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ARTE & MITOLOGIA/7. JUÍZO ESTÉTICO PURO 1.Comprazimento desinteressado 2.Princípio da Universalidade 3.Subjectivo – jogo das faculdades 4.Forma da conformidade.

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1 ARTE & MITOLOGIA/7

2 JUÍZO ESTÉTICO PURO 1.Comprazimento desinteressado 2.Princípio da Universalidade 3.Subjectivo – jogo das faculdades 4.Forma da conformidade a fins – Logo nenhuma outra coisa senão a conformidade a fins (…) na representação de um objecto sem qualquer fim (objectivo ou subjectivo) (…) pode (…) constituir (…) o fundamento determinante do juízo de gosto. (& 11)

3 SUBLIME O belo concorda com o sublime no facto de que ambos aprazem por si próprios; ulteriormente no facto de que ambos não pressupõem nenhum juízo dos sentidos, nem um juízo lógico- determinante, mas um juízo de reflexão. (…) Ambas as espécies de juízo são singulares mas que se anunciam como universalmente válidas com respeito a cada sujeito, se bem que na verdade reivindiquem simplesmente o sentimento de prazer e não o conhecimento do objecto. (& 23)

4 SUBLIME EM KANT Apreensão de algo grandioso que sugere a ideia de informe, indefinido, caótico e ilimitado. Suspensão do ânimo/alma e consequentemente sentimento doloroso de angústia e temor. Consciência da nossa insignificância frente a essa magnitude incomensurável.

5 SUBLIME EM KANT/2 Reacção de dor mediante um sentimento de prazer resultante da forma informe por meio de uma ideia da Razão (Infinito da natureza, da alma e de Deus). Mediação cumprida entre espírito e natureza por causa da sensibilização da infinitude. Através do sentimento de prazer do sublime o infinito se faz finito, a ideia se faz carne. –Eugenio Trías, Lo Bello y lo Siniestro, p.34

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9 IDEIA ESTÉTICA Por uma ideia estética entendo (…) aquela representação da faculdade da imaginação que dá muito que pensar, sem que contudo qualquer pensamento determinado, isto é, conceito, lhe possa ser adequado. (& 49)

10 SCHELLING Se a intuição estética não é mais do a própria intuição transcendental tornada objectiva, segue-se que a arte é para a filosofia o seu órganon verdadeiro e eterno (…). É por isso que a arte é para o filósofo o que há de mais elevado Sistema do Idealismo Transcendental (1800) III

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14 **** * ** ** **** George Dickie, Introduction to Aesthetics, p.55


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