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Uso potencial de custos fixos operacionais para aumentar os efeitos das mudanças nas vendas sobre os lucros da empresa antes dos juros e do imposto de.

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Apresentação em tema: "Uso potencial de custos fixos operacionais para aumentar os efeitos das mudanças nas vendas sobre os lucros da empresa antes dos juros e do imposto de."— Transcrição da apresentação:

1 Uso potencial de custos fixos operacionais para aumentar os efeitos das mudanças nas vendas sobre os lucros da empresa antes dos juros e do imposto de renda. Exemplo de alavancagem operacional Preço de venda $10 por unidade Custo operacional variável....$5 por unidade Custo fixo operacional $ Receita de Vendas Custo Operacional Total CustoOperacional Custo OperacionalFixo L A J I R LAJIR¹ ($2.500) LAJIR² ($5.000) Q1Q2 Custos / Receitas Vendas P e r d a Como os custos fixos não variam com as vendas, devem ser cobertos, independente do volume da receita disponível. FINANCEIRA I Slide 43

2 FINANCEIRA I Slide 44 $ $$ $ Volume de atividade Despesas ou Custos Fixos A C B D Despesas ou Custos Variáveis

3 $ $ Volume de atividade F i x o s V a r i á v e i s T o t a i s F i x o s V a r i á v e i s T o t a i s FINANCEIRA I Slide 45

4 FINANCEIRA I Slide 46 GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL É a medida numérica da alavancagem operacional da empresa Variação Percentual no LAJIR Variação Percentual nas Vendas GAO = Considerando o GAO em nível de vendas temos: Q x (P – V) Q x (P – V) - F GAO (nível de vendas) = Considerando o GAO em nível de vendas em dinheiro temos: RT - CVT (RT – CVT) - F GAO (nível de vendas em dinheiro) = Onde: Q Quantidade P Preço V Custos operacionais variáveis F Custos operacionais fixos RT Receita total CVT Custos operacionais variáveis totais

5 EXEMPLO DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL A Ki-Zumba uma pequena empresa varejista de CDs sertanejos, apresenta seus custos operacionais fixos de $ Seu preço de venda por unidade é da ordem de $50 e seus custos operacionais variáveis são de $25 por unidade. O quadro abaixo inclui os dados relevantes para um volume de vendas de unidades. O gráfico apresenta o PE, as observações adicionais indicam que conforme as vendas da empresa aumenta, ocorre também um aumento no LAJIR. PESSIMISTA NORMALOTIMISTA - 50%+ 50% Vendas Receita de Vendas Custos Operc. Variáveis Custos Operac. Fixos LAJIR ,00%+ 100,00% LAJIR para vários níveis de vendas FINANCEIRA I Slide 47

6 FINANCEIRA I Slide CF CV CT R LAJIR ² $ LAJIR ¹ $ Q1Q2 SITUAÇÃO OTIMISTA: Um aumento de 50% nas vendas, resulta num aumento de 100% no LAJIR SITUAÇÃO PESSIMISTA: Uma queda de 50% nas vendas resulta numa queda de 100% no LAJIR CONCLUSÃO: A alavancagem operacional funciona nas duas direções, quando a empresa tem custos operacionais fixos, a alavancagem operacional está presente. ALAVANCAGEM OPERACIONAL

7 OBSERVAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A ALAVANCAGEM OPERACIONAL A alavancagem operacional funciona em ambas as direções. A alavancagem operacional existe porque o resultado é maior do que1 (um). O grau de alavancagem operacional também depende do nível de vendas usado como ponto de referência. Em razão do conceito de alavancagem ser linear, mudanças positivas ou negativas de mesma magnitude sempre resultarão em graus iguais de alavancagem, quando o mesmo nível base de vendas for usado como ponto de referência. Quanto maior o GAO, maior o risco e maiores serão os efeitos sobre o resultado de qualquer porcentagem de alteração no volume de atividade. Quanto mais distante do ponto de equilíbrio, menor será o GAO. Quanto maiores os custos e despesa fixos, maiores os riscos de grandes lucros acima do ponto de equilíbrio. Trabalhando acima do ponto de equilíbrio, a empresa tende a apresentar menor GAO, porém tende a um menor risco de entrar em prejuízo FINANCEIRA I Slide 49

