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HISTÓRIA HISTÓRIA DA IDADE MODERNA. ABSOLUTISMO §DEFINIÇÃO: Regime político em que os reis possuem o poder absoluto sobre suas nações (concentração de.

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1 HISTÓRIA HISTÓRIA DA IDADE MODERNA

2 ABSOLUTISMO §DEFINIÇÃO: Regime político em que os reis possuem o poder absoluto sobre suas nações (concentração de poderes nas mãos dos reis). l Transição entre o feudalismo e o capitalismo. l Nova adequação do poder, conciliando parcialmente os interesses da tradicional nobreza e da nascente burguesia. NOBREZA: burocracia administrativa (cargos) e privilégios (pensões e isenção de impostos). BURGUESIA: dinamização das atividades comerciais (unificação de moedas, leis, sistemas de pesos e medidas, conquista de mercados e eliminação de barreiras internas prejudiciais ao comércio).

3 ABSOLUTISMO §QUANDO: aproximadamente entre os séculos XV e XVIII. §ONDE: principalmente na FRA, ING, POR e ESP. §TEÓRICOS ABSOLUTISTAS: l JEAN BODIN (A República). l JACQUES BOSSUET (Política Segundo a Sagrada Escritura) TEORIA DO DIREITO DIVINO JEAN BODIN JACQUES BOSSUET

4 ABSOLUTISMO l NICOLAU MAQUIAVEL (O Príncipe). Ética = política. razão de Estado acima de tudo. os fins justificam os meios. l THOMAS HOBBES (Leviatã). Poder do Estado acima de tudo. Estado serve para tirar a humanidade do caos –o homem não é um ser social em seu estado de natureza (...) o homem é o lobo do homem. O homem perde sua liberdade em detrimento de sua segurança... l HUGO GROTIUS (Do Direito da Paz e da Guerra). Poder ilimitado do Estado para manter a ordem. MAQUIAVEL T. HOBBES HUGO GROTIUS

5 ABSOLUTISMO O ABSOLUTISMO ESPANHOL: EMPECILHOS À CENTRALIZAÇÃO: l Presença de Judeus e Muçulmanos l Guerra de Reconquista l Monarquia dos Reis Católicos. l Inquisição. l Diversas Línguas

6 ABSOLUTISMO PORTUGAL Centralização Precoce Dinastia de Avis Expansão Maríima Alinhamento com a Espanha D. JOÃO MESTRE DE AVIS

7 ABSOLUTISMO §PAÍSES BAIXOS §Espanha §União de Arras (católicos) §União de Utrech (Protestantes) GUILHERME DE ORANGE

8 ABSOLUTISMO O ABSOLUTISMO FRANCÊS: A) Dinastia Valois: §Carlos IX (1560 – 1574): l Católicos X Huguenotes l Família GUISE XFamília BOURBON l Apoio de Catarina de Médicis (mãe do rei) aos católicos. l Noite de São Bartolomeu (1572): massacre de huguenotes. §Henrique III (1574 – 1589): l Rei + Henrique de Navarra Bourbon*X Henrique de Guise l Guerra dos 3 Henriques

9 ABSOLUTISMO B) Dinastia Bourbon §Henrique IV (1589 – 1610): l Paris bem vale uma missa. l 1598: Édito de Nantes – liberdade de culto aos protestantes. §Luís XIII (1610 – 1643): l Cardeal Richelieu (1624 – 1642) l Perseguição interna aos protestantes. l Apoio externo aos protestantes. l Guerra dos Trinta Anos (1618 – 1648): BOURBON (FRA)* X HABSBURGOS (AUS + ESP) Paz de Vestfália: conquistas territoriais para a FRA (Alsácia-Lorena ) LUÍS XIII

10 ABSOLUTISMO §Luís XIV (1643 – 1715) – auge: l Rei Sol. l Cardeal Mazzarino – eliminação das Frondas (associações de nobres e burgueses). l Colbert – incentivo às manufaturas de luxo, navegações, conquistas na América, criação de Cias. de Comércio. l Construção do Palácio de Versalhes. l Aumento constante de impostos. l 1685: Revogação do Édito de Nantes (perseguições e emigração de burgueses) COLBERT

11 O ESTADO SOU EU LUÍS XIV É exclusivamente na minha pessoa que reside o poder soberano... É só de mim que os meus tribunais recebem a sua existência e a sua autoridade; (...) a ordem pública inteira emana de mim, e os direitos e interesses da Nação (...) estão necessariamente unidos com os meus e repousam unicamente nas minhas mãos.

