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HISTÓRIA. HISTÓRIA GERAL HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA.

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1 HISTÓRIA

2 HISTÓRIA GERAL HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA

3 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

4 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

5 ÁREA OBJETO DE ESTUDO DA PRESENTE AULA

6 CRONOLOGIA DA IDADE MÉDIA REINO FRANCO/ IMPÉRIO C. MAGNO IMPÉRIO ÁRABE IMPÉRIO MONGOL EUROPA FEUDAL IMPÉRIO BIZANTINO

7 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

8 ORIGEM DO IMPÉRIO

9 - EM 395, O IMPERADOR TEODÓSIO DIVIDIU O IMPÉRIO ROMANO EM DOIS: O DO ORIENTE E O DO OCIDENTE - O OCIDENTAL DEIXOU DE EXISTIR EM 476, DIANTE DA INVASÃO DOS BÁRBAROS - O ORIENTAL (IMPÉRIO BIZANTINO), CUJA CA- PITAL ERA CONSTANTINOPLA, RESISTIU ATÉ 1453

10 - NO IMPÉRIO BIZANTINO O PODER MANTEVE- SE CENTRALIZADO E DESENVOLVEU-SE PUJANTE ATIVIDADE MERCANTIL - INICIALMENTE OS BIZANTINOS PROCURA- RAM PRESERVAR AS INSTITUIÇÕES ROMA- NAS - DEPOIS DERAM FORMA A SUA PRÓPRIA CI- VILIZAÇÃO, ALICERDADA EM VALORES GRE- GOS, ASIÁTICOS E CRISTÃOS

11 - JUSTINIANO ( ) BUSCOU RECONSTRUIR O ANTIGO IMPÉRIO ROMANO

12 - A PARTIR DO SÉCULO VII, O IMPÉRIO MANTEVE-SE NA DEFENSIVA, CEDENDO, AOS POUCOS, TERRITÓRIOS PARA OS DIVERSOS INIMIGOS QUE O ATACAVAM

13 Unidade V II Assunto 1 IMPÉRIO BIZANTINO: - localização; - governo de Justiniano; - principais contribuições;

14 Objetivos a. Localizar geograficamente o Império Bizantino. b. Explicar a importância do governo de Justiniano. c. Justificar a importância do legado cultural bizantino.

15 Síntese: No começo da Idade Média, na Cidade de Constantinopla - antiga capital do Império Romano do Oriente- teve início o Império Bizantino. O Império Bizantino contribuiu no campo do Direito – herdado de Roma – e, nas artes, em particular a Arquitetura.

16 ANTECEDENTES Com a crise do século III, o Império Romano do Ocidente começou a decair por causa das crises políticas e a deterioração socioeconômica por que passava. A separação do Império Romano se deu com Teodósio I, em 395. A este sucederam seus filhos: Honório (de 395 a 423 d.C.), no Ocidente; e Arcádio (de 395 a 408 d.C.), no Oriente. Em 476, o imperador Rômulo Augusto (Augustulo) caiu nas mãos da tribo dos hérulos, chefiados por Odoacro. A partir daí, o Império Romano Ocidental fragmentou-se em pequenos reinos bárbaros.

17 Localização e Povoamento: Foi na antiga Bizâncio que o Imperador romano Constantino criou, em 330, a Cidade de Nova Roma, em seguida batizada como CONSTANTINOPLA. LOCALIZAÇÃO: Às margens do Estreito de Bósforo, entre o Mar Egeu e o Mar Negro.

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19 O GOVERNO DE JUSTINIANO ( ): O mais famoso Imperador do Império Bizantino foi Justiniano, que subiu ao trono em 527 d.C., após a morte de seu pai, Justino I. Justiniano compartilhava a ideia de que o mundo cristão deveria ter uma só religião, uma só igreja e um só chefe. Por isso, desafiou a autoridade papal, e o líder político de Constantinopla passou a exercer a autoridade religiosa em todo Império Bizantino. Surgiu então o CESAROPAPISMO: União do poder político (como um César em Roma) com o poder religioso do Papa.

20 O CÓDIGO DE JUSTINIANO Justiniano sobressaiu-se como legislador. Mandou compilar e rever as leis que se contradiziam e codificar opiniões de juristas romanos, dando origem ao CORPUS JURIS CIVILIS- que era um código harmonizado com a doutrina Cristã, conhecido como CÓDIGO JUSTINIANO. Nos séculos VII e VIII, os árabes tomaram de Bizâncio as regiões da Mesopotâmia, Palestina, Norte da África. A Cidade de Bizâncio estava enfraquecida. Causas do enfraquecimento: Querela monofisista (Crença apenas na natureza divina de Jesus Cristo).

21 Cristo) A iconoclastia: (Grupo herético contrário à adoração de imagens, o que gerou grande controvérsia religiosa entre 726 e 843. Em vez de estarem unidos para barrarem o inimigo externo, os bizantinos brigavam ente si. Por essa razão, várias regiões do Império preferiram viver sob o governo muçulmano, por acharem que esse as apoiava. Daí não fazerem oposição aos invasores..

22 ORGANIZAÇÃO SOCIAL E ECONÔMICA A sociedade bizantina estava assim organizada: Classe governante Clero Um aristocracia rural forte Um grupo de ricos mercadores Trabalhadores rurais e urbanos.

