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A Hidrografia Brasileira. HIDROGRAFIA O Brasil apresenta hidrografia bastante diversificada e rica. Para se ter uma idéia, a Bacia Amazônica, que é a.

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1 A Hidrografia Brasileira

2 HIDROGRAFIA O Brasil apresenta hidrografia bastante diversificada e rica. Para se ter uma idéia, a Bacia Amazônica, que é a maior do mundo, tem km, enquanto a do Congo, que é a segunda, tem km, ou seja, um pouco mais da metade da Bacia Amazônica. O transporte hidroviário, apesar de ser um dos mais baratos, é pouco utilizado no país. Se fosse empregado mais intensamente, poderia diminuir os custos dos produtos para o consumidor.Somente a partir da década 90 é que se iniciou uma discussão sobre o aproveitamento de nossos rios para o transporte, mas muito pouco foi feito. Outro fator importante a se considerar é a utilização dos rios para a geração de energia elétrica. O Brasil é o terceiro país em potencialidade de produção de energia hidrelétrica. HIDROGRAFIA O Brasil apresenta hidrografia bastante diversificada e rica. Para se ter uma idéia, a Bacia Amazônica, que é a maior do mundo, tem km, enquanto a do Congo, que é a segunda, tem km, ou seja, um pouco mais da metade da Bacia Amazônica. O transporte hidroviário, apesar de ser um dos mais baratos, é pouco utilizado no país. Se fosse empregado mais intensamente, poderia diminuir os custos dos produtos para o consumidor.Somente a partir da década 90 é que se iniciou uma discussão sobre o aproveitamento de nossos rios para o transporte, mas muito pouco foi feito. Outro fator importante a se considerar é a utilização dos rios para a geração de energia elétrica. O Brasil é o terceiro país em potencialidade de produção de energia hidrelétrica.

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4 Classificação das Bacias Hidrográficas Brasileiras Bacias Principais (recebem nomes dos rios principais): Bacias Principais (recebem nomes dos rios principais): 1. Bacia Amazônica; 2. Bacia do Tocantins- Araguaia; 3. Bacia do São Francisco; 4. Bacia do Paraná- Paraguai; 5. Bacia do Uruguai. Bacias Secundárias (recebem nomes das regiões de ocorrência): Bacias Secundárias (recebem nomes das regiões de ocorrência): 1. do Norte-Nordeste; 2. do Leste; 3. do Sul-Sudeste.

5 BACIA AMAZÔNICA É a maior bacia hidrográfica do mundo e drena aproximadamente 56% do território brasileiro. Banha todos os estados da Região Norte, com exceção do Tocantins e comunica-se com a Bacia do Orenoco, através de vários canais, entre os quais o Cassiquiare, e com a Bacia do Paraguai, através da região das águas emendadas (nordeste de Mato Grosso). É a maior bacia hidrográfica do mundo e drena aproximadamente 56% do território brasileiro. Banha todos os estados da Região Norte, com exceção do Tocantins e comunica-se com a Bacia do Orenoco, através de vários canais, entre os quais o Cassiquiare, e com a Bacia do Paraguai, através da região das águas emendadas (nordeste de Mato Grosso). O principal rio dessa bacia é o Amazonas, que recebe várias denominações, como Urubamba, Yucayalli e Marañon. Ele penetra no Brasil em Tabatinga (AM), recebendo o nome de Solimões até a confluência do Rio Negro. Daí em diante, passa a chamar-se Amazonas. Percorre km no território brasileiro, com um desnível de somente 65 metros. Trata-se, portanto, de um rio de planície. Seus afluentes, por virem de áreas mais altas, têm cachoeiras e são responsáveis pelo elevado potencial hidráulico dessa bacia. O principal rio dessa bacia é o Amazonas, que recebe várias denominações, como Urubamba, Yucayalli e Marañon. Ele penetra no Brasil em Tabatinga (AM), recebendo o nome de Solimões até a confluência do Rio Negro. Daí em diante, passa a chamar-se Amazonas. Percorre km no território brasileiro, com um desnível de somente 65 metros. Trata-se, portanto, de um rio de planície. Seus afluentes, por virem de áreas mais altas, têm cachoeiras e são responsáveis pelo elevado potencial hidráulico dessa bacia.