12 PALÁCIO DE VERSALHES:

13 §Luís XV (1715 – 1774): l Derrota na Guerra dos Sete Anos (1756 – 63). l Perda do Canadá e Índia. §Luís XVI (1774 – 1792): l Guerra de Independência dos EUA (1776 – 1783). l Aumento de gastos. DECADÊNCIA DO ABSOLUTISMO FRANCÊS LUÍS XV LUÍS XVI

14 O ABSOLUTISMO INGLÊS: §Após a Guerra dos Cem Anos (1337– 1453) e a Guerra das Duas Rosas (1455 – 1485). §Dinastia TUDOR (1485 – 1603) §Henrique VII (1485 – 1509) – Pacificação interna. §Henrique VIII (1509 – 1547): l Reforma protestante. l 1534: Ato de Supremacia – criação da Igreja Anglicana. §Eduardo VI (1547 – 1553) prosseguimento da política de seu pai. HENRIQUE VII HENRIQUE VIII EDUARDO VI

15 §Maria I (1553 – 1558) – restabelecimento do catolicismo e perseguições (apelidada de Bloody Mary). §Elizabeth I (1558 – 1603) - auge: l Retomada do anglicanismo. l Colonização da América (Virgínia). l Atividade corsária contra ESP e POR (Francis Drake). l Vitória sobre a Invencível Armada (ESP). l Dinamização do comércio. l Intensa atividade burguesa. l Início da supremacia naval inglesa. MARIA I ELIZABETH I

16 1453 CRONOLOGIA DA IDADE MODERNA GUERRAS NA ITÁLIA ( ) GUERRA ESPANHA X PAÍSES BAIXOS ( ) GUERRA DOS 30 ANOS ( ) NASSAU ( ) G. ADOLFO ( ) LUÍS XIV ( ) CARLOS V ( ) GUERRA DA SUCESSÃO ESPANHOLA ( ) GUERRA DOS SETE ANOS ( ) FREDERICO II ( )

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18 EM CASO DE GUERRA RECORRIA-SE AOS SV DOS CONDOTTIERI

19 A ASCENSÃO DOS HABSBURGOS

20 . ESPANHA É UNIFICADA EM 1492

21 . NO INÍCIO DO SÉCULO XVI,CARLOS V, DA CASA DOS HABSBURGOS, HERDA DIVERSOS REINOS E TERRITÓRIOS E TORNA-SE SACRO-IMPERADOR

22 . DURANTE SEU REINADO ANEXA OUTROS TERRITÓRIOS DA AMÉRICA, ÁFRICA E EUROPA

23 . CARLOS V ACREDITAVA TER A MISSÃO DIVINA DE GOVERNAR, UNIFICAR, LIDERAR E DEFENDER A CRISTANDADE. DURANTE SEU REINADO ESFORÇOU-SE PARA ATINGIR TAIS PROPÓSITOS. AS RIQUEZAS DE SUAS POSSESSÕES EURO- PEIAS E AMERICANAS E O EXÉRCITO ESPANHOL PARECIAM SER-LHE SUFICIENTES PARA ATINGIR SEUS OBJETIVOS

24 FRACASSO E ABDICAÇÃO DE CARLOS V

25 . CARLOS V NÃO CONSEGUIU ATINGIR SEUS PROPÓSITOS, POIS ENFRENTOU, POR VEZES SIMULTANEAMENTE, TURCOS, FRANCESES E PRÍNCIPES PROTESTANTES DO SACRO IMPÉRIO. DESGASTADO, ABDICOU. FILIPE II, SEU FILHO, FICOU COM A ESPANHA, A ITÁLIA, OS PAÍSES BAIXOS, AS COLÔNIAS AMERICANAS ENTRE OUTROS TERRITÓRIOS. FERNANDO II, SEU IRMÃO, FICOU COM TERRITÓ- RIOS ALEMÃES E AUSTRÍACOS.

