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NÚCLEO DE DEFESA DA SAÚDE – NUDS Dra. Paula Pinto de Souza Defensora Pública Dirigente do Núcleo de Defesa da Saúde da DPE/RS

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Apresentação em tema: "NÚCLEO DE DEFESA DA SAÚDE – NUDS Dra. Paula Pinto de Souza Defensora Pública Dirigente do Núcleo de Defesa da Saúde da DPE/RS"— Transcrição da apresentação:

1 NÚCLEO DE DEFESA DA SAÚDE – NUDS Dra. Paula Pinto de Souza Defensora Pública Dirigente do Núcleo de Defesa da Saúde da DPE/RS Telefone: (51) R: 2056 Materiais disponíveis no seguinte endereço eletrônico: pgsistemicos.blogspot.com

2 Saúde Pública PAPEL DO DEFENSOR PÚBLICO: GARANTIR A EFETIVA PRESTAÇÃO DO DIREITO A SAÚDE Introdução (2008/2009) Posição IDEAL X Posição REAL ACESSO AO DIREITO À SAÚDE # ACESSO À JUSTIÇA SISTEMA DE SAÚDE E SISTEMA DE JUSTIÇA (indissociáveis)

3 1) AÇÕES EXTRAJUDICIAIS (teoria sistêmica e trabalho em rede) ANO : 2012 : ATENDIMENTOS SOLUÇÕES EXTRAJUDICIAIS 539 AÇÕES JUDICIAIS AGOSTO 2012 ATENDIMENTO MENSAL: 420 SOLUÇÕES EXTRAJUDICIAIS: 369 -ENCAMINHAMENTOS/ACESSO ao DIREITO à SAÚDE: 344 -OFÍCIOS:25 AÇÕES JUDICIAIS:51

4 RESPONSABILIDADE SISTÊMICA REPARTIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ENTRE ENTES FEDERADOS (União, Estado e Municípios) A)ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Medicamentos Estratégicos: UNIÃO Medicamentos Especiais: ESTADO Medicamentos Essenciais/Básicos: MUNICÍPIO Facilitador: Consulta ao Sistema AME, Cadastro do paciente ELENCOS – BÁSICO E ESPECIALIZADO

5 Possibilidades: Fármaco DA LISTA DE DISPENSAÇÃO (em FALTA estoque, aguarda avaliação, com perito, incompleto). Fármaco NÃO CONSTANTE NOS PROTOCOLOS CLÍNICOS DO SUS(fora da lista) ou NÃO CONSTANTE NO PROTOCOLO CLÍNICO DA CID (não para CID). Caso o medicamento NÃO CONSTE nos Protocolos Clínicos do SUS na listagem do componente especializado (responsabilidade ESTADO) É DESNECESSÁRIO encaminhar o paciente a SMS, UBS, similar; da mesma forma, a expedição de ofício será unicamente para a SES, consequentemente a demanda judicial será ajuizada contra o ESTADO. Maior facilidade para efetivar o Bloqueio de Valores.

6 B) ATENDIMENTO HOSPITALAR E AMBULATORIAL MUNICÍPIOS COM PACTUAÇÃO DESSES SERVIÇOS: atualmente são 15 (a responsabilidade é exclusiva do Município em que reside o cidadão. Tendência é a municipalização da saúde). É DESNECESSÁRIO encaminhar o paciente a SES, ou a qualquer órgão/departamento vinculado à Secretaria Estadual de Saúde, também não há necessidade de expedir ofício a SES. Contatos com a SMS e Subsidiariamente à Estadual para regulação do paciente na Central de Leitos do Estado. Em caso de demanda judicial constará no polo passivo o Município de origem do paciente. Maior facilidade para efetivar o Bloqueio de Valores.

