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ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS PARTE 1 TECNOLOGIA DO PRODUTO: PRODUTO, PROCESSO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO PLT -

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1 ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS PARTE 1 TECNOLOGIA DO PRODUTO: PRODUTO, PROCESSO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO PLT - CAPÍTULO 2 PROFESSOR: FERNANDO HENRIQUE DIAS AULA 03 22/08/2013

2 2 INTRODUÇÃO Quando falamos em produtos, pensamos imediatamente em materiais, físicos e tangíveis utilizado para consumo ou reprodução de outros bens. Quando o assunto são serviços, no entanto, pensamos em algo difícil de mensurar, ou seja algo intangível.

3 3 INTRODUÇÃO As diferenças entre produtos e serviços, são um pouco mais complexa, envolvendo por exemplo, o grau de uniformização e mecanização, bem como os insumos utilizados.

4 4 TECNOLOGIA DO PRODUTO O desenvolvimento de uma tecnologia, ou o aperfeiçoamento de uma já existente, se dá quando necessário. Alguns problemas encontrados no manejo dos materiais: Excesso de produtos (estoques de matéria-prima material em processo de fabricação); Falta de espaço para armazenagem.

5 5 METODOLOGIA PRP (Product Realization Process) O fluxo de uma empresa pode ser representado com um conjunto de entradas, que são então processadas gerando um conjunto de saídas ligado por uma retroalimentação (feedback). É preciso que a tecnologia seja viável e que haja algum conhecimento (know how) PROCESSO PRODUTOS SERVIÇOS INSUMOS FEEDBACK Figura 1: O fluxo de um empresa Adaptado de Martinelli Administração de Materiais e Logística PLT 2011 p. 13

6 6 METODOLOGIA PRP (Product Realization Process) A saída representa: o produto; As entradas: representa: insumos, os materiais, o capital e os recursos humanos; O processamento representa: recursos tecnológicos de produção, edifícios, equipamentos e métodos de gestão e organização do trabalho. O produto é, pois, o resultado final do esforço produtivo. É a materialização do desejo do consumidor, a razão da existência da empresa.

7 7 METODOLOGIA PRP (Product Realization Process) Figura 2: Metodologia PRP Adaptado de Martinelli Administração de Materiais e Logística PLT 2011 p. 14

8 8 PRIMEIRA FASE DO PRP – POR ONDE COMEÇAR Missão da empresa: está dentro de uma estratégia de informação. Uma missão pode ser líder, ou no mínimo a segunda colocada no propósito de existência da empresa. Desejo do consumidor: É aquilo que o cliente deseja receber como resultado de transação de uma empresa: produto, serviço ou combinação entre ambos. QDF – Quality Function Deployment ( Desdobramento da Função da Qualidade).

9 9 PRIMEIRA FASE DO PRP – POR ONDE COMEÇAR O time de desenvolvimento: a empresa deve pensar como irá formar internamente um equipe para gerir o desenvolvimento do novo produto e como técnicas de engenharia simultânea serão gerenciadas.

10 10 PRIMEIRA FASE DO PRP – POR ONDE COMEÇAR A engenharia simultânea corresponde: Métodos que acelerem o processo de lançamento do produto; Realização de várias fases do projeto interativamente; Compartilhar informações; Fases paralelas e retroalimentadas, evitando problemas e modelos seqüenciais de PDP – Processo de Desenvolvimento de Produtos.

11 11 PRIMEIRA FASE DO PRP – POR ONDE COMEÇAR Modelo de referência Comparação entre PDP e PRP Melhoria do processo de desenvolvimento de produtos Gerenciamento de mudanças de engenharia Processos de apoio Processos de apoio Desenvolvimento Projeto Detalhado Projeto Conceitual Projeto Informacional Lançamento do Produto Preparação Produção Planejamento Projeto PósPré Planejamento Estratégico dos Produtos Descontin uar Produto Acompanhar Produto/ Processo Gates >> Processo de Desenvolvimento de Produto Figura 3: Modelo de referência Framework Adaptado pelo autor. PRP

12 12 SEGUNDA FASE DO PRP E O DESENVOLVIMENTO CONCEITUAL DO PRODUTO Na segunda fase temos a definição dos requisitos funcionais do produto. Nessa fase saberemos exatamente para que serve o produto, qual sua função principal e secundária. A função principal podemos relacionar com um carro, ou seja, a de transportar pessoas, porém conforme mostra o PLT, cita a diferença entre um Rolls Royce e de um fusca, ambos a função principal é a mesma, porém a função secundária que muda, (status). Se dá então os requisitos de engenharia.

