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GESTÃO NA SOCIEDADE BRASILEIRA

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Apresentação em tema: "GESTÃO NA SOCIEDADE BRASILEIRA"— Transcrição da apresentação:

1 GESTÃO NA SOCIEDADE BRASILEIRA
ANDRÉ PUGLIESE PAULA KARINI

2 ROTEIRO EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA GESTÃO
PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES DA GESTÃO REFLEXOS DA GESTÃO NA SOCIEDADE

3 FREDERICK WINSLOW TAYLOR
1856 – 1915 PHILADELPHIA USA O PAI DA ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DE OFICINAS 1903 PRINCÍPIOS DA ADM. CIENTÍFICA 1911 Fonte:www.socserv2.socsci.mcmaster.ca

4 DESDOBRAMENTOS DA ABORDAGEM CLÁSSICA:
ABORDAGEM CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO TEORIA CLÁSSICA CIENTÍFICA ÊNFASE NA ESTRUTURA ÊNFASE NAS TAREFAS Taylor Fayol

5 PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO DE TAYLOR
PRINCÍPIO DO PLANEJAMENTO PRINCÍPIO DO PREPARO EMPIRISMO X MÉTODO APTIDÕES E TREINAMENTO

6 PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO DE TAYLOR
PRINCÍPIO DO CONTROLE PRINCÍPIO DA EXECUÇÃO CONFORME O PREVISTO ATRIBUIÇÕES E DISCIPLINA

7 FORDISMO LINHA DE MONTAGEM
POR MEIO DA RACIONALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO, HENRY FORD IDEALIZOU A LINHA DE MONTAGEM

8 PRODUÇÃO EM SÉRIE OU EM MASSA
FORDISMO O QUE LHE PERMITIU A PRODUÇÃO EM SÉRIE OU EM MASSA

9 INSERIR O FILME TEMPOS MODERNOS

10 TEORIA CLÁSSICA

11 FUNDADOR DA TEORIA CLÁSSICA
HENRI FAYOL 1841 – 1925 - CONSTANTINOPLA - PARIS FUNDADOR DA TEORIA CLÁSSICA ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL E GERAL Fonte:http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=FAYOL&sa=N&tab=wi

12 FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS
TÉCNICAS FUNÇÕES COMERCIAIS FUNÇÕES FINANCEIRAS FUNÇÕES SEGURANÇA FUNÇÕES CONTÁBEIS

13 1- PREVISÃO 2- ORGANIZAÇÃO 3- COMANDO 4- COORDENAÇÃO 5- CONTROLE
FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR 1- PREVISÃO 2- ORGANIZAÇÃO 3- COMANDO 4- COORDENAÇÃO 5- CONTROLE

14 POC3 FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS FUNÇÕES NÃO ADMINISTRATIVAS
NÍVEIS MAIS ELEVADOS POC3 FUNÇÕES NÃO ADMINISTRATIVAS NÍVEIS MAIS BAIXOS

15

16 TEORIA DA BUROCRACIA

17 SOCIOLOGIA MAX WEBER 1864-1920 ALEMANHA TEORIA DA BUROCRACIA

18 LEGAL, RACIONAL, OU BUROCRÁTICA
TIPOS DE SOCIEDADE TRADICIONAL CARISMÁTICA LEGAL, RACIONAL, OU BUROCRÁTICA

19 VANTAGENS DA BUROCRACIA
RACIONALIDADE PRECISÃO NA DEFINIÇÃO DO CARGO E DA OPERAÇÃO RAPIDEZ NAS DECISÕES UNIVOCIDADE DE INTERPRETAÇÃO UNIFORMIDADE DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS

20 VANTAGENS DA BUROCRACIA
CONTINUIDADE DA ORGANIZAÇÃO REDUÇÃO DO ATRITO ENTRE AS PESSOAS CONSTÂNCIA CONFIABILIDADE BENEFÍCIOS PARA AS PESSOAS NA ORGANIZAÇÃO

