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MATERIAIS CERÂMICOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL – BLOCOS CERÂMICOS - ALVENARIA Alvenaria é a construção de estruturas e de paredes utilizando unidades ligadas.

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1 MATERIAIS CERÂMICOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL – BLOCOS CERÂMICOS - ALVENARIA Alvenaria é a construção de estruturas e de paredes utilizando unidades ligadas entre si por argamassa. Estas unidades podem ser blocos (de cerâmica, de vidro ou de concreto) e pedras. A alvenaria pode servir tanto para vedação ou como estrutura de uma edificação. Neste segundo caso, assume o nome de alvenaria estrutural.

2 A alvenaria é comumente usada em paredes de edificações, muros de arrimo e monumentos. Os blocos mais comuns são os cerâmicos e os de concreto. Os blocos cerâmicos podem ser maciços (também conhecidos como tijolos) ou vazados. Os blocos de concreto são sempre vazados. A alvenaria como material de construção possui cerca de anos e tem origem na própria civilização, surgindo com a passagem do Homem de coletor a produtor, e de nômade à sedentário. A simplicidade da técnica de construção, baseada na colocação de uma pedra sobre outra pedra, permitiu a sua sobrevivência até aos dias de hoje, obviamente adotando novos materiais e tecnologias industrializadas. Até muito recentemente o interesse da comunidade técnica sobre a alvenaria foi muito reduzido, face à novidade e importância dos materiais de construção do século XX (aço e concreto).

3 UNIDADES PARA EDIFICAÇÕES (TIJOLOS OU BLOCOS) : Os tijolos ou blocos que compõem a alvenaria podem ser constituídos de diferentes materiais, sendo mais utilizados os cerâmicos ou de concreto. Qualquer que seja o material utilizado as propriedades desejáveis são: Ter resistência à compressão adequada; Ter capacidade de aderir à argamassa tornando homogênea a parede; Possuir durabilidade frente aos agentes agressivos (umidade, variação de temperatura e ataque por agentes químicos); Possuir dimensões uniformes; Resistir ao fogo.

4 BLOCOS CERÂMICOS São blocos vazados moldados com arestas vivas retilíneas, sendo os furos cilíndricos ou prismáticos. São produzidos a partir da queima da cerâmica vermelha. A sua conformação é obtida através da extrusão. Durante este processo toda a umidade é expulsa e a matéria orgânica é queimada, ocorrendo a vitrificação com a fusão dos grãos de sílica. Blocos de vedação São blocos usados na construção das paredes de vedação. No assentamento dos blocos cerâmicos de vedação os furos são geralmente dispostos horizontalmente, o que ocasiona a diminuição da resistência dos painéis de alvenaria.

5 Tipologia Conforme mencionado, o processo de vitrificação nas faces do bloco compromete a aderência com a argamassa de assentamento ou revestimento. Por esta razão, as faces dos blocos são constituídas de ranhuras e saliências.

6 BLOCOS DE CONCRETO

7 PAREDES DE ALVENARIA Paredes de vedação São aquelas que resistem apenas ao seu próprio peso, e tem como função separar ambientes ou fechamento externo. Não tem responsabilidade estrutural. Paredes estruturais ou portantes Tem a finalidade de resistir ao seu peso próprio e outras cargas advindas de outros elementos estruturais tais como lajes, vigas, paredes de pavimentos superiores, carga de telhado, etc... Paredes de contraventamento ou enrijecedoras Paredes estruturais projetadas para enrijecer o conjunto, tornando-o capaz de resistir também a cargas horizontais como por exemplo o vento.

8 PROPRIEDADES MECÂNICAS As paredes de alvenaria são uma combinação de unidades (tijolos ou blocos) e argamassa. Para que o conjunto trabalhe de modo eficiente é necessário que a argamassa ligue solidariamente as unidades tornando o conjunto homogêneo. A alvenaria tem bom comportamento à compressão, porém fraca resistência aos esforços de tração. A resistência das alvenarias à tração na direção vertical depende da aderência da argamassa à superfície dos tijolos.

9 Na direção horizontal a resistência à tração, provocada por esforços de flexão, recebe a contribuição da resistência ao cisalhamento que o transpasse das fiadas dos blocos proporciona. A resistência à compressão das alvenarias é dependente de uma série de fatores, sendo os principais: a resistência à compressão dos tijolos, a resistência à compressão das argamassas, a espessura da junta de assentamento, a qualidade da mão-de-obra.

10 AMARRAÇÃO DAS PAREDES Detalhes construtivos como amarração entre paredes, uniformidade, espessura e quantidade de juntas, excentricidades e planicidade das paredes também influem na resistência das mesmas. O controle e a fiscalização, durante a execução, devem ser rigorosamente excercidos. Para que as paredes apresentem maior estabilidade é necessário a amarração das unidades de alvenaria, que é realizada com o trespasse do contrafiamento. Este trespasse auxilia na resistência ao cisalhamento da parede. Por outro lado, é importante que os cantos das paredes sejam executados corretamente, pois as guias de sua execução. Abaixo algumas modalidades de execução de canto de paredes, utilizando tijolos maciços e blocos estruturais. Nestes últimos a amarração é de suma importância, devido a necessidade de modulação das paredes.