26 REINADO DE FILIPE II

27 . FILIPE II ESTABELECE UMA TRÉGUA COM OS TURCOS E FIRMA UM TRATADO DE PAZ COM OS FRANCESES. HERDA PORTUGAL E O BRASIL. ENTRA EM GUERRA COM A INGLATERRA, CUJA RAI- NHA, ELIZABETH I, APOIAVA CORSÁRIOS, REBELDES DOS PAÍSES BAIXOS E PERSEGUIA CATÓLICOS. FROTA ESPANHOLA (INVENCÍVEL ARMADA) É DER- ROTA, FRUSTRANDO OS PLANOS DE FILIPE II DE INVA- DIR A INGLATERRA (1588)

28 . TRATADO DE WESTFÁLIA (1648). A ESPANHA RECONHECE A INDEPENDÊNCIA DA HOLANDA

29 . Suécia Dinamarca INÍCIO DO SÉCULO XVII

30 CAUSAS DA GUERRA DOS TRINTA NOS

31 . O SACRO IMPÉRIO ERA DIVIDIDO EM CENTENAS DE TERRITÓRIOS GOVERNADOS POR PRÍNCIPES QUE TINHAM DIFERENTES GRAUS DE AUTONOMIA EM RELAÇÃO AO IMPERADOR. O SACRO IMPERADOR ERA ELEITO POR NOBRES PROEMINENTES (OS ELEITORES). HAVIA CONFLITOS FREQUENTES ENTRE O IMPE- RADOR E OS NOBRES (CENTRALIZAÇÃO X DESCEN- TRALIZAÇÃO DO PODER). A REFORMA PROTESTANTE ACIRROU AINDA MAIS AS DESAVENÇAS (MUITOS PRÍNCIPES ADOTARAM O PROTESTANTISMO)

32 . PELA PAZ DE AUGSBURGO (1555), OS PRÍNCIPES PASSARAM A PODER ESCOLHER A RELIGIÃO A SER PROFESSADA EM SEUS DOMÍNIOS. COM O PASSAR DO TEMPO, SURGEM DOIS GRUPOS ANTAGÔNICOS: UNIÃO EVANGÉLICA (PROTESTANTE) E A LIGA CATÓLICA. A PAZ TERMINA EM 1618, QUANDO O IMPERADOR CA- TÓLICO MATIAS DECIDE ACABAR COM TOLERÊNCIA RELIGIOSA

33 O INÍCIO DA GUERRA

34 . OS PRÍNCIPES PROTESTANTES DA BOÊMIA SE REBELAM, ESCOLHENDO FREDERICO V PARA SER SEU IMPERADOR. O IMPERADOR FERNANDO II, SUCESSOR DE MA- TIAS, EM 1619, COM O APOIO DA LIGA CATÓLICA E DA ESPANHA, DERROTA OS REBELDES. O FORTALECIMENTO DE FERNANDO II ABALA O FRÁGIL EQUILÍBRIO EUROPEU, FAZENDO COM QUE MONARCAS DE OUTROS PAÍSES INTERVENHAM NO CONFLITO

35 INTERVENÇÕES DE CRISTIANO IV E DE GUSTAVO ADOLFO

36 REI CRISTIANO IV, DA DINAMARCA, ENTRA NA GUERRA AO LADO DOS PROTESTANTES, MAS É DERROTADO POR FORÇAS HISPANO-IMPERIAIS

37 . FERNANDO II FORÇA OS PRÍNCIPES PROTESTANTES A ASSINAR O ÉDITO DA RESTITUIÇÃO (DEVOLUÇÃO DAS TERRAS DA IGREJA CATÓLICA CONFISCADAS DURANTE A REFORMA). TROPAS HISPANO-IMPERIAIS ATACAM PORTOS DO MAR BÁLTICO, O QUE LEVOU O REI PROTESTANTE GUSTAVO ADOLFO, DA SUÉCIA, A INTERVIR

