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UNIVERSIDADE DE ITAÚNA FACULDADE DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO III

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Apresentação em tema: "UNIVERSIDADE DE ITAÚNA FACULDADE DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO III"— Transcrição da apresentação:

1 UNIVERSIDADE DE ITAÚNA FACULDADE DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO III
FUNDAMENTOS DAS DOENÇAS DO SISTEMA TEGUMENTAR Prof. Rufino de Freitas Silva 24 de agosto de 2012

2 SUMÁRIO DA TARDE Considerações gerais Acne
Infecções bacterianas da pele Dermatoses zooparasitárias Dermatomicoses Dermatoviroses Bibliografia

3 Fundamentos das Doenças do Sistema Tegumentar
PELE-CONSIDERAÇÕES GERAIS Doenças da pele Doenças sistêmicas com acometimento da pele Doenças psíquicas com acomentimento da pele Doenças ocupacionais com acometimento da pele

4 Fundamentos das Doenças do Sistema Tegumentar
MECANISMOS DE DEFESA DA PELE Imunidade Efeito de barreira pH da pele Ácidos graxos Pele seca Interferência bacteriana

5 Fundamentos das Doenças do Sistema Tegumentar
Etiologia Acne Bacteriana Zooparasitária Micoses Viroses Discromias Doenças eritêmato-pápulo-descamativas Colagenoses Hanseníase Púrpuras Dermatoses ocupacionais Tumores de pele Farmacodermias

6 ACNE Multicausal Predomina em pele rica em folículos pilossebáceos
ETIOPATOGÊNESE Multicausal Predomina em pele rica em folículos pilossebáceos Herança autossômica dominante com expressão variável Propionebacterium acnes

7 ACNE Lesões iniciais não são inflamatórias: comedoniana
QUADRO CLÍNICO Lesões iniciais não são inflamatórias: comedoniana Lesões secundárias são inflamatórias: pápulo-pustulosa Acne fulminante

8 ACNE Diminuir secreção sebácea AINE Antibióticos Ác. Azeláico
TRATAMENTO Diminuir secreção sebácea AINE Antibióticos Ác. Azeláico Peróxido de benzoíla Retinóides

9 INFECÇÕES BACTERIANAS
CLASSIFICAÇÃO Infecção local ou à distância Primárias e secundárias Supurativas e não supurativas

10 IMPETIGO Estafilo/estreptococo
ETIOPATOGÊNESE Estafilo/estreptococo Mais freqüente em crianças/ baixa higiene Trauma cutâneo

11 IMPETIGO Impetigo bolhoso acomete mais os neonatos
QUADRO CLÍNICO Impetigo bolhoso acomete mais os neonatos Fraqueza,diarréia, febre Mácula eritematosa Pústula ou bolha

12 IMPETIGO Limpeza com água morna e sabões antissépticos
TRATAMENTO Limpeza com água morna e sabões antissépticos Antibióticos tópicos e sistêmicos Cuidado com GNDAPE

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14 CELULITE Infecção da derme e do TCS Via hematogênica ou externa
ETIOPATOGÊNESE Infecção da derme e do TCS Via hematogênica ou externa Quebra da barreira

15 CELULITE Eritema+inflamação Sinais prodrômicos
QUADRO CLÍNICO Eritema+inflamação Sinais prodrômicos Necrose,pústulas,bolha necrose,vesículas QC+lab+micro

16 CELULITE/ERISIPELA Repouso e elevação de membro AINE Antibiótico KMnO4
TRATAMENTO Repouso e elevação de membro AINE Antibiótico KMnO4 Considerar internação Erisipela:celulite+envol vimento linfático Foliculite:similar

17 FASCIITE NECROSANTE ETIOPATOGÊNESE Necrose rapidamente progressiva do TCS e da fáscia muscular Polimicrobiana Trauma Qualquer idade Letalidade de até 40%

18 FASCIITE NECROSANTE Celulite sem resposta a antibiótico
QUADRO CLÍNICO Celulite sem resposta a antibiótico Evolui para lesão eritêmato- purpúrica lisa e brilhante Substituídas por áreas cinza- azuladas Necrose+anestesia Choque Fournier

19 FASCIITE NECROSANTE Antibiótico(s) Desbride cirúrgico Ig
TRATAMENTO Antibiótico(s) Desbride cirúrgico Ig Aporte nutricional

20 FURÚNCULO E ANTRAZ ETIOPATOGÊNESE Estafilococcia do folículo piloso e da glândula sebácea Antraz:conjunto de furúnculos

21 FURÚNCULO E ANTRAZ Pápula eritematosa Tumoração com intensa flogose
QUADRO CLÍNICO Pápula eritematosa Tumoração com intensa flogose Flutuação:3 a 5 dias