21 Previsibilidade do Funcionamento Imprevisibilidade do Funcionamento
BUROCRACIA Características Disfunções 1. Caráter legal das normas 2. Caráter formal das comunicações 3. Divisão do trabalho 4. Impessoalidade no relacionamento 5. Hierarquização da autoridade 6. Rotinas e procedimentos 7. Competência técnica e mérito 8. Especialização da administração 9. Profissionalização 1. Internalização das normas 2. Excesso de formalismo e papelório 3. Resistência a mudanças 4. Despersonalização do relacionamento 5. Categorização do relacionamento 6. Superconformidade 7. Exibição de sinais de autoridade 8. Dificuldades com clientes Previsibilidade do Funcionamento Imprevisibilidade do Funcionamento

22 SISTEMA SOCIAL RACIONAL
O MODELO BUROCRÁTICO DE WEBER SISTEMA SOCIAL RACIONAL EXIGÊNCIA DE CONTROLE CONSEQÜÊNCIAS PREVISTAS PREVISIBILIDADE DO COMPORTAM. CONSEQÜÊNCIAS IMPREVISTAS DISFUNÇÕES DA BUROCRACIA MAIOR EFICIÊNCIA INEFICIÊNCIA

23 TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

24 O PAI DAS RELAÇÕES HUMANAS
GEORGE ELTON MAYO 1880 – 1949 O PAI DAS RELAÇÕES HUMANAS A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE Fonte:

25 1 CONTRIBUIÇÕES O NÍVEL DE PRODUÇÃO É RESULTANTE DA INTEGRAÇÃO SOCIAL
COMPORTAMENTO SOCIAL DOS EMPREGADOS RECOMPENSAS E SANÇÕES SOCIAIS

26 CONTRIBUIÇÕES RELAÇÕES HUMANAS GRUPOS INFORMAIS
IMPORTÂNCIA DO CONTEÚDO DO CARGO ÊNFASE NOS ASPECTOS EMOCIONAIS

27 A EVOLUÇÃO CONCEITUAL CARACTE- RÍSTICAS CLÁSSICA HUMANAS FADIGA
ESTUDOS DE TEMPOS E MOVIMENTOS MONOTONIA ROTINIZAÇÃO UNIDADE DE ANÁLISE CARGO: TAREFAS/ T&M GRUPO: REL. HUMANAS CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO ESTRUTURA FORMAL ESTRUTURA SOCIAL

28 A EVOLUÇÃO CONCEITUAL CARACTE- RÍSTICAS CLÁSSICA HUMANAS GRÁFICA
REPRESEN- TAÇÃO GRÁFICA ORGANOGRAMA SOCIOGRAMA ABORDAGEM HOMEM X MÁQUINA HOMEM X ORGANIZAÇÃO MODELO DE HOMEM VANTAGEM FINANCEIRA MOTIVADO POR SENTIMENTOS

29 A EVOLUÇÃO CONCEITUAL CLÁSSICA HUMANAS HOMEM ISOLADO HOMEM SOCIAL
CARACTE- RÍSTICAS CLÁSSICA HUMANAS COMPORTAMENTO DO INDIVÍDUO HOMEM ISOLADO HOMEM SOCIAL COMPORTAMENTO FUNCIONAL PADRONIZÁVEL NÃO PADRONIZÁVEL INCENTIVOS MAIOR SALÁRIO APOIO E ELOGIO

30 TEORIA COMPORTAMENTALISTA

31 HIERARQUIA DAS NECESSIDADES ABRAHAN MASLOW
AUTO- REALIZAÇÃO NECESSIDADES SECUNDÁRIAS AUTO-ESTIMA SOCIAIS SEGURANÇA NECESSIDADES PRIMÁRIAS FISIOLÓGICAS

32

33 ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS

34 PROFISSÃO ADMINISTRADOR
PETER DRUCKER 1909 – 2005 VIENA - ÁUSTRIA PROFISSÃO ADMINISTRADOR PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS ADMINISTRAÇÃO EM TEMPOS TURBULENTOS

