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Ética contemporânea. Século XIX Avanços técnicos, industrialização e conflitos sociais A partir do século XVIII, o capitalismo foi se consolidando. A.

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1 Ética contemporânea

2 Século XIX Avanços técnicos, industrialização e conflitos sociais A partir do século XVIII, o capitalismo foi se consolidando. A revolução industrial desenvolverá amplos setores da economia: agricultura, comércio, transportes, etc.

3 Oficinas de artesãos foram substituídas por fábricas;

4 Em lugar das fontes de energia como: Água,força muscular e vento

5 Passou-se a utilizar também o Carvão, a eletricidade e o petróleo

6 A essas inovações somaram-se inúmeras outras ao longo do século XIX, a invenção da Locomotiva elétrica Motor a gasolina Automóvel Motor a diesel Avião Telegrafo Telefone Fotografia Cinema Radio

7 Paralelamente, a expansão e consolidação do capitalismo trouxeram a exploração do trabalho humano. Assim, uma série de questões sociais e políticas ganharam destaque nas reflexões filosóficas.

8 ÉTICA CONTEMPORÂNEA (SÉCULOS XIX E XX) A reflexão ética cotemporânea se desdobrou numa série de concepções distintas acerca da moral e a sua fundamentação; Seu ponto comum é a recusa de uma fundamentação exterior, transcendental para a moralidade. Centra no homem concreto a origem dos valores e das normas morais. Um dos primeiros a formular a ética do homem concreto foi Hegel. Junto com filósofo Schelling, colaboraram em uma crítica das filosofias de Kant e Fichte.

9 GEORG WILHELM FRIEDRICH HEGEL( ) HEGEL E A RAZÃO: A razão é a história. A razão é o tempo. A unidade e harmonia da razão não é um dado eterno, é uma conquista da razão que é realizada no tempo. a razão supera cada uma das contradições chegando a uma síntese harmoniosa de todos os momentos que constituíam sua história. Esse desenvolvimento que se faz através do embate e da superação de contradições hegel chama de dialética

10 Ética Crítica de Hegel à ética kantinana Hegel Criticou a ética kantiana por: não levar em conta a história e a relação do indivíduo com a sociedade. não apreender os conflitos reais existentes na decisões morais. considerar a moral como questão pessoal, íntima e subjetiva na qual o sujeito decide entre suas inclinações e razão.

11 Ética de Hegel Para Hegel a moralidade assume conteúdos diferenciados ao longo da história das sociedades. A vontade individual seria apenas um dos elementos da vida ética de uma sociedade em conjunto. A moral seria resultado da relação entre indivíduo e o conjunto social. Em cada momentos histórico, a moral se manifestaria tanto nos códigos normativos como nas culturas e nas instituições sociais. Desse modo, Hegel vinculou a ética à história e à sociedade.

12 FRIEDRICH NIETZCHE ( ) Desenvolveu uma crítica intensa dos valores morais; -Propondo nova abordagem: a genealogia da moral, isto é, o estudo da formação histórica dos valores morais; genealogia, que, de forma geral, pode ser descrita como uma investigação das condições de nascimento, desenvolvimento e transformação dos valores morais. E como os valores morais impregnam, em maior ou menor grau, todas as práticas e produções humanas, a genealogia estende sua investigação crítica a tudo de humano que já foi criado ou que ainda venha a sê-lo.

13 - E o que se toma como verdade, para Nietzsche, seria uma ilusão, pois está baseada na moral que se apega a um mundo transcendente, além do efetivo. - Os valores são produtos histórico-culturais; - Ele parte do pressuposto de que os valores são meras criações, moldados de acordo com as necessidades individuais e existem porque foram criados; - Há portanto uma vontade de renovar as valorações dominantes e vigentes, é o que chama de transmutação ou – mais - mais literalmente - transvaloração de todos os valores. - Para o filósofo, grande parte das pessoas acomoda-se a uma moral de rebanho, pois moral baseada na submissão irrefletida do valores dominantes da civilização cristã e burguesa

14 A ÉTICA DA ALTERIDADE NA PERSPECTIVA DA AMERICA LATINA


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