7 RESTANTE DOS MUNICÍPIOS DO RS NÃO PACTUARAM ESSES SERVIÇOS DE SAÚDE É a realidade da maioria dos municípios gaúchos, até então, nesse caso, necessidade de ser acionado administrativamente além do Município, o Estado, e sua Central de Leitos Além de outros departamentos existentes pois se buscará atendimento nos serviços de saúde do Estado inteiro. Encaminhar ofício conjuntamente para SMS e SES. (O paciente deve constar na Central de Regulação do Estado). No caso de demanda judicial será acionado o Município de domicílio do paciente e o Estado do Rio Grande do Sul. EMERGÊNCIA ǂ CMCE CLÍNICA

8 REGRA GERAL O paciente precisa estar regulado no sistema para que seja possível, 'cobrar' dos entes públicos (Estado, Município ou ambos): a vaga para internação; a Transferência hospitalar; a cirurgia; o exame,.. Imprescindível contato com o Sistema de Saúde para providenciarem esses encaminhamentos. * O paciente deve ter uma dessas condições ao menos: seu nº no sistema AGHOS, na CERIH, CMCE, Central de Leitos.

9 Sistema AME (Administração de Medicamentos Especiais) DAHA(Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial CMCE (Central de Marcação de Consultas, Cirurgia, Exames Eletivos) Sistema AGHOS (Administração Geral dos Hospitais) CERIH (Central de Regulação de Internação Hospitalar) AIH (Autorização de Internação Hospitalar)

10 AÇÕES JUDICIAIS 1.MEDICAMENTOS E INSUMOS FORA DOS ELENCOS OU DOS PROTOCOLOS CLÍNICOS DO SUS; 2.INTERNAÇÃO/MANUTENÇÃO DE INTERNAÇÃO PSIQUIÁTRICA OU TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO – DROGADIÇÃO; 3.AVALIAÇÃO COM ESPECIALISTA, CIRURGIA, EXAMES, PROCEDIMENTOS EM GERAL; 4.INTERNAÇÃO/MANUTENÇÃO DE INTERNAÇÃO/TRANSFERÊNCIA HOSPITALAR; 5.TRANSPORTE PARA TRATAMENTOS DE SAÚDE; 6.PRÓTESE/ÓRTESE/CADEIRA DE RODAS MOTORIZADA/TRATAMENTOS DE SAÚDE; 7.PLANO DE SAÚDE; 8.MEDICAMENTOS E INSUMOS CONSTANTES NOS ELENCOS OU NOS PROTOCOLOS CLÍNICOS DO SUS; 9.DIVERSOS (HOME CARE - TRATAMENTO DOMICILIAR).

11 MEDICAMENTOS OU INSUMOS FOR A DA LISTA OU NÃO PARA O CID DOCUMENTOS BÁSICOS: 1)Cópia da CARTEIRA DE IDENTIDADE e CPF 2)Cópia do CARTÃO DO SUS (MUITO IMPORTANTE) 3)Cópia do COMPROVANTE DE RENDA (FAMILIAR) 4)Cópia do COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA 5)Declaração de pobreza (fornecida pela Defensoria Pública) QUANDO PARA TERCEIROS: Deve haver uma procuração registrada em cartório ou termo de curatela (nesses casos necessário que o representante legal ou curador também traga cópia de sua carteira de identidade e CPF).

12 DOCUMENTOS ESPECÍFICOS: 1)NEGATIVA DA FARMÁCIA DO ESTADO - QUANDO O MEDICAMENTO/INSUMO ESTÁ FORA DA LISTA OU NÃO É FORNECIDO PARA O CID QUE ACOMETE O PACIENTE: DOCUMENTO ASSINALANDO A SITUAÇÃO DO MEDICAMENTO (BORGES DE MEDEIROS Nº 536, GUICHÊ 107) * QUANDO FOR MEDICAMENTO DA REDE BÁSICA – MUNICÍPIO – COMPARECER AO POSTO DE SAÚDE PARA PEDIR O MEDICAMENTO OU ENTÃO SOLICITAR A NEGATIVA DO POSTO DE SAÚDE.