8 Esta relacionado com a sensibilidade ou variabilidade do LAJIR É o risco da incapacidade de cobrir os custos operacionais. A medida em que os custos operacionais fixos cresce, o volume de vendas para atingir o ponto de equilíbrio aumenta. O ponto de equilíbrio operacional é uma boa medida do risco do negócio. Quanto menor for a margem de contribuição unitária ou quanto maiores os custos e despesas variáveis, maiores os riscos. Na guerra de preços, o risco é maior para quem tem menor margem de contribuição unitária. FINANCEIRA I Slide 50

9 NATUREZA DOS VALORES A RECEBER PLANEJAMENTO DOS VALORES A RECEBER A- FIXAR O FLUXO DE VENDAS E COBRANÇA E OS DESCONTOS DE CAIXA E AS PROVISÕES PARA OS DEVEDORES DUVIDOSOS. B- TENDÊNCIA EM DIAS DE VENDAS (ANÁLISE DO PASSADO PROJETANDO PARA O FUTURO) CONTROLE DOS A RECEBER CONCESSÃO DE CRÉDITO COBRANÇA INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE UM SISTEMA INTERNO DE CONTROLE FINANCEIRA I Slide 51

10 FINANCEIRA I Slide 52 CONDIÇÕES PARA O CRÉDITO ASPECTOS DO CLIENTE A SEREM CONSIDERADOS CARATÉR E CAPACIDADE SITUAÇÃO FINANCEIRA OUTROS RECURSOS SAZONALIDADE E TENDÊNCIA DE SEU RAMO DE NEGÓCIO INFLUÊNCIA DAS LEIS NOVAS SOBRE SEU RAMO INFORMAÇÕES DE OUTROS FABRICANTES SOBRE A SUA SITUAÇÃO AVALIAÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO 1 – CARÁTER 2 – CAPACIDADE 2 – CAPACIDADE 3 – CAPITAL 3 – CAPITAL 4 – GARANTIAS (COLLATERAL) 4 – GARANTIAS (COLLATERAL) 5 – CONDIÇÕES 5 – CONDIÇÕES

11 FINANCEIRA I Slide 53 OUTRAS INFORMAÇÕES CONSULTAS SERASA SPC SCI ACI CONSULTAS SERASA SPC SCI ACI PUBLICAÇÕES SUMA ECONÔMICA CONJUNTURA ECONÔMICA GAZETA MERCANTIL BALANÇOS PATRIMONIAIS BMVF PUBLICAÇÕES SUMA ECONÔMICA CONJUNTURA ECONÔMICA GAZETA MERCANTIL BALANÇOS PATRIMONIAIS BMVF ELEMENTOS DE UMA ELEMENTOS DE UMA POLÍTICA DE CRÉDITO ANÁLISE DOS PADRÕES DE CRÉDITO PRAZO DE CONCESSÃO DESCONTOS FINANCEIROS PARA PAGAMENTOS ANTECIPADOS POLÍTICA DE COBRANÇA

12 FINANCEIRA I Slide 54 PRINCIPAIS MEDIDAS FINANCEIRAS DE UMA POLÍTICA DE CRÉDITO Controles internos, principalmente os Controles internos, principalmente os referentes aos custos e despesas, e aos referentes aos custos e despesas, e aos investimentos em valores a receber. investimentos em valores a receber. DESPESAS COM DEVEDORES DUVIDOSOS DESPESAS GERAIS DE CRÉDITO DESPESAS DE COBRANÇA SISTEMA DE CONTROLE DAS CONTAS A RECEBER