11 Medição Blocos Cerâmicos O cálculo dos blocos é realizado a partir da área da alvenaria (pé- direito x comprimento), descontando-se os vãos onde serão instaladas as portas ou esquadrias. Exemplo: A parede possui pé-direito (h) = 2,5 m e comprimento (d) = 4,0 m Desse modo: h x d = 2,5 x 4,0 = 10,0 m² O vão da janela possui altura (h1) = 1,20 m e comprimento (d1) = 1,50 m Desse modo: h1 x d1 = 1,80 m² O vão da porta possui altura (h2) = 2,20 m e comprimento (d2) = 0,80 m

12 Medição Blocos Cerâmicos Desse modo: h2 x d2 = 1,76 m² Conclusão: 10,0 m² - 1,80 m² - 1,76 m² = 6,44 m² Quando não há um projeto de vedação, podem ser considerados cerca de 13 blocos/m² Nesse caso,o resultado aproximado será de 13 x 6,44 = 83,72 blocos. Outro modo de calcular a quantidade de blocos é dividindo a área total da parede pela área do bloco. Como a conta deve ser sempre arredondada para cima,nos casos em que não há projeto de vedação, serão necessários 84 blocos para construir essa alvenaria.

13 ALVENARIAS DE VEDAÇÃO Alvenarias de vedação são aquelas destinadas a compartimentar espaços, preenchendo os vãos de estruturas de concreto armado, aço ou outras estruturas. Assim sendo, devem suportar tão somente o peso próprio e cargas de utilização, como armários, rede de dormir e outros. Devem apresentar adequada resistência às cargas laterais estáticas e dinâmicas, advindas,por exemplo, da atuação do vento, impactos acidentais e outras. ALVENARIAS ESTRUTURAL

14 ALVENARIA ANTES DE INICIAR O SERVIÇO DEVE-SE: 1)Os locais de encontro da primeira fiada e nos contatos da alvenaria com a estrutura devem estar limpos e varridos ENCONTRO DA ALVENARIA COM A ESTRUTURA 1) Umedeça a superfície e aplique o chapisco também na laje, antes de inserir a primeira fiada de blocos.

15 1) Comece a assentar a primeira fiada de blocos. A dimensão e o posicionamento das paredes vem especificado em projeto. 2) Os tijolos da primeira fiada devem estar alinhados, nivelados e aprumados. MARCAÇÃO DA ALVENARIA

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18 1)Após concluir o assentamento da primeira fiada marcar no pilar os pontos que serão furados para recebimento da tela metálica de amarração; 2)Dobrar a tela em L (aproximadamente 90º); 3)Recomenda-se fixar telas a cada 3 fiadas. 4)Para chumbamento pode-se usar uma pistola finca-pinos. 5)As telas devem ter 1cm ou 2cm de espessura a menos que o bloco. AMARRAÇÃO DA ALVENARIA NOS PILARES COM TELA METÁLICA

19 1)Deve ser fixado na estrutura de concreto ferros para amarração da alvenaria na estrutura; 2)Os ferros devem ser fixados com produtos que garantam a aderência.; 3)Recomenda-se fixar ferros-cabelo a cada 3 fiadas. AMARRAÇÃO DA ALVENARIA NOS PILARES COM FERRO CABELO

20 1)Inicie a alvenaria pelas paredes periféricas (por segurança); 2)Coloque o escantilhão que será usado para prender a linha posteriormente; 3)Prenda a linha no escantilhão para checar o prumo antes de levantar a parede; 4)As juntas da última fiada (encontro com viga ou laje) devem ser preenchidos com argamassa nas faces interna e externa; 5)As paredes externas deverão ser fixadas provisoriamente com argamassa. Recomenda-se a cada 1,5m. ELEVAÇÃO DA ALVENARIA

21 ELEVAÇÃO DAS ALVENARIAS

22 1)Nos vãos (portas, janelas e caixas de ar) deixar as medidas conforme projeto; 2)As vergas e contravergas não podem ser esquecidas; 3)As vergas e contravergas deverão transpassar no mínimo 20 cm do lado de cada vão. ABERTURAS

23 LIGAÇÕES ENTRE PAREDES Nos encontros entre paredes (L, T ou cruz) é sempre desejável as juntas em amarração;recomenda-se o emprego de blocos com comprimentos ou formas adaptados para essas ligações.Quando optar-se por encontros entre paredes com juntas a prumo, uma série de cuidados deve ser prevista: maior rigidez dos apoios, disposição de ferros ou telas metálicas nas juntas de assentamento, embutimento de tela no revestimento, cuidados redobrados na compactação da argamassadas juntas horizontais e verticais, etc. Nesse caso a junta deve resultar sempre interna à edicação desaconselhando-se, fortemente, juntas aparentes nas fachadas.

24 FIXAÇÕES (ENCUNHAMENTOS) Nas xações (encunhamentos) com lajes ou vigas superiores, após limpeza e aplicação de chapisco no componente estrutural, recomenda- se o assentamento inclinado de tijolos de barro cozido. Cria-se assim uma espécie de colchão deformável, amortecedor das deformações estruturais que seriam transmitidas à parede.