13 2) LAUDO MÉDICO ORIGINAL CONSTANDO: A doença e/ou diagnóstico (DE FORMA EXTENSA E COM CID), constando o caráter de URGÊNCIA (por escrito obrigatoriamente), CONSEQUÊNCIAS (no caso de não conseguir o medicamento/insumo), e/ou o risco de morte (somente quando for o caso). No caso de medicação – o nome da substância química, bem como o nome comercial. Como a medicação/insumo prescrita está fora da lista do SUS ou não é fornecida para o CID que acomete o paciente, o médico deve: JUSTIFICAR por qual motivo não prescreve medicamentos ou insumos que estão nas listas do SUS; EXPLICAR os efeitos benéficos e a superioridade terapêutica para a saúde do paciente no uso do fármaco ou insumo prescrito; ESPECIFICAR os medicamentos/insumos integrantes da lista do SUS que já foram utilizados pelo paciente e não foram eficazes no controle da patologia apresentando seus efeitos colaterais no organismo do paciente; COMPARAR os fármacos/insumos das listas do SUS com aqueles que não a integram apresentando evidências científicas e literárias da eficácia do fármaco/insumo prescrito (que está fora das listas do SUS) para controle da moléstia. VALIDADE MÁXIMA DO LAUDO – 30 DIAS.

14 3) RECEITA Contendo: o nome da medicação (SUBSTÂNCIA QUÍMICA E COMERCIAL); a DOSAGEM; e a POSOLOGIA (quantidade que deve ser usada - comprimidos, injeções, etc. – por dia e por mês). Deve constar que o medicamento é por tempo indeterminado/uso contínuo (a não ser tratamento por tempo determinado). VALIDADE MÁXIMA DA RECEITA – 30 DIAS. 4) 3 ORÇAMENTOS FORMAIS DE FARMÁCIAS DIFERENTES (conforme a receita)

15 LAUDO MÉDICO PARA AÇÃO JUDICIAL MEDICAMENTO(S)/INSUMO(S) FORA DA LISTA DO SUS OU NÃO FORNECIDO PARA O CID DO PACIENTE ATESTO PARA OS DEVIDOS FINS QUE O PACIENTE: ___________________________________________________ Cartão SUS nº ____________________________________________________________________________________ Portador da(s) enfermidade(s) – informar CID(s): __________________________________________________________ Necessita do(s) medicamento(s)/insumos (fraldas/tiras reagentes para diabéticos/alimentação especial). Nome por extenso. Em caso de medicamento deve constar o nome na Denominação Comum Brasileira, bem como, da substância ativa e nome comercializado._________________________________________________________________________________________________ Pelo Período: _____________________________________________________________________________________ Posologia, dosagem diária e mensal: ________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Caso não seja administrado o medicamento ou insumo prescrito poderá ocorrer as seguintes consequências/riscos para a saúde do paciente. Constar o risco de morte (somente se for o caso): _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ Em caso de urgência na ingesta do medicamento ou insumo prescrito constar expressamente._________________________________________________________________________________________________

16 - Justificar a razão pela qual não restou prescrito remédio/insumo integrante das listas padronizadas do SUS e/ou dos Protocolos Clínicos. - Explicar quais os efeitos benéficos do uso do fármaco/insumo prescrito não integrante das listas padronizadas do SUS e/ou Protocolos Clínicos. - Especificar os medicamentos/insumos integrantes das Listas e/ou Protocolos Clínicos que já foram ministrados ao paciente e não foram eficazes no combate da patologia, bem como quais os efeitos colaterais produzidos no organismo do paciente. - Fazer comparação entre os fármacos/insumos das(os) Listas/Protocolos Clínicos e os que não integram, apresentando Evidências Científicas e Estudos Literários atuais do fármaco/insumo prescrito que não integra as Listas/Protocolos Clínicos da rede pública, demonstrando que são mais eficazes para o controle da moléstia. _______________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________ Declaro, ainda, que não possuo qualquer interesse na prescrição do medicamento que não o tratamento da saúde do paciente, bem como não mantenho qualquer vínculo com a indústria farmacêutica. __________, _____ de ________ de 20____. Assinatura (Carimbo, CRM e CPF) DE ACORDO – DO PACIENTE ________________________________

17 Defensor Público Judicial Teoria SistêmicaTrabalho em Rede Ineficiência da Política Pública Existente Direito individual e Direito Coletivo Tutela de Urgência Política Pública Inexistente Demora na Política Pública Existente Direito Individual 70% 30% 70% Tutela de Evidência Extrajudicial

18 Dra. Paula Pinto de Souza Defensora Pública Dirigente do Núcleo de Defesa da Saúde da DPE/RS Telefone: (51) R: 2056 Materiais disponíveis no seguinte endereço eletrônico: pgsistemicos.blogspot.com


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