23 A economia agrária predominava sobre o artesanato e o comércio. A escravidão e a servidão não se desenvolveram como no Império Romano do Ocidente, porque a classe dos pequenos proprietários rurais era protegida pelo Estado. As cidades de Constantinopla, Alexandria, Éfeso, Antióquia, Corinto, dentre outras, transformaram-se em centros manufatureiros e comerciais.

24 O DESMEMBRAMENTO DO IMPÉRIO. Até 1453, o Império sofreu várias retrações e períodos de crescimento, como no início do século XI, quando chegou ao apogeu. O Império Bizantino, contudo, foi invadido por povos bárbaros: os normandos, que conquistaram parte do Império na Europa, e os turcos seldjúcidas, que se expandiram da Anatólia até Bagdá. O império caiu definitivamente nas mãos dos Turcos Otomanos em 29 de maio de 1453.

25 CULTURA: A formação do Império Bizantino foi múltipla: seu alicerce cultural era helenístico e romano, com fundamentos europeus e asiáticos. A mistura do exotismo oriental com a leveza das criações do Ocidente foram expressas nas obras bizantinas. O LATIM se manteve como língua oficial do Império, até o século VI, quando terminou a dinastia Justiniana. A partir daí a língua falada foi o grego.

26 ARTES: Arquitetura: Construção de inúmeras basílicas, em especial, a Basílica de São Marcos. Desenvolveram a TÉCNICA DE MOSAICO (pequenos pedaços de vidro, pedra, cerâmica que, dispostos lado a lado, formam um painel decorativo.

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30 CAPITEL BIZANTINO

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32 Pintura : os afrescos retratavam os santos (ícones) e passagens de sua história. Destacou-se a PINTURA MINIATURISTA (técnica que utilizava pequenos espaços para ilustração).

33 ESPARTA ( A CIDADE GUERREIRA)

34 RELIGIÃO A religião era diferente: o culto era em grego, ou no idioma do país em que estava sendo realizado, e não em latim. O Clero secular podia contrair matrimônio A população não acreditava em purgatório. O bispo de Constantinopla não reconhecia a autoridade do Papa romano. Muitas contendas houve entre o Papa e o Imperador de Constantinopla.

35 Essas contendas causaram o Cisma do Oriente, que dividiu o mundo cristão. A igreja católica, conhecida por Igreja Ortodoxa, falada no idioma Grego. O poder político e o poder religioso ficaram centrados no patriarca de Constantinopla. A Igreja do Ocidente, a Igreja Católica Apostólica Romana, falada em latim e sob a liderança religiosa do PAPA, COM SEDE EM ROMA.

36 FIM DO IMPÉRIO

37 ALGUMAS CAUSAS: - A DERROTA EM MANZINKERT, FRENTE AOS TURCOS SELJÚCIDAS, RESULTOU NA PERDA DOS MAIS RICOS TEMAS, RESPONSÁVEIS POR IMPORTANTES CON- TINGENTES MILITARES E TRIBUTOS - CONTRATAÇÃO DE MERCENÁRIOS DE VALOR DUVI- DOSO - PÉSSIMAS ADMINISTRAÇÕES, CRISES FINANCEIRAS, GOLPES PALACIANOS E CONCORRÊNCIA COMERCIAL DAS CIDADES ITALIANAS

38 -OS TURCOS OTOMANOS PROGRESSIVAMENTE CONQUISTARAM PORÇÕES DOIMPÉRIO BIZANTINOS - EM 1453, CONSTANTINOPLA É CONQUISTADA PELOS TURCOS, O QUE MARCOU O FIM DO IMPÉRIO

39 RUÍNAS DAS MURALHAS DE CONSTANTINOPLA, QUE RESISTIRAM A MUITOS CERCOS, MAS NÃO AO PODER DOS CANHÕES EMPREGADOS PELOS TURCOS EM 1453

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41 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

42 ORIGEM DO IMPÉRIO ÁRABE

43 - O IMPÉRIO ÁRABE TEVE INÍCIO EM 630 COM A UNIFICAÇÃO DAS TRIBOS ÁRABES POR MEIO DA DOUTRINA ISLÂMICA - POR VOLTA DE 610, MAOMÉ ( ) PASSA A PREGAR UMA NOVA RELIGIÃO: O ISLAMISMO - OS PRECEITOS DA NOVA RELIGIÃO ENCONTRAM-SE NO CORÃO (LIVRO SAGRADO)

44 - ALGUNS PRECEITOS DO CORÃO ESTIMULARAM A EXPANSÃO ÁRABE - SEGUNDO O CORÃO HÁ DUAS CASAS: CASA DA SUBMISSÃO, QUE COINCIDE COM A UMMA (COMUNIDADE MUÇULMANA) CASA DA GUERRA, ONDE FICAM OS INFIÉIS

45 - OS INFIÉIS DEVEM SER COMBATIDOS ATRAVÉS DA JIHAD (GUERRA SANTA) ATÉ QUE A CASA DA GUERRA SEJA EXTINTA - TODA A HUMANIDADE SERIA ENTÃO SOMENTE COMPOSTA POR MUÇULMANOS

