunidades de valor presente líquido positivo alicerçadas em inteligência inovadora. Algumas dessas transformações, embora incomuns, produzem enriquecimento por longo tempo. Empresas não conseguem, no geral, criar carteiras de investimentos eficientes de forma consistente, porque a eficiência econômica resulta da constância de criatividade e talento, recursos naturais difíceis de encontrar. Graciano Sá – O valor das empresas Wall Street x Main Street


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