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A UNIFICAÇÃO ITALIANA E ALEMÃ Prof. Ronaldo Queiroz de Morais.

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1 A UNIFICAÇÃO ITALIANA E ALEMÃ Prof. Ronaldo Queiroz de Morais

2 SÍNTESE DO PROCESSO O nacionalismo foi a ideologia [ideia motivadora] que justificou a unificação; O Estado-nação se apropriou do nacionalismo a fim de construir a identidade nacional; A escola moderna e o exército foram as instituições que contribuíram com a construção da identidade nacional;

3 A unificação da Itália foi semelhante à da Alemanha: as primeiras tentativas de ambas, fracassadas, foram em 1848, e as duas só conseguiram a unificação em ; a da Itália deu-se em torno de Piemonte-Sardenha, enquanto a da Alemanha foi liderada pela Prússia.

4 1. A maior interessada na unificação italiana era a alta burguesia, pois a unificação garantiria a continuidade de desenvolvimento interno e lhe permitiria concorrer no mercado exterior. a) Para a alta burguesia italiana a unificação tinha um significado apenas liberal: o nacionalismo servia-lhe somente instrumento. b) A média burguesia e o proletariado urbano que iriam em Estado nacional democrático: preferiam que a unificação fosse feita em termos republicanos.

5 2. Depois do Congresso de Viena e Itália ficou sob a tutela do Império Austríaco, dividida em sete Estados, sendo o mais importante o Reino de Piemonte-Sardenha, governado pela casa de Savóia. a) Em 1848, deu-se a primeira tentativa de unificação: Carlos Alberto, rei de Piemonte- Sardenha, declarou guerra à Áustria mas foi derrotado. Sucede-o seu filho Emanuel II e o ideal da unificação continuou forte.

6 b) Em 1849, Cavour e Napoleão III, da França, fizeram um acordo secreto: Napoleão apoiaria o Piemonte (Cavour era ministro desse reino) numa guerra contra a Áustria, recebendo em troca os condados de Savóia e Nice, pertences ao Piemonte, enquanto que Piemonte receberia a Lombardia-Veneza, em poder da Áustria. c) Em 1859, baseado nesse acordo, Cavour declarou guerra à Áustria. Napoleão III recuou e o Piemonte recebeu apenas a Lombardia. No tratado que se seguiu ficou estabelecida a formação de uma confederação dos Estados italianos, sob a presidência do papa, o que era contra os interesses de Cavour.

7 d) Em 1860, Garibaldi, com a convivência de Cavour, invadiu a Sicília apoderando-se dela, e na volta passou com sua tropa em Nápoles, pondo em fuga o Rei Francisco II. As tropas piamontesas, ao mesmo tempo, invadiram Estados papais – os únicos do centro da Itália que ainda não tinham sido integrados. Quando Cavour morreu, em 1861, quase toda a Itália estava dominada pelo Piemonte.

8 e) A Itália aliou-se à Prússia, conseguiu anexar Veneza. f) Em 1867, Garibaldi tentou tomar Roma, mas foi impedido pelo imperador da França. g) Em 1870, a Prússia invadiu e venceu a França, e disso se aproveitaram os italianos que tomaram Roma, depois de ocuparem os restantes Estados pontifícios. O problema criado com o papa só seria resolvido em 1929, com o Tratado do Latrão, firmados entre Mussolini e Pio XI, criando o Estado de Vaticano.

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10 3. O desenvolvimento econômico e social dos Estados germânicos foi o principal fator da unificação alemã. a) Esse desenvolvimento deu-se graças ao Zollverein – liga aduaneira dos Estados germânicos -, e apesar das pressões contrarias da Áustria. b) Na Prússia, o mais desenvolvido dos estados germânicos, a burguesia tentou controlar as despesas reais, o que provocou violento conflito político, que só acabou quando o Rei Guilherme I convocou Bismarck para ser seu ministro.

11 4. Bismarck era antiliberal, mas partidário da unificação, que segundo ele deveria ser realizada militarmente. a) Como a burguesia se negasse a colaborar com sua política, Bismarck, com o apoio apenas da Câmara dos Nobre, começou a governar despoticamente. b) explorando as contradições internacionais, Bismarck conseguiu, por etapas, unificar seu país.

12 5. Os ducados de Scheleswig e Holstein, apesar de terem uma população predominante germânica, estavam sob o domínio da Dinamarca. a) Bismarck, com apoio da Áustria, uniu-se aos príncipes, desses dois ducados e derrotou a Dinamarca. b)Derrotando em seguida a Áustria, a quem Bismarck negara um dos ducados, foi feita a unificação dos Estados alemães do Norte.

13 6. Napoleão III, que foi conivente com Bismarck no início da Guerra Austro- Prussiana, pensando tirar vantagens, viu-se em má situação com a rápida vitória de Bismarck, pois a unificação alemã punha em risco a supremacia da França na Europa. a) Em 1870, Bismarck conseguiu armar uma intriga contra Napoleão III e fazer com que a França declarasse guerra à Alemanha.

14 b) A vitória alemã foi fulminante: o Império de Napoleão III desapareceu, surgindo em seu lugar a III Republica Francesa. c) Ao mesmo tempo despontava o Império Alemão, proclamando na Sala dos Espelhos do palácio de Versálhes, em d) Começava a hegemonia da Alemanha na Europa continental; a França foi obrigada a aceitar o humilhante Tratado de Frankfurt e perdeu a Alsácia-Lorena.

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