46 - ABU BEKER, SUCESSOR DE MAOMÉ, INICIA A EXPANSÃO ÁRABE - OS ÁRABES CONQUISTAM O EGITO, MESOPOTÂMIA, NORTE DA ÁFRICA, PE- NÍNSULA IBÉRICA, PÉRSIA, CHEGANDO AO VALE DO INDO

47 ARÁBIA PRÉ-ISLÂMICA

48 CONQUISTAS ÁRABES

49 ORGANIZAÇÃO

50 - EXÉRCITOS EM GERAL POUCO ORGANIZA- DOS, EQUIPADOS E INSTRUÍDOS - TROPA PRINCIPAL: CAVALARIA LEVE, DE GRANDE MOBILIDADE - TROPA SECUNDÁRIA: INFANTARIA

51 INSTRUÇÃO E PREPARO PARA A GUERRA

52 - DESDE A INFÂNCIA OS ÁRABES APRENDIAM A MONTAR E MANEJAR ARMAMENTOS. - AS TROPAS ERAM POUCO INSTRUÍDAS PARA ATUAR CONJUNTAMENTE

53 FORÇAS MORAIS

54 - EXPANSÃO DO ISLAMISMO - CRENÇA QUE A MORTE EM DEFESA DO ISLÃ OS LEVARIA AO PARAÍSO - SAQUE

55 EQUIPAMENTO

56 CAVALARIANO ÁRABE - DESPREZAVAM EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO - MONTAVAM CAVA- LOS PEQUENOS E FAZIAM USO DE CAMELOS EM SUAS CAMPANHAS - ARMAMENTO DA CAVALARIA E INFAN- TARIA: CIMITARRA, ARCOS, DARDOS, LANÇAS E PUNHAIS

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58 EMPREGO

59 - COPIARAM ASPECTOS DOUTRINÁRIOS DE OUTROS POVOS, PRINCIPALMENTE DOS BIZAN- TINOS - DESSE MODO, MELHORARAM SEUS MÉTO- DOS DE SÍTIO, FORTIFICAÇÃO E TREINAMENTO

60 INIMIGO ÁRABES FORMA USUAL DE EMPREGO EM BATALHAS CAMPAIS

61 FIM DO IMPÉRIO

62 ALGUMAS CAUSAS: - LUTAS ENTRE SI POR QUESTÕES RELIGIOSAS E POLÍTICAS - ARREFECIMENTO DO FERVOR RELIGIOSO - O IMPÉRIO PERDE A SUA UNIDADE

63 DIVISÃO DAS CONQUISTAS ÁRABES

64 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

65 ORIGEM DO REINO FRANCO E DO IMPÉRIO DE CARLOS MAGNO

66 - A PARTIR DO SÉCULO V, REIS DA DINASTIA MEROVÍNGIA CONQUISTARAM A GÁLIA - CLOVIS I CONVERTEU-SE EM 496 AO CRISTIANISMO E INAUGUROU UMA ALIANÇA COM A IGREJA - EM 754, PEPINO, O BREVE, DEPÔS CHILDE- RICO, FUNDANDO A DINASTIA CAROLÍNGIA - NO REINADO DE SEU FILHO CARLOS MAGNO ( ), O IMPÉRIO ATINGIU O APOGEU

67 REINO FRANCO

68 - CARLOS MAGNO PROMOVEU DIVERSAS GUERRAS PARA EXPANDIR OS DOMÍNIOS FRAN- COS E O CRISTIANISMO - CONQUISTOU DIVERSAS REGIÕES EUROPÉIAS E LUTOU CONTRA OS ÁRABES NOS PIRINEUS - FOI COROADO EM 800, PELO PAPA, IMPERADOR DOS ROMANOS E FRANCOS, NUMA TENTATIVA DE SE RESTAURAR O IMPÉRIO ROMANO DO OCI- DENTE

69 IMPÉRIO DE CARLOS MAGNO

70 O RGANIZAÇÃO

71 - NÃO HAVIA UM EXÉRCITO REGULAR E PERMANENTE - EM CASO DE GUERRA, DE ACORDO COM O PRINCÍPIO DA VASSALAGEM, OS PROPRIE- TÁRIOS DE TERRA DEVERIAM PROVIDENCIAR, EM DETERMINADO PRAZO, DE ACORDO COM SUA RIQUEZA, UM NÚMERO PRÉ-DETERMINA- DO DE COMBATENTES, VÍVERES E EQUIPA- MENTOS (TUDO PRESCRITO NAS CAPITULA- RES)

72 - O EFETIVO NAS CAMPANHAS NÃO PASSAVA DE 15 MIL COMBATENTES, PARA NÃO PREJUDICAR A ECO- NOMIA DO IMPÉRIO - O SERVIÇO MILITAR ERA OBRIGATÓRIO (EXCETO PARA MEMBROS DA IGREJA E ALGUNS FUNCIONÁ- RIOS PÚBLICOS) - HAVIA A CAVALARIA PESADA COMPOSTA PELA NO- BREZA E A LEVE NTEGRADA POR SÚDITOS QUE NÃO TINHAM RECURSOS PARA COMPRAR O EQUI- PAMENTO DE UM CAVALEIRO PESADO. - A INFANTARIA ERA FORMADA PELOS SÚDITOS MAIS POBRES

73 INSTRUÇÃO E PREPARO PARA A GUERRA

74 -A INSTRUÇÃO MILITAR DOS COMBATENTES VARIAVA - CERTAMENTE OS CAVALEIROS TREINAVAM MAIS DOS QUE OS INFANTES, POIS ESSES, EM VIRTUDE DE SUA FAINA, TINHAM POUCO TEMPO PARA SE PREPARAR PARA A GUERRA.