13 C U S T O D E C A P I T A L A maioria das tomadas de decisão são agora horizontal – em equipes de trabalho, forças - tarefas, joint ventures, alianças estratégicas, empresas fundidas ou adquiridas- faz com que tudo passe a depender de um processo contínuo de negociação e renegociação. William Ury O Custo de capital é uma taxa de retorno que uma empresa deve conseguir nos projetos que investe para que possa manter o valor de mercado de sua ação. Considera-se também como sendo a taxa de retorno exigida pelos fornecedores de capital no mercado para seus fundos sejam atraídos. O Custo de capital é o número mágico usado para decidir se um investimento proposto vai permitir aumentar ou não o valor de suas ações. O custo de capital depende do uso dos fundos, e não de suas fontes. Um erro muito comum é esquecer esse ponto fundamental e cair na armadilha de achar que o custo de capital de um investimento depende principalmente de como e onde o capital será levantado. Seu conceito é extremamente dinâmico, sendo afetado por fatores econômicos, tanto gerais quanto específicos à empresa. Sua estrutura básica em relação a risco e imposto de renda: a) Risco Econômico: a empresa não seria capaz de cobrir os custos operacionais; b) Risco Financeiro: a empresa seria incapaz de saldar todos os seus compromissos financeiros (pagamento de juros, aluguéis, dividendos de ações) c) Considera-se os custos relevantes como sendo aqueles que incidem após o IR, ou seja o custo de capital é medido depois do IR. FINANCEIRA I Slide 55

14 FINANCEIRA I Slide 56 Existem quatro fontes básicas de fundos de longo prazo para a empresa: Capital de Terceiros Emissão de Ações Preferenciais; Emissão de Ações Ordinárias ; Retenção de Lucros A combinação específica entre Capital de Terceiros e Capital Próprio que a empresa decide utilizar é uma variável GERENCIAL. A maioria das empresas procura manter uma combinação ótima de capital de terceiros e capital próprio e essa combinação é chamada de ESTRUTURA IDEAL DE CAPITAL. O custo específico de cada fonte de financiamento é o custo de obtenção agora, após o imposto de renda, e não o custo histórico apresentado na contabilidade da empresa. COMO DETERMINAR O CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO DE UMA EMPRESA? COMO DETERMINAR O CUSTO DE CAPITAL DE TERCEIROS DE UMA EMPRESA? COMO DETERMINAR O CUSTO GERAL DE CAPITAL DE UMA EMPRESA? O custo de capital associado a um investimento depende de seu risco. O custo de capital depende principalmente do uso dos recursos, e não de sua fonte.

15 FINANCEIRA I Slide 57 CUSTO DE CAPITAL PRÓPRIO O CAPITAL NÃO É GRATUÍTO E, PARA TOMAR DECISÕES FINANCEIRAS, AS EMPRESAS DEVEM CONHECER OS CUSTOS ASSOCIADOS AO CAPITAL EXIGIDO. A POLÍTICA DE DIVIDENDOS DE UMA EMPRESA É UMA COMPETENTE CHAVE DE SUA ESTRATÉGIA DE FINANCIAMENTO. Qual é o Custo do Capital Próprio de uma empresa, em geral ? O custo do capital próprio é o retorno exigido pelos investidores nas ações ordinárias. Formas de financiamento das ações: 1 – Retenção de Lucros; 2 – Novas emissões de ações ordinárias DETERMINAÇÃO DO CUSTO DO CAPITAL PRÓPRIO O Capital Próprio é a taxa à qual os investidores descontam os dividendos esperados da empresa para avaliar suas ações. Ou, é o retorno que os investidores em ações da empresa exigem por seu investimento. O capital não é gratuito e, para tomar decisões financeiras, as empresas devem conhecer os custos associados ao capital exigido. Duas técnicas são usadas para medir o custo do Capital Próprio: MODELO DE CRESCIMENTO DE DIVIDENDOS (GORDON) ABORDAGEM DA SML (LINHA DE MERCADO DE TÍTULOS)

