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DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM DEBATE secretaria de educação profissional e tecnológica ministério.

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1 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM DEBATE secretaria de educação profissional e tecnológica ministério da educação brasília, agosto de 2010

2 objetivo ampliar o debate sobre a atualização das diretrizes da educação profissional técnica de nível médio

3 caminhos do debate texto inicial CNE: proposta de Parecer audiências públicas CNE: 11/03 – RJ 15/04 – SP seminário CONIF – 05 e 06/05 Brasília encontro 24 e 25/05 – Ouro Preto/MG grupo de trabalho – junho a agosto

4 ponto de partida crítica à adoção, nas DCNs, do modelo de organização curricular orientado para o desenvolvimento de competências profissionais reafirmação das concepções e princípios que orientam as atuais políticas de EPT (formação integral; consideração à diversidade, inclusão e desenvolvimento social)

5 subsídios ao debate contextualização conceitos e concepções linha política elementos para organização e desenvolvimento curricular exercício de síntese: proposta de resolução

6 introdução crítica manutenção da centralidade da EP na dimensão econômica, em uma aceitação do mercado como instrumento regulador da sociabilidade humana defesa centralidade no ser humano e em suas relações com a natureza que a seleção dos conteúdos de ensino tenha por base uma formação ampliada (ciência, tecnologia, trabalho e cultura) a formação para o trabalho não é a preparação para o emprego, mas a formação omnilateral

7 introdução defesa a educação profissional técnica de nível média integrante da educação básica pluralismo de idéias e concepções pedagógicas debates desenvolvidos nas últimas décadas e os documentos produzidos

8 historicidade da questão alterações na legislação: embates entre projetos nos marcos legais lei 9.394/96 – LDB decreto 2.208/97 decreto 5.154/2004 lei /2008 – alterações na LDB

9 a LDB de 1996 os projetos em disputa em relação à EP concepção dual texto ambíguo e minimalista

10 a reforma na educação profissional cursos técnicos concomitantes e sequenciais afastamento das instituições federais da educação básica o PROEP

11 o decreto 5.154/2004 possibilidade integrar o ensino médio com a educação profissional técnica de nível médio não se confunde totalmente com a perspectiva da educação politécnica, mas contém os princípios de sua construção

12 alterações na LDB a educação profissional técnica de nível médio como parte da educação básica na seção vinculada ao ensino médio a concepção de formação integral pleno desenvolvimento do educando seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho

13 alterações na LDB articulação com outras modalidades organização por eixo tecnológico resgate do histórico e da lógica dos conhecimentos científico-tecnológico base politécnica comum formas de oferta integrada concomitante subsequente permanência de ambiguidade art.40: articulação com ensino regular

14 historicidade da questão aproximações necessárias Diversidade e inclusão EJA educação escolar indígena educação do campo

15 EJA histórico políticas de qualificação de trabalhadores papel dos movimentos sociais na EJA e na EP o PROEJA desafios e perspectivas para a EJA integrada à EP

16 educação profissional indígena direitos da educação escolar indígena respeito à sociodiversidade interculturalidade uso das línguas maternas processos próprios de aprendizagem articulação entre os saberes indígenas e os conhecimentos técnico científicos sustentabilidade socioambiental autogestão dos territórios segurança alimentar conhecimento sobre as formas de organização das sociedades indígenas superação da lógica evolucionista os territórios etnoeducacionais

17 educação profissional do campo realidade dos povos do campo diferentes lógicas de produção hegemonia cultural do agronegócio agricultura camponesa –soberania alimentar –democratização da propriedade e do uso da terra –outra matriz produtiva e tecnológica: agroecologia –outra lógica de organização da produção: cooperação –valorização do saber da experiência e seu diálogo com a ciência e a tecnologia tempos e espaços educativos para além do ensino agrícola superação da falsa antinomia entre preparar para ficar ou sair do campo

18 historicidade da questão as conferências e o fórum mundial espaços plurais manifestação de tensões construção de convergências

19 as conferências e o fórum mundial tensões decorrentes lógica do modo de produção capitalista polarização entre local e global novo modelo de trabalho reivindicação participação na gestão pública continuidade da lógica de dualidade do ensino implantação da forma integrada falta de profissionalização dos docentes ausência de uma política unitária de certificação profissional

20 as conferências e o fórum mundial convergências envolvendo democratização do acesso ao conhecimento científico e tecnológico o caráter desses conhecimentos papel da EPT diálogos necessários valorização saber não formal e direito à certificação profissional

21 conceitos e concepções formação integral cidadania categorias indissociáveis da formação humana: trabalho, cultura, ciência e tecnologia trabalho como princípio educativo produção do conhecimento: pesquisa como princípio pedagógico

22 formação integral superação do ser humano dividido historicamente pela divisão social do trabalho entre a ação de executar e a de pensar, dirigir ou planejar.

23 formação integral Pressupostos homens e mulheres como seres histórico- sociais que atuam no mundo para satisfazerem suas necessidades subjetivas e sociais e, nessa ação, produzem conhecimento a realidade concreta é uma totalidade, síntese de múltiplas relações

24 formação integral conhecimento produção do pensamento pelo qual se apreende e se representam as relações que constituem e estruturam a realidade objetiva método estabelecimento de relações mais gerais através da análise elaboração de síntese que representa o concreto

25 cidadania crítica ao conceito de cidadania baseado na concepção de homem portador de direitos naturais (liberdade/igualdade e propriedade), lógica e linearmente estabelecidos, em um projeto de sociedade hegemonizado a partir de valores decorrentes do ideal liberal-burguês

26 categorias trabalho: ponto de partida para a produção do conhecimento ciência: conforma conceitos e métodos cuja objetividade permite a transmissão para diferentes gerações, podendo ser questionados e superados tecnologia: extensão das capacidades humanas cultura: articulação entre o conjunto de representações e comportamentos e o processo dinâmico de socialização

27 o trabalho como princípio educativo base para a organização e o desenvolvimento curricular condensa em si as concepções de ciência e cultura revelação de um movimento permanente de inovação do mundo material sentidos ontológico: como produção da existência histórico: fundamenta e justifica a formação específica para o exercício de profissões

28 a pesquisa como princípio pedagógico construção da autonomia intelectual orientação por um sentido ético conscientização e autonomia frente ao trabalho

29 por uma política pública educacional ensino médio articulações entre políticas setoriais o necessário exercício do regime de colaboração quadro docente e sua formação financiamento

30 organização e desenvolvimento curricular Fundamentos para um projeto político pedagógico integrado A relação parte-totalidade na proposta curricular O estágio curricular A organização por eixo tecnológico Articulação com o desenvolvimento sócio- econômico e educação ambiental

31 organização e desenvolvimento curricular O atendimento de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades A mediação pelas tecnologias de informação e comunicação: a organização dos cursos a distância O reconhecimento de saberes e a certificação profissional


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