13 13 TERCEIRA FASE DO PRP E SUA INTEGRAÇÃO A METODOLOGIA No desenvolvimento de um produto é necessário desenvolver hipóteses alternativas como: Geração de múltiplos conceitos; Esforço criativo. Caso esses passos acima não forem completamente analisados e desenvolvidos, o risco de ficar presos a soluções estereotipatas e convencionais. Estereotipatas: são crenças socialmente compartilhadas a respeito dos membros de uma categoria social, que se referem a suposições sobre a homogeneidade grupal e aos padrões comuns de comportamento dos indivíduos que pertencem a um mesmo grupo social.

14 14 TERCEIRA FASE DO PRP E SUA INTEGRAÇÃO A METODOLOGIA Essa fase pode ser definida como a fase da geração de recursos e idéias que podem surgir como idéias pelos grupos nominais e o brainstorming é a técnica principal utilizada, também conhecida como técnica de Osborn. É a geração livre de idéas Há três fases a serem destacadas do brainstorm. Encontrar os fatos; Geração de idéias; Encontrar a solução. Alex Faickney Osborn Publicitário dos Estados Unidos da América. *24/05/ /05/1966

15 15 TERCEIRA FASE DO PRP E SUA INTEGRAÇÃO A METODOLOGIA As análises preliminares, assim como os grupos de desenvolvimento de produtos são multifuncionais. Ao longo do processo de desenvolvimento são efetuadas análises de viabilidade sob vários aspectos. Técnico; Mercado; Financeiro; Recursos humanos. Essas análises são responsáveis por decisões intermediárias, porém muito importante, as mesmas determinam por descartar ao aceitar as alternativas.

16 16 QUARTA FASE DO PRP – APRIMORANDO O CONCEITO DO PRODUTO Na quarta fase os materiais já se encontram definidos, o que permite ao suprimento que determine as condições de aquisição, referente aos aspectos: Localização das fontes de fornecimento; Negociações de compra; Regras de relacionamento; Qualidade; Prazos; Formas de fazer provisão ( just-in-time e entrega periódica).

17 17 QUARTA FASE DO PRP – APRIMORANDO O CONCEITO DO PRODUTO Método de Produção O método não se restringe somente aos aspectos interno de transformação, mas engloba também o projeto de produção. Capacidade necessária e gestão; Sistema de planejamento e controle da produção PCP; Política de estoques; Grau de verticalização da produção; Recursos humanos; Sistemas de informação que permite o controle da produção; Ciclo de vida do produto.

18 18 QUARTA FASE DO PRP – APRIMORANDO O CONCEITO DO PRODUTO Análises preliminares de custo Antes dessa análise cabe ressaltar que não devemos tirar conclusões precipitadas. Essa atividade deve ser entendida não como algo provisório, mas sim como consolidação inicial do custo do produto o qual pode variar mas não significativamente até o início da produção. É o custo que é aliado aos demais parâmetros de análise financeira, que permito o cálculo de retorno de investimento (ROI - Return On Investiment).

19 19 QUINTA FASE DO PRP – A FASE DAS ANÁLISES Análise de engenharia Para executar análises de engenharia, deve se utilizar as mais modernas e melhores práticas. Como por exemplo: Formas de encerrar um projeto; O projeto deve ser pensado desde a manufatura de componentes até a montagem final; Acompanhamento de desempenho durante seu ciclo de vida nas mãos dos consumidores; Problemas que surgirão até seu descarte final.

20 20 QUINTA FASE DO PRP – A FASE DAS ANÁLISES Análise de engenharia É preciso se levar em conta os problemas que os produtos descartados poderão causar ao meio ambiente.Esse assunto cada vez mais ganha importância nos dias atuais, englobando temas: Facilidade de desmonte; reaproveitamento de matéria-prima; Conseqüências ao meio ambiente; Subprodutos hostis ou não biodegradáveis.