75 FORÇAS MORAIS

76 - A POPULAÇÃO DO IMPÉRIO ERA COMPELIDA A COMBATER DEVIDO ÀS OBRIGAÇÕES QUE TINHAM PARA COM O SOBERANO - DESEJO DE SE PROPAGAR OU DEFENDER O CRISTIANISMO - AMBIÇÃO DOS SENHORES DE SE APOSSAR DE NOVAS TERRAS - A EXPECTATIVA DA PARTICIPAÇÃO NOS BUTINS. (CARLOS MAGNO PROIBIA O SAQUE DE MANEIRA INDIVIDUALIZADA; AO FINAL DA CAMPANHA ELE REUNIA E DIVIDIA OS DESPOJOS)

77 EQUIPAMENTO

78 CAVALEIRO FRANCO. OS CAVALEIROS PESADOS ARMAVAM- SE COM LANÇAS LEVES DE MADEIRA PARA COMBATER MONTADO E ESPADAS COMPRIDAS DE CERCA DE UM METRO, DE DOIS GUMES, PARA LUTAR A PÉ. COMO PROTEÇÃO, USAVAM COTAS DE MALHA DE COURO OU DE FERRO, ESCUDOS E CAPACETES CÔNICOS DE FERRO.. A CAVALARIA LEVE ERA COMPOSTA POR HOMENS QUE DISPUNHAM DE RECURSOS SOMENTE PARA ADQUIRIR SUA MONTARIA E ARMAMENTO.

79 CAVALEIRO FRANCO

80 - OS INFANTES ARMAVAM-SE COM ARCOS, LANÇAS, ADAGAS, MAÇAS E FRANCISCAS (MACHADOS). - SE NÃO TIVESSEM RECURSOS PARA CONSEGUIR TAIS ARMAMENTOS, SEUS SENHORES DEVIAM FORNECER-LHES.

81 INFANTES FRANCOS

82 EMPREGO

83 - EFICAZ MOBILIZAÇÃO E PRONTA INTER-VENÇÃO - CARLOS MAGNO ERA ADEPTO DE BATA- LHAS CAMPAIS DECISIVAS. PROCURAVA EVITAR GUERRAS SE SÍTIO - ESTABELECIMENTO DE MARCAS PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS

84 TROPAS MARCHAVAM POR ITINERÁRIOS DIFERENTES E REUNIAM-SE POUCO ANTES DO COMBATE. NA CAMPANHA CONTRA OS ÁVAROS, CARLOS MAGNO EMPREGOU DOIS EXÉRCITOS: UM, SOB SUAS ORDENS,PARTIU DA BAVIERA, ENQUANTO OUTRO, SOB O COMANDO DE PEPINO, PARTIU DA ITÁLIA, PARA SE ENCONTRAREM NO MOMENTO DA BATALHA DECISIVA ÁVAROS BAVIERA ITÁLIA C. MAGNO PEPINO

85 INIMIGO CARLOS MAGNO FORMA USUAL DE EMPREGO EM BATALHAS CAMPAIS

86 FIM DO IMPÉRIO

87 - APÓS A MORTE DE CARLOS MAGNO, O PODER DE SEUS SUCESSORES SE ENFRAQUECEU - O IMPÉRIO FOI DIVIDIDO, PELO TRATADO DE VERDUN, ENTRE SEUS NETOS - COM O ENFRAQUECIMENTO DO PODER CENTRAL, O SISTEMA FEUDAL SE FORTALECEU NA FRANÇA, SEGUINDO A TENDÊNCIA EUROPÉIA

88 DIVISÃO DO IMPÉRIO

89 - AS VITÓRIAS DE CARLOS MAGNO POSSIBI- LITARAM À UNIFICAÇÃO DAS CULTURAS GERMÂNICA, ROMANA E CRISTÃ – PEDRA ANGULAR DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL

90 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

91 - NA EUROPA, NA IDADE MÉDIA, PREDOMINOU O UM SISTEMA POLÍTICO, ECONÔMICO E SOCIAL DENOMINADO FEUDALISMO - DO SÉCULO V AO IX TOMOU FORMA. EM SUA COMPOSIÇÃO ENCONTRAM-SE ELEMENTOS DA CULTURA ROMÂNICA E GERMÂNICA - NOS SÉCULO X AO XII ATINGIU SEU APOGEU - A PARTIR DO SÉCULO XIII ENTROU EM DECA- DÊNCIA

92 ALGUMAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DO FEUDALISMO

93 REI DUQUE SUSERANO VASSALO BARÃO VASSALO SUSERANO. RELAÇÕES DE DEPENDÊNCIA SERVIL E VASSALAGEM. PODER REI NOMINAL: DESCENTRALIZAÇÃO DO PODER; PRODUÇÃO AGROPASTORIL,VOLTADA PARA SUBSISTÊNCIA/ POUCO COMÉRCIO - FEUDO É AUTOSUFICIENTE FEUDO RURALIZAÇÃO/ CIDADES PEQUENAS FORTE PODER DA IGREJA HOMENAGEM SOCIEDADE ESTAMENTAL CLERO NOBRES SERVOS

