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Minha carne é verdadeiramente uma comida e meu sangue verdadeiramente uma bebida. (Jo 6, 55)

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Apresentação em tema: "Minha carne é verdadeiramente uma comida e meu sangue verdadeiramente uma bebida. (Jo 6, 55)"— Transcrição da apresentação:

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2 Minha carne é verdadeiramente uma comida e meu sangue verdadeiramente uma bebida. (Jo 6, 55)

3 Caríssimos. Houve um tempo em que Deus enviou o maná para alimentar o povo de Israel, durante sua peregrinação no deserto. O maná era uma espécie de orvalho, que deveria ser recolhido diariamente, antes que o dia amanhecesse e o sol raiasse. Se por um lado o calor do sol derretia o maná, por outro, não adiantava recolher mais que o suficiente para a porção necessária de um dia, pois ele se estragava. Com esse produto recolhido, eles faziam bolos e pães para a sua alimentação. Jesus nos dá um alimento que não passa – a Eucaristia. O Maná que foi dado ao povo do Antigo Testamento tinha como fim somente o alimento por si só. Jesus nos diz que Ele é o Pão da Vida e também nos recomenda que nós nos esforcemos pelo alimento que não se perde. A Eucaristia é o ápice da vida cristã e é por ela que vivemos a união com Deus e com os irmãos. Meditemos.

4 O Maná teve a função de sustentar, de nutrir o israelita nómada para atingir a terra prometida, Canaã, mas não vencia a morte. A Eucaristia é um fermento da vida nova, que faz triunfar da morte, faz passar pela ressurreição, entrar no seio do reino de Deus, atingir a vida eterna. O pão no deserto, no Antigo Testamento, de certo modo iniciava a união com Deus que a Eucaristia, no Novo Testamento, já concede no íntimo da alma, através de véus; o verdadeiro maná celeste – a Eucaristia - designa a visão face a face de Deus Trino.(Dom Estevão Bettencourt)

5 Procuremos Jesus na Eucaristia. Quem adora Jesus não se perde pelo caminho. Quem comunga do seu Corpo e do seu Sangue vai se tornando um cristão eucaristizado. Esse é o alimento para nossa alma. Procure alimentar-se, procure adorá-LO. Sejas um verdadeiro adorador. Assim como o corpo humano tem necessariamente fome de pão e sede de água, para não cair na exaustão, o espírito humano, criado à imagem e semelhança de Deus, tem sede de Deus: Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo (Sal 41,3).

6 A Eucaristia é a resposta de Deus a esta sede dos homens que caminham neste mundo em direcção à Pátria celestial. No deserto, Deus alimentou o seu povo com o maná que caía do céu. O maná era a figura da Eucaristia. Cristo disse: Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu darei, é minha carne para a salvação do mundo (Jo 6, 51).

7 Quando o Senhor instituiu a Sagrada Eucaristia, na Última Ceia, era noite, o que manifestava - como comenta São João Crisóstomo - que os tempos se tinham cumprido (S. Ioannis Chrysostomi In Matthaeum homiliae, 82, 1: PG 58, 700). Abriu-se assim o caminho para um verdadeiro amanhecer: a nova Páscoa. A Eucaristia foi instituída durante a noite, preparando a manhã da Ressurreição. Ela está a indicar-nos que não voltaremos a nos alimentar do maná do deserto, nós que temos o Pão de hoje e de sempre.

8 Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. (Mas) este é o pão que desceu do céu, para que aquele que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo, que desceu do céu. O novo maná, recebido com disposições convenientes, transforma-se em todos os desejos da alma fiel: Fé, Esperança, Caridade, Humildade, Doçura, Paciência, Arrependimento Filial, Zelo Ardente, Coragem Invencível, Santa Alegria.

9 O maná era, pois, o alimento do povo, no deserto, uma coisa miúda, granulosa, e, mesmo como simples figura da Eucaristia, recebe na Bíblia referências de grandeza. Paulo o chama de "alimento espiritual", já prefigurando o pão eucarístico, e o salmista o chama de "trigo do céu" e "pão dos anjos" (Cf. Sl 77, 24-25).

10 O maná, porém, desaparece, quando Josué atravessa o Rio Jordão (Cf. Jos 5,10-12), isto porque o povo passaria a comer dos frutos da terra, como uma graça de Deus, concedida na aprendizagem e já na posse da terra prometida. Vê-se, pois, que o maná era alimento passageiro, que cessou, assim, no tempo, mas a Eucaristia, sacrifício de Cristo, como Cordeiro imolado, é o alimento eterno dos filhos de Deus (Cf. Jo 6,47-51).

11 Ó Maria, Mãe da Eucaristia, intercedei por nós, introduze-nos no amor de Jesus Sacramentado, colocai-nos no Sagrado Coração Eucarístico para que nEle e por Ele possamos dar graças sem fim ao Eterno Pai, que com o Verbo Encarnado e o Espírito Santo vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém


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