16 FINANCEIRA I Slide 58 O ENFOQUE DO MODELO DE CRESCIMENTO DE DIVIDENDOS (MODELO DE GORDON) OS DIVIDENDOS DA EMPRESA CRESCERÃO A UMA TAXA CONSTANTE g E O PREÇO DAS AÇÕES Po SERÃO DEFINIDOS PELAS FÓRMULAS ABAIXO: + g RE = D1 P0 D1 = D0. (1 + g) Onde: Po = preço corrente da ação Do = dividendo que acaba de ser pago D1= dividendo projetado para o próximo período RE= retorno exigido do capital próprio (custo do capital próprio) g= taxa de crescimento EXEMPLO: A Ki-Moleza pagou um dividendo de $4 no ano passado. A sua ação hoje é negociada a $60. Estima-se que o dividendo crescerá 6% aa por um período futuro indeterminado. Qual é o custo do capital próprio da empresa? Dados: D1 =? RE = ? Do = $4 Po = $60 g = 6% Solução: D1 = Do. (1 + g) D1 = 4. (1 + 0,06) D1 = $4,24 RE = (D1 / Po) + g RE = (4,24 / 60) + 0,06 RE = $13,07% VANTAGENS: É simples o seu cálculo. DESVANTAGENS: Só é aplicável em empresas que pagam dividendos – mesmo as que pagam dividendos a premissa básica é de que crescerão a uma taxa constante; O custo de capital próprio estimado é muito sensível a taxa estimada de crescimento; Não considera o risco explicitamente não há como levar em conta o grau de certeza ou incerteza referente a estimativa da taxa de crescimento dos dividendos.

17 FINANCEIRA I Slide 59 O ENFOQUE DA SML (linha de mercado de títulos) (SECURITY MARKET LINE) Serve para analisar a relação entre o retorno esperado de um título e seu risco sistemático. SABEMOS QUE A TAXA DE RETORNO EXIGIDA EM UM INVESTIMENTO COM RISCO DEPENDE DE: A taxa livre de risco, R f O prêmio por risco da carteira de mercado, (R M - R f ) O risco sistemático do ativo, em relação à média, denominado coeficiente beta, denominado coeficiente beta, Através da SML, podemos escrever que o retorno esperado do capital próprio da empresa, E(R E ) é igual a: E(R E ) = R f + E. [E(R E ) – R f ] Temos então a equação do retorno exigido na SML: R E = R f + E. (R M – R f ) Onde: (R M – R f ) = prêmio de risco do mercado; R f = taxa livre de risco; R E = retorno esperado do capital próprio; E = beta estimado da ação.

18 FINANCEIRA I Slide 60 A Ki-Zumba possui um beta estimado de 0,95, sabe-se também que o prêmio por risco da carteira de mercado é de 8,5% e que as instituições financeiras estão oferecendo para aplicação no mercado de títulos uma taxa de 5,6%. Qual seria o custo de capital da empresa? SOLUÇÃO: R E =? E = 0,95 (R M – R f ) = 8,5% R f = 5,6% R E = R f + E x (R M – R f ) RE = 0, ,95 x 0,085 R E = 0, ,0808 R E = 13,68% A SML nos indica que o custo do capital próprio da empresa é de 13,68% VANTAGENS: Ela faz ajustes explícitos por risco; Pode ser aplicada a outras empresas além daquelas com crescimento constante de dividendos. DESVANTAGENS: É necessário que o prêmio por risco de mercado e o coeficiente beta sejam estimados; Os dados são tomados com base em informações passadas para prever o futuro.