94 FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS

95 - OS ESTADOS NACIONAIS COMEÇAM A SE FORMAR A PARTIR DO SÉCULO XII - O REI PROCURA CENTRALIZAR O PODER POLÍTICO E ESTENDER SUA SOBERANIA SOBRE TODA A NAÇÃO ( ENTENDA-SE POR NAÇÃO UM POVO COM SUA LÍNGUA, RELIGIÃO, USOS, COSTUMES E HISTÓRIA) - NESSE PROCESSO, OS REIS CONTAM COM O APOIO DE UMA NOVA CLASSE SOCIAL: A BURGUESIA, QUE QUERIA SE LIBERTAR DAS ESTRUTURAS FEUDAIS

96 - OS BURGUESES LUTAVAM PELA PADRONIZAÇÃO DE IMPOSTOS, PESOS E MEDIDAS, PELO FIM DOS PEDÁGIOS, ENTRE OUTRAS COISAS - POR ISSO FINANCIARAM OS REIS, QUE, COM RE- CURSOS, PODERAM FORMAR EXÉRCITOS, SUBMETER A NOBREZA E FORTALECER SEU PODER

97 BURGUESIA EXÉRCITO REI *SUBMISSÃO DA NOBREZA E DO CLERO *EXPANSÃO DOS DOMÍNIOS *ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO E DA JUSTIÇA NACIONAL IMPOSTOS

98 REI DUQUE SUSERANO VASSALO DUQUE VASSALO SUSERANO. AFIRMAÇÃO DO PODER REAL, POR MEIO DA CENTRALIZAÇÃO DO PODER E DA SUBMISSÃO DA IGREJA E NOBREZA FEUDO ESTADO NACIONAL

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100 EUROPA - FINAL SÉCULO XV

101 AS HOSTES (EXÉRCITOS) NO AUGE DO FEUDALISMO

102 O RGANIZAÇÃO

103 - NÃO EXISTIAM EXÉRCITOS PERMANENTES E REGULARES - O REI OU UM DETENTOR DE FEUDO QUAL- QUER REQUERIA DE SEUS VASSALOS CON- TINGENTES E SUPRIMENTOS PARA A CAM- PANHA, QUE ERA NORMALMENTE DE PE- QUENA ENVERGADURA, ENTRE OS PRÓ- PRIOS SENHORES FEUDAIS

104 -A CAVALARIA, NA QUAL INGRESSAVAM OS NOBRES, ERA O ELEMENTO PRINCIPAL DAS HOSTES - ERA REGIDA POR UM CÓDIGO COMPORTAMENTAL QUE CONTINHA DIVERSOS PRECEITOS MORAIS, ÉTICOS E ESPIRITUAIS A SEREM SEGUIDOS PELO VERDADEIRO CAVALEIRO (SER FIEL A SEU SENHOR, DEFENDER A IGREJA, PROTEGER OS FRACOS, TER CORAGEM, CULTUAR A HONRA, E TRATAR OS OUTROS CAVALEIROS COM CORTESIA E RESPEITO)

105 - A INFANTARIA ERA COMPOSTA PELOS NÃO NOBRES -REALIZAVA ATIVIDADE DE APOIO AOS CAVALEIROS, COMO PROVISÃO DE FORRAGEM DE TRABALHOS DE SAPA

106 - ALÉM DOS CONTINGENTES FEUDAIS, PERAMBULAVAM PELA EUROPA GRUPOS DE AVENTUREIROS OU MERCENÁRIOS, FORMADOS POR INDIVÍDUOS QUE NÃO SE INTEGRARAM AO SISTEMA FEUDAL (NOBRES SEM TERRA, SERVOS QUE FUGIAM DAS TERRAS DE SEUS SENHORES, SALTEADORES). -ESSES GRUPOS, DE VALOR COMBATIVO VARIÁVEL, VAGAVAM ATERRORIZANDO E SAQUEANDO POPULAÇÕES; POR VEZES, ERAM CONTRATADOS POR UM SENHOR PARA DETERMINADA CAMPANHA.

107 INSTRUÇÃO E PREPARO PARA A GUERRA

108 A FORMAÇÃO DE UM CAVALEIRO PASSAVA POR TRÊS FASES: - DOS 6 AOS 14 ANOS, O APRENDIZ ERA PAJEM: SERVIA E ACOMPANHAVA SEU SENHOR E SUA SENHORA, RECEBIA AS PRIMEIRAS NOÇÕES SOBRE O MANUSEIO DE ARMAS E SOBRE EQUITAÇÃO E APRENDIA REGRAS SOCIAIS (BOAS MANEIRAS, LER, CANTAR, ESCREVER E DANÇAR). - DOS 14 AOS 20 ANOS TORNAVA-SE ESCUDEIRO: AUXILIAVA UM CAVALEIRO (CUIDAVA DO EQUIPAMENTO, DO CAVALO E DO BEM-ESTAR DO SEU SENHOR) E, AO MESMO TEMPO, APRENDIA A SE TORNAR UM BOM MEMBRO DA CAVALARIA (EXERCITAVA-SE NAS ARTES DE MONTAR, LUTAR, CAÇAR, NADAR, POETAR E JOGAR XADREZ).

