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Oratória e Iniciação à Retórica Jurídica. 2 Conteúdo do nosso curso Elementos Fundamentais da Oratória O Medo de Falar em Público, Como Administrá-lo.

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1 Oratória e Iniciação à Retórica Jurídica

2 2 Conteúdo do nosso curso Elementos Fundamentais da Oratória O Medo de Falar em Público, Como Administrá-lo Diferença entre Oratória e Retórica: Elementos Fundamentais da Retórica Principais Formas de Argumentação Jurídica

3 Argumentação e Retórica Msc. Robson Ferreira

4 4 A Importância da Oratória Pelo discurso nós comunicamos ideias; Pelo discurso nós influenciamos pessoas; Pelo discurso nós corrigimos, animamos e consolamos os nossos ouvintes; Pelo discurso nós mudamos circunstâncias adversas ou criamos as mesmas; Pelo discurso nós comunicamos a nossa personalidade às pessoas.

5 5 VIII – dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada; IX – sustentar oralmente as razões de qualquer recurso ou processo, nas sessões de julgamento, após o voto do relator, em instância judicial ou administrativa, pelo prazo de quinze minutos, salvo se prazo maior for concedido ; Lei de 1994, no Art. 7º, dispõe: São direitos do advogado:

6 6 X – usar da palavra, pela ordem, em qualquer juízo ou tribunal, mediante intervenção sumária, para esclarecer equívoco ou dúvida surgida em relação a fatos, documentos ou afirmações que influam no julgamento, bem como para replicar acusação ou censura que lhe forem feitas; XI – reclamar, verbalmente ou por escrito, perante qualquer juízo, tribunal ou autoridade, contra a inobservância de preceito de lei, regulamento ou regimento; XII – falar, sentado ou em pé, em juízo, tribunal ou órgão de deliberação coletiva da Administração Pública ou do Poder Legislativo;

7 7 Por que fazemos discursos? A necessidade de comunicar uma idéia; A necessidade de solucionar ou contornar uma situação; Promover entretenimento; Estimular ou Desafiar pessoas à ação; Passar sentimentos e impressões da vida e do mundo para outras pessoas.

8 8 Para preparar uma boa argumentação é necessário: Uma mensagem a ser comunicada; Conhecimento da matéria sobre a qual falaremos; Estrutura lógica para esquematizar o discurso, facilitando a compreensão e apreensão do que foi dito; Tempo para refletir, amadurecer as idéias e formatar a maneira de apresentá-las.

9 9 Para expor uma boa argumentação é necessário: Boa dicção e vocabulário; Uma postura e apresentação pessoal adequadas; Condições convenientes de som e ambiente para a comunicação; Controle das emoções do orador e do auditório.

10 10 Onde encontrar material para as argumentações? Basicamente tudo que chega às nossas mãos ou passa diante de nossos olhos pode ser útil para um discurso; É preciso desenvolver uma Mente de Orador; Comece a fazer o seu Alagado (anotações).

11 Como evitar erros de postura, dicção e gesticulação

12 12 Postura Fale com os dois pés plantados no chão; Procure ficar de frente para o maior número de pessoas; Desenvolva um olhar que passeia no auditório

13 13 Comprimento em lugar de Cumprimento pronunciar a crase Pronunciar os dígrafos, principalmente o sc

14 14 Vista-se com discrição e elegância Cuidado com o cabelo, as unhas e a maquiagem Não se coloque na frente do que está sendo projetado Evite andar ou se movimentar excessivamente Postura

15 15 Leia bons livros em voz alta Respeite a pontuação dos textos Fale clara e pausadamente Tome consciência de sua respiração e controle-a Modele a altura da voz de acordo com a necessidade Dicção

16 16 Né !?! Engolir r e s Saldo em lugar de SAÚDO Mermo em lugar de MESMO Principais Vícios (erros) de Linguagem