6 O regime da Bacia Amazônica é complexo. Contribuem para suas cheias as chuvas que caem sobre os afluentes da margem esquerda, situados no Hemisfério Norte, e as chuvas e derretimento de geleiras e neve nos afluentes da margem esquerda, situados no Hemisfério Sul. As cheias ocorrem em março e abril, em conseqüência das chuvas de outono que caem sobre os afluentes da margem direita. Quando há interferência das cheias dos afluentes da margem esquerda, o débito máximo é registrado em junho. O regime da Bacia Amazônica é complexo. Contribuem para suas cheias as chuvas que caem sobre os afluentes da margem esquerda, situados no Hemisfério Norte, e as chuvas e derretimento de geleiras e neve nos afluentes da margem esquerda, situados no Hemisfério Sul. As cheias ocorrem em março e abril, em conseqüência das chuvas de outono que caem sobre os afluentes da margem direita. Quando há interferência das cheias dos afluentes da margem esquerda, o débito máximo é registrado em junho. Rio Amazonas

7 BACIA DO TOCANTINS BACIA DO TOCANTINS É constituída pelo Rio Tocantins e seus afluentes e também denominada de Bacia Araguaia-Tocantins, devido à importância do Rio Araguaia em relação ao volume de água e extensão da bacia. Ela banha os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Pará. O seu principal afluente é o Rio Araguaia, onde se situa a Ilha do Bananal (TO), considerada a maior ilha fluvial do mundo. É constituída pelo Rio Tocantins e seus afluentes e também denominada de Bacia Araguaia-Tocantins, devido à importância do Rio Araguaia em relação ao volume de água e extensão da bacia. Ela banha os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Pará. O seu principal afluente é o Rio Araguaia, onde se situa a Ilha do Bananal (TO), considerada a maior ilha fluvial do mundo. Rio Tocantins

8 BACIA DO SÃO FRANCISCO É constituída pelo Rio São Francisco e seus afluentes, banhando os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O São Francisco é o único rio de grande porte que não seca durante as estiagens prolongadas do Sertão Nordestino. Por causa disso, está sendo cada vez mais utilizado para projetos de irrigação. É navegável desde Pirapora (MG) até Juazeiro (BA). É constituída pelo Rio São Francisco e seus afluentes, banhando os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O São Francisco é o único rio de grande porte que não seca durante as estiagens prolongadas do Sertão Nordestino. Por causa disso, está sendo cada vez mais utilizado para projetos de irrigação. É navegável desde Pirapora (MG) até Juazeiro (BA). O regime da Bacia São- Franciscana é pluvial tropical e as cheias ocorrem durante o verão. O regime da Bacia São- Franciscana é pluvial tropical e as cheias ocorrem durante o verão. Rio São Francisco

9 BACIA DO PARAGUAI É formada pelo Rio Paraguai e seus afluentes e pelos Rios São Lourenço, Taquari, Miranda e Apa. No Brasil, drena os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Durante a época das cheias, o Rio Paraguai e seus afluentes inundam vastas áreas do Pantanal, realimentando várias lagoas da região denominadas de baías, como Cáceres, Guaíba, Uberaba, Piranhas e Mandioré, entre outras. É formada pelo Rio Paraguai e seus afluentes e pelos Rios São Lourenço, Taquari, Miranda e Apa. No Brasil, drena os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Durante a época das cheias, o Rio Paraguai e seus afluentes inundam vastas áreas do Pantanal, realimentando várias lagoas da região denominadas de baías, como Cáceres, Guaíba, Uberaba, Piranhas e Mandioré, entre outras. Rio Paraguai

10 BACIA DO PARANÁ É formada pelo Rio Paraná e seus afluentes, banhando os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. De maneira indireta, através do Rio Iguaçu, um de seus afluentes, drena uma porção do norte de Santa Catarina. É formada pelo Rio Paraná e seus afluentes, banhando os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. De maneira indireta, através do Rio Iguaçu, um de seus afluentes, drena uma porção do norte de Santa Catarina. O Rio Paraná nasce em Minas Gerais com o nome de Paranaíba, contorna o Triângulo Mineiro e, ao receber as águas do Rio Grande, que também nasce em Minas Gerias, passa a denominar-se Rio Paraná. O Rio Paraná nasce em Minas Gerais com o nome de Paranaíba, contorna o Triângulo Mineiro e, ao receber as águas do Rio Grande, que também nasce em Minas Gerias, passa a denominar-se Rio Paraná. O regime da Bacia do Paraná é pluvial tropical, com cheias no verão. Sendo uma bacia constituída de rios planálticos, com quedas e corredeiras, tem elevado potencial hidráulico. É a bacia mais utilizada para gerar energia hidrelétrica no Brasil. O regime da Bacia do Paraná é pluvial tropical, com cheias no verão. Sendo uma bacia constituída de rios planálticos, com quedas e corredeiras, tem elevado potencial hidráulico. É a bacia mais utilizada para gerar energia hidrelétrica no Brasil. Rio Paraná