35 CARACTERÍSTICAS DA APO
ESTABELECIMENTO CONJUNTO DE OBJETIVOS ESTABELECIMENTO DE OBJETIVOS PARA CADA DEPARTAMENTO OU POSIÇÃO INTERLIGAÇÃO ENTRE OS VÁRIOS OBJETIVOS DEPARTAMENTAIS

36 CARACTERÍSTICAS DA APO
ÊNFASE NA MENSURAÇÃO E NO CONTROLE DE RESULTADOS CONTÍNUA AVALIAÇÃO, REVISÃO E RECICLAGEM DOS PLANOS PARTICIPAÇÃO ATUANTE DAS GERÊNCIAS E DOS SUBORDINADOS

37 LONGO PRAZO E STRATÉGICO E MÉDIO E CURTO PRAZO T ÁTICO O PERACIONAL

38 BENEFÍCIOS COM A APO ACLARAMENTO DE OBJETIVOS MELHORIA DO PLANEJAMENTO
PADRÕES CLAROS PARA CONTROLE AUMENTO DA MOTIVAÇÃO DAS PESSOAS AVALIAÇÃO MAIS OBJETIVA DOS RESULTADOS MELHORIA DO MORAL

39 PROBLEMAS COM A APO COERÇÃO SOBRE OS SUBORDINADOS
APROVAÇÃO DE OBJETIVOS INCOMPATÍVEIS PAPELÓRIO EM EXCESSO FOCALIZAÇÃO SOBRE RESULTADOS MAIS FACILMENTE MENSURÁVEIS DO QUE SOBRE RESULTADOS MAIS IMPORTANTES PERSEGUIÇÃO RÍGIDA DE OBJETIVOS QUE PODERIAM SER ABANDONADOS

40 A TRANSIÇÃO DO ESTILO ADMINISTRATIVO COM A APO
PRÉ-APO PÓS-APO ADM. DO COTIDIANO FOCO NO FUTURO OLHAR PARA DENTRO OLHAR PARA FORA ORIENTAÇÃO PARA PRODUTOS ORIENTAÇÃO PARA PESSOAS ORIENTAÇÃO PARA ORGANIZAÇÃO ORIENTAÇÃO PARA CLIENTES FOCO NAS ATIVIDADES FOCO NOS RESULTADOS ADM. DA ROTINA ADM. DE INOVAÇÕES

41 A TRANSIÇÃO DO ESTILO ADMINISTRATIVO COM A APO
PRÉ-APO PÓS-APO ÊNFASE NO COMO ÊNFASE NO PARA QUÊ FOCO NO DINHEIRO, MÁQUINAS, MATERIAIS FOCO NAS PESSOAS, MENTALIDADE, TEMPO CONTROLE CENTRALIZADO INICIATIVA DESCENTRALIZADA ESTILO AUTORITÁRIO ESTILO PARTICIPATIVO INDIVIDUALISMO TRABALHO EM EQUIPE MISSÃO CAUSA

42 TEORIA SISTÊMICA

43

44 MODELO EMPRESARIAL ESQUEMÁTICO
ECONOMIA MODELO EMPRESARIAL ESQUEMÁTICO SOCIEDADE CONCORRENTES EMPRESA TECNOLOGIA FORNECEDORES EMPRESA

45 MERGULHANDO NO CONCEITO
SISTEMA É UM CONJUNTO DE ELEMENTOS, INTERAGENTES E INTERDEPENDENTES, CADA QUAL COM SUA FUNÇÃO ESPECÍFICA, QUE TRABALHA EM SINTONIA PARA ATINGIR DETERMINADO OBJETIVO COMUM.