21 21 QUINTA FASE DO PRP – A FASE DAS ANÁLISES Análise de desempenho Deve-se sempre trabalhar em função dos parâmetros de engenharia e fazer testes e análises dos componentes, à medida que eles se tornam disponíveis. Outras possibilidades são construções de protótipos ou uso de modelos computacionais que simulem a realidade.

22 22 QUINTA FASE DO PRP – A FASE DAS ANÁLISES Análise do processo de manufatura Utilizam-se largamente simulações de sistemas produtivos. A maioria das simulações é feita com software que permitem uma idéia rápida de escolha de alternativas de produção considerando: Variações estocásticas de demanda; Velocidade de máquinas; Entrega de suprimentos (tempos mortos); Manutenção; Treinamento dos operadores do sistema escolhido.

23 23 QUINTA FASE DO PRP – A FASE DAS ANÁLISES Análise detalhada de custos A técnica mais comum, é o custeio ABC (ACTIVITY BASED COST – Custo Baseado em Atividades) que permitem uma postura proativa dos setores que irão influenciar nos custos diretos e principalmente nos custos indiretos. Os setores participam da confecção dos mapas de custo e sabem exatamente onde eles interferem.

24 24 ÚLTIMAS FASE DO PRP E FEEDBACK Manufatura e testes dos protótipos Pode se descobrir um grande segredo das empresas líderes de mercado: elas fazem dessa fase de pré-produção a mais curta possível. A transição do projeto para a produção é uma das maiores preocupações de alguns ramos industriais, principalmente nas indústrias automobilísticas.

25 25 ÚLTIMAS FASE DO PRP E FEEDBACK Manufatura e testes dos protótipos Quando é finalizado a manufatura dos protótipos em condições de produção devemos ser capazes de responder à seguinte pergunta para passar para próxima fase. O projeto conseguiu atender as necessidades dos clientes? A fase seguinte é a produção normal para atendimento do mercado, em que o importante é a resposta do consumidor à pergunta final. O produto é aquilo que eu quero?

26 26 ÚLTIMAS FASE DO PRP E FEEDBACK Manufatura e testes dos protótipos Quando o produto chega ao mercado, ele é exatamente o que o consumidor queria, não aquilo que ele quer agora. Algumas observações importantes são relevantes e deverão ser observadas. É todo um esquema de desenvolvimento e atenção. Oscilações de humor do mercado; Redução do tempo de lançamento (lead time do projeto). É por isso que no diagrama do PRP existe a constante ligação respostas dos clientes e mercado.

27 27 TECNOLOGIA DO PROCESSO Michael Hammer afirma que numa organização voltada para processos, todos entendem os processos, pois eles são cuidadosamente projetados e mensurados. Os funcionários não deve apenas realizar tarefas sob comando do chefe, mas sim: Os colaboradores trabalham com pessoas; O espírito deve ser baseado em equipe; Alcançar os objetivos definidos pelos clientes; A chefia são responsáveis finais pelos processos; Os chefes devem estimular esforços; Evitar situações em que ninguém pode ser cobrado; Estilo de administração de propriedade de processo.

28 ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E LOGÍSTICA RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS PARTE 1 TECNOLOGIA DO PRODUTO: PRODUTO, PROCESSO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO PLT - CAPÍTULO 2 PROFESSOR: FERNANDO HENRIQUE DIAS AULA 04 29/08/2013

29 29 TECNOLOGIA DO PROCESSO Processos São seqüência estruturadas de atividades que, por meio de ações físicas, comportamentais e ou informações, permitem a agregação de valor a uma ou mais entradas transformando-as em uma ou mais saídas. Figura 4: Diagrama de processo Adaptado pelo autor Os processos são divididos em: Processos produtivos Processos administrativos Processos comerciais

30 30 TECNOLOGIA DO PROCESSO Os processos podem ser classificado em diversas categorias, em função de um objetivo final. Processos produtivos: quando resulta um produto final ou um componente dele.

