A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

ANÁLISE DE SÊMEN O Objetivo é demonstrar as características fisiológicas e anatômicas na formação do sêmen, sua análise e descrição baseadas em características.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "ANÁLISE DE SÊMEN O Objetivo é demonstrar as características fisiológicas e anatômicas na formação do sêmen, sua análise e descrição baseadas em características."— Transcrição da apresentação:

1 ANÁLISE DE SÊMEN O Objetivo é demonstrar as características fisiológicas e anatômicas na formação do sêmen, sua análise e descrição baseadas em características físicas, químicas e microscópicas

2 SÊMEN É um líquido corporal viscoso ejaculado pelo pênis, sua composição é uma mistura de espermatozóides, secreções dos testículos, epidídimos, próstata, vesículas seminais e glândulas bulbouretrais.

3 PALAVRAS CHAVE Sêmen Espermatogênese Canal Deferente

4 PALAVRAS CHAVE Epidídimo Próstata Glândulas Bulbouretrais

5 PALAVRAS CHAVE Testículos Túbulos seminíferos Vesícula Seminal Espermograma

6 O SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO Testículos Vias espermáticas Glândulas anexas Pênis

7

8 SACO ESCROTAL Assim como o pênis está localizado externamente ao corpo onde estão guardados os testículos

9 TESTÍCULOS Os testículos possuem divisões chamados de lóbulos testiculares que podem chegar até 250 por testículo

10 TESTÍCULOS

11 VIAS ESPERMÁTICAS É todo o trajeto percorrido pelos espermatozóides desde sua formação, armazenamento e ejaculação. Trajeto: Túbulos seminíferos, epidídimo, canal deferente e uretra.

12

13 TÚBULOS SEMINÍFEROS São estruturas dentro dos testículos onde são produzidos os gametas masculinos, o epitélio germinativo é constituído por células que estão se diferenciando para formar os espermatozóides.

14 EPIDÍDIMO Tubo enovelado que se localiza na parte posterior do testículo No epidídimo os espermatozóides são armazenados e passam pela fase de diferenciação

15 CANAL OU DUCTO DEFERENTE Cada ducto deferente é uma continuação do epidídimo O ducto parte do epidídimo entra na cavidade abdominal, contorna a bexiga e se liga ao ducto da vesícula seminal, formando o canal ejaculador, este por sua vez se liga a uretra

16 VESÍCULAS SEMINAIS Localizada entre o fundo da bexiga e o reto, acima da próstata Produzem o líquido seminal, um fluido viscoso que se mistura a outras secreções e aos espermatozoides para formar o sêmen. Junto com o líquido prostático funciona como fonte de energia para os espermatozoides

17 LÍQUIDO SEMINAL Aminoácidos Citrato Enzimas Frutose

18 PRÓSTATA Próstata se localiza inferiormente à bexiga Produz secreção prostática que é nutritiva para os espermatozóides.

19 PRÓSTATA Enzimas Fosfatase ácida Ácido cítrico Fibrinolisina Antígeno específico da próstata

20 GLÂNDULAS BULBOURETRAIS Glândulas BULBO-URETRAIS são duas e possuem o tamanho aproximado de um ervilha, localizadas inferiormente à próstata de cada lado da uretra Têm como função produzir uma secreção mucosa lubrificante anterior a ejaculação, que também faz parte do sêmen.

21 GLÂNDULAS BULBOURETRAIS Muco Galactose

22 PÊNIS É uma estrutura flácida, quando não estimulada, composto de três colunas longitudinais, duas de corpos cavernosos e um tecido esponjoso

23 PÊNIS Tipicamente, 2-5 mL de sêmen são expelidos por ejaculação. Cada mL de sêmen pode conter milhões de espermatozóides

24

25 ESPERMOGRAMA Análise do sêmen é indicada em casos de infertilidade, avaliação e controle do paciente pós- vasectomizado e avaliação de doenças testiculares e penianas sobre a espermatogênese

26 COLETA DO MATERIAL A amostra deve ser coletada após um período de abstinência sexual de 2 a 5 dias. O paciente deve ser instruído para evitar perda de material, principalmente o 1º jato, que contém a maior concentração de espermatozóides.

27 COLETA DO MATERIAL Se a abstinência sexual for superior a 5 dias, aumenta o número de formas imaturas, o número de espermatozóides mortos e o volume do sêmen; se a abstinência sexual for inferior a 2 dias, diminui o volume do sêmen e o número de espermatozóides.