38 INTERVENÇÃO SUECA GUSTAVO ADOLFO VENCE DIVERSOS COMBATES, MAS ACABA MORTO NA BATALHA DE LUTZEN

39 INTERVENÇÃO FRANCESA

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41 . EM 1635, APÓS FRACASSOS SUECOS, A FRANÇA, SENTINDO-SE AMEAÇADA PELO HABS- BURGOS, CUJAS POSSESSÕES CERCAVAM SEU TERRITÓRIO, ENTROU NA GUERRA AO LADO DOS PROTESTANTES. OFENSIVAS FRANCESAS RESULTAM EM SU- CESSO NO SACRO IMPÉRIO, NOS PAÍSES BAIXOS, NA ITÁLIA E NA ESPANHA. FERNANDO III, QUE SUCEDEU FERNANDO II, PRES- SIONADO, REVOGOU O EDITO DE RESTITUIÇÃO

42 . A ESPANHA, ALIADA DE FERNANDO III, ENFRENTA REVOLTAS INTERNAS NA CATALUNHA, NÁPOLES E PORTUGAL (ESTE RECUPERA SUA INDEPENDÊN- CIA EM 1640). EM 1646, OS FRANCESES SITIAM VIENA, CAPITAL DOS HABSBURGOS AUSTRÍACOS. UMA GUERRA ENTRE A DINAMARCA E A SUÉCIA ALIVIOU A SITUAÇÃO DE FERNANDO III, PROPI- CIANDO UM ACORDO DE PAZ (TRATADO DE WEST- FÁLIA – 1648)

43 TRATADO DE WESTFÁLIA

44 . OS PRÍNCIPES DO SACRO IMPÉRIO VOLTAM A TER O DIREITO DE ESCOLHER A RELIGIÃO DE SEUS SÚDITOS. A ESPANHA RECONHECE A INDEPENDÊNCIA DA HOLANDA. A FRANÇA ANEXA A ALSÁCIA E OUTROS TERRI- TÓRIOS DOS HABSBURGOS. OS SUECOS RECEBERAM AS TERRAS QUE DESE- JAVAM NO MAR BÁLTICO. OS CONFISCOS DE TERRAS DA IGREJA CATÓLICA, REALIZADOS PELOS PROTESTANTES DURANTE A REFORMA, FORAM CONFIRMADOS

45 CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA

46 . EM WESTFÁLIA FORAM LANÇADAS AS BASES DO SISTEMA JURÍDICO E POLÍTICO CONTEM- PORÂNEO, POIS OS ESTADOS CHEGARAM A UM ACORDO LEVANDO EM CONTA RAZÕES DE ESTADO EM DETRIMENTO DE VALORES MORAIS OU RELIGIOSOS. O SACRO IMPÉRIO ACABOU DEVASTADO, POIS FOI O PALCO DE MUITAS OPERAÇÕES MILITARES (DESTRUIÇÃO E CONFISCO DE COLHEITAS, SA- QUES E MASSACRES). A FRANÇA SAIU FORTALECIDA DO CONFLITO

47 A FRANÇA SOB LUÍS XIV

48 . LUÍS XIV HERDOU UM REINO COM BOAS FINANÇAS E FORTALECIDO EM DECORRÊNCIA DO TRATADO DE WESTFÁLIA. AO LONGO DO REINADO, O MONARCA FRANCÊS PRO- CUROU FORTALECER O PODER REAL, ESTIMULOU O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E REFORMOU O EXÉRCITO. NO PLANO EXTERNO PROCUROU AMPLIAR O TERRITÓ- RIO DE SEU REINO. INICIALMENTE PRETENDIA CONQUISTAR TERRITÓRIOS FRONTEIRIÇOS VITAIS PARA A DEFESA DE SEU REINO. DEPOIS ALMEJAVA ESTENDER AS FRONTEIRAS DA FRANÇA ATÉ O RIO RENO