22 FURÚNCULO E ANTRAZ Compressas mornas Analgésicos Drenagem
TRATAMENTO Compressas mornas Analgésicos Drenagem Antibióticos: -nariz/ouvido -lesões grandes -celulite -quando sem resposta x

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24 DERMATOSES ZOOPARASITÁRIAS
ESCABIOSE PEDICULOSE LARVA MIGRANS MIÍASE TUNGÍASE

25 ESCABIOSE Ectoparasitose,benigna e comum
ETIOPATOGÊNESE Ectoparasitose,benigna e comum Sarcoptes scabiei (var. hominis)(fêmea) Imunidade herdada Contato com infestado Túnel acariano

26 ESCABIOSE Prurido Túnel acariano História de contato
QUADRO CLÍNICO Prurido Túnel acariano História de contato Formas clínicas especiais:nodular,transmitida por animais,do indivíduo asseado,incógnita,noruegue- sa,SIDA

27 ESCABIOSE Escabicida em todo o corpo
TRATAMENTO- MEDIDAS GERAIS Escabicida em todo o corpo Unhas aparadas e encharcadas de escabicida Estender tratamento a todos os contatos íntimos

28 ESCABIOSE Piretróides:permetrina, deltametrina Lindano(GBH)
TRATAMENTO-ESPECÍFICO Piretróides:permetrina, deltametrina Lindano(GBH) Benzoato de benzila Monossulfiram Ivermectina Não há prevenção primária específica

29 PEDICULOSE(ANOPLURIDOSE)
ETIOPATOGÊNESE Ordem Anoplura: Pediculus humanus,Phthirius pubis Hematófago Podem ser vetores:tifo,borreliose Contactantes Ftiríase:sexual

30 PEDICULOSE(ANOPLURIDOSE)
QUADRO CLÍNICO Prurido Pápulas Adenopatia cervical lêndeas

31 PEDICULOSE(ANOPLURIDOSE)
TRATAMENTO Vide escabiose Solução vinagre/água SMZ+TMP xxx

32 LARVA MIGRANS Dermatite serpiginosa Ancylostoma brasiliensis
ETIOPATOGÊNESE Dermatite serpiginosa Ancylostoma brasiliensis Larva filarióide

33 LARVA MIGRANS Qualquer região
QUADRO CLÍNICO Qualquer região Cordão sinuoso,elevado, eritematoso,bizarro e serpiginoso,de 3mm Síndrome de Löeffler

34 LARVA MIGRANS Tiabendazol a 1ou 5% Plástico Albendazol vo Ivermectina
TRATAMENTO Tiabendazol a 1ou 5% Plástico Albendazol vo Ivermectina Não há prevenção primária específica

35 MIÍASE ETIOPATOGÊNESE Infestação por larva de díptero
(Dermatobia hominis) Miíase primária: larva: -furunculóide -migratória Miíase secundária: ovo: -cutânea -cavitária -intestinal

36 MIÍASE Pápula eritematosa Nódulo com orifício central Dor em ferroada
QUADRO CLÍNICO Pápula eritematosa Nódulo com orifício central Dor em ferroada

37 MIÍASE MPF:asfixia/expressão Anestesia local MSC:éter/retirada manual
TRATAMENTO MPF:asfixia/expressão Anestesia local MSC:éter/retirada manual

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39 TUNGÍASE Tunga penetrans Solo arenoso,quente e seco Hematófago
ETIOPATOGÊNESE Tunga penetrans Solo arenoso,quente e seco Hematófago Cresce 10 x Põe até 300 ovos

40 TUNGÍASE Pápula amarelada Ponto negro central Lesões se coalescem
QUADRO CLÍNICO Pápula amarelada Ponto negro central Lesões se coalescem

41 TUNGÍASE Agulha estéril Pincelar iodo
TRATAMENTO Agulha estéril Pincelar iodo Prevenção primária não específica: calçados e desinfestação local com inseticidas ou fogo x

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44 MICOSES SUPERFICIAIS CONCEITO São lesões produzidas por fungos que afetam a camada superficial da pele e seus anexos.