31 31 TECNOLOGIA DO PROCESSO Processos administrativos: cujo resultado final é a geração de informação ou de decisão que influenciam a gestão da empresa.

32 32 TECNOLOGIA DO PROCESSO Processos comerciais: são aqueles cujo resultado é uma ação do consumidor, possibilitando-lhe acesso a um bem ou serviço.

33 33 TECNOLOGIA DO PROCESSO Para explicar a importância dos processos, Hammer cita o exemplo do processo de preenchimento de um pedido. Para que o pedido seja feito, iremos supor uma organização bem simples, onde três pessoas poderiam estar envolvidas. Primeira pessoas: irá gerenciar o estoque; Segunda pessoas: cuidará da expedição; Terceira pessoa: estará envolvido com o cliente para obter o pedido.

34 34 NOÇÕES DA TEORIA GERAL DOS SISTEMAS Os métodos científicos aos quais nos acostumamos nos últimos 400 anos concentravam-se no estudo de fatores isolados. Fenômenos complexos eram divididos em suas partes constituintes, e suas propriedades eram então examinadas. É a abordagem reducionista. Durante as décadas da segunda guerra, percebeu que: a maioria das coisas não existe isoladamente; mas como parte integrante de complexo sistemas organizados.

35 35 NOÇÕES DA TEORIA GERAL DOS SISTEMAS Com o passar das décadas, a teoria dos sistemas, penetrou todos os campos da: Ciência; Tecnologia; Serviços; Indústria; Esfera socioeconômica. A TGS – Teoria geral dos sistemas, ficou amplamente conhecida a partir da década de 1940.

36 36 NOÇÕES DA TEORIA GERAL DOS SISTEMAS Principais estudiosos sobre a TGS: Biólogo Ludwig Von Bertalanffy; Físico e Filósofo Thomas Kuhn; Psicoterapeuta e Psiquatra Friederich Salomon Perls ; Economista Kenneth Ewart Boulding entre outros.

37 37 NOÇÕES DA TEORIA GERAL DOS SISTEMAS Figura 5: Diagrama geral de um sistema Adaptado pelo autor Inputs Outputs

38 38 NOÇÕES DA TEORIA GERAL DOS SISTEMAS ENTRADAS: - OPERÁRIOS - GERENTES - EQUIPAMENTO - FÁBRICAS - MATERIAIS - TERRENOS - ENERGIA SAÍDAS - BENS - SERVIÇOS OPERAÇÕES DE TRANSFORMAÇÕES PARTICIPAÇÃO DO CLIENTE E DO FORNECEDOR INFORMAÇÕES SOBRE O DESEMPENHO AMBIENTE EXTERNO SISTEMA DE GERENCIAMENTE DE OPERAÇÕES Figura 6: O Sistema de Operações Industriais Adaptado de Martins Administração de Materiais e Logística 2009 p.24

39 39 CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS Sistemas abertos - são os sistemas que apresentam relações de intercâmbio com o ambiente, por meio de entradas e saídas. Os sistemas abertos trocam matéria, energia e informação regularmente com o meio ambiente. São eminentemente adaptativos, isto é, para sobreviver devem reajustar-se constantemente as condições do meio.

40 40 CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS Sistemas abertos - são os sistemas que apresentam relações de intercâmbio com o ambiente, por meio de entradas e saídas. Os sistemas abertos trocam matéria, energia e informação regularmente com o meio ambiente. São eminentemente adaptativos, isto é, para sobreviver devem reajustar-se constantemente as condições do meio.

41 41 Sistemas fechados - não apresentam intercâmbio com o meio ambiente que os circunda, sendo assim não recebem nenhuma influencia do ambiente e por outro lado não influenciam. Não recebem nenh.m recurso externo e nada produzem que seja enviado para fora. Ex: A matemática é um sistema fechado, pois não sofrerá nehuma influencia do meio = 4. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS

42 42 Sistema de resultados diretos É o sistema em que o produto/serviço gerado por i só já garante o resultado, como o automóvel que deixa uma linha de produção, ou o download que se fez na internet. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS

