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escreveu certa vez o poeta Quintana. A eternidade é um relógio sem ponteiros,

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Apresentação em tema: "escreveu certa vez o poeta Quintana. A eternidade é um relógio sem ponteiros,"— Transcrição da apresentação:

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2 escreveu certa vez o poeta Quintana. A eternidade é um relógio sem ponteiros,

3 A obra de Mario Quintana é repleta de referências a anjos e à eternidade.

4 Certa vez, durante uma entrevista, perguntaram a Mario Quintana a sua visão do outro mundo e dos anjos, ao que ele respondeu:

5 Oportunamente saberei... Tenho até muita curiosidade – mas nenhuma pressa – de saber como será o outro mundo.

6 ...dos Anjos não posso absolutamente duvidar, em vista da insistência com que aparecem em meus poemas.

7 Quintana contava com 86 anos quando, no ano de 1994, deixou para trás o mundo dos dias e das horas,...

8 ...partindo para uma outra existência, onde os ponteiros dos relógios já não se fazem mais necessários.

9 A eternidade é um relógio sem ponteiros. Mario Quintana

10 Clarice, a jovem moça de olhos amendoados, era desde cedo uma indagadora das coisas que não têm resposta.

11 Com o passar dos anos, a vida a presenteou com dois belos filhos, e um crescente anseio por explorar as questões insondáveis e inexploráveis da existência.

12 Ela não veio para esclarecer o mistério, veio para reafirmá-lo.

13 Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, Clarice Lispector viver ultrapassa qualquer entendimento.

14 O que o ser humano mais aspira é tornar-se ser humano. Clarice Lispector O corpo é a sombra da alma...

15 Se em um instante se nasce, e se morre em um instante, Clarice Lispector um instante é bastante para a vida inteira.

16 Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música... Tem o peso de um olhar...

17 Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros" Clarice Lispector

18 Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, Clarice Lispector continuarei escrevendo...

19 Fernando Pessoa amava a Vida e a Natureza, mas nutria um carinho todo especial pelas crianças.

20 Exortou-nos constantemente em seus escritos acerca do carinho e do cuidado que devemos destinar à Infância.

21 O que será que Pessoa sente quando, lançando o olhar para o mundo, testemunha as dores que afligem tantas crianças pelo mundo afora?... As crianças que ele tanto ama...

22 Menina palestina de dois anos de idade adentra um hospital na Faixa de Gaza, carregada nos braços de seu pai.

23 O ataque que arrasou seu lar também injuriou-lhe severamente o pequenino braço.

24 Pequenina ave de asas partidas impedida de voar.

25 O Silêncio que permanece quando as fontes das lágrimas secam de tanto chorar.

26 Quanto tempo ainda levará até que aprendamos a conviver como humanos?...

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28 Não há império que valha que por ele se parta uma boneca de criança. Fernando Pessoa

29 Não há império que valha que por ele se parta uma boneca de criança. Fernando Pessoa

30 Por outro lado, o coração do poeta certamente se alegra quando presencia atenção, carinho e respeito sendo dedicados às crianças. As crianças que ele tanto ama...

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32 Grande é a poesia, a bondade e as danças, mas a coisa melhor do mundo são as crianças. Fernando Pessoa

33 Grande é a poesia, a bondade e as danças, mas a coisa melhor do mundo são as crianças. Fernando Pessoa

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39 Tema musical: Canção tradicional dos povos nativos do Havaí Formatação:

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