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ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS PLATELMINTOS E NEMATELMINTOS PROF. VÍCTOR PESSOA.

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1 ZOOLOGIA DOS INVERTEBRADOS PLATELMINTOS E NEMATELMINTOS PROF. VÍCTOR PESSOA

2 PLATELMINTOS CARACTERÍSTICAS GERAIS - Triblásticos – ACELOMADOS; - Simetria bilateral (extremidades anterior e posterior bem definidas); - Corpo achatado dorsoventralmente; Músculos que auxiliam na locomoção

3 - Sistema digestório incompleto (planárias) e ausente (tênias); Faringe protrátil - pode ser projetada para fora do corpo do animal, eliminando sobre o alimento enzimas digestivas (digestão extracelular). O processo digestivo é completado no interior das células (digestão intracelular)

4 - Sistema nervoso formado por gânglios cerebrais, de onde partem cordões nervosos que percorrem longitudinalmente o corpo do animal; Detalhe da cabeça de uma planária exibindo um par de ocelos – estruturas fotorreceptoras.

5 - Sistema excretor constituído por protonefrídios (células-flama ou solenócitos) apresentam uma única extremidade livre (nefridióporo), a qual permite a comunicação com o meio externo (liberação dos excrementos). A outra extremidade comunica-se diretamente com os tecidos do animal. - Não há sistema circulatório (distribuição de substâncias feita pelas ramificações do tubo digestório), respiratório (difusão de gases respiratórios pela superfície corporal) nem esquelético.

6 PRINCIPAIS CLASSES a) TURBELLARIA (TURBELÁRIOS): Reúne todos os platelmintos de vida livre, conhecidos como planárias (marinhas, dulcícolas e terrestres). b) TREMATODA (TREMATÓDEOS): Reúne platelmintos ectoparasitas e endoparasitas. Ex. Schistosoma spp. e Fasciola spp. c) CESTODA (CESTÓDEOS): Reúne endoparasitas conhecidos popularmente como tênias ou solitárias.

7 DOENÇAS CAUSADAS POR PLATELMINTOS

8 ESQUISTOSSOMOSE OU BARRIGA DÁGUA

9 Ciclo de vida do Schistosoma mansoni, causador da esquistossomose

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12 Hepatoesplenomegalia (aumento do tamanho do fígado e do baço, respectivamente)

13 PROFILAXIA * Tratamento de doentes; * Melhoria das condições sócio-econômicas; * Utilização de redes de esgoto ou fossas sanitárias; * Educação sanitária (higiene); * Combate ao caramujo (moluscocidas ou controle biológico); * Evitar contato com lagoas contaminadas.

14 IMPORTANTE * S. mansoni (macho) + S. mansoni (fêmea) * Caramujo (Biomphalaria) Fecundação Ovo Miracídio Miracídio Cercária Pedogênese (Água) Hospedeiro intermediário Hospedeiro Definitivo (Homem) CICLO DIGENÉTICO OU HETEROXÊNICO

15 TENÍASE / CISTICERCOSE

16 Ciclo de vida da Taenia solium

17 Taenia solium e Taenia saginata (semelhanças e diferenças morfológicas)

18 Taenia solium Taenia saginata

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20 OBSERVAÇÃO HOMEM INGERINDO OVOS DE TÊNIA HOMEM INGERINDO CARNE COM CISTICERCOS CISTICERCOSE TENÍASE

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22 PROFILAXIA * Tratamento de doentes; * Higiene; * Saneamento básico; * Inspeção de carnes em abatedouros; * Consumo de carnes suínas ou bovinas e seus derivados bem cozidos.

23 IMPORTANTE Hospedeiro intermediário Hospedeiro Definitivo Taenia soliumTaenia saginata PorcoBoi Homem CICLO DIGENÉTICO OU HETEROXÊNICO

24 NEMATELMINTOS CARACTERÍSTICAS GERAIS - Triblásticos (PSEUDOCELOMADOS); - Corpo cilíndrico e alongado (não segmentado e fino nas extremidades); - Simetria bilateral; - Sistema digestivo completo / protostômios / digestão se inicia na cavidade intestinal e termina dentro das células. A distribuição de nutrientes e de outras substâncias é feita pelo líquido do pseudoceloma; ECTODERME MESODERME ENDODERME PSEUDOCELOMA

25 - Excreção realizada pelo próprio tegumento (excretas nitrogenadas) e pelos renetes (íons) – célula gigante que percorre todo o corpo do animal formando dois longos tubos laterais, unidos por um canal transversal; - Respiração cutânea, facilitada pela existência de uma cutícula recobrindo a superfície corpórea; - Sistema nervoso ganglionar ventral.

26 - Monóicos e dióicos, dependendo da espécie. Há dimorfismo sexual em algumas espécies dióicas; - Podem ser de vida livre ou parasitas.

27 DOENÇAS CAUSADAS POR NEMATELMINTOS

28 Ascaridíase (Ascaris lumbricoides) Presença de apenas um hospedeiro (Ciclo monogenético ou monoxênico) Vermes adultos no intestino

29 Ascaris adultos removidos cirurgicamente do intestino

30 Sintomas: - cansaço, dores abdominais e emagrecimento. Em casos mais graves podem ocorrer obstruções intestinais, sendo necessárias intervenções cirúrgicas. Profilaxia: - Lavar as mãos antes das refeições e após usar o banheiro; - Lavar bem os alimentos; - Defecar em local apropriado e instalar sistemas de esgoto.

31 FEZES COM OVOS LARVAS NO SOLO PENETRAÇÃO ATRAVÉS DA PELE LARVA PERCORRE VÁRIOS ÓRGÃOS: FIGADO – CORAÇÃO - PULMÕES NA TRAQUÉIA SÃO DEGLUTIDOS E RETORNAM PARA O INTESTINO Ancilostomíase, ancilostomose, necaturose ou amarelão (Ancylostoma duodenale ou Necator americanus) Ciclo monogenético ou monoxênico Medem cerca de 1 cm, vive no intestino humano, possuem órgãos semelhantes a dentes, com os quais perfuram a parede do intestino, provocando hemorragia interna e anemia.

32 Larva migrans ou Bicho-geográfico (Ancylostoma brasiliensis) - Os ovos do parasita podem ser encontrados nas fezes de cães e gatos. No ambiente, os ovos eclodem liberando as larvas, que penetram na pele de seres humanos, na qual migram, provocando lesões semelhantes a linhas de um mapa. - Depois de algumas semanas as larvas morrem. - A prevenção é o tratamento dos cães e gatos. A incineração das fezes infectadas, a proibição de animais nas praias e limpeza periódica de parques. Ciclo monogenético ou monoxênico

33 Oxiurose ou enterobiose (Enterobius vermicularis) Ciclo monogenético ou monoxênico

34 - Durante o dia as fêmeas permanecem no intestino grosso, mas a noite dirigem-se a região anal, onde depositam seus ovos. A movimentação das fêmeas na região provoca intensa coceira, e a criança, ao coçar a região, fica com os diminutos ovos nos dedos. Ao colocar as mãos na boca, ingere os ovos, que vão reiniciar o ciclo. - O combate a essa doença é feito através de higiene pessoal e ambiental.

35 Filariose bancroftiana ou elefantíase (Wuchereria bancrofti) Ciclo digenético ou heteroxênico


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