43 43 Sistema de resultados indiretos É aquele em que o produto deve ser projetado para ser o mais adequado a fim de atingir um resultado, mas esse resultado só será conhecido depois de algum tempo. Caso clássico como citado no PLT é o aluno que termina a universidade. Após a formatura, muitos passarão um tempo no exterior, outros demorarão a escolher uma área, e outros ainda não conseguirão empregos. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS

44 44 Sistema de resultado desconhecido Ocorre quando eventualmente pode aquilatar o resultado, mas a comprovação prática desse resultado é extremamente improvável. Exemplo: Ataque nuclear. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS

45 45 Sistema de resultado desconhecido Ocorre quando eventualmente pode aquilatar o resultado, mas a comprovação prática desse resultado é extremamente improvável. Exemplo: Ataque nuclear. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS

46 46 Muitos sistemas, especialmente na biologia, na sociologia e na indústria tendem a alcançar e manter um equilíbrio dinâmico. Temperatura do corpo humano. Também, existem os chamados sistemas progressivos, que estão constantemente mudando, tais como cidades em expansão e populações em crescimento ou extinção. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS

47 47 Conhecido como AS – Administração de Sistemas, é a aplicação de conhecimentos administrativos ao projeto e à criação integral de um sistema complexo. ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA

48 48 A administração de sistemas como premissas, apresenta: Definição de metas; A geração criativa de soluções alternativas; Coordenação e controle das tarefas necessárias para criar um sistema complexo. ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA

49 49 A AS, administração de sistemas depende de várias outras áreas e técnicas. Pesquisa operacional; Modelagem por computadores; CAD-CAM; Logística integrada; Engenharia simultânea - Engenharia Simultânea é uma abordagem sistemática para o desenvolvimento integrado e paralelo do projeto de um produto e os processos relacionados, incluindo manufatura e suporte. ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA

50 50 ADMINISTRAÇÃO DE PROCESSOS Normalmente, a administração de processo é vista somente como uma área funcional da empresa, porém a melhor forma de analisar e conseguir melhoria é por meio de grupos multifuncionais e a administração de processos é dividida em dois grandes grupos. Processos operacionais; Processos gerenciais.

51 51 ADMINISTRAÇÃO DE PROCESSOS Processos operacionais: Figura 7: Administração de processos operacionais Adaptado pelo autor Mercados e clientes; Marketing; Vendas; Faturamento e Serviços; Organização de produção.

52 52 ADMINISTRAÇÃO DE PROCESSOS Processos gerenciais: Figura 8: Administração de processos gerenciais Adaptado pelo autor Recursos humanos; Administração da informação; Administração ambiental; Contábeis; Auditorias.

53 53 METODOLOGIA DE OSBORN Outra maneira de analisar um processo é através da metodologia de Osborn. A metodologia é dividida em seis grupos da seguinte forma: 1.Orientação: Fase do direcionamento, onde são avaliados as análises, fixação de parâmetros e objetivos das fronteiras de estudo. 2. Preparação: levantamento de recursos e informações, sejam eles, humanos físicos ou financeiros.

54 54 METODOLOGIA DE OSBORN 3. Análise: Revisão de atividade por atividade, onde para cada atividade são criadas alternativas, utiliza-se o conceito de custos por atividades, onde são levantados os custos diretos e indiretos. 4. Criação de alternativas: Ponto de vista sistêmico, ou seja, auxilia no desenho de soluções que levem a uma máxima sinergia. Sinergia - é um trabalho ou esforço para realizar uma determinada tarefa muito complexa, e poder atingir seu êxito no final. Sinergia é o momento em que o todo é maior que a soma das partes.

55 55 METODOLOGIA DE OSBORN 5. Seleção: Solução mais econômicas, desde que seja viável, já no estudo da reengenharia, esse foi um grande erro de Hammer, cortando os recursos, principalmente humanos, inviabilizou a reações das empresas a curto, médio e longo prazo. 6. Venda da solução: Saber apresentar o resultado do estudo aos pares, subordinados e direção, sem causar traumas ou recusas em nome dos paradigmas culturais da empresa.