25 Cuidados a serem tomados 1 – Os tijolos devem ser molhados pouco antes do assentamento, para facilitar a aderência pela eliminação da camada de pó que costuma envolver as peças. A molha serve também para impedir que o tijolo absorva a umidade da argamassa, que fica com menor aderência e resistência à compressão. 2 – A espessura ideal da junta é de 1 cm, mas é aceitável que ela fique com até 1,5 cm. Eventuais variações devem ocorrer única e exclusivamente para ajustar a quantidade de fiadas à cota de respaldo da parede e também para compensar eventuais diferenças de medidas nos tijolos, mas sempre mantendo o nível da fiada e o prumo da parede Saliências maiores que 4,0 cm deverão ser previamente preenchidas com os próprios tijolos da alvenaria, sendo vetado o uso da argamassa para este tipo de enchimento Não se deve cortar tijolo para formar espessura de parede, ou seja, a espessura da parede deve ser conseguida em função da largura do tijolo e não ao contrário Paredes apoiadas sobre vigas contínuas devem ser levantadas simultaneamente, ou seja, durante sua execução não devem ter diferença de altura superior a 1 m. 6 -– Quando a alvenaria estiver sendo usada apenas para vedação, ou seja, enchimento de vãos nas estruturas de concreto armado, são necessárias providências especiais para evitar que a alvenaria trinque junto à viga que fica imediatamente acima. A execução da parede deverá ser suspensa a uma distância de cerca de 20 cm do respaldo, para só depois de 1 ou 2 dias terminar a parede fazendo o que se chama de encunhamento. Este é feito com tijolos inclinados ou cortados em diagonal conforme mostra a figura ao lado. Deve-se tomar o cuidado de usar inclinações diferentes nas duas seções ou partes do painel.

26 7-- Não executar paredes de meio-tijolo com comprimento maior que 5 m. Caso o pano seja maior que isto deve ser prevista uma ou mais colunas de amarração, feitas com concreto armado ou até mesmo com o próprio tijolo Vãos de porta devem ter uma vergas em cima do vão, e os peitoris das janelas devem ter contravergas. Com isto evita-se as trincas a 45º que aparecem nos cantos das portas e janelas em paredes mal feitas Para fazer laje de concreto armado apoiada em alvenaria, deverá ser construída no respaldo, juntamente com a laje, uma cinta de concreto armado com seção mínima de 11 x 11 cm. A função desta cinta é distribuir uniformemente tanto o peso da laje quanto sua movimentação, evitando trincas na alvenaria.

27 Material Composições em volume CimentoCal Hidratada AreiaPedrisco Argamassa de Assentamento Argamassa Encunhamento Graute10,12,52 TRAÇOS

28 Passos do processo: Caixão alimentador – onde o barro é colocado por gravidade e triturado pela primeira vez. Correia transportadora – conduz o barro do caixão alimentador para o misturador Misturador – mistura, amassa e fornece a quantidade de água necessária.

29 Laminador – dois cilindros que moem os pedregulhos e os torrões do barro pela segunda vez. Maromba ou extrusora – prensa formando uma só barra já com os furos do tijolo a ser fabricado, dependendo da forma utilizada o tijolo pode ter dois, quatro, seis, oito, nove furos ou até mesmo não ter. Forma de quatro furos

30 Esteira transportadora – transporta a barra da maromba para o corte. Máquina de corte – com dois fios de aço que cortam os tijolos no tamanho desejado. (possibilitada fazer o meio tijolo Prateleiras de secagem – antes de ir para a queima os tijolos ficam expostos ao vento para secarem bem, pois podem trincar no forno. No verão fica secando durante uma semana, enquanto no inverno fica um mês.

31 Forno – os tijolos são colocados em fileiras espaçadas umas das outras, onde é colocado serragem e lenha por cima para queimar. Esta porta é fechada e o tijolo fica queimando a aproximadamente 800°C durante dois dias e duas noites. Antes de abrir a porta tem um tempo de espera de 12 horas para esfriar e não trincar o tijolo por choque térmico. Laje do forno Classificação – na olaria visitada os tijolos são classificados em requeimado (2ª linha – com trincas e defeitos) e em próprio para reboco (1ª linha).

32 O que é Bloco Cerâmico? Onde o Bloco Cerâmico é utilizado? Quais as vantagens dos Blocos Cerâmicos? Porque os blocos têm os furos na vertical? O que é Alvenaria Estrutural? A mão de obra para a produção de Alvenaria Estrutural deve ser especializada? Qual o procedimento para a compra dos blocos? Quais são as normas da ABNT que fazem referência aos blocos cerâmicos? É permitido fazer cortes nas Alvenarias Estruturais? Como garantir que os blocos que estou recebendo na obra obedecem aos requisitos das normas técnicas? Quais as vantagens da Alvenaria Estrutural (AE) em relação aos sistemas tradicionais de construção, Concreto Armado (CA), por exemplo?


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