A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

I Seminário Regional de Educação Infantil Osório/RS Olhares e Vivências Inclusão na Educação Infantil SENSIBILIDADE PARA INCLUSÃO Professora/Psicopedagoga.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "I Seminário Regional de Educação Infantil Osório/RS Olhares e Vivências Inclusão na Educação Infantil SENSIBILIDADE PARA INCLUSÃO Professora/Psicopedagoga."— Transcrição da apresentação:

1 I Seminário Regional de Educação Infantil Osório/RS Olhares e Vivências Inclusão na Educação Infantil SENSIBILIDADE PARA INCLUSÃO Professora/Psicopedagoga Viviane Gonçalves Cruz (51) / /

2 Qual é o objetivo com a minha participação no Seminário? Proporcionar a todos os envolvidos com a educação, um momento de reflexão sobre a sua formação humana, sobre sua sensibilidade para sua vida pessoal e profissional. Conhecer as reais possibilidades de incluir, entender que essa ação depende da aceitação do eu e do outro com todas as suas particularidades. Para que a inclusão realmente aconteça, é necessária uma ação sistêmica de envolvimento e de processos inclusivos que vão além da sala de aula, professor e aluno.

3 Reflexões sobre INCLUSÃO... 1) O QUE SIGNIFICA PARA VOCÊ INCLUIR, O QUE É INCLUSÃO? 2) QUEM SÃO AS PESSOAS QUE DEVEM SER INCLUÍDAS? 3) SÓ DE ESTARMOS AQUI FALANDO DE COMO DEVE SER A INCLUSÃO, ESTAMOS AFIRMANDO QUE A EXCLUSÃO É FATO...

4 4) PORQUE TANTA DIFICULDADE NA PRÁTICA DA INCLUSÃO? SERÁ FALTA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL? FALTA DA PRÁTICA DE UMA LEGISLAÇÃO EXISTENTE, QUE NA PRÁTICA NÃO OCORRE COMO DEVERIA? RESISTÊNCIA DE QUEM SE DEPARA COM ESSA SITUAÇÃO? FALTA DE FORMAÇÃO HUMANA: Sensibilidade, felicidade, verdade e amor...?

5

6 Como é a escola/município que inclui? Perfil da Equipe Diretiva/Gestão: Compreender que INCLUSÃO não é realizada apenas pelo professor na sala de aula; Ter conhecimento do que é ACESSIBILIDADE e sua importância; Ter conhecimento da Legislação que respalda a escola, professor e alunos diante dos desafios e dificuldades encontradas para lidar com as diferenças.

7 Quais são as principais Legislações? Constituição Federal 1988 LDB – Lei 9394/96 Plano Nacional de Educação (2001/2010)

8 LDB LEI 9394/96 - CAPÍTULO V DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. § 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial. § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. § 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil. Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organizações específicas, para atender às suas necessidades; II - terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados; III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns; IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora; V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. Art. 60. Os órgãos normativos dos sistemas de ensino estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder Público. Parágrafo único. O Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo.

9 Elaborar a documentação da escola contemplando as INCLUSÕES, no que se refere as suas características, suas intervenções pedagógicas e suas avaliações, onde? Regimento Projeto Político Pedagógico – Intervenções e Avaliações Planos de Estudo (Componentes Curriculares – Currículo) Oportunizar para os professores apoio e segurança;

10 Conversar com a comunidade sobre as diferenças existentes, quais as intervenções necessárias para cada uma delas e informar que existem Leis que amparam esses procedimentos diferenciados; Oferecer formação e informação não apenas os professores quanto as dificuldades - diferenças – INCLUSÃO, mas para todos envolvidos com o cotidiano da escola, funcionários, conselhos, grêmios... Manter contato com a família, dos alunos com diferenças mais evidentes.

11 Perfil do Professor: Ter seu trabalho elaborado conforme as suas observações/avaliações, orientações e material organizado por ele e pela escola para cada dificuldades/deficiência; Permitir-se a perceber que o normal é ser diferente; Que cada aluno tem o seu tempo; Não comparar alunos, quando comparar, comparar o aluno com ele mesmo, percebendo seu desenvolvimento.

12 Perfil dos Alunos: Todos serem conhecedores que somos todos diferentes e que cada uma apresenta uma limitação, ou deficiência... Saberem que sempre existirá uma intervenção para cada dificuldade, e que todos podem aprender; Alunos com espírito de cooperação e respeito.

13 Como estou vivendo? Atividade: 1) Dobre a folha de papel ao meio; 2) Em um dos lados da folha na parte de cima coloque sua rotina; 3) No mesmo lado na parte de baixo, desenhe um círculo, você terá que dividi-lo em 3 partes, família, trabalho e eu conforme você vive/viveu no ultimo ano esses sistemas; 4) No verso, na parte de cima, mais um círculo, aqui você vai colocar de como gostaria de viver seus sistemas neste próximo ano; 5) Logo abaixo do 2º círculo você vai escrever o que pode faltar para viver desta forma, se acredita que pode viver assim e em que tempo, em que prazo você vai estar vivendo assim... Quem nos ama vai achar o máximo fazermos o que amamos! (Viviane Cruz)

14 Que ser humano eu sou? Eu julgo o outro? Eu uso de pré-conceitos? Eu ouço ou escuto o outro? Respeito as diferenças? Eu comparo uma pessoa com outra? Eu aceito opiniões, posicionamentos de outra pessoa numa boa? Quando eu recebo uma crítica como eu reajo? Eu realizo auto avaliação? Eu consigo ver qualidade em todas as pessoas?