28 COLETA DO MATERIAL A amostra deve ser obtida por masturbação e ejaculada dentro de um recipiente de boca larga de vidro ou plástico. Deve-se evitar temperaturas extremas (-20°C ou +40°C ).

29 COLETA DO MATERIAL O frasco contendo a amostra deve ser identificado, contendo o nome do paciente, o período de abstinência sexual, data e hora da coleta, o nome do medicamento em uso.

30 COLETA DO MATERIAL Duas amostras devem ser coletadas num período de 7 dias à 90 dias. Se o resultado dessas duas análises for discrepante, análises adicionais deverão ser realizadas.

31 COLETA DO MATERIAL O ideal é coletar o material no laboratório, porém, se isso não for possível, a amostra deve ser enviada ao laboratório dentro de no máximo 1 hora após a coleta.

32 COLETA DO MATERIAL Preservativos não devem ser usados na coleta, pois podem interferir com a viabilidade dos espermatozóides.

33 COLETA DO MATERIAL No caso da realização de uma avaliação microbiológica, o paciente deve primeiro urinar e depois fazer assepsia das mãos e pênis antes de ejacular num frasco esterilizado.

34 COLETA DO MATERIAL Quando houver dosagem de frutose no sêmen, o paciente deve fazer um jejum alimentar de 12 horas

35 EXAMES MACROSCÓPICOS Liquefação ou coagulação Volume Aspecto Cor Viscosidade pH

36 LIQUEFAÇÃO E COAGULAÇÃO Após a ejaculação, o esperma transforma-secoágulos para facilitar a dispersão dos espermatozóides e protegê-los do contato com o pH vaginal ácido. A amostra seminal normal se liquefaz em até 60 minutos devido à ação das espermolisinas contidas na secreção prostática.

37 LIQUEFAÇÃO E COAGULAÇÃO Colocar a amostra em uma estufa a 37°C e verificar de 5 em 5 minutos quando se inicia a liquefação, cronometrando, assim, o tempo que leva para uma amostra se liquefazer totalmente.

38 LIQUEFAÇÃO E COAGULAÇÃO Ausência de coagulação: ausência de fatores de coagulação: agenesia ou obstrução dos ductos das vesículas seminais; Ausência de liquefação: ausência de fatores de liquefação: agenesia ou afecções da próstata; Liquefação parcial: deficiência de fatores de liquefação (próstata)

39 VOLUME O volume seminal final é diretamente proporcional à quantidade de secreção da próstata e das vesículas seminais e glândulas, já que o volume proveniente dos testículos e epidídimo é reduzido

40 VOLUME - Hipoespermia: vol. < 2,0 ml Insuficiência ou ausência de abstinência sexual ; Insuficiência vesicular (Clamydia ou Mycoplasma) ; Baixos níveis séricos de testosterona;

41 VOLUME - Hiperespermia: vol. > 5,0 ml Abstinência sexual prolongada; Tumores benignos ou malignos próstato- vesiculares;

42 VOLUME - Aspermia: ausência de ejaculado Agenesias; Alterações no controle neurológico da ejaculação

43 ASPECTO Deve ser analisado após liquefação por simples inspeção à temperatura ambiente.

44 ASPECTO Amostra normal: aparência homogênea e opaca Amostra anormal: aspecto heterogêneo por agregados protéicos de consistência firme e incolor: causados por períodos prolongados de abstinência sexual, diminuição dos níveis de testosterona, alterações nas concentrações de espermolisinas, processos inflamatórios genitais

45 COR Normalmente o sêmen é branco-opaco. A presença de leucócitos em grande quantidade confere ao esperma uma cor amarelada, enquanto que a presença de hemácias confere uma cor avermelhada. Outras tonalidades podem se dar devido ao uso de medicamentos.

46 VISCOSIDADE E CONSISTÊNCIA Estimada através de uma pipeta de 5 ml, deixando o sêmen sair da pipeta pela ação da gravidade e observando

47 VISCOSIDADE E CONSISTÊNCIA Viscosidade Diminuída: a amostra se desprende da pipeta em gotas; Viscosidade Normal: a amostra se alongará em filetes com menos de 2 cm; Viscosidade Aumentada: a amostra se alongará em filetes com mais de 2 cm de comprimento.