17 17 Seja delicado e elegante, evite gestos agressivos, sensuais ou grotescos Imagine um retângulo diante de si e gesticule dentro dele Tome o cuidado para que a sua gesticulação fortaleça o que você diz Gesticulação

18 18 Cuidado com excessos e a escassez de gestos; Cuidado com o dedo indicativo Gesticulação

19 19 Dicas para os cuidados com Som e Ambiente: Se você é destro, coloque o pedestal do lado esquerdo; Regule o som antes de começar o discurso e evite que o regulem ao longo da apresentação; Cuide para que as pessoas possam ouvir o discurso de forma cômoda; Trabalhe a iluminação do local.

20 Quais as principais razões do NERVOSISMO e como administrá-lo

21 21 Causas do NERVOSISMO no Orador Inexperiência Experiências ruins no passado Dificuldades de temperamento Desconhecimento da matéria a ser apresentada Importância da ocasião Público desconhecido Público hostil

22 22 Como evitar o NERVOSISMO Estude o assunto sobre o qual vai falar o máximo possível; Procure conhecer o perfil do auditório com antecedência; Exercite o discurso em casa sozinho ou na presença de amigos; Ouça as sugestões e faça as correções necessárias; Entenda que o nervosismo é uma forma natural de seu organismo se preparar para momentos importantes.

23 23 Como esconder o NERVOSISMO O orador tem o direito de ficar nervoso, só não tem o direito de deixar que os outros notem Controle a sua respiração Não diga às pessoas que está nervoso, nem peça desculpas por isso; Tome consciência de seus movimentos, eles podem revelar mais do que você pensa; Mantenha um esboço detalhado do que você vai falar bem diante dos seus olhos.

24 24 Para quando a apresentação é uma BATALHA Lembre-se que você tem uma missão; Tente responder a hostilidade do público com elegância (brasas vivas); Tome um suco de maracujá ou algo parecido, mas não faça uso de medicação sem recomendação médica; Procure localizar uma fisionomia amiga; Fale compassadamente; Argumente usando verdades conhecidas.

25 Principais Formas de Argumentação Jurídica

26 26 As Quatro Partes da Retórica Aristotélica Invenção Disposição Elocução Ação

27 27 Principais Formas de Argumentação Jurídica Argumento ab absurdo Argumento ab autoritate Argumento a contrario sensu Argumento ad hominem Argumento ad rem Argumento a fortiori Argumento a maiori ad minus Argumento per analogiam Estudo baseado em Tercio Sampaio Ferraz Júnior, Introdução ao Direito.

28 28 Argumento ab absurdo Começa por admitir que a proposição a ser examinada é verdadeira. Aplica-se a ela, então, todas as regras lógicas da demonstração, para mostrar que, seguindo sua consequencialidade, chegamos a um resultado inaceitável.

29 29 Argumento ab autoritate Trata-se do argumento que procura provar uma tese qualquer, utilizando-se doa atos ou das opiniões de uma pessoa ou de um grupo que a apóiam.

30 30 Argumento a contrario sensu Consiste em concluir de uma proposição admissível, pela proposição que lhe é oposta

31 31 Argumento ad hominem Também chamado de ab personae, consiste em desqualificar o adversário

32 32 Argumento ad rem Concerne às coisas mesmas e às verdades enquanto aceitas pressupostamente por todos, pelo auditório universal, no dizer de Perelman e Tyteca.

33 33 Argumento a fortiori Representa a passagem de uma proposição para uma segunda, para a qual devem valer as mesmas razões da primeira, e ainda com mais força.

34 34 Argumento a maiori ad minus Trata-se do argumento por meio do qual, na argumentação jurídica, passamos da validade de uma disposição mais extensa para a validade de outra menos extensa.

35 35 Argumento per analogiam Refere-se ao argumento que relaciona dois casos entre si, considerados semelhantes, concluindo que, se, para ambos, vale a mesma hipótese, deve valer também as mesmas consequências


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