109 - POR VOLTA DOS 21 ANOS, EM UMA CERIMÔNIA SOLENE, NA QUAL JURAVA SEGUIR O CÓDIGO DA CAVALARIA, ERA SAGRADO CAVALEIRO. -NA CERIMÔNIA RECEBIA SUA ESPADA, CINTO E ESPORAS, TODOS DEVIDAMENTE CONSAGRADOS PARA O SERVIÇO A DEUS. -AS ESPORAS VIRIAM A SE TORNAR O SÍMBOLO MAIOR DA CAVALARIA.

110 INVESTIDURA

111 - OS CAVALEIROS EXERCITAVAM-SE CONTINUADA- MENTE PARA A GUERRA PARTICIPANDO DOS TOR- NEIOS, JOGOS CORRIQUEIROS NOS QUAIS OCOR- RIAM COMBATES GRUPAIS OU JUSTAS (COMBA- TES INDIVIDUAIS). - QUANDO JUNTOS, FORMAVAM CORPOS DE CAVA- LARIA PESADOS, INTRÉPIDOS E COM GRANDE PO- DER DE CHOQUE, MAS INDISCIPLINADOS, DEVIDO À FALTA DE TREINAMENTO COLETIVO.

112 FORÇAS MORAIS

113 -OS SENHORES FEUDAIS BUSCAVAM AUMENTAR OU DEFENDER SEUS DOMÍNIOS - QUESTÕES DE HONRA - O ESPÍRITO AVENTUREIRO - O AMOR À LUTA CARACTERÍSTICOS DA ÉPOCA

114 - OS SERVOS NORMALMENTE NÃO TINHAM MOTIVAÇÃO PARA LUTAR NAS GUERRAS DE SEUS SENHORES

115 EQUIPAMENTO

116 -NO SÉCULO IX, OS CAVALEIROS MONTAVAM GRANDES CORCÉIS, CORPULENTOS E PESADOS, GERADOS POR MÉTODOS DE PROCRIAÇÃO SELETIVOS. -COMO PROTEÇÃO UTILIZAVAM COTAS DE MALHA (ARMADURAS CONFECCIONADAS PELA JUNÇÃO DE ELOS METÁLICOS), ELMOS DE FERRO E ESCUDOS, QUE SOFRERAM CONSTANTES APERFEIÇOAMENTOS

117 - NO SÉCULO XIV, OS CAVALEIROS SUBSTITUÍRAM AS COTAS DE MALHA DE METAL POR ARMADURAS FEITAS COM PLACAS METÁLICAS. ESTAS PROPORCIONAVAM AO CAVALEIRO ALTO GRAU DE PROTEÇÃO EM RELAÇÃO AOS ARMAMENTOS DA ÉPOCA, MAS POUCA MOBILIDADE EM VIRTUDE DO PESO EXCESSIVO (UMA ARMADURA COMPLETA PODIA PESAR CERCA DE SESSENTA QUILOS) - OS ARMAMENTOS CONSISTIAM DE LANÇAS (TENDERAM A FICAR MAIS LONGAS, PARA DESMONTAR O ADVERSÁRIO EM VEZ DE PERFURÁ- LO), ESPADAS, ADAGAS, MASSAS, ACHAS E MARTELO DE ARMAS

118 CAPA FEUDALISMO COTAS DE MALHA ARMAMENTO

119 ARMADURA DE PLACAS

120 -OS INFANTES ERAM MAL ARMADOS E POUCO EQUIPADOS -POSSUÍAM ARMAS RUDIMENTARES, INCLUSIVE DE ARREMESSO

121 EMPREGO

122 - OS CAVALEIROS NÃO UTILIZAVAM ARMAS DE ARREMESSO EM COMBATE, POR CONSIDERAR INDIGNO ABATER O ADVERSÁRIO À DISTÂNCIA -O COMBATE ENTRE CAVALEIROS DEVERIA SEGUIR O CÓDIGO DA CAVALARIA - PROCURAVA-SE EVITAR QUE OS SERVOS PARTICIPASSEM DA LUTA - O CÓDIGO DA CAVALARIA NÃO SE APLICAVA À INFANTARIA

123 - AS BATALHAS CAMPAIS ERAM EVITADAS DEVIDO A SUA IMPREVISIBILIDADE - AS GUERRAS DE TRAVAVAM EM TORNO DOS CASTELOS -OS INSTRUMENTOS DE SÍTIO MAIS COMUM ERAM O TRABUCO, A BALISTA E AS TORRES DE ASSALTO - PODIA-SE LEVAR OS SITIADOS A SE RENDER POR FALTA DE SUPRIMENTOS

