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UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO FACULDADE DE ENFERMAGEM GERÊNCIA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE GERENCIAMENTO DE RECURSOS FÍSICOS E AMBIENTAIS Prof BRUNO SILVA Rio.

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Apresentação em tema: "UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO FACULDADE DE ENFERMAGEM GERÊNCIA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE GERENCIAMENTO DE RECURSOS FÍSICOS E AMBIENTAIS Prof BRUNO SILVA Rio."— Transcrição da apresentação:

1 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO FACULDADE DE ENFERMAGEM GERÊNCIA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE GERENCIAMENTO DE RECURSOS FÍSICOS E AMBIENTAIS Prof BRUNO SILVA Rio de Janeiro 2007

2 GERENCIAMENTO DE RECURSOS FÍSICOS CONCEITO São as áreas internas e externas que compõem um serviço de saúde Uma Unidade compreende o espaço físico determinado e especializado para o desenvolvimento de atividades assistenciais, caracterizado por dimensões e e instalações diferenciadas Dimensão: refere-se ao tamanho da unidade em função do equipamento, da população a ser atendida e das atividades a serem realizadas. O Estabelecimento de Saúde (EAS) – entendido como qualquer edificação destinada à prestação de assistência de saúde da população, em qualquer nível de complexidade de atenção a saúde, em regime de internação ou não.

3 Estabelecendo a Edificação Estabelecendo a Edificação É fundamental a participação do enfermeiro na proposição e planejamento da planta física. É fundamental a participação do enfermeiro na proposição e planejamento da planta física. A visão da equipe especializada em construções, engenheiros e arquitetos não é suficiente para reconhecer as necessidades assistenciais e as atividades que devem ser desenvolvidas pela equipe de saúde. A visão da equipe especializada em construções, engenheiros e arquitetos não é suficiente para reconhecer as necessidades assistenciais e as atividades que devem ser desenvolvidas pela equipe de saúde. Em que consiste o gerenciamento dos Recursos Físicos e Ambientais em Enfermagem ? Participação do Enfermeiro na alocação destes recursos, com o objetivo de organizar ou gerir, cotidianamente, uma unidade de saúde, provendo segurança, conforto, privacidade aos pacientes e assegurando condições de trabalho apropriadas.

4 Papel do Enfermeiro? Planejamento do espaço físico; Dimensionar os recursos constituintes das unidades assistenciais; Avaliar os impactos que a inserção deste material poderá trazer ao ambiente social; Órgãos Fiscalizadores: Governo Municipal (Leis municipais) Governo Estadual (Leis estaduais) Governo Federal ( Ministério da Saúde e ANVISA) RESOLUÇÃO DIRETORIA COLEGIADA – RDC-50 Estabelece diretrizes sobre o regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de EAS.

5 VIABILIZAÇÃO DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS FÍSICOS EM SAÚDE: Planejamento; Organização; Projeto; Execução; Operacionalização; Avaliação; Além do cumprimento de todas estas etapas, os aspectos legais, técnicos, econômicos e ambientais relacionados ao empreendimento, considerando sua arquitetura, instalações elétricas, eletrônica, hidráulica, fluidos mecânicos e climatização.

6 Exemplo de algumas regulamentações: Para cada 30 leitos de uma unidade de internação haja um posto de enfermagem, provido de instalações para água fria e sistema elétrico de emergência Para quartos de adulto, observa-se que para cada 30 leitos haja, no mínimo, um quarto para situações requeiram isolamento O quarto com leito deve medir 10 m2 Com dois leitos, 7 m2 por leito Para enfermarias de três a seis leitos, deve-se obedecer 6 m2 por leito Uma enfermaria não pode exceder seis leitos A distância entre leitos paralelos deve ser de 1 m Para o pé do leito e a parede, a distância é de 1,2 m e para lateral do leito com a parede, de 0,5 m;

7 EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO: Estado de uso e manutenção dos equipamentos; Instalação elétrica; Iluminação; Ventilação; Temperatura e umidade adequados; Planos de emergência; Plano de combate a incêndio; Mapa de fuga; Extintores; Placas e Símbolos;

8 GERENCIAMENTO DE RECURSOS AMBIENTAIS Têm por objetivo a atenção e o cuidado ao meio ambiente, no que se refere ao uso e descarte de materiais e substâncias químicas e radioativas; O processo de uso e descarte desses insumos ou seus subprodutos é de responsabilidade da instituição e do profissional que os manipula; BIOSSEGURANÇA A biossegurança é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação dos riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento técnológico e prestação de serviço, riscos que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos FIOCRUZ, 1996.

9 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Os resíduos provenientes da assistência de saúde são possíveis veículos de contaminação e de poluição do solo, ar, água e estão incluídos no grupo que exige tratamento específico para preservação do meio ambiente. A regulação dos métodos de eliminação destes resíduos são regidos pela AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÃNCIA SANITÁRIA (ANVISA). RESÍDUO DE SERVIÇO DE SAÚDE É tudo que é resultante das atividades exercidas pelo estabelecimento geradr e que não podem ser utilizadas (ABNT – NBR 12807, 1993). RESOLUÇÃO nº 5 DO CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE (CONAMA) Define as normas mínimas para tratamento de resíduos oriundos serviços de saúde, a padronização desses procedimentos, com vistas a preservar a saúde pública e a qualidade do meio ambiente (MS -1993)

10 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Consiste num documento que estabelece a quantificação e caracterização dos resíduos gerados, a implantação de um sistema de segregação e acondicionamento, bem como o estabelecimento do fluxo e dos locais de armazenamentos interno e externo Geração de Resíduos dos Serviços de Saúde Segregação/Acondicionamento Armazenamento Coleta Transporte Tratamento Destino Final Fluxos dos Resíduos nos Serviços de Saúde

11 DEFINIÇÕES DOS TERMOS QUE COMPÕEM O PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS, SEGUNDO A RDC-33 (ANVISA, 2003) Segregação – é a operação de identificação e separação de resíduos no momento da geração, em função da classificação previamente adotada. Evita a mistura de resíduos incompatíveis, favorecendo o seu encaminhamento específico. Acondicionamento – é a guarda dos resíduos em recipientes adequados de acordo com seu tipo e características, logo após sua geração/manipulação. São utilizados saco plástico branco leitoso, preto, recipientes impermeáveis, rígidos e resistentes à ruptura.Sinalizadas com o símbolo internacional de risco. Coleta Interna – consiste no recolhimento dos resíduos da lixeira, dos recipientes, dos sacos plásticos e no transporte e abrigo dos resíduos. Armazenamento – é a guarda temporária dos resíduos em locais específicos e apropriados, normalmente denominados abrigos ou depósitos de resíduos, à espera do recolhimento pelo serviço de coleta, seguindo para o tratamento e a disposição final. O armazenamento pode ser interno (próximo ao local que gerou o resíduo) ou externo (ambiente exclusivo para veículos coletores). Tratamento – é todo processo realizado dentro dos padrões de segurança, que modifica as características físicas, químicas e biológicas dos resíduos.

12 DEFINIÇÕES DOS TERMOS QUE COMPÕEM O PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS, SEGUNDO A RDC-33 (ANVISA, 2003) Disposição ou destinação final – é a disposição de resíduos de solo previamente preparados para recebê-los, obedecendo os critérios técnicos de construção, operação e licenciamento em órgão ambiental. Pode ser por aterros sanitários, reciclagem, incineração. ENFERMAGEM E A CIPA (COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES Conhecer e reinvidicar as medidas de segurança para sua equipe CONSIDERAÇÕES FINAIS


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