15 Eu julgo o outro? O julgamento é o que mais fazemos quando não temos conhecimento de causa, pois quando realmente sabemos o que está ocorrendo temos sensibilidade de entendimento. Sugestão: Não julgue, todas as situações existem por algum motivo. Eu uso de pré-conceito? Experimente conhecer as situações e as pessoas antes de qualquer pré-conceito. Sugestão: Se de a oportunidade de viver sem pré-conceitos, você vai experimentar maravilhas.

16 Eu ouço ou escuto o outro? OUVIR – Ação do ouvido – Ação da audição. ESCUTAR – Quando escuto uma pessoa ou algo e me dedico inteiramente. Escuto com o coração, escuto com o pensamento limpo, me entrego para o momento. Ações do saber escutar: Desejo de ajuda, sendo atencioso; Refletir relacionando conhecimento; Olhar silenciosamente; Dialogar; Estimular e não interromper quem está falando; Questionar, criticar com habilidade e dar retorno sobre o que escutou A gente ama não a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. É na não escuta que ele termina. (Rubem Alves)

17 Respeito as diferenças? Eu comparo uma pessoa com outra? Em primeiro lugar, o normal é ser diferente. As frustração acontecem porque construímos nas pessoas o que gostaríamos que elas fossem, usando de comparações, imposições sociais, padrões... As pessoas são PORTAS e JANELAS e não ESPELHOS...

18 Eu aceito opiniões, posicionamentos de outra pessoa numa boa? Quando eu recebo uma crítica como eu reajo? Aceitar opiniões, posicionamentos, críticas está relacionado a maturidade, seja ela pessoal ou profissional. Toda a pessoa que consegue ver algo de positivo em qualquer situação, está num grau de maturidade bem avançado.

19 Eu realizo auto avaliação? Auto avaliação é fundamental para o desenvolvimento humano, é nesse momento que me dou conta das minhas deficiências, das minhas necessidades, das minhas retomadas... Eu consigo ver qualidade em todas as pessoas? Todo o ser humano é provido de qualidades, habilidades, inteligências...

20 Quais os sentimentos que se manifestam na minha existência? Alegria Amor Medo Paz Raiva Tristeza Se todos esses sentimentos não existissem não existiria a VIDA e eu não existiria...

21 Ação a partir da Sensibilidade : Eu e o outro... Você consegue fazer uso de EMPATIA? Você consegue sentir nas pessoas do seu convívio as necessidades de cada uma? Você consegue perceber que todas as pessoas precisam das mesmas coisas só que muitas vezes de forma diferente, por todos sermos diferentes?

22 Ser sensível não é se deixar contagiar com o problema do outro... Ser sensível é poder ajudar o outro com um novo olhar... Ser sensível é poder usar de todos os sentimentos com equilíbrio... Ser sensível é querer seu bem, e não ser seu próprio inimigo... Ser sensível é ser sábio...

23 Quando eu realizo, conquisto algo que queria muito eu fico FELIZ ou ALEGRE?

24 Felicidade... A palavra FELICIDADE se origina do Latim, da palavra FELIX e significa: FÉRTIL, FRUTUOSO, FECUNDO...

25 Nossas realizações, nossos desejos, nossos sonhos, nossos projetos concluídos, depende de estarmos felizes, se estamos felizes, nos sentimos potentes, férteis, fecundos para realizar qualquer coisa... Se estamos felizes conseguimos tudo que é do nosso desejo... Para nos mantermos felizes, temos que cuidar do eu, da nossa formação humana, cuidar do outro...

26 POTENCIALIZAR, TORNAR O OUTRO POTENTE, É A RAZÃO DA MINHA VIDA, É ASSIM QUE ME POTENCIALIZO A CADA DIA NA MINHA EXISTÊNCIA, É ASSIM QUE ME TORNO FELIZ E REALIZO TODOS OS MEUS DESEJOS...

27 A EVOLUÇÃO NA NOSSA FORMAÇÃO HUMANA DEPENDE DO QUE FAZEMOS COM O QUE SENTIMOS...

28 Sabe o que quero?! Jamais perder a sensibilidade, mesmo que as vezes ela arranhe um pouco a alma, porque sem ela não poderia sentir a mim mesma! (Clarice Lispector)

29 Desejo a todos muita sensibilidade, felicidade, amor e verdade, para se conhecer e conhecer o outro, para se potencializar e potencializar o outro... Obrigada pela oportunidade de estar aqui com vocês...contem sempre comigo! Profª Vivi!

30 Referências Bibliográficas: CARVALHO, Rosita Edler. Escola Inclusiva. Porto Alegre: Mediação, CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 – Educação Especial. HERRENO, M. Jesús Presentación. Educação de alunos com necessidades especiais. São Paulo: Edusc, LDB – Lei 9394/96 PAROLIN, Isabel Cristina Hierro. Aprendendo a incluir e incluindo para aprender. São Paulo: Pulso Editorial, PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (2001/2010) – EDUCAÇÃO ESPECIAL


Carregar ppt "I Seminário Regional de Educação Infantil Osório/RS Olhares e Vivências Inclusão na Educação Infantil SENSIBILIDADE PARA INCLUSÃO Professora/Psicopedagoga."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google