124 CASTELO DE ÓBIDOS - PORTUGAL

125 INIMIGO ARQUEIROS CAVALEIROS DEMAIS INFANTES

126 INIMIGO CAVALEIROS DEMAIS INFANTES

127 REVALORIZAÇÃO DA INFANTARIA

128 DEVIDO AO ESTILO DE GUERREAR DOS MUÇULMANOS, BASEADO NO EMPREGO DA CAVALARIA LEVE, OS CAVALEIROS PESADOS EUROPEUS SENTIRAM A NECESSIDADE DE TER UMA BOA INFANTARIA PARA APOIÁ-LOS - DEVIDO AO ESTILO DE GUERREAR DOS MUÇULMANOS, BASEADO NO EMPREGO DA CAVALARIA LEVE, OS CAVALEIROS PESADOS EUROPEUS SENTIRAM A NECESSIDADE DE TER UMA BOA INFANTARIA PARA APOIÁ-LOS

129 - CIDADES RICAS, QUE ENSEJAVAM AUTONO- MIA EM RELAÇÃO A SENHORES FEUDAIS, SEM RECURSOS PARA TER UMA BOA CAVALARIA, INVESTIRAM NA INFANTARIA

130 - NA GUERRA DOS CEM ANOS, OS IN- GLESES EMPRE- GARAM INFAN- TES COM POTEN- TES ARCOS LON- GOS, COM GRAN- DE ÊXITO

131 OUTRAS TRANSFORMAÇÕES MILITARES NO FIM DA IDADE MÉDIA

132 - SURGIMENTOS DE EXÉRCITOS PERMANENTES - EM 1445, O REI FRANCÊS CARLOS VII CONSTITUIU UMA FORÇA MILITAR MUITO DIFERENTE DAS HOSTES FEUDAIS - SEU EXÉRCITO FOI COMPOSTO POR MERCENÁRIOS GRUPADOS EM UNIDADES DENOMINADAS COMPA-NHIAS DE ORDENANÇAS. - OS INTEGRANTES DESTAS RECEBIAM SOLDO E ERAM PROIBIDOS DE PILHAR.

133 - HAVIA QUINZE COMPANHIAS DE ORDENANÇAS A CAVALO, CADA UMA COM 100 EQUIPES, CHAMADAS LANÇAS, CONSTITUÍDAS POR SEIS HOMENS (UM HOMEM D´ARMAS A CAVALO, NÃO NECESSARIAMEN- TE NOBRE, ARMADO COM LANÇA E ESPADA; TRÊS ARQUEIROS A CAVALO; UM PIQUEIRO E UM ESCUDEI-RO). - OS INFANTES (ARQUEIROS, BESTEIROS, PIQUEIROS) REUNIAM-SE EM COMPANHIAS DE QUINHENTOS HOMENS; OITO COMPANHIAS DAVAM ORIGEM A UMA BANDA.

134 - SURGIMENTO DAS ARMAS DE FOGO BOMBARDA – SÉCULO XV

135 - SURGIMENTO DAS ARMAS DE FOGO CANHÃO DOS IRMÃOS BUREAU - SÉCULO XV

136 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO

137 ORIGEM DO IMPÉRIO

138 - OS MONGÓIS ERAM PASTORES DO PLANAL- TO DA ÁSIA CENTRAL - EM 1206, TEMÜJI, UM CHEFE DE CLÃ, APÓS VENCER ADVERSÁRIOS, UNIFICA AS TRIBOS MONGÓLICA E É ELEITO GÊNGIS KHAN (SU- PREMO SOBERANO) - ESTABELECEU O YASSAK, CÓDIGO DE LEIS QUE DISCIPLINOU OS MONGÓIS - ENTRE 1211 E 1223 CONQUISTOU PARTES DA CHINA E DA PÉRSIA - SEUS HERDEIROS ESTENDERAM O IMPÉRIO QUE ABRANGEU TERRAS DO ADRIÁTICO AO PACÍFICO

139 EXPANSÃO MONGOL

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141 MÁXIMA EXPANSÃO E DIVISÃO DAS CONQUISTAS

142 O RGANIZAÇÃO

143 - TROPA DISCIPLINA COM EFEITO DE 30 A 50 MIL COMBATENTES - OS CAMANDANTES DE EXÉRCITO ERAM ES- COLHIDOS PELOS KHAN, OS DAS DEMAIS FRA- ÇÕES PELO MÉRITO, POR SEUS COMPANHEI- ROS - AS TRIBOS DEVERIAM FORNECER A QUANTI- DADE DE COMBATENTES QUE O KHAN DESE- JAVA

144 homens homens 100 homens 10 homens GUHRAN TUMAN O SISTEMA DECIMAL PROPICIAVA EFICIENTE CONTROLE E COMANDO AOS LÍDERES MONGÓIS O EXÉRCITO ERA DIVIDIDO EM GRUPOS QUE SEGUIAM A PROGRESSÃO DICIMAL

145 - - HAVIA UNIDADES LOGÍSTICAS - TINHAM EFICIENTE SERVIÇO DE INFORMA- ÇÕES - PREOCUPAVAM-SE COM A ASSISTÊNCIA MÉDICA E RELIGIOSA, QUE FICAVA A CARGO DOS XAMÃS - COM O PASSAR DO TEMPO COMBATENTES DE OUTROS POVOS PASSARAM A INTEGRAR O EXÉRCITO MONGOL (TURCOS, CHINESES)

146 - HAVIA A CAVALARIA LEVE, MAIS NUMEROSA, E A PESADA, EMPREGADA NA DECISÃO DO COMBATE - A INFANTARIA TINHA UM PAPEL SECUNDÁRIO

147 INSTRUÇÃO E PREPARO PARA A GUERRA

148 - OS MONGÓIS TREINAVAM PARA GUERRA DESDE CRIANÇA, QUANDO APRENDIAM A CAVALGAR, USAR O ARCO E CAÇAR. - COM O PASSAR DO TEMPO ERAM CAPAZES DE ACERTAR FLECHAS EM ALVOS MESMO A GALOPE. - SAZONALMENTE ERAM ORGANIZADAS AS GRANDES CAÇADAS, MODO DE SE CONSEGUIR SUPRIMENTO EXTRA DE CARNE E DE SE TREINAR PARA A GUERRA.