49 GUERRAS DE LUÍS XIV

50 . GUERRA CONTRA A ESPANHA ( ) PELOS PAÍSES BAIXOS ESPANHÓIS (ATUAL BÉLGICA). OS ESPANHÓIS FORAM APOIADOS PELOS INGLESES, HOLANDESES E SUECOS, QUE TEMIAM A SUPREMACIA FRANCESA NA EUROPA.. GUERRA CONTRA A HOLANDA ( ). OS HOLANDESES FORAM APOIADOS PELA ESPANHA. NESSAS GUERRAS LUÍS XIV ANEXOU DIVERSOS TERRITÓRIOS QUE ALMEJAVA

51 REAÇÕES À POLÍTICA EXPANSIONISTA DE LUÍS XIV

52 . GUERRA DOS NOVE ANOS (1688/97): - FRANÇA CONTRA A ESPANHA, HOLANDA, INGLA- TERRA E SACRO IMPÉRIO - MOTIVO: A POLÍTICA EXPANSIONISTA DE LUÍS XIV - RESULTADO: A FRANÇA FOI DERROTADA E OBRIGADA A RESTITUIR TERRITÓRIOS QUE HAVIA RECENTEMENTE ANEXADO

53 . GUERRAS DA SUCESSÃO ESPANHOLA ( ). - FRANÇA E ESPANHA LUTAM CONTRA A HOLANDA, INGLATERRA, PORTUGAL E SACRO IMPÉRIO. - MOTIVO: O TRONO DA ESPANHA SERIA HERDADO POR FILIPE V, NETO DE LUÍS XIV, O QUE LEVARIA A UNIFICAÇÃO DA ESPANHA E FRANÇA, COLOCANDO EM RISCO O EQUILÍBRIO EUROPEU - A FALTA DE RECURSOS FINANCEIRO E DESACORDOS ENTRE SEUS INIMIGOS LEVARAM AOS TRATADOS DE UTRECHT, RASTATT E BADEN, QUE PUSERAM FIM A GUERRA DA SUCESSÃO ESPANHOLA

54 - FILIPE V FOI RECONHECIDO REI DA ESPANHA, MAS FOI OBRIGADO A RENUNCIAR AO TRONO FRANCÊS - A ESPANHA PERDEU GIBRALTAR E MINORCA PARA A INGLATERRA

55 - A FRANÇA: CEDEU A ACÁDIA E A TERRA NOVA (COLÔNIAS LOCALIZADAS NA AMÉRICA DO NORTE) PARA A INGLATERRA ACEITOU O CONTROLE DO SACRO IMPÉRIO SOBRE OS PAÍSES BAIXOS ESPANHÓIS, O DUCADO DE MILÃO E O REINO DE NÁPOLES.

56 OUTRAS CARACTERÍSTICAS DAS GUERRAS NA ÉPOCA DE LUÍS XIV

57 . GUERRAS DE MOVIMENTO E BATALHAS CAMPAIS RARAS (PÉSSIMAS ESTRADAS E DEPENDÊNCIA DE POSTOS DE SUPRIMENTO). ALGUNS COMANDANTES, COMO CONDÉ, TURENNE, VILLARS, MARLBOROUGH E O PRÍNCIPE EUGÊNIO, OUSARAM REALIZAR OPERAÇÕES DE LONGO ALCAN- CE E BATALHAS DECISIVAS, CONSEGUINDO GRANDES ÊXITOS.. ÊNFASE NAS GUERRAS DE SÍTIO (DEFESA OU ATAQUE A FORTALEZAS OU CIDADES FORTIFICADAS).

58 . LUÍS XIV MANDOU CONSTRUIR DEZENAS DE FORTALEZAS ESTRATÉGICAS AO LONGO DAS FRONTEIRAS FRANCESAS, QUE, ALÉM DA FINALIDADE DEFENSIVA, SERVIAM COMO POSTOS DE SUPRIMENTO E ALOJAMENTO DE TROPAS.. O MAIOR ESPECIALISTA DO PERÍODO NA CONS- TRUÇÃO E ASSÉDIO DE FORTALEZAS FOI O MAR- QUÊS DE VAUBAN.