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12 BACIA DO URUGUAI Banha os estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O seu principal rio é o Uruguai, que serve de divisa entre esses estados no trecho em que seu curso tem direção leste-oeste. Quando se volta para o sudoeste, passa a servir de fronteira entre o Rio Grande do Sul e a República da Argentina. Banha os estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O seu principal rio é o Uruguai, que serve de divisa entre esses estados no trecho em que seu curso tem direção leste-oeste. Quando se volta para o sudoeste, passa a servir de fronteira entre o Rio Grande do Sul e a República da Argentina. O Rio Uruguai nasce da junção dos Rios Pelotas e Canoas, que nascem nas bordas da Serra Geral, em Santa Catarina. O Rio Uruguai nasce da junção dos Rios Pelotas e Canoas, que nascem nas bordas da Serra Geral, em Santa Catarina. Rio Uruguai

13 BACIA DO ATLÂNTICO- NORTE (AMAPÁ) Abrange pequenas bacias hidrográficas que banham o Amapá. Destacam-se as bacias do Oiapoque, Cassiporé, Calçoene e Araguari. Abrange pequenas bacias hidrográficas que banham o Amapá. Destacam-se as bacias do Oiapoque, Cassiporé, Calçoene e Araguari. Rio Oiapoque

14 BACIA DO ATLÂNTICO- NORDESTE BACIA DO ATLÂNTICO- NORDESTE Subdividem-se em Bacia do Meio Norte e Bacia do Nordeste Oriental e abrangem dois tipos de rios: os perenes, que têm água o ano todo, e os temporários, que secam durante parte do ano. Subdividem-se em Bacia do Meio Norte e Bacia do Nordeste Oriental e abrangem dois tipos de rios: os perenes, que têm água o ano todo, e os temporários, que secam durante parte do ano. Meio Norte: Também denominada de Bacia do Nordeste Ocidental, banha os estados do Maranhão e do Piauí, apresentando predomínio de rios perenes. O principal rio dessa bacia é o Parnaíba, que em seu curso médio e inferior faz divisa entre o Maranhão e o Piauí. É um rio volumoso, perene e com elevado potencial hidráulico. A foz do Parnaíba forma um dos maiores deltas do mundo. Meio Norte: Também denominada de Bacia do Nordeste Ocidental, banha os estados do Maranhão e do Piauí, apresentando predomínio de rios perenes. O principal rio dessa bacia é o Parnaíba, que em seu curso médio e inferior faz divisa entre o Maranhão e o Piauí. É um rio volumoso, perene e com elevado potencial hidráulico. A foz do Parnaíba forma um dos maiores deltas do mundo. Nordeste Oriental: Os rios dessa bacia são predominantemente temporários (também denominados de intermitentes), secando durante o período de estiagem. Nordeste Oriental: Os rios dessa bacia são predominantemente temporários (também denominados de intermitentes), secando durante o período de estiagem. Delta do Paranaiba

15 BACIA DO ATLÂNTICO- LESTE Compreende os rios que deságuam no Atlântico entre o litoral de Sergipe e São Paulo. No Nordeste, abrange os rios do Sergipe e da Bahia. Os principais são Doce, Paraíba do Sul, Pardo, Contas e Jequitinhonha. Compreende os rios que deságuam no Atlântico entre o litoral de Sergipe e São Paulo. No Nordeste, abrange os rios do Sergipe e da Bahia. Os principais são Doce, Paraíba do Sul, Pardo, Contas e Jequitinhonha. Rio Doce Linhares

16 BACIA DO ATLÂNTICO-SUDESTE BACIA DO ATLÂNTICO-SUDESTE Também denominadas de Bacias do SudesteSul, abrangem os pequenos rios que nascem na Serra Geral e que correm em direção ao Oceano Atlântico. Elas banham os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Também denominadas de Bacias do SudesteSul, abrangem os pequenos rios que nascem na Serra Geral e que correm em direção ao Oceano Atlântico. Elas banham os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entre os rios, destacam-se o Ribeira, que banha os estados do Paraná e de São Paulo, o Italaí- Açu, que banha Santa Catarina, e o Jacuí, que banha o Rio Grande do Sul. Entre os rios, destacam-se o Ribeira, que banha os estados do Paraná e de São Paulo, o Italaí- Açu, que banha Santa Catarina, e o Jacuí, que banha o Rio Grande do Sul. Rio Mampituba


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