19 FINANCEIRA I Slide 61 CUSTO DE AÇÕES PREFERENCIAIS As ações preferenciais prevêem o pagamento de um dividendo fixo por período para sempre, o que as torna essencialmente uma perpetuidade. Rp = d / Po Onde : Rp = rendimento das ações preferenciais d = dividendo fixo Po = preço corrente de cada ação preferencial As ações preferenciais recebem classificação semelhante as obrigações, ou seja ratings, AAA; AA; ou Aa; até D. A Ki-Zumba, apresentava várias classes de ações preferenciais Que eram negociadas na bolsa de valores. Uma delas pagava um dividendo anual de $7,80 e estava cotada a $96,50 a ação. A outra pagava $2,13 por ano e era negociada a $25,875 por ação. Qual é o custo das ações preferenciais da Ki-Zumba? Calculando a primeira classe de ações (blue ships), seu custo é: Rp = d / Po Rp = 7,80 / 96,50 Rp = 8,0829% Calculando a segunda classe de ações temos: Rp = d / Po Rp = 2,13 / 25,875 Rp = 8,2319% Concluímos que o custo das ações preferenciais da Ki-Zumba situa-se na faixa compreendida entre 8,0829% a 8,2319%

20 FINANCEIRA I Slide 62 CUSTO DO CAPITAL DE TERCEIROS É a taxa de retorno que os credores exigem para emprestar novos recursos à empresa. É o retorno exigido pelos financiadores das dívidas da empresa. As empresas utilizam o Capital de Terceiros em menor proporção, a utilização mais usual é através da emissão de ações preferenciais para financiar seus investimentos. R D (após IR) = R D (antes IR). (1 – TC) Onde: R D = custo do capital de terceiros TC = imposto de renda A Ki-Zumba tem um financiamento de $ ,00 tomado a taxa de 20% aa. Sendo de 34% a alíquota do imposto de renda da empresa. Qual é o custo do capital de terceiros da empresa? R D (após IR) = R D(antes IR ). (1 – TC) R D (após IR) = 0,20. (1 - 0,34) R D (após IR) = 13,20% aa Despesas financeiras brutas: ,00 ( x 20%) Economia de IR ,00 ( x 34%) Despesas finaneiras liquidas do IR ,00 R D = / R D = 13,20% OBSERVAÇÃO IMPORTANTE : A grande preocupação das empresas brasileiras, é com o alto nível das taxas de juros de mercado, que pode inviabilizar a atividade econômica do investimento de capital. O que pode ocasionar um desestímulo econômico no uso do capital de terceiros para lastrear as decisões de investimento, reduzindo assim sua capacidade de alavancagem financeira, e em conseqüência sua competitividade.

21 FINANCEIRA I Slide 63 CUSTO MÉDIO PONDERADO DE CAPITAL (WEIGTED AVERAGE COST OF CAPITAL) (CMePC ou WACC) Também conhecido como Custo Total de Capital, representa a taxa de atratividade da empresa, que indica a remuneração mínima que deve ser exigida na alocação de capital, de forma a maximizar seu valor de mercado. WACC = Wj. Kj j=1 N Onde: WACC ou CMePC = custo médio ponderado de capital. Kj = custo específico de cada fonte de financiamento. Wj = participação relativa de cada fonte de capital no financiamento total. Suponhamos uma empresa que apresenta a seguinte estrutura de capital e seus custos respectivos: MONTANTEPROPORÇÃO DE CADA FONTE CUSTO Capital Ordinário ações x $1,00 = $ %25% aa Capital Preferencial ações x $1,00 = $ %22% aa Financiamento$ %18% aa TOTAL$ % Podemos mensurar o custo total das fontes da seguinte maneira: WACC = (25%. 40%) + (22%. 25%) + (18%. 35%) WACC = 10,00% + 5,50% + 6,30% WACC = 21,80%