56 56 TECNOLOGIA DE GESTÃO É a forma de se auto-administrar, utilizando os recursos como: Tecnologia da informação; Gestão ou administração, forma de realizar atividades de maneira eficiente e eficaz. Gerentes desempenham papéis interpessoais, como chefes, líderes, elementos de interligação, papéis de agentes de informação.

57 57 A grande evolução dos sistema de gestão no século XX. Figura 9: Comparativo do cenário ambientl da evolução histórica dos sistemas de gestão Adaptado pelo autor A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS TECNOLOGIAS DE GESTÃO

58 58 Taylor, prevaleceram os 14 princípios: Divisão do trabalho, autoridade, disciplina, unidade de comando, unidade de direção, subordinação do indivíduo ao interesse da empresa, remuneração, centralização, linha de autoridade, ordem, equidade, estabilidade profissional, iniciativa e espírito de corpo, as funções de todos os gerentes eram cinco: planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar. (administração científica). A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS TECNOLOGIAS DE GESTÃO

59 59 Max Weber: Descreve a burocracia, teoria da administração baseado em sistemas racionais legais de autoridade. Elton Mayo: Nos estudos de Hawthorne, mostrou a importância da relação informal (teoria das relações humanas). Maslow, MacGreegor, Herzberg: Enfatizam a importância do relacionamento social nas organizações, entendendo gerentes e operários como seres humanos, com necessidades sociais emocionais. A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS TECNOLOGIAS DE GESTÃO

60 60 A TECNOLOGIA DE GESTÃO ATUAL Após a segunda guerra mundial foram aplicadas várias ferramentas de tomada de decisões. Programação linear e programação dinâmica; Métodos quantitativos, ou modelos matemáticos; Técnicas heurísticas. Heurística e método heurístico são denominações para o algoritmo que fornece soluções sem um limite formal de qualidade, tipicamente avaliado empiricamente em termos de complexidade (média) e qualidade das soluções. A heurística é um conjunto de regras e métodos que conduzem à descoberta, à invenção e à resolução de problemas. Também é uma ciência auxiliar da História que estuda a pesquisa das fontes.

61 61 TECNOLOGIA DE GESTÃO Durante três décadas o a atenção do mundo voltou-se para a tecnologia japonesa de gestão iniciada pela Toyota na década d Apesar de revolucionária, e relação a administração predominante taylorista e fordista praticada na época nas fábricas do Ocidente, ela é uma síntese de descoberta de origem ocidental.

62 62 TECNOLOGIA DE GESTÃO Nesta tecnologia de gestão japonesa, estão presentes conceitos: Linha de montagem de Ford; Princípio de motivação pelo trabalho em grupo de Elton Mayo; O aprovisionamento (reposição) automático dos supermercados, as técnicas de Deming e Juran.

63 63 TECNOLOGIA DE GESTÃO Principais caracteristcas: O taylorismo, transforma as tarefas em pequenas partes facilmente aprendidas e repetitivas, adaptando-se bem à mão- de-obra desqualificada. O toyotismo, o empresário co-responsável pela produção, tornando-se polivalente e participante das melhorias do processo. (KAISEN, JIDOKA, POKA-YOKE, KANBAN).

64 64 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Independente dos meios acadêmicos ou empresariais, vivemos na era da informação. A evolução dos computadores devido ao desenvolvimento dos microprocessadores capa vez mais potente, colocou numa fase de gestão e fluxo da informação, é a gestão dos bens intangíveis. Hardware; Software.

65 65 ANÁLISE DE VALOR Na indústria, são utilizados várias técnicas cujo objetivo primário é a redução de custo, tais como: Análises de comprar ou fazer; Reengenharia de processo.

66 66 SISTEMÁTICA DE TRABALHO DA ENGENHARIA DE VALOR Figura 10: Análise de valor Adaptado pelo autor 1.Fase geral; 2. Fase de Informação; 3. Fase de função; 4. Fase de criação; 5. Fase de avaliação; 6.Fase de investigação; 7. Fase de recomendação

67 67 Bibliografia MARTINS, Petrônio Garcia, LAUGENI, Fernando Piero. Administração de Materiais e Logística Ed. Especial Anhanguera – São Paulo: Saraiva, Referências Bibliográficas Complementar MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

68 OBRIGADO


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