46 CONCEITO DE SISTEMAS CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS TIPOS DE SISTEMAS
PROPÓSITO OU OBJETIVO GLOBALISMO OU TOTALIDADE INTERDISCIPLINARIDADE TIPOS DE SISTEMAS QUANTO À SUA CONSTITUIÇÃO: CONCRETOS OU ABSTRATOS QUANTO À SUA NATUREZA: FECHADOS OU ABERTOS

47 CARACTERÍSTICAS COMUNS DAS ORGANIZAÇÕES SISTEMAS ABERTOS
O CICLO DE EVENTOS A ENTROPIA NEGATIVA O PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO O CRESCIMENTO E A MANUTENÇÃO EQÜIFINALIDADE

48 CARACTERÍSTICAS DA ORGANIZAÇÃO SISTÊMICA
PODER E NORMATIZAÇÃO TÊM CARÁTER DE AUTO-REGULAÇÃO LIDERANÇAS SÃO ORIENTATIVAS (E NÃO IMPOSITIVAS) A EMPRESA É UMA ORGANIZAÇÃO SOCIAL: CLIENTE, FORNECEDOR E PROCESSADOR DESEMPENHA VÁRIOS PAPÉIS DEPENDE DO EQUILÍBRIO DE TODOS OS SUBSISTEMAS, ELEMENTOS E INTERAÇÕES QUE COMPÕEM O TODO

49 TEORIA CONTINGENCIAL

50 AMBIENTE GERAL E AMBIENTE DE TAREFA
TECNOLÓGICAS AMBIENTE DE TAREFA CONCORRENTES CULTURAIS ECOLÓGICAS LEGAIS POLÍTICAS FORNECEDORES EMPRESA CLIENTES ENTIDADES REGULADORAS ECONÔMICAS DEMOGRÁFICAS

51 PROPRIEDADES DA ESTRUTURA PESQUISA DE BURNS E STALKER
MECANÍSTICA COORDENAÇÃO CENTRALIZADA PADRÕES RÍGIDOS DE INTERAÇÃO EM CARGOS BEM DEFINIDOS LIMITADA CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO ADEQUADO PARA TAREFAS SIMPLES E REPETITIVAS ADEQUADO PARA EFICIÊNCIA DA PRODUÇÃO PESQUISA DE BURNS E STALKER

52 PROPRIEDADES DA ESTRUTURA
ORGÂNICA ELEVADA INTERDEPENDÊNCIA INTENSA INTERAÇÃO EM CARGOS AUTO-DEFINIDOS, FLEXÍVEIS E MUTÁVEIS CAPACIDADE EXPANDIDA DE PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO ADEQUADO PARA TAREFAS ÚNICAS E COMPLEXAS ADEQUADO PARA CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO PESQUISA DE BURNS E STALKER

53 ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM

54 AS CINCO DISCIPLINAS DOMÍNIO PESSOAL MODELOS MENTAIS
VISÕES COMPARTILHADAS APRENDIZAGEM EM GRUPO PENSAMENTO SISTÊMICO

55 DOMÍNIO PESSOAL AUTO-CONHECIMENTO EDUCAÇÃO CARACTERÍSTICAS CULTURAIS
APRENDIZADO DIFERENÇAS

56 MODELOS MENTAIS MAPA DE IDENTIDADE IDÉIAS BÁSICAS RELAÇÃO COM O MUNDO
REAPRENDIZAGEM QUEBRA DE PARADIGMAS

57 VISÃO COMPARTILHADA OBJETIVOS CLAROS E COMUNS
TRADUÇÃO DA VISÃO INDIVIDUAL EM COMPARTILHADA IDENTIFICAÇÃO DE OBJETIVOS GRUPAIS COMPROMISSO E ENVOLVIMENTO

58 APRENDIZAGEM EM GRUPO LÓGICA COMUM
SOMA DAS HABILIDADE INDIVIDUAIS – GANHO APRENDIZAGEM INDIVIDUAL X APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

59 PENSAMENTO SISTÊMICO TEORIA E PRÁTICA “FIOS INVISÍVEIS”
ENXERGAR O “TODO” ORGANIZACIONAL RECONSIDERAÇÃO DOS NÍVEIS HIERÁRQUICOS

60 TUDO ISSO PARA “TENTAR” LHE CONVENCER QUE VOCÊ É UM(A)...
GESTOR(A)


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