22 FINANCEIRA I Slide 64 FONTE DE CAPITALREMUNERAÇÃO EXIGIDA Capital Ordinário$ x 25% = $ Capital Preferencial$ x 22% = $ Financiamento$ x 18% = $ TOTAL $ Pode ser calculado de outra maneira o WACC: A remuneração exigida sera: WACC = / WACC = 21,80% O custo médio ponderado de capital é o resultado de uma média ponderadada dos custos de capital próprio e capital de terceiros, após o imposto de renda. É o retono total que a empresa precisa gerar sobre seus ativos atuais para manter o valor de suas ações. O custo médio ponderado de capital, está sendo cada vez mais utilizado pelas empresas para avaliar seu desempenho financeiro. O custo médio ponderado de capital, é frequentemente utilizado na administração financeira como a taxa de retorno mínima a ser exigida nas aplicações de capital de uma empresa. Representa esse custo, em outras palavras, o retorno que os ativos da empresa devem produzir, dados determinada estrutura de capital e nível de risco, de maneira que venha promover a maximização da riqueza de seus proprietários.

23 FINANCEIRA I Slide 65 E = valor de mercado do capital próprio da empresa V = valor combinado de mercado do capital próprio e capital de terceiros D = valor de mercado do capital de terceiros na empresa R E = custo do capital próprio R D = custo do capital de terceiros TC = imposto de renda E/V = proporção de capital próprio no financiamento total da empresa D/V = proporção de capital de terceiros no financiamento total da empresa WACC ou CMePC =. R E +. R D. (1 - TC) E V V D )(() V = E + D Onde:

24 FINANCEIRA I Slide 66 Divide-se em dois grupos: Aborda os principais modelos quantitativos de análise de viabilidade econômica das alternativas de investimentos, com a finalidade de auxiliar o administrador financeiro na tomada de decisões. Voltado ao estudo das principais limitações e contribuições práticas de cada método de avaliação considerado. MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTOS Classificam-se em dois grupos: Os que levam em conta o valor do dinheiro no tempo. Os que consideram essa variação por meio do critério do fluxo de caixa descontado.

25 FINANCEIRA I Slide 67 O VPL leva em conta o valor do dinheiro no tempo, é considerado uma técnica sofisticada de análise de orçamento de capital. Todas essas técnicas descontam, de uma maneira ou de outra, os fluxos de caixa da empresa a uma taxa estipulada. Essa taxa chamamos de taxa de desconto, retorno exigido, custo de capital ou custo de oportunidade, é o retorno minimo que deve ser obtido em um projeto para que o valor de mercado da empresa fique inalterado. A diferença entre o valor de mercado de um investimento e seu custo é denominado VPL do investimento. A meta do administrador é criar valor para o acionista. Um investimento vale a pena quando cria valor para seus proprietários. Calcula-se o V P L subtraindo-se o investimento inicial de um projeto (FCo) do valor presente de suas entradas de caixa (FCt), descontadas a uma taxa igual ao custo de capital da empresa (i). VPL = Valor presente das entradas de caixa – Investimento inicial VPL = FCt (1 + i) - FCo t t = 1 n

26 FINANCEIRA I Slide 68 Podemos calcular o VPL pela diferença entre o valor presente dos fluxos de caixa descontados (FCD). É o processo de avaliação de um investimento descontado seus fluxos de caixa futuros. (1 + i) 1 n 1 - i Vr (1 + i) n + VPL = - I +(ECx – Desemb.) x [] EXEMPLO Automóvel $ (em mau estado) Restauração $ (pintura, mecânica, etc..) Gasto total $ Venda por $ (valor de mercado) – = $3.000 (criação de valor, ou valor adicionado) CONCLUSÃO: VALE A PENA INVESTIR ? CRITÉRIOS DE DECISÃO Quando utilizamos o VPL para tomada de decisão de aceitação ou rejeição, devemos considerar os seguintes critérios: Se o VPL for positivo o projeto deverá ser aceito Se o VPL for negativo o projeto deverá ser rejeitado Se o VPL for maior que $0, a empresa obterá retorno superior a seu custo de capital, e isso deverá aumentar o valor de mercado da empresa, e portanto, a riqueza de seus proprietários.

