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RESFRIADO COMUM E GRIPE Luiz Arnaldo Ferrari. Introdução Doença branda do trato respiratório superior Sintomas: febre, obstrução nasal, coriza, espirros.

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1 RESFRIADO COMUM E GRIPE Luiz Arnaldo Ferrari

2 Introdução Doença branda do trato respiratório superior Sintomas: febre, obstrução nasal, coriza, espirros e dor de garganta Geralmente, de curso autolimitado e restrito ao trato respiratório superior e orgãos adjacentes, ocasionando manifestações clínicas diferentes e ocasionalmente predispondo a infecções bacterianas.

3 Epidemiologia Ocorrência: no Brasil a maioria ocorre nas estações da chuva Incidência: é inversamente propocional à idade, e aquelas que frequentam creches têm maior risco Transmissão: contato direto com pessoas ou secreções que contenham o vírus ou contato indireto através do meio ambiente

4 Fatores de Risco IntrínsicasExtrínsicas IdadeEstação do ano Sexo masculinoI.V.A.S. AtopiaFrequência na creche Deficiência imunológicaIrmãos mais velhos Anomalia de palatoFumo passivo Anomalia crânio facialUso de chupeta Predisposição genéticaAleitamento artificial

5 Agentes Etiológicos Rinovírus: 30 a 50% dos casos; raramente infectando o trato respiratório inferior; propaga-se facilmente em berçários, creches, escolas e ambientes familiares onde as crianças são as portadoras. Período de incubação: 10 a12 hs – espirros, obstrução nasal, coriza, dor de garganta, febre baixa ou ausente. Piora em 2 a 3 dias, permanecendo até o sétimo dia, 35% até 14 dias. Complicações: otite média aguda (20%), sinusites(0,5% a 2%), disseminação para o trato respiratório inferior, podendo evoluir para pneumonia bacteriana e exarcebar um quadro de asma em crianças predispostas.

6 Agentes Etiológicos Influenza vírus: significativa morbidade e mortalidade em crianças. Tipos sorológicos (A,B,C), sendo os tipos A e B os responsáveis por grades epidemias. Maior prevalência nas estações chuvosas. Transmissão: pessoa a pessoa pela via aérea. Clínica: início brusco, febre até 41˚C, tosse seca, coriza, calafrio, cefaléia, mialgia, mal-estar e, em 50% dos casos, ocorre amigdalite e sintomas oculares (fotofobia, lacrimejamento, ardência e dor aos movimentos oculares). Complicações: miosite, parotidite e crupe grave e as complicações bacterianas (S. pneumoniae, H. influenzae S. pyogenes e S. aureus).

7 Agentes Etiológicos Parainfluenza vírus: comum em crianças e está associado à crupe (laringite aguda). 90% de crianças < de 5 anos já foram infectadas. Transmissão: pessoa a pessoa através de gotículas aéreas. Período de incubação: 2 a 4 dias. Manifestações clínicas: tosse, rinorréia, amigdalite, febre é rara (20%) e, quando presente acima de 5 dias, investigar pneumonia ou otite média aguda. É responsável por 50% dos casos de laringotraqueobroquite

8 Agentes Etiológicos Vírus Sincial Respiratório : acomete o trato respiratório superior e inferior. Responsável pela Broquiolite e Pneumonia em lactentes abaixo de 1 ano. Período de incubação: 4 dias. Quadro clínico: rinorréia, faringite, febre moderada, espirros, tosse e sibilos. Em 10 a 40% dos casos, o trato respiratório inferior é envolvido com gravidade variável e com incidência maior no 2˚mês de vida. Pode evoluir para um quadro de insuficiência respiratória com piora progressiva dos sibilos, retração intercostal e diafragmática, taquidispnéia, cianose e crises de apnéia. Rx alterado(50 a 80%) - hiperinsuflação, espessamento peribrônquico, pneumonia intersticial ou segmentar. Pode evoluir para sibilância recorrente e asma. Mortalidade: 2%

9 Agentes Etiológicos Adenovírus: acomete 4 a 8% das doenças respiratórias em lactentes e crianças. Causador da febre faringo- conjuntival, conjuntivite folicular, ceratoconjutivite epidêmica. Quadro clínico: febre elevada (4 a 5 dias), eritema da faringe posterior e pilares anteriores e conjuntivite purulenta de um ou ambos os olhos, obstrução nasal, pouca coriza(50%), pneumonia 7a 9,5%,cefaléia e mal- estar. Pode acompanhar também, diarréia, linfadenite mesentérica,síndrome coqueluchóide e cistite hemorrágica

10 Tratamento A) Sintomáticos B) Anti-hitamínicos de 1ªgeração C) Brometo de hipatrópio D) Antitussígenos e mucolíticos mostram efeitos modestos E)Drogas antivirais – em estudo parece melhor quando administrada nas 24-36h do início F) Vacinação – influenza, H1N1 G) Antibióticos: qdo há complicações bacterianas H) Interferon nasal + dexclorfeniramina + ibuprofeno oral mostra efeitos na redução dos sintomas nasais e sistêmicos da doença


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