48 PH Medir o pH do sêmen através de fita de pH. Valor Normal: 7,5 a 8,5 pH acima de 8,5: deficiência da glândula prostática pH abaixo de 7,5: deficiência das vesículas seminais

49 EXAMES MICROSCÓPICOS Motilidade Vitalidade Contagem dos espermatozóides Contagem de leucócitos e hemácias Morfologia dos espermatozóides

50 ESPERMATOZÓIDES

51

52 MOTILIDADE A avaliação da motilidade deve ser realizada até 60 minutos após a coleta, observando os espermatozóides em objetiva de menor aumento, rastreando 8 a 10 campos para avaliar 100 espermatozóides obtendo a porcentagem

53 MOTILIDADE Classificação A-espermatozóides com motilidade rápida e progressiva (para frente); B-espermatozóides com motilidade lenta e progressiva; C-espermatozóides com motilidade não progressiva; D-espermatozóides imóveis.

54 MOTILIDADE VALOR NORMAL: Acima de 50% de espermatozóides em A + B Acima de 25% de espermatozóides em A Astenospermia: abaixo de 50% das categorias A + B

55 MOTILIDADE Astenospermia extrínseca: devido a aumento da viscosidade; Astenospermia intrínseca: nível baixo ou ausente de frutose

56 VITALIDADE A vitalidade dos espermatozóides se reflete na proporção de espermatozóides que estão vivos

57 VITALIDADE O resultado é expresso em % de espermatozóides vivos Valor Normal: acima de 70% de espermatozóides vivos Necrospermia: acima de 30% de espermatozóides mortos.

58 CONTAGEM DOS ESPERMATOZÓIDES São contados apenas os espermatozóides maduros, com cauda Contar em Câmara de Newbauer, ou lâmina de vidro

59 CONTAGEM DOS ESPERMATOZÓIDES 1:20 ou 1:200 sêmen + líquido diluidor Resultado da contagem multiplica por

60 CONTAGEM DOS ESPERMATOZÓIDES Valor Normal: acima de /ml Oligozoospermia: quando o número de espermatozóides é menor que /ml A oligozoospermia pode ser permanente e periódica Causas: infecção do trato genital, anomalias cromossômicas, alterações hormonais e pouca abstinência sexual.

61 CONTAGEM DOS ESPERMATOZÓIDES Azoospermia: ausência de espermatozóides no sêmen. Causas: são as mesmas que causam oligozoospermia, além de agenesias gonodais

62 CÂMARA DE NEUBAUER

63 LÂMINA

64 CONTAGEM DE LEUCÓCITOS E HEMÁCIAS O procedimento é o mesmo para contar leucócitos/hemácias em Hematologia. Na diluição 1:200, multiplica-se o resultado por 500. O valor é expresso em mm³.

65 CONTAGEM DE LEUCÓCITOS E HEMÁCIAS Leucospermia: valor de leucócitos acima de 5 por campo Eosinofilia de até 25%: processos auto- imunes Neutrofilia: prostato-vesiculites agudas Linfócitos e Monócitos: processos crônicos

66 CONTAGEM DE LEUCÓCITOS E HEMÁCIAS Eritrospermia (sem alteração da cor do sêmen) até 2 por campo, Espermorragia (sêmen cor hemorrágica): processo infeccioso em atividade, neoplasias ou sinal precoce de hipertensão arterial sistêmica.

67 MORFOLOGIA DOS ESPERMATOZÓIDES Espermatozóide normal: cabeça oval, o acrossoma ocupa uma área entre 40% - 70% da região cefálica, peça intermediária e flagelo normais. Espermatozóides anormais: com defeitos na forma e tamanho da cabeça, defeitos na peça intermediária e com defeitos da cauda

68 ESPERMATOZÓIDE

69 MORFOLOGIA DOS ESPERMATOZÓIDES Macrocéfalos : 15% Microcéfalos : 10% Bicéfalos : 05% Ectasias : 05% Amorfos : 10% Bicaudais : 05%

70

71

72 MORFOLOGIA DOS ESPERMATOZÓIDES Valor Normal: acima de 60% de espermatozóides normais. Teratospermia: acima de 40% de formas anormais.

73 FIM


Carregar ppt "ANÁLISE DE SÊMEN O Objetivo é demonstrar as características fisiológicas e anatômicas na formação do sêmen, sua análise e descrição baseadas em características."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google