27 FINANCEIRA I Slide 69 EXEMPLO: A Ki-Moleza apresenta entradas de caixa no valor de $ / ano. Os custos de desembolso ( incluindo os impostos ) serão de $ / ano. O projeto será liquidado em 08 anos, e o valor residual das instalações, móveis e equipamentos será de $2.000 no momento da liquidação. O lançamento o projeto custa $ A taxa de desconto é de 15,00% em novos projetos. A empresa possui ações. Esse é um bom investimento? (1 + 0,15) , (1 + 0,15) x VPL = VPL = { x 4,4873 } + 653,80 VPL = ,73 VPL = ,27 Podemos considerar que não é um bom investimento, pois iria diminuir o valor das ações em $2,4222 (2,422,27 / 1.000) UM INVESTIMENTO DEVERÁ SER ACEITO SE SEU VPL FOR POSITIVO. E REJEITADO SE FOR NEGATIVO. CASO SEJA IGUAL A ZERO, SUA APROVAÇÃO SERÁ INDIFERENTE

28 A TIR ESTA INTIMAMENTE RELACIONADA AO VPL, DESEJAMOS QUE ESSA TAXA SEJA INTERNA, POIS DEPENDE UNICAMENTE DOS FLUXOS DE CAIXA DE DETERMINADO INVESTIMENTO, E NÃO DE TAXAS OFERECIDAS EM ALGUM OUTRO LUGAR. TIR – A TAXA DE DESCONTO QUE FAZ COM QUE O VPL DE UM INVESTIMENTO SEJA NULO. (porque o valor presente das entradas de caixa se iguala ao investimento inicial) COM BASE NA REGRA DA TIR, UM INVESTIMENTO É ACEITÁVEL SE A TIR É MAIOR DO QUE O RETORNO EXIGIDO. CASO CONTRÁRIO, DEVE SER REJEITADO CRITÉRIOS DE DECISÃO: Esses critérios asseguram à empresa obter pelo menos o retorno exigido. Esse resultado deve aumentar seu valor de mercado e, a riqueza de seus proprietários. $0 = FCt (1 +TIR) - FCo t t = 1 FINANCEIRA I Slide 70

29 FINANCEIRA I Slide 71 Um projeto que custa $100 hoje e pagará $110 daqui a um ano. Calcule o VPL de nosso investimento simples a uma taxa de desconto igual a r. Imagine que fizéssemos (1 + r) VPL = Como não conhecemos a taxa de retorno, como iremos calcular? Sabe-se que quando o VPL é igual a zero é indiferente ou não fazer esse projeto. Sendo assim temos: 110 (1 + r) VPL = 0 = (1 + r) 100 = (1 + r) = r = 10,00% É o que chamamos de retorno desse investimento Suponha que estejamos examinando um investimento conforme o fluxo de caixa apresentado abaixo, o seu custo é de $100 e os fluxos de caixa são iguais a $60 por ano durante os dois primeiros anos. Qual será a TIR desse projeto? SOLUÇÃO Sabemos que temos que fazer o VPL igual a zero e calcular a taxa de desconto da seguinte maneira:

30 FINANCEIRA I Slide 72 VPL = 0 = - $100 + $60 (1 + TIR) $60 (1 + TIR) $100$ Para uma taxa igual a zero teríamos: VPL = VPL = $20 Para uma taxa igual a 10% teríamos: VPL = - $100 + $60 (1 + 0,1) $60 (1 + 0,1) + 2 VPL = , ,59 VPL = $4,13 Para uma taxa igual a 15% teríamos: VPL = - $100 + $60 (1 + 0,15) $60 (1 + 0,15) + 2 VPL = , ,37 VPL = - $2,46 r% VPL $ VPL > 0 VPL < 0 TIR = 13,1%


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