149 - NAS CAÇADAS, OS MONGÓIS SEPARAVAM- SE EM GRUPOS REALIZANDO GRANDES CERCOS A ANIMAIS, SIMILARES ÀS MANOBRAS QUE FARIAM EM COMBATE - AINDA NAS GRANDES CAÇADAS, O COMBATENTE FAMILIARIZAVA-SE COM O USO DO EQUIPAMENTO, ADQUIRIA MENTALIDADE COLETIVA, RESISTÊNCIA E AGRESSIVIDADE, TENDO SEU DESEMPENHO AVALIADO.

150 FORÇAS MORAIS

151 - BUSCA POR MELHORES PASTAGENS - O AMOR INATO À GUERRA - A EXPECTATIVA DE SAQUEAR AS RIQUEZAS DAS POPULAÇÕES SEDENTÁRIAS

152 EQUIPAMENTO

153 CAVALARIA LEVE: -AZAGAIAS (DARDOS), ARCOS DE DUPLA CURVATURA, CUJAS FLE- CHAS PODIAM ALCANÇAR A DISTÂN- CIA DE ATÉ TREZENTOS METROS, E TÚNICAS ACOL-CHOADAS OU COU- RAÇAS DE COURO. CAVALARIA PESADA CAVALARIA PESADA: ESPADAS (DELGADAS NA EXTREMIDADE, CORTANTES DE UM LADO E LIGEI- RAMENTE CURVAS), LONGAS LAN- ÇAS PARA DERRUBAR SEUS INIMI- GOS DO CAVALO, ARCOS, COTAS DE MALHA (COURAÇAS FORMADAS POR ESCAMAS DE FERRO, RECO- BERTAS POR COURO) E CAPACETES D E COURO REFORÇADOS POR CIN- TAS DE FERRO.

154

155 - - OS CAVALOS DOS MONGÓIS ERAM UM COMPO- NENTE ESSENCIAL DO EXÉRCITO; ATARRACADOS (EM MÉDIA COM UM METRO E MEIO DE ALTURA), RESISTENTES, RÁPIDOS E BEM TREINADOS, ELES ERAM CAPAZES DE EXECUTAR MOVIMENTOS BRUS- COS, MUDANDO REPENTINAMENTE DE DIREÇÃO, MEDIANTE A UM DETERMINANDO COMANDO. - A COMBINAÇÃO DESSES CAVALOS COM EQUIPA- MENTOS LEVES PROPORCIONAVA AOS MONGÓIS DESTREZA E FLEXIBILIDADE NOS CAMPOS DE BA- TALHA.

156 EMPREGO

157 - LANÇAVAM AS CAMPANHAS APÓS MINUCIOSO PLANEJAMENTO - NÃO HESITAVAM EM RECUAR PARA POSTERIOR-MENTE COMBATER EM MELHOR SITUAÇÃO - REALIZAVAM FUGAS SIMULADAS PARA DEPOIS CONTRA-ATACAREM, SURPREENDENDO O INIMIGO - A CAVALARIA MARCHAVA E PREPARAVA-SE PARA O COMBATE DIVIDIDA EM TRÊS CORPOS; UM NO CENTRO, UM POUCO À RETAGUARDA DE OUTROS DOIS, QUE SEGUIAM NAS ALAS; O QUE POSSIBILITAVA GRANDE CAPACIDADE DE MANOBRA E APOIO MÚTUO.

158 - REALIZAVAM PERSEGUIÇÕES IMPLACÁVEIS - USAVAM SINAIS PARA COORDENAR SUAS AÇÕES EM COMBATE - O COMANDANTE MANTINHA FORÇAS RESERVAS PARA EMPREGAR CASO NECESSÁRIO GUERRA PSICOLÓGICA: EMPREGO DO TERROR - GUERRA PSICOLÓGICA: EMPREGO DO TERROR

159 FIM DO IMPÉRIO

160 - FRACASSOS NO ORIENTE MÉDIO, SUDESTE ASIÁTICO E CONTRA O JAPÃO - DESAGRAGAÇÃO DO IMPÉRIO EM CANATOS E IMPÉRIOS QUE PAULATINAMENTE PASSA- RAM PARA O CONTROLE DE OUTROS POVOS

161 MÁXIMA EXPANSÃO E DIVISÃO DAS CONQUISTAS

162 SUMÁRIO 1 – INTRODUÇÃO 2 – DESENVOLVIMENTO 2.1. IMPÉRIO BIZANTINO 2.2. ÁRABES 2.3. FRANCOS 2.4. EUROPA FEUDAL 2.5. MONGÓIS 3 – CONCLUSÃO RETORNAR


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