59 . AS FORTIFICAÇÕES DE VAUBAN ERAM CONSTRUÍDAS COM UMA SÉRIE DE VALAS, PAREDES BAIXAS, TRIN- CHEIRAS E BASTIÕES QUE AS TORNAVA MUITO RESIS- TENTES ÀS INVESTIDAS INIMIGAS.. VAUBAN COMANDOU TAMBÉM MUITOS SÍTIOS, DE- SENVOLVENDO ENGENHOSOS SISTEMAS DE APROCHE, QUE PROPORCIONAVAM A CONQUISTA DAS FORTIFICA- ÇÕES INIMIGAS COM UM MÍNIMO DE PERDAS.. HAVIA TAMBÉM O CONTRA-APROCHE PARA EVITAR O APROCHE

60 O SURGIMENTO DA PRÚSSIA E AS REFORMAS DE FREDERICO GUILHERME I

61 SURGIMENTO E EXPANSÃO DO REINO DA PRÚSSIA -1600/1795 MARGRAVIADO DE BRANDENBURGO/1600 DUCADO DA PRÚSSIA/1600 ANEXAÇÕES – 1600/1772 ANEXAÇÕES EM DETRIMENTO DA POLÔNIA /95

62 . O REINO DA PRÚSSIA SURGIU EM 1701, FRUTO DA REUNIÃO DE DIVERSOS TERRITÓRIOS ESPARSOS DO SACRO IMPÉRIO POR MONARCAS DA DINASTIA HOHEN- ZOLLERN. A PARTIR DE 1713, FREDERICO GUILHERME REALIZOU PROFUNDAS REFORMAS NAS ÁREAS DA ADMINISTRA- ÇÃO E DA ECONOMIA QUE FORTALECERAM O REINO. O EXÉRCITO PRUSSIANO TAMBÉM FOI MODERNIZADO

63 . GUERRA DA SUCESSÃO AUSTRÍACA ( ).. MOTIVO: DISPUTA POR TERRITÓRIOS DOS HABSBURGOS E E PELA COROA DO SACRO IMPÉRIO, HERDADOS POR MARIA TERESA. PRINCIPAIS BELIGERANTES: PRÚSSIA, ESPANHA E FRANÇA CONTRA ÁUSTRIA, RÚSSIA E INGLATERRA. RESULTADO: MARIA TERESA PERDE ALGUNS TERRITÓ- RIOS, ENTRE OS QUAIS A SILÉSIA QUE FOI ANEXADA POR FREDERICO II

64 . GUERRA DOS SETE ANOS ( ).. MOTIVOS PRINCIPAIS: MARIA TERESA RESOLVE RETOMAR A SILÉSIA E CONFLITOS COLONIAIS ENTRE INGLESES E FRANCESES IMPÉRIO.. PRINCIPAIS BELIGERANTES: PRÚSSIA E INGLATERRA CONTRA ESPANHA, FRANÇA ÁUSTRIA E RÚSSIA.RESULTADO: VITÓRIA ANGLO-PRUSSIANA. MARIA TERESA RECONHECE A PERDA DA SILÉSIA. A FRANÇA CEDE DIVERSOS TERRITÓRIOS COLONIAIS PARA A INGLATERRA

65 . DURANTE A GUERRA DOS SETE ANOS, FREDERICO II VIU- SE CERCADO POR INIMIGOS COM EFETIVOS MUITO SUPE- RIORES AOS SEUS. CONSEGUIU RESISTIR EMPREGANDO MANOBRAS EM LINHAS INTERIORES

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67 . FREDERICO PARTICIPOU DA 1ª PARTILHA DA POLÔNIA EM 1772, JUNTAMENTE COM A RÚSSIA E ÁUSTRIA, AUMENTAN- DO AINDA MAIS O TERRITÓRIO E O PRESTÍGIO DOS PRUS- SIANOS. FALECEU EM 1786


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