45 DERMATOFITOSES(TINHAS)
ETIOPATOGÊNESE Integridade da pele Imunidade celular Geo-zoo-antropofílicos Tinha:da barba,da cabeça, tonsurante,favosa,da mão,do pé,crural,das unhas

46 DERMATOFITOSES(TINHAS)
QUADRO CLÍNICO Lesões exsudativas com bordos pápulo- eritêmato-vésico- escamosas Prurido Deformidade ungueal Irregularidade capilar

47 DERMATOFITOSES(TINHAS)
TRATAMENTO TÓPICO:2 x dia,4 semanas Azólicos:ceto/iso/tioconazol Alilaminas:terbinafina SISTÊMICO:formas graves,imunodeprimidos,cabelo,un has:griseofulvina,cetoconazol, itraconazol,fluconazol

48 PITIRÍASE VERSICOLOR Afecção fúngica comum Malassezia
ETIOPATOGÊNESE Afecção fúngica comum Malassezia Máculas hipocrômicas ou róseo- acastanhadas Saprófita

49 PITIRÍASE VERSICOLOR Azólicos/sulfeto de selênio/hipossulfito de sódio
TRATAMENTO Azólicos/sulfeto de selênio/hipossulfito de sódio Todos os tratamentos tópicos+xampu

50 CANDIDÍASE Levedura oportunista Comensal podendo tornar-se parasita
ETIOPATOGÊNESE Levedura oportunista Comensal podendo tornar-se parasita Pode ser invasiva

51 CANDIDÍASE Mucocutânea: -oral -intertriginosa -balanoprepucial/
QUADRO CLÍNICO Mucocutânea: -oral -intertriginosa -balanoprepucial/ -vulvovaginal/ -paroníquia Invasiva: -órgãos,candidemia

52 CANDIDÍASE Controlar fatores predisponentes
TRATAMENTO Controlar fatores predisponentes Nistatina comprimido ou solução oral Tratar imunodeficiências

53 DERMATOVIROSES HERPESVÍRUS HUMANO POXVÍRUS PAPILOMAVÍRUS HUMANO
PARAMIXOVÍRUS(SARAMPO, RUBÉOLA)

54 HERPESVÍRUS HUMANO Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
OITO TIPOS DE HERPESVÍRUS HUMANO(HVH) Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1) Vírus do herpes simples tipo 2(HSV-2) Vírus do varicelazóster(VZV)(HVH-3) Vírus Epstein-Barr(EBV)(HVH-4) Citomegalovírus(CMV)(HVH-5) Roséola do lactente(HVH-6) Exantema súbito(HVH-7) Sarcoma de Kaposi(HVH-8)

55 Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
CONSIDERAÇÕES Hespesvirus hominis- tipo 1 e 2 Infectam pele e nervos HSV 1:labial HSV 2:genital

56 Vírus do herpes simples tipo 2(HSV-2)
HERPES VULVAR EPIDEMIOLOGIA MUNDIAL HSV-2:MAIS PREVALENTE NAS MULHERES PROMISCUIDADE SEXUAL

57 Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
PATOGÊNESE INTRACELULAR CONTATO DIRETO COM SALIVA E OUTRAS SECREÇÕES PELE:VESÍCULAS(INFECÇÃO PRIMÁRIA) GÂNGLIO SENSITIVO(TRIGÊMIO OU SACRO) REATIVAÇÃO(INFECÇÃO RECIDIVANTE): ESTRESSE,FEBRE, IMUNODEFICIÊNCIA,LUV

58 Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
CLÍNICA-INFECÇÃO PRIMÁRIA ASSINTOMÁTICA SINTOMÁTICA APÓS 3 A 7 DIAS DA EXPOSIÇÃO GENGIVOESTOMATITE DOR LOCAL ADENOPATIA FEBRE VESÍCULA,ERITEMA E EDEMA RADICULOMIELITE PROCTITE HERPES GLADIATORUM

59 Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
CLÍNICA RECIDIVANTE NEONATAL CERATOCONJUNTIVITE HERPÉTICA PANARÍCIO HERPÉTICO IMUNODEPRIMIDO ECZEMA HERPÉTICO

60 Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
DIAGNÓSTICO CITODIAGNÓSTICO IFD SOROLOGIA CULTURA TISSULAR PCR

61 Vírus do herpes simples tipo 1(HSV-1)
TRATAMENTO ACICLOVIR TO ACICLOVIR 200 mg 5/5 horas ACICLOVIR IV 5 mg/Kg 8/8 horas

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63 POXVÍRUS MOLUSCO COONTAGIOSO VARÍOLA

64 Molusco Contagioso Mundial Pele Contato pele-pele
Pápulas firmes semi- esféricas com depressão central

65 Molusco Contagioso TRATAMENTO CURETAGEM +IODO NITROGÊNIO LÍQUIDO x

66 BIBLIOGRAFIA 1-www.atlasdermatologico.com.br BÁSICA COMPLEMENTAR
1.LOPES, A. C. Tratado de Clínica Médica. 1ª ed.São Paulo:Roca. 2. SAMPAIO, Sebastião A. P. Dermatologia. 3. ed. São Paulo: Artes Médicas, p. ISBN 1-www.atlasdermatologico.com.br 2-www.derma.epm.br/apresenta.htm/ conteudo_lesoes elementares

67 Obrigado! rufino@uit.br


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