A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

A ENTREVISTA Professora Francisca Barros. Existem diferentes tipos de entrevista, entre os quais a entrevista de emprego, a entrevista médica, a entrevista.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "A ENTREVISTA Professora Francisca Barros. Existem diferentes tipos de entrevista, entre os quais a entrevista de emprego, a entrevista médica, a entrevista."— Transcrição da apresentação:

1 A ENTREVISTA Professora Francisca Barros

2 Existem diferentes tipos de entrevista, entre os quais a entrevista de emprego, a entrevista médica, a entrevista jornalística, etc.

3 A entrevista jornalística é difundida pelos meios de comunicação orais e escritos, como o jornal falado da tevê, o rádio, o jornal escrito, a revista e a Internet.

4 As entrevistas publicadas em jornais e revistas, de uma forma geral, objetivam colher informações, opiniões, experiências profissionais e pessoais de uma pessoa de destaque.

5 Antes da entrevista propriamente dita, há um texto (1º parágrafo), que tem a finalidade de: 1. Fazer uma breve apresentação do entrevistado, dando, em linhas gerais, informações sobre sua vida profissional, por exemplo. 2. Contextualizar o assunto que será tratado na entrevista.

6 Antes das perguntas, aparece o nome do jornal, da revista ou do jornalista que está realizando a entrevista (entrevistador); antes das respostas, aparece o nome do entrevistado.

7 No caso do vestibular, que não permite identificação, os nomes, por exemplo, podem ser substituídos por: 1. revista / jornal / repórter – no caso do entrevistador; 2. senhor / cantor / ator – no caso do entrevistado.

8 Para finalizar a entrevista, deve ser feita uma pergunta conclusiva, a fim de que a última resposta do entrevistado tenha um caráter de encerramento de suas idéias.

9 Na entrevista, respeita-se a variedade padrão da língua, eliminando as marcas de oralidade comuns à fala, mas que devem ser evitadas nos textos escritos.

10 E XEMPLO DE E NTREVISTA

11 20/08/ :36 Família de Fortaleza infectada com vírus Influenza A concede entrevista 5 membros da família tiveram a doença - dois deles com exames confirmados

12 O número de pessoas infectadas pelo vírus Influenza A (H1N1) - a gripe suína, já supera a marca de 60 no Estado do Ceará. Foi entrevistada uma família de Fortaleza - marido, esposa e dois filhos (um com 5 anos e um bebê de 9 meses), todos contaminados pelo vírus Influenza A, após viagem ao Estado de Goiás, com passagem por Brasília (DF). Para evitar preconceito, os nomes abaixo são fictícios para preservar a identidade das quatro pessoas.

13 Jornal: Descreva rapidamente os primeiros dias de angústia da família. Célia S.M.: Meu marido, o Sérgio S.R., foi quem começou primeiro a sentir os sintomas. (...) Na quinta, o Sérgio S.R piorou da falta de ar e foi logo ao São José. Lá, foi muito bem atendido e logo internado, porque estava com alterações no pulmão. Como ele foi internado como caso suspeito de gripe suína, levei meu filho também lá e, para ele, foi receitado Tamiflu, mas sem internação, porque ele estava bem.

14 Portal - Célia S.M., qual o pior momento vivido nesse drama? Célia S.M. - O pior desses dias foi dar o Tamiflu. Não tinha em suspensão. Só em comprimido. Aí, eu tinha que diluir em água, misturar com açúcar e dar mel, porque o remédio era muito amargo. Ele [bebê de 9 meses] vomitou o remédio duas vezes. E isso era uma agonia, porque era o remédio mais importante.

15 Jornal: Seu marido fora internado, e o bebê de 9 meses, como reagiu com a gripe suína? Célia S.M. - Eu achava que nem era a tal da gripe, porque meu filho [de 9 meses] tinha reagido bem, o outro [de 5 anos] também e eu não estava sentindo nada... Só cansaço. O Sérgio S.R teve alta na segunda (3 de agosto), como caso confirmado de gripe suína. Aí, na terça, me ligaram da Secretaria de Saúde, dizendo que o caso do bebê de 9 meses era confirmado. Foi um baque. (...) Meu marido ainda ficou a semana na casa da mãe, longe da gente. Ainda tinha o incômodo de não poder sair muito de casa, de usar máscara, de limpar tudo com álcool em gel...Um terror...

16 Jornal: Vocês foram bem nutridos de informações durante o atendimento médico? Célia S.M.: Meu marido só tem elogios ao São José. Ele diz que foi muito bem atendido, melhor do que em hospital particular. Já quando levei meu filho de 5 anos a outro hospital particular, após a confirmação da gripe suína no de 9 meses, não fomos sequer atendidos. Disseram que não estavam preparados para atender esse tipo de caso e sentimos até um clima de medo. Falaram para a gente ficar num canto, até falarem que não iam atender e nos mandaram ir ao São José.

17 Jornal: Vocês suspeitam da contaminação pelo vírus H1N1 ter ocorrido em que lugar? Célia S.M.: Suspeitamos que tenha sido no aeroporto de Brasília ou no avião, porque chegamos na segunda e, na terça, o Sérgio S.R já estava tossindo. Mas não podemos ter certeza, porque agora em qualquer lugar você pode pegar. Jornal: Vocês sofreram algum tipo de preconceito? Célia S.M.: Sim. Quando meu marido já estava de alta, ligaram lá para casa do trabalho dele e eu atendi. Pediram para não retornar ao trabalho [apesar de não haver mais riscos de contaminação]. (...) Além disso, uma amiguinha do meu filho de 5 anos correu dele quando foi em direção a ela.

18 Jornal: Além do seu marido e do bebê, você e seu filho de 5 anos tiveram a temida gripe suína? E outros familiares? Célia S.M.: Segundo o Dr. Anastácio Queiroz, todo mundo pegou. Só que uns estavam mais protegidos e não desenvolveram, como eu e meu filho de 5 anos. A avó paterna também pegou a gripe suína. No trabalho dela, acharam até que ela estava na UTI, sendo que nem sequer foi internada. Fonte: (adaptado)http://diariodonordeste.globo.com


Carregar ppt "A ENTREVISTA Professora Francisca Barros. Existem diferentes tipos de entrevista, entre os quais a entrevista de emprego